papel do contador

Qual o papel do contador e como ele pode auxiliar no crescimento da sua empresa?

Gerenciar um negócio é sempre algo desafiador, sobretudo se considerarmos o grande número de dados envolvidos na operação e que estamos em um país repleto de boas oportunidades, mas muito burocrático. Por isso mesmo, é muito interessante entender qual o papel do contador e como ele pode auxiliar no crescimento da sua empresa.

Tal profissional pode ser de suma importância para oferecer melhor embasamento na tomada de decisão e também para manter a organização em sintonia com as exigências da nossa lei, evitando problemas jurídicos e eventuais dores de cabeça no futuro. Continue lendo e descubra como fazer isso!

Como o contador pode ajudar na estratégia da sua empresa?

Antes de mais nada, você precisa saber que, no Brasil, todas as empresas precisam de um contador de acordo com a lei, com a exceção de microempreendedores individuais. Isso ocorre porque o Novo Código Civil exige que o negócio conte com um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração e nos resultados econômicos.

Por isso, o profissional habilitado em ciências contábeis é indispensável, desde o momento de abertura, ajudando nas escolhas e trazendo mais segurança, especialmente em um país com uma carga tributária tão diversa e uma tremenda variedade de impostos, dificultando que as obrigações trabalhistas e fiscais permaneçam em dia.

Em quais atividades o contador pode ajudar?

O contador pode ser responsável por diversas ações dentro de uma empresa. No momento de abertura, por exemplo, ele ajuda a decidir pelo enquadramento mais adequado de regime tributário. Já com a operação em andamento, é esse profissional que faz a manutenção dos livros contábeis, planejamentos e certifica as obrigações fiscais.

Outro ponto no qual a contabilidade é essencial é para evitar o pagamento indevido de impostos que estejam fora da classificação de atividades do negócio. O profissional de ciências contábeis também ajuda a organizar o orçamento, reduzindo os riscos de formação de dívidas e eventuais complicações com o Fisco.

Como contratar um bom contador?

Agora que você já viu como o contador pode ajudar na estratégia da sua empresa e algumas das suas principais funções dentro do negócio, é bem provável que você esteja considerando a contratação de um profissional do ramo, tanto para melhorar a sua operação quanto para ficar em sintonia com a lei. Veja abaixo algumas dicas para isso.

Considere as necessidades da empresa

O primeiro passo para contratar um bom contador é considerar as necessidades da empresa. Como você viu, não há exigência legal para que o microempreendedor individual contrate um profissional do ramo, mas o fato é que, mesmo que você seja um MEI, essa pode ser uma ajuda essencial para não se endividar, evitar dores de cabeça, fazer um plano de negócios e muito mais.

Nesses casos, inclusive, um contador online pode ser uma excelente alternativa, que proporciona uma série de vantagens. Ele será uma peça estratégica, executando desde os processos mais simples aos mais complexos, facilitando sua vida e dando um valioso suporte para resolver suas dúvidas e agregar valor à organização.

Use as indicações de clientes e parceiros

Outro passo importante para contratar um bom contador é usar as indicações de clientes e parceiros. É bem provável que outras pessoas que atuem no seu segmento já tenham feito uso dos serviços de um profissional ou empresa do ramo, podendo oferecer informações relevantes em termos de credibilidade e competência.

Outra opção interessante é realizar pesquisas pela internet, analisando referências profissionais antes de buscar os valores e formalizar um contrato. Lembre-se que, por conta da tecnologia, vocês não precisam estar localizados na mesma cidade e tudo pode ser feito de forma digital, desde que o suporte seja adequado.

Verifique a formação profissional

Não importa se você está pensando em contratar um contador ou uma empresa de contabilidade: eles precisam ter uma formação adequada para prestarem o serviço, além dos registros nas devidas instituições do setor. Somente assim eles estarão habilitados a auxiliar sua empresa na gestão fiscal e na responsabilidade de envio dos dados à Receita Federal.

Pensando em um especialista, ele deve contar com um diploma válido de nível superior no curso de Contabilidade ou Ciências Contábeis, além de estar registrado no CRC (Conselho Regional de Contabilidade) estadual. As empresas que oferecem serviços contábeis também são obrigadas ao registro cadastral no Conselho Regional de Contabilidade.

Contador online ou tradicional?

A modernidade trouxe mais opções para quem deseja ter segurança nas operações fiscais, contábeis e tributárias da empresa. Nesse contexto, o contador online pode ser uma alternativa ao tradicional. Os escritórios que funcionam digitalmente cumprem as mesmas obrigações e podem assumir as mesmas responsabilidades que os físicos.

A grande diferença é que os contatos e atendimentos ocorrem remotamente, por meio de uma plataforma própria, onde você pode encaminhar mensagens e/ou e-mails. Além disso, são oferecidas ferramentas que facilitam a rotina, como softwares para emissão de notas, funcionalidades de cálculos de impostos, envio virtual de documentos, e muito mais.

Você receberá notificações na sua caixa de entrada, permitindo um excelente controle de prazos e movimentações. Levando em consideração que o serviço será prestado online, com ações automatizadas e escaláveis, o contador online consegue oferecer preços mais acessíveis, adaptados às suas necessidades e pagos todos os meses.

Contador terceirizado ou na empresa: qual é melhor?

Ter um contador na empresa pode ser uma opção interessante para instituições de grande porte. No entanto, o fato é que a qualificação de profissionais ou escritórios de contabilidade online e terceirizados é absolutamente a mesma, com os devidos registros e autorizações efetivadas no Conselho Regional de Contabilidade estadual.

Por isso, terceirizar esse setor pode ser uma escolha bastante interessante para o seu negócio, permitindo manter um alto padrão de qualidade, mas conquistando mais economia, agilidade e praticidade na sua gestão. Você fica em dia com o seu planejamento, obrigações fiscais e trabalhistas, mas sem ter que minar o seu orçamento para isso!

Como você pôde ver, o papel do contador é crucial para o sucesso do negócio. Com a plataforma da Contabilivre, você ganha agilidade, praticidade e qualidade de serviços de escrita contábil e fiscal, através de uma plataforma extremamente intuitiva e fácil de se utilizar, organizando suas guias e notas fiscais de maneira simples e altamente eficiente.

Gostou de aprender o papel do contador e como ele pode auxiliar no crescimento da sua empresa? Quer terceirizar o serviço com uma solução moderna e com alta credibilidade no segmento? Então, não perca mais tempo e entre em contato conosco!

o que é natureza jurídica

O que é natureza jurídica? Entenda quais são e como escolher

Iniciar a empreender no Brasil e abrir sua própria empresa, costuma ser um processo complicado, com uma série de regras e exigências feitas pelo poder público. Felizmente, essa realidade vem mudando, mas ainda demanda certas definições relevantes. Por isso, preparamos um post explicando o que é natureza jurídica e como eleger a mais adequada.

Para fazer isso da melhor maneira, basta compreender adequadamente do que se trata e entender qual a melhor opção para o seu negócio, de acordo com as características relacionadas ao seu segmento, classificações e objetivos. Quer aprender mais sobre esse assunto tão relevante? Então, continue lendo o artigo!

O que é natureza jurídica?

A natureza jurídica é uma espécie de classificação pelo qual se determina a categorização e estrutura de uma empresa, definindo exigências e normas que terão que ser obedecidas pelos sócios. Ela deve estar em consonância com o porte, a composição do quadro societário, o plano de negócios , o valor do capital social e a própria finalidade da entidade. 

É fundamental ressaltar que a natureza jurídica não possui relação direta com o porte de uma empresa. A mesma possui relação de como a instituição será gerida e, por exemplo, se será por um sócio ou mais, e qual será a atuação que esse sócio terá na organização. Sendo assim, quando uma organização está em fase de abertura, ela precisa, obrigatoriamente, se enquadrar em uma das naturezas jurídicas disponíveis na legislação brasileira. Isso é importante também para o Governo, tendo em vista que facilita o controle e ajuda na fiscalização dos empreendimentos que atuam em território nacional.

Agora que você já descobriu o que é natureza jurídica e está mais familiarizado com o conceito, a seguir, vamos esclarecer quais são as principais opções disponíveis atualmente no Brasil e suas características, de forma que você ganhe mais embasamento para uma melhor tomada de decisão na hora de escolher a natureza jurídica mais adequada para seu negócio. Confira.

Quais os tipos de natureza jurídica?

EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 

O empresário individual constitui uma natureza jurídica na qual o empreendedor atua sozinho, ou seja, não possui sócios no negócio. Tal opção conta com algumas peculiaridades, dentre as quais está o fato de o nome empresarial ser o mesmo nome do empresário (que pode ser abreviado, exceto o último sobrenome e você pode incluir alguma palavra que conste na CNAE da empresa).

Outro ponto é que as eventuais dívidas podem ser garantidas pelo seu patrimônio pessoal, ou seja,o patrimônio do empresário, se mistura com o da empresa. Além disso, a atividade tem que ser desempenhada por ele, embora seja permitido contar com funcionários que ajudem na sua execução.

EIRELI

EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), é uma natureza jurídica com requisitos mais específicos, sendo uma opção para quem deseja atuar sozinho e sem participação de sócios.

No entanto, como exigência, era obrigatório o investimento com capital social relativamente elevado, que fosse equivalente a, no mínimo, cem salários-mínimos vigentes. Por outro lado, esse poderia ser um aspecto positivo, especialmente na proteção dos bens pessoais, pois o patrimônio do dono ficava separado do empresarial. 

Recentemente essa natureza jurídica foi extinta, de acordo com a Lei nº 14.195, de 26 de agosto de 2021, e todas as empresas individuais de responsabilidade limitada passaram a ser consideradas sociedades limitadas unipessoais.

Sociedade Simples 

A natureza jurídica de Sociedade Simples tem características bastante específicas e é mais voltada para empresas prestadoras de serviços, que são formadas por dois ou mais sócios do mesmo ramo. Via de regra, é uma escolha comum para profissionais de formação técnica, como cooperativas de médicos, dentistas, contadores e assim por diante.

Além disso, os próprios sócios exercem a atividade para qual a sociedade se dedica, e podem ingressar diretamente com a prestação de serviço, sem demandar capital em bens ou contribuição financeira.

Sociedade Empresária Limitada

LTDA é mais uma sigla bastante recorrente no mundo empresarial e quer dizer Limitada. Trata-se de uma natureza jurídica na qual a responsabilidade dos sócios é, como o próprio nome já diz, limitada às suas cotas de participação. Na prática, isso quer dizer que o patrimônio pessoal não se mistura ao empresarial. 

A constituição deve ser feita por duas ou mais pessoas, que definirão o capital social coerente com as atividades desenvolvidas.

Sociedade Limitada Unipessoal 

A SLU (Sociedade Limitada Unipessoal) foi criada para empresas que possuem somente um sócio e possui a vantagem do patrimônio pessoal não se misturar ao da empresa. Além disso, outro ponto é que diferente da extinta EIRELI, o capital social exigido não possui um alto valor. 

 Sociedade Anônima

As sociedades anônimas, também conhecidas pela famosa sigla S/A, é um tipo de natureza jurídica que não atua com sócios e cotas, mas sim acionistas e ações. É uma opção para quem deseja uma empresa em sintonia com o mercado financeiro, pois é permitido que se vendam e comprem ativos da instituição livremente.

Por isso, esse acaba sendo o regime de escolha de muitas grandes corporações, por exemplo. Existem duas modalidades dentro das sociedades anônimas: as de capital aberto, estão disponíveis na bolsa de valores, e as de capital fechado, nas quais as transações são exclusivas apenas para quem for “convidado” ou então para os acionistas já envolvidos.

Qual a importância de escolher a natureza jurídica adequada?

A escolha da natureza jurídica adequada é imprescindível para evitar problemas com órgãos públicos, além de ser essencial para uma boa administração financeira e tributária. É por meio da natureza selecionada que serão estipuladas as regras e obrigações, bem como os direitos e deveres do empreendedor e da empresa.

No entanto, você precisará considerar os objetivos, quadro societário, capital social mínimo e diversos outros pontos para formalizar o seu negócio. Nesse contexto, o apoio de um serviço de contabilidade pode ser fundamental, de forma a se manter em sintonia com a legislação brasileira e fazer o enquadramento correto para as suas necessidades.

Como você pôde ver, a escolha da natureza jurídica adequada é algo indispensável, que vai impactar na sua gestão e no seu orçamento e também nas exigências públicas que serão feitas ao seu empreendimento. 

Gostou de aprender o que é natureza jurídica? Quer aumentar os seus conhecimentos? Então, não deixe de conferir nosso outro conteúdo “Como abrir uma empresa: o guia completo para se tornar um empreendedor”!

alterar cnae mei

Precisa alterar a CNAE do seu MEI? Aprenda como!

Você sabia que ao abrir uma microempresa individual você não precisa se manter no mesmo ramo enquanto ela estiver funcionando? É possível alterar a CNAE do MEI mantendo o mesmo CNPJ, ou seja, sem a necessidade de fechar uma empresa para abrir outra.

Essa é uma ação que facilita bastante a vida do microempreendedor que deseja começar a atuar em outro segmento, ou acrescentar atividades em seu MEI. Também é muito importante manter essas atividades regularizadas.

Se você está precisando fazer essa alteração, vai gostar de saber que o processo é muito fácil. É possível realizá-lo pela internet e nem sempre é necessário buscar a ajuda de especialistas. Para simplificar ainda mais, preparamos este conteúdo com um passo a passo mostrando como você pode fazer a alteração da CNAE do seu MEI. Acompanhe!

O que é CNAE?

Uma das principais informações que precisam ser fornecidas no cadastro de uma microempresa individual é a área de atuação, ou seja, a CNAE. Essa sigla significa Classificação Nacional de Atividades Econômicas.

A CNAE é um código que contém sete dígitos. Ela indica qual é o ramo de atuação do microempreendedor individual, no entanto, não é uma classificação exclusiva para esse tipo de negócio. Categoriza, também, empresas maiores, privadas e públicas, profissionais autônomos e organizações sem fins lucrativos.

Qual a diferença entre CNAE e código de serviço?

É importante não confundir a CNAE com o código de serviço. Como você viu, a CNAE é um tipo de classificação que indica qual é o ramo de atuação de uma determinada empresa; quanto ao código do serviço, ele tem relação com as notas fiscais que são emitidas de acordo com os serviços que foram prestados.

Quando o MEI prestar um serviço, ele precisa fazer a emissão da nota declarando nela qual atividade ele exerceu. Então, ele utiliza o código de serviço indicado pela prefeitura para manter a regularidade das atividades e das notas.

É possível alterar a CNAE?

Pode acontecer de o microempreendedor decidir mudar o seu foco principal de atuação, seja para buscar melhores oportunidades ou por ter escolhido uma atividade errada na hora de abrir a sua empresa.

Em ambos os casos não existe necessidade de baixar um CNPJ para abrir outro com a CNAE correta. É possível manter esse número de registro da empresa e fazer a alteração apenas da atividade principal que ela exerce.

Essa é uma ação bastante simples que requer apenas um ajuste no cadastro do MEI. Inclusive, ele pode acrescentar outras CNAEs se assim desejar. Isso porque na abertura do MEI precisamos definir uma atividade principal, que será aquela que constará na maioria das notas.

Além da possibilidade de alterar a atividade do MEI, é possível ter CNAEs secundárias. Elas são referentes a serviços prestados de forma ocasional e que servem como apoio para as atividades exercidas pela empresa.

Caso a empresa já tenha várias atividades atreladas ao seu CNPJ, pode, por exemplo, alterar a CNAE do MEI colocando uma secundária no lugar da principal. São pequenas adequações feitas no cadastro que possibilitam a regularização dos serviços oferecidos.

Da mesma forma como podemos adicionar atividades, é possível retirar algumas do cadastro. Isso pode acontecer quando elas estão inadequadas e não se relacionam com a atividade principal, por exemplo.

Como alterar a CNAE passo a passo?

Como você viu, é possível alterar a CNAE do MEI de diferentes formas. Podemos mudar o ramo de atuação da empresa, definir uma nova atividade principal entre aquelas já selecionadas, acrescentar novas atividades ao CNPJ ou retirar aquelas que não serão mais utilizadas.

O processo para fazer essas alterações é o mesmo. A seguir, criamos um passo a passo simples para que você possa fazer essa mudança em sua empresa.

Passo 1

Para alterar a CNAE do MEI, primeiro você precisa acessar os dados cadastrais da sua empresa entrando na plataforma gov.br e clicar em “Solicitar”. Para acessar o sistema você precisará colocar o seu login e senha, e logo após informar o código do Simples Nacional.

Passo 2

Confira os seus dados e faça as mudanças que deseja. Você vai estar dentro do cadastro do MEI, então, também é possível alterar o nome fantasia, o telefone, endereço e uma série de outras informações.

Passo 3

Quando chegar à lista de atividades, basta procurar aquela que deseja acrescentar como sua atividade principal. Você verá uma pequena lista com as CNAEs que já estão atreladas ao CNPJ e ali pode excluir aquelas que não deseja mais.

Passo 4

Depois que já tiver inserido ou excluído todas as CNAEs que deseja, basta salvar os dados cadastrais e imprimir o seu certificado atualizado. Para imprimir o CNPJ é preciso entrar no site da Receita Federal.

Não se esqueça de que, ao alterar sua atividade principal, pode ser que o código de serviço que você usa em suas notas fiscais deva ser alterado. Como dito, vai depender do município no qual você tem o MEI aberto.

Sendo assim, é importante entrar em contato com a prefeitura no setor que dá suporte para o microempreendedor, informar a situação e esclarecer as dúvidas, se é possível manter o código que já foi registrado ou se haverá necessidade de alterá-lo também.

Caso seja necessário fazer essa alteração, a prefeitura vai informar quais são os trâmites para fazer essa mudança. Haverá alguns documentos que precisam ser preenchidos e levados até o setor responsável, para alterar o seu cadastro na plataforma que faz a emissão das notas fiscais eletrônicas.

Como você pode ver, alterar a CNAE do MEI não é um processo tão complexo, inclusive porque pode ser feito pela internet. No entanto, se você tiver dúvidas, dificuldades ou não sentir segurança para realizar essa ação por conta própria, procure o auxílio de um escritório de contabilidade.

Vale conversar com um especialista para ajudar na identificação da CNAE mais adequada para a atividade que você quer exercer. Assim, pode fazer a sua inscrição municipal e o seu cadastro na nota fiscal eletrônica de forma definitiva, sem a necessidade de novas mudanças.

Lembrando que todo esse processo de alterar a CNAE do MEI pode ser feito pelo contador, sem que você tenha nenhuma preocupação com isso. Ter esse suporte é uma segurança a mais para que tudo seja feito do jeito certo, e a sua empresa esteja totalmente regularizada para a Receita Federal e a prefeitura do seu município.

Contar com um especialista em contabilidade é muito importante porque existem outros detalhes que exigem atenção. Veja como esse serviço pode ajudar o seu negócio.

Agora que você já sabe como é fácil realizar a alteração da CNAE, continue acompanhando nosso blog e fique por dentro dessas e outras novidades sobre empreendedorismo, contabilidade e tecnologia!

principais tipos de empresa

Conheça os principais tipos de empresa antes de abrir seu negócio

Pensando em abrir uma empresa? Antes de tudo, é fundamental entender os principais tipos e enquadramentos aceitos pela legislação brasileira a fim de evitar eventuais problemas com o fisco.

No texto de hoje preparamos um guia introdutório para quem quer começar sua jornada de empreendedorismo com o pé direito. Confira agora!

Quais são os tipos de empresa existentes no Brasil?

Hoje, no Brasil, existem seis principais naturezas jurídicas para empresas: elas variam não apenas no tipo societário, mas também nas exigências e normas que regem seu funcionamento. Abaixo você confere as principais informações sobre cada tipo de empresa.

MEI

Um dos portes mais buscados nos últimos anos, o MEI, ou Microempreendedor Individual, é o modelo empresarial feito sob medida para pessoas que trabalham por conta própria e precisam do CNPJ. Um dos fatores que tornam esse modelo tão atrativo é que o imposto possui um valor fixo mensal, de acordo com o segmento da empresa, visto que há isenção de tributos federais, como Imposto de Renda (IR) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), por exemplo.

O MEI, porém, possui algumas limitações. Por ser voltado justamente para microempreendedores, esse tipo de empresa prevê um limite de faturamento anual, e existem também limitações em relação à quantidade de funcionários permitidos e para os tipos de atividade exercidas.

Empresário Individual

Como o próprio nome indica, o Empresário Individual (EI) é um tipo de natureza jurídica que assume um único proprietário, sem admitir a presença de sócios. Nesse modelo, os bens pessoais do empresário não se diferenciam dos bens da empresa aberta, podendo ser usados para sanar eventuais dívidas.

Diferentemente do MEI, o EI tem muito mais flexibilidade tanto na contratação de funcionários quanto no seu faturamento.

Sociedade Empresária Limitada

A Sociedade Empresária Limitada é um dos modelos mais populares no Brasil e garante ao titular a possibilidade de incluir um ou mais sócios sem que seus bens pessoais se misturem aos da empresa. Assim, além de terem sua participação definida pelo montante investido, nenhum dos associados seria financeiramente responsabilizado em caso de complicações financeiras na empresa.

Sociedade Simples

A Sociedade Simples, constituída por duas ou mais pessoas, volta-se para atividades não empresariais de prestação de serviço que se enquadrem em natureza intelectual ou cooperativa, como médicos, dentistas, advogados etc.

Nessa modalidade, os próprios sócios exercem a atividade para qual a sociedade se dedica, e podem ingressar diretamente com a prestação de serviço, sem demandar capital em bens ou contribuição financeira.

Sociedade Anônima

Na Sociedade Anônima (S.A) os sócios, conhecidos como acionistas, têm sua responsabilidade definida pela quantidade de ações que possuem na empresa e, assim como em outras modalidades de sociedade, na Sociedade Anônima os acionistas têm o patrimônio pessoal separado do patrimônio da empresa.

Nesse modelo, inclusive, é possível ter uma empresa tanto de capital aberto quanto de capital fechado, ou seja, uma empresa que vende, ou não, suas ações na bolsa de valores.

Sociedade Limitada Unipessoal

Na SLU não há a obrigatoriedade de haver sócios no quadro da empresa, garantindo a separação entre o patrimônio do empreendedor e do negócio. A vantagem desta natureza jurídica é que o capital social mínimo exigido é de R$1 mil reais.

Quais os principais portes?

Agora que você conhece os principais tipos de empresa, é importante entender também as variações de porte reconhecidas no Brasil. O porte, como o próprio nome indica, é um termo utilizado para referenciar o tamanho do negócio com base ou no faturamento anual, ou no número de colaboradores contratados, a depender do órgão considerado na classificação.

Microempreendedor Individual: Atualmente o MEI tem um limite anual de faturamento de R$81 mil reais e pode ter somente um colaborador contratado na empresa;

Microempresa: O faturamento anual máximo para esse modelo é de R$360 mil reais e permite até 20 colaboradores;

Empresa de Pequeno Porte: Para essa modalidade o faturamento máximo é de R$4,8 milhões, podendo ter até 100 colaboradores;

Empresa de Médio Porte: O faturamento não pode passar de R$300 milhões, devendo também ser superior a R$4,8 milhões anuais. A quantidade de colaboradores permitida depende do segmento da empresa e varia de 50 a 499 colaboradores permitidos;

Empresa de Grande Porte: Para este porte, o faturamento anual bruto deve ser maior do que R$300 milhões. Caso desenvolva atividades comerciais ou de prestação de serviços, esse porte admite mais de 100 colaboradores contratados. Já se a empresa voltar para atividades industriais, o número admitido passa a ser de pelo menos 500 colaboradores.

Agora que você já sabe os principais portes e suas definições, à frente iremos detalhar os regimes tributários existentes no Brasil.

3. Quais os regimes tributários?

Os regimes tributários trazem um conjunto de normas e leis que indicam os principais tributos devidos ao Governo por uma empresa. Esse índice varia, principalmente, com a arrecadação anual do negócio e, no Brasil, são três:

Lucro Presumido: Indicado para empresas que faturam até R$78 milhões de reais por ano, variando sua alíquota de acordo com o segmento que a empresa exerce. Aqui, o cálculo do tributo é feito com base na presunção do lucro da empresa dentro de seu faturamento bruto anual.

Lucro Real: Obrigatório para alguns negócios como instituições bancárias e cooperativas de crédito, por exemplo, o Lucro Real se vale do lucro líquido da empresa como base de cálculo para o Imposto de Renda da empresa.

Simples Nacional: Com alíquotas que variam, essa opção visa simplificar o processo de pagamentos de tributo, unificando os impostos em uma única guia, e costuma ser a mais indicada para empresas com faturamento de até R$4,8 milhões de reais ao ano.

4. Qual o melhor tipo de empresa para abrir?

Agora que você já conhece os principais tipos de empresas, portes e regimes tributários do Brasil fica fácil responder: o melhor tipo de empresa depende de uma análise cuidadosa da estrutura de negócios pretendida, juntamente com esses três fatores que apresentamos hoje.

Contar com a ajuda de um profissional de contabilidade é essencial nesse momento, já que o enquadramento errado traz risco de pagamento de impostos muito mais caros e a perda de algumas vantagens que certos enquadramentos trazem para seu tipo de negócio.

Ficou interessado? Aproveite então para conferir nosso conteúdo sobre como abrir uma empresa e conheça os primeiros passos na sua jornada de empreendedorismo!

como conseguir capital de giro

Como conseguir capital de giro? Confira 5 opções

Qualquer empresa que esteja operando no mercado atual, independentemente do seu ramo ou segmento, precisa estar pronta para enfrentar as oscilações da economia e contar com reservas financeiras para superar eventuais imprevistos. Pensando nisso, entender o que é e como conseguir capital de giro pode ser muito importante.

Felizmente, existem algumas opções para isso, bem como atitudes estratégicas e ações pontuais que podem contribuir não apenas para angariar recursos, como também para a redução de despesas e até a otimização dos processos internos. Continue lendo e descubra como fazer!

O conceito de capital de giro

O capital de giro é um conceito extremamente importante para empresas e empreendimentos de qualquer porte, uma vez que pode ajudar a garantir a sobrevivência do negócio, sobretudo em momentos difíceis financeiramente. Ele está relacionado com os valores que podem ser usados para custear e manter as despesas operacionais em dia.

Na prática, trata-se do resultado da diferença entre o dinheiro disponível e o que é gasto, seja com despesas fixas ou variáveis, necessárias para produção, comercialização ou prestação de serviços. O capital de giro, portanto, é uma reserva de rápida renovação, que pode ser direcionado para suprir as demandas da gestão econômica ao longo do tempo.

Como calcular o capital de giro necessário

Como dissemos, o capital de giro pode ser imprescindível para assegurar a continuidade do funcionamento da sua empresa, especialmente na adversidade. Por isso, você deve garantir a presença desse recurso no seu orçamento e no plano de negócios, de forma que possa sobreviver mesmo em períodos de baixa ou nos quais ocorreu alguma eventualidade.

Existem estratégias distintas para o seu cálculo e isso pode variar de acordo com o segmento. No entanto, uma fórmula simples é: CGL = AC – PC. CGL é o capital de giro líquido, quanto o AC se refere ao ativo circulante, que são o caixa, investimentos, contas a receber e outros recursos. Já o PC é o passivo circulante, ou seja, custos, fornecedores, empréstimos etc.

5 opções para conseguir dinheiro para ter um capital de giro

Agora que você já está mais familiarizado com o conceito de capital de giro e viu que ele é extremamente necessário para assegurar a sobrevivência de uma empresa, capitalizando suas operações em momentos de crise ou antes do recebimento de ativos, vamos enumerar algumas opções para que você conte com tal recurso em seu negócio. Confira.

1. Faça um planejamento financeiro

O primeiro passo para conseguir dinheiro para ter um capital de giro é fazer um bom planejamento financeiro. Inclusive, se isso não faz parte do plano de negócios da sua empresa, você já está atrasado. Afinal, é uma ferramenta importante não apenas para estruturar todas as entradas e saídas, mas também para embasar suas tomadas de decisão.  

Com isso, você ganha uma visão mais ampla do negócio, assegurando caminhos mais tranquilos e ações mais acertadas, inclusive em momentos complicados. Somente dessa maneira você conseguirá juntar recursos para compor esse fundo, que poderá ser utilizado quando houver um período de baixa ou imprevistos, garantindo suas operações.

2. Elimine despesas desnecessárias

Se você precisava de uma motivação a mais para eliminar despesas desnecessárias, a elaboração de um capital de giro para o seu negócio pode ser o que faltava. Ao cortar gastos e identificar os custos que podem ser eliminados mais facilmente, você previne futuras perdas de controle e conseguirá juntar um dinheiro a mais todos os meses. 

Dentro do contexto empresarial, isso pode ser feito de diversas maneiras, como pela promoção de sustentabilidade nas ações internas, com redução de contas de energia e similares. Também é crucial apostar no uso inteligente dos recursos humanos, alocando colaboradores de acordo com seus talentos e extraindo o melhor que podem oferecer.

3. Tenha um controle de estoque eficaz

Falando em eliminar despesas desnecessárias, você não pode abrir mão de um controle de estoque eficaz. Trata-se de um setor que, dependendo do seu segmento de mercado, pode ter uma enorme interferência sobre o capital de giro da sua empresa, fazendo com que seja indispensável atingir um ponto de equilíbrio nesse sentido.

Você pode fazer isso por meio de planilhas ou, de preferência, com alguma solução em tecnologia, como softwares de gestão. Ter itens parados por muito tempo, por exemplo, pode colocar o seu negócio em uma situação difícil em relação às finanças. Por outro lado, a falta de determinados artigos pode comprometer as vendas e, consequentemente, sua lucratividade.

4. Renegocie valores com fornecedores

Você ainda está precisando de dinheiro para a criação de capital de giro para a sua empresa? Pois renegociar com fornecedores pode ser imprescindível. Por mais desafiadora que seja essa tarefa, é a única maneira de conseguir preços melhores e mais competitivos, sobretudo quando vocês já possuem um bom relacionamento.

Tenha em mente que, se você realiza todos os pagamentos em dia, a tendência é que seus parceiros comerciais façam de tudo para manter a relação. Na prática, isso pode significar mais descontos, crédito e liberdade para negociar prazos. Por isso, foque em conseguir condições que colaborem para a estabilidade financeira do seu negócio.

5. Considere a antecipação de recebíveis

Por fim, para conseguir capital de giro, você pode cogitar a antecipação de recebíveis. Essa pode ser uma opção mais recomendada quando a sua empresa estiver em uma posição complicada ou em situações difíceis, como atrasos de salários dos colaboradores ou a necessidade de pagar alguma dívida que não pode ser negociada.  

Os empréstimos tradicionais e linhas de crédito poderiam ser uma alternativa, mas eles costumam ser mais burocráticos e demorados. Com a antecipação de recebíveis, o seu credor tem um menor risco de inadimplência, o que se reflete na redução das taxas de juros e melhores condições de pagamento.

Como você pôde ver, o capital de giro é essencial para sua empresa. Nesse sentido, o auxílio de um serviço de contabilidade é crucial, uma vez que ajuda a organizar financeiramente o negócio, evita multas por problemas com o Fisco, ajuda na tomada de decisões e reduz a burocracia na hora de conseguir crédito, como na antecipação de recebíveis.

Gostou de aprender como conseguir capital de giro? Quer contar com ajuda especializada para a sua contabilidade? Então, não perca mais tempo e entre em contato conosco!

o que é nire e para que serve

O que é nire e para que serve?

Ter o próprio negócio é algo com o qual muitas pessoas sonham. Afinal, isso representa certa independência financeira e abre, sem dúvidas, muitas portas para a vida profissional. O que poucas pessoas consideram antes de dar esse passo, no entanto, é a responsabilidade do processo.

Para nos tornarmos bons empreendedores, precisamos também focar em uma educação de qualidade. Ela envolve conhecimentos sobre gestão, finanças e, claro, termos relacionados a esse universo. Um bom exemplo é o NIRE.

Não sabe o que é NIRE? Ao longo da nossa conversa, explicaremos o que é essa sigla, qual é a sua importância para os negócios, como descobrir o seu número e muito mais. Além disso, daremos algumas dicas para tornar mais simples o processo de abertura da sua empresa. Boa leitura!

O que é NIRE?

A sigla NIRE corresponde ao Número de Identificação do Registro de Empresas. Ele é um cadastro emitido pela Junta Comercial dos estados brasileiros, sendo um comprovante de que a empresa em questão é válida e segue todas as normas estaduais e federais para o seu funcionamento.

De modo geral, o NIRE é composto por 11 números. Eles servem como um “documento de identidade” das empresas, e serão utilizados pelos órgãos competentes para identificá-las nos registros oficiais.

Você pode encontrá-lo de duas formas:

  •  No Contrato Social, Estatuto Social ou Certidões Simplificadas no caso das empresas registradas na Junta Comercial.
  •  No selo dos órgãos responsáveis (disponibilizados no ato do registro), no caso de empresas que foram registradas em cartórios ou na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Como fazer a consulta do número do NIRE?

A consulta do número NIRE muda de Estado para Estado. Infelizmente, nem todos disponibilizam essa informação de maneira simplificada, mas em alguns casos a obtenção da numeração é bem intuitiva.

O primeiro passo para conseguir acesso a esse número é entrar no portal da Junta Comercial do seu Estado. Procure a sessão “pesquisar empresas” e preencha as informações solicitadas: razão social, CNPJ, entre outros.

Outra alternativa para consultar o NIRE é a partir da emissão do seu Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI), caso a sua empresa seja do tipo MEI. Neste documento, estarão presentes todas as informações da sua empresa, incluindo o número em questão.

Para obtê-lo, é simples. Você precisa acessar o Portal do Empreendedor, clicar na opção “Já sou MEI” e selecionar a alternativa “Emissão de Comprovante (CCMEI)”. Preencha os dados solicitados e pronto! Depois, o usuário é redirecionado para o download do arquivo em formato PDF.

No entanto, fique atento: os novos registros não têm a obrigatoriedade de conter essa informação, após a publicação da Lei n° 13.874/2019. Nesses casos, é necessário que o MEI solicite a informação à Junta Comercial.

Quais são as diferenças entre NIRE e Inscrição Estadual (IE)?

Esses termos costumam gerar muita dúvida entre os novos empreendedores. Afinal, qual é a diferença entre os conceitos acima citados?

A Inscrição Estadual corresponde a um número de cadastro no ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviço). É uma liberação para que a empresa possa funcionar dentro da unidade federativa em que a sede esteja implementada.

O NIRE, por sua vez, é um cadastro feito com a Junta Comercial. Seu objetivo é comprovar a existência da empresa.

Quais são os objetivos do NIRE?

Além de comprovar que a sua empresa realmente existe e está válida, o NIRE tem uma série de funções. A principal delas é possibilitar a obtenção do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), com a Receita Federal Brasileira.

Em seguida, a partir da emissão do seu CNPJ, é possível obter a Inscrição Estadual em seu estado e garantir que os seus serviços estão liberados para serem prestados. Assim, você tem segurança e estabilidade, garantindo que não estará à mercê de fiscalizações ou outros problemas jurídicos com o seu empreendimento.

O NIRE também é fundamental para:

  • emitir notas fiscais;
  • participar de licitações;
  • preencher formulários para compra de mercadorias e muito mais.

Sendo assim, a emissão do NIRE é o pontapé inicial para que a sua empresa possa funcionar!

Como tornar o processo de abertura da empresa mais simples?

Para finalizar, é hora de conhecermos algumas dicas para facilitar o processo de abertura da sua empresa. Confira a seguir!

Saiba o que você realmente quer

O que você deseja para a sua empresa? Quais são os objetivos? Qual será o nicho? Como está o mercado? Qual é o seu público-alvo? Antes de qualquer passo, é fundamental que você tenha tudo isso bem definido. A elaboração de um plano de negócios é essencial para o processo.

Leia bastante sobre o assunto

Com tudo em mente, é hora de adquirir conhecimento. Ler sobre o assunto é uma das melhores formas de aprender. Ao abrir este artigo, você já se comprometeu em conhecer melhor os termos envolvidos no processo de abertura de empresas e já deu um grande passo rumo ao sucesso!

Escolha o seu tipo de empresa e os CNAEs corretos

Depois, é hora de determinar o porte empresarial em que sua empresa irá se enquadrar, como MEI, ME, EPP. Qual a natureza jurídica, como EI, Ltda, SLU, entre outros e os CNAEs corretos (atividades). Pesquise sobre cada um deles e descubra qual atende melhor às suas necessidades e particularidades!

Faça cursos, se possível

Outra maneira de aprender mais sobre o tema é fazendo cursos. Eles podem ser na área administrativa, na de finanças, em gestão ou em vários outros assuntos. Lembrando que você não precisa ser formado em uma graduação para empreender e que esses cursos podem ser feitos até mesmo online.

Busque ajuda, se necessário

Nenhum homem é uma ilha, certo? Por isso, muitas vezes, você precisará contar com alguma ajuda especializada para dar segmento ao seu propósito. Informe-se com as autoridades competentes e tire as suas dúvidas sempre que for necessário!

Conte com uma assessoria contábil

Por fim, não deixe de contar com a ajuda de uma boa assessoria contábil. O processo de abertura de empresas envolve muitos detalhes que podem passar despercebidos para quem não tem muita experiência no assunto. A boa notícia é que esse tipo de serviço pode ser oferecido inteiramente online, facilitando muito a sua vida.

Como podemos ver, o conceito de NIRE é simples, mas muito importante para quem tem uma empresa. Conhecer termos como esse é algo imprescindível para qualquer novo empresário. Você está no caminho certo, ou seja, se informando. Mas não pare por aí e continue na sua jornada de conhecimento!

Quer saber mais sobre assuntos muito importantes para quem vai abrir o próprio negócio? Confira outro artigo do nosso blog e saiba como calcular o custo de um funcionário. Boa leitura!

quanto custa abrir uma empresa

Quanto custa abrir uma empresa: entenda todos os custos

Investir em um negócio próprio é uma estratégia muito vantajosa para garantir um futuro financeiro promissor. No entanto, essa é também uma atitude que envolve desafios, especialmente por se tratar de processos bem burocráticos e com custos variados. E então, afinal, quanto custa abrir uma empresa?

Essa é uma pergunta que não tem uma única resposta. Afinal, há muitos tipos de empresa, objetivos diferentes e taxas que também variam de acordo com a necessidade de cada novo empreendedor. Pensando nisso, preparamos um artigo que trará as respostas para as suas principais perguntas!

Ao longo da nossa conversa, você descobrirá o valor que precisará desembolsar para abrir os principais tipos de empresa e começar o seu futuro na área do empreendedorismo. E, ainda, conhecerá uma dica essencial para quem está iniciando e não sabe por onde começar. Vamos lá? Boa leitura!

Quanto custa abrir uma empresa?

Confira, a seguir, um apanhado dos principais custos para abrir uma empresa em território brasileiro!

Capital social

O capital social é o custo referente ao primeiro orçamento disponível, visto também como investimento inicial. Ele é definido a partir das necessidades dos sócios e das despesas iniciais do negócio, sendo fundamental para manter o empreendimento funcionando até que você comece a obter lucros com os seus serviços.

Registro da sua marca

Conduzido pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), o registro da marca será essencial para garantir que o nome da sua empresa não está sendo utilizado por nenhuma outra e conceder, assim, os direitos para que você possa utilizá-lo. Os valores podem ir de R$150 a R$1500.

Custos fiscais

Os custos fiscais fazem parte do processo de liberação da documentação para que você possa atuar com a sua nova empresa. Eles irão variar de cidade para cidade e natureza jurídica, e em média são em torno de R$500,00. Os custos são:

  • Taxa de Junta Comercial: o DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais), que se refere ao registro público da empresa;
  • Certificado Digital: Identificação eletrônica da empresa que emite nota fiscal, validação de documentos e envio de declarações e informações ao fisco.

Vale pontuar que dependendo das atividades exercidas pela empresa, poderá ser necessário o pagamento de taxas para emissão de licenças e alvarás, como por exemplo: 

  • Alvará de funcionamento municipal;
  • Licença da vigilância sanitária;
  • Licença do corpo de bombeiros;
  • Registro em conselhos de classe;
  • Entre outros.

Veja, a seguir, os custos por porte de empresa e natureza jurídica.

Custos para abrir uma empresa MEI

O porte de empresa MEI abrange os Microempreendedores Individuais, ou seja, empresas que têm faturamento máximo de R$81.000,00 ao ano. Para fazer esse tipo de abertura, o empreendedor não precisa pagar qualquer taxa. No entanto, para manter o negócio funcionando, será necessário efetuar o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Custos para abrir uma empresa ME

O porte ME, por sua vez, corresponde às Microempresas que têm limite de faturamento anual de R$360.000,00. Para abrir esse tipo de negócio, você precisará desembolsar cerca de R$1.000, valor correspondente às taxas da Junta Comercial e da emissão dos certificados necessários.

Custos para abrir uma empresa de Pequeno Porte

Já o porte EPP, corresponde às empresas de pequeno porte com limite de faturamento anual de R$4,8 milhões. Para abertura de empresas deste porte, os critérios e custos seguem os da categoria ME.

Além disso, os custos para a abertura de cada um desses tipos de empresas podem variar de acordo com a cidade/estado em que você se encontra. Por isso, a recomendação é se atentar às taxas vigentes em seu município.

Quais são os custos mensais para manter a empresa?

Essa é outra pergunta sem uma resposta direta. Afinal, eles podem variar do porte da empresa, do seu segmento e muito mais. No geral, alguns custos que podem estar envolvidos com essa manutenção são:

  •  impostos;
  • salários e outros custos dos funcionários;
  • pró-labore (pagamento para o proprietário da empresa e para os sócios);
  • aluguel do espaço;
  • gastos com contas, como energia e água;
  • fornecedores;
  • contratação de serviços;
  •  taxas que devem ser pagas com uma certa frequência.

E outros!

Como otimizar esse processo?

Parece muita coisa, não é mesmo? E, realmente, é. São muitos detalhes envolvidos na abertura de uma empresa e, muitas vezes, toda essa burocracia é ainda mais complexa do que a compreensão dos custos para começar o próprio negócio.

Por isso, a recomendação é: conte com ajuda especializada. Uma contabilidade e/ou contador fará com que você poupe esforços e não tenha gastos desnecessários com possíveis erros. Sem contar que a contabilidade pode se tornar uma parceria a longo prazo, auxiliando na gestão das contas do seu empreendimento!

Por que escolher a contabilidade online da Contabilivre?

Contar com a ajuda de uma empresa especializada nesses processos é, como vimos, indispensável. E contar com a Contabilivre é ainda mais importante!

Somos uma empresa de contabilidade sem complicações. Nossos focos são a economia, a agilidade e a praticidade, evitando a burocracia e as dores de cabeça que, muitas vezes, fazem parte de processos como o da abertura de empresas.

Com atendimento online e personalizado,  temos como objetivo descomplicar a rotina contábil e fiscal da sua empresa, para que você foque no que é mais importante: o crescimento do seu negócio.

Gostou de saber quanto custa abrir uma empresa? Agora que você já tem essa informação e sabe como a Contabilivre pode te auxiliar em todo esse processo, não perca tempo e inicie essa nova etapa da sua vida o quanto antes!

Para saber ainda mais sobre o processo de abertura de empresas, além de conferir muitas outras dicas sobre esse mundo tão diferente, confira o nosso Guia para se tornar um empreendedor e aprenda muitas dicas que certamente farão a diferença!

documentos para abrir uma empresa

Documentos para abrir uma empresa: entenda quais são

Sabia que o seu sonho de ter o próprio negócio se parece com o de muitas pessoas? Nos últimos anos, empreender no Brasil tem se tornado um projeto de vida cada vez mais buscado. Isso ocorreu de forma intensa nos primeiros meses de 2020.

Segundo informações do Mapa de Empresas, apresentado pelo Ministério da Economia, o número de novas empresas foi positivo em 2020. Foram criadas cerca de 686.849 empresas, somente nos primeiros quatro meses. Dentre essas, em média, 18.466.444 estão em plena atividade. Para que você possa fazer parte dessa estatística é importante saber quais os documentos para abrir uma empresa. Acompanhe que vamos orientá-lo da melhor forma!

Quais documentos são necessários?

Para que você “dê vida ao seu negócio“, é necessário passar por um período burocrático, um tanto rápido, até que a sua instituição seja criada. Abrir a própria empresa é uma excelente estratégia para ganhar independência financeira. Os documentos solicitados para dar início a essa formação são os pessoais e os expedidos pelos órgão públicos. Observe!

Documentos pessoais

Os documentos pessoais que você deve apresentar para iniciar processo de abertura da empresa, são:

  • cópia do CPF e RG;
  • cópia de certidão de casamento (se houver)
  • cópia de comprovante de endereço residencial;
  • duas últimas declarações do Imposto de Renda (caso tenha);
  • carteira do órgão regulamentador (OAB, CORE, CFM, etc.) caso a organização tenha ligação a alguma profissão ou área unida a qualquer desses órgãos.
  • cópia do IPTU ou comprovante de locação da sede da empresa.

Documentos criados por instituições

Há também, os documentos que os próprios órgão públicos expedem para formalizar o negócio e obter o número do CNPJ. Os documento essenciais são:

  • Contrato social;
  • Registro na Junta comercial;
  • Alvará de funcionamento;
  • Inscrição estadual.

Além de apresentar os devidos registros, é importante que você escolha a razão social e o nome fantasia para o seu negócio. Você também deve selecionar a atividade que a sua empresa vai oferecer ao seu público, ou seja, escolher o código CNAE correto.

Como é o processo de abertura?

Antes de dar início ao processo de abertura da sua empresa, recomendamos que tenha decidido qual segmento de mercado quer empreender, e que conheça quais os documentos, os registros e todas as formalidades que são determinantes para que o seu negócio esteja presente no mundo empresarial.

Devido à necessidade de atender a todas as normas de criação do negócio é importante realizar tudo com muito cuidado, para que todos os procedimentos aconteçam dentro dos regulamentos, e assim, as operações posteriores da empresa aconteçam sem transtornos. Veja alguns passos que devem ser seguidos para abrir a sua empresa:

  • verificar a possibilidade em atuar no local;
  • criar um nome válido; 
  • elaborar o Contrato Social;
  • fazer registro na Junta Comercial;
  • registar no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • obter o Alvará de Funcionamento;
  • adquirir a Inscrição Estadual (caso seja necessário);
  • registro na Previdência Social;
  • solicitar autorização para emitir notas fiscais.

Custo para abrir uma empresa

Essa é uma dúvida que as pessoas que pensam em empreender normalmente possuem. O custo médio para abrir uma empresa, varia entre R$ 500,00 e R$1.500,00. O que vai determinar o valor será a modalidade do empreendimento, a cidade onde será registrada, o regime tributário e o ramo da atividade. 

 Ao abrir a sua empresa por meio de um escritório de contabilidade, você fará tudo dentro das conformidades e de forma correta, e ainda irá contar com os serviços de contabilidade que são essenciais para reduzir os futuros impostos e manter sua empresa sempre regularizada junto ao fisco.

No processo de abertura estão inclusos taxas obrigatórias para que ocorra a licença de funcionamento, certificados e consultorias. O gasto citado, é para atender aos seguintes requisitos:

  • Junta Comercial (DARE) – Documentos de arrecadação de receitas estaduais;
  • Alvará de funcionamento;
  • Certificado digital;
  • Consultoria e assessoria.

Temos uma boa informação para você: Sabia que a Contabilivre realiza todo o processo de abertura de empresas de forma gratuita e sem burocracias? Fale com nossos especialistas.

Regimes tributários

Outra dúvida que muitos empreendedores têm é sobre o regime tributário, que  vai determinar a tributação que a empresa vai se enquadrar. Desta forma, é  importante que você esteja bem informado sobre cada regime tributário e quais impostos irão incidir após sua empresa estar formalizada. Vamos apresentar os principais regimes tributários e tributos a serem pagos.

Simples Nacional

O Simples Nacional é o regime tributário mais escolhido pela maioria das empresas no Brasil, devido ao mesmo  simplificar o recolhimento dos tributos, que acontece de forma unificada em uma única guia de pagamento a cada mês (DAS).

Outro motivo da opção parte da facilidade de efetivar as obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias. Porém, para que a empresa possa participar desse programa é importante atender a alguns requisitos, entre eles: o limite máximo de receita bruta anual, enquanto o porte ME (Microempresa) tem o limite de R$ 4,8 milhões, os optantes pelo MEI (Micro Empreendedor Individual) tem o limite de R$ 81 mil. Outro requisito é que a atividade (CNAE) da empresa seja permitida pelo Simples Nacional.

LP (Lucro presumido)

O Lucro Presumido tem as alíquotas de IRPJ e CSLL incidente em uma margem de Lucro Presumido. Com o intuito de que a tributação seja simplificada, a Receita Federal faz os cálculos em cima de uma margem de lucro pré-definida. Ela sofre variação de acordo com o tipo de atividade das empresas. Vale ressaltar que, para participar desse regime, a empresa deve ter, anualmente, um faturamento de até R$ 78 milhões;

Nessa modalidade tributária, os impostos são recolhidos em guias individuais. As empresas que participam dessa tipologia de regime, têm o compromisso de declarar IRPJ e assumir inúmeras obrigações, segundo exigência do Lucro Presumido. 

LR (Lucro Real)

Normalmente as empresas que optam pelo Lucro Real são as multinacionais ou as corporações. Os tributos são calculados com referência no Lucro Real. Nesse caso, os serviços contábeis devem ser realizados com muita cautela para não perder algumas vantagens.

Para esses tipos de empresa, o Lucro Real é uma ótima opção. Caso ocorra alguma perda no decorrer do período calculado, é concedida a isenção do pagamento de imposto. Já estão inseridos no Lucro Real, a Contribuição Social, o Imposto de Renda, o PIS e o COFINS.

Agora que você já sabe quais são os documentos para abrir uma empresa, é importante também, buscar um escritório de contabilidade confiável para desfrutar de todos os benefícios, como a criação e emissão de todos os documentos exigidos pelos órgãos públicos de forma correta e sem burocracia. E claro, receber as orientações fundamentais para você estar em dias com todas as suas obrigações de empreendedor e ajudar a organizar as suas finanças. Gostou do conteúdo? Então, fale com a gente! Estamos aptos a abrir a sua empresa dentro de todas as normas legais.

o que é DMS

O que é DMS? Entenda mais sobre a declaração mensal de serviço

A gestão de negócios é um processo extremamente desafiador e que demanda atenção em muitos aspectos. Um deles é a ocorrência de declarações, que devem ser feitas com uma certa periodicidade a fim de garantir a idoneidade e a organização do seu empreendimento.

Um bom exemplo é a DMS, sigla para Declaração Mensal de Serviços. Esse documento tem como objetivo organizar e facilitar a administração dos recursos de captação de valores a partir da prestação de serviços dos municípios e deve ser preenchido por muitas pessoas em todo o Brasil.

Será que você faz parte desse time? Como fazer essa declaração? Quais são os seus objetivos? O que é DMS? A seguir, responderemos essas e outras perguntas, além de fornecer algumas dicas importantíssimas para ajudá-lo nesse processo. Boa leitura!

O que é DMS?

Imagine organizar os valores oriundos da prestação de serviços de milhares de contribuintes. Essa é, sem dúvidas, uma tarefa e tanto.

Por isso, com o objetivo de padronizar a obtenção dessas informações, foi criada a DMS, uma declaração que sintetiza as informações financeiras de empresas e notas fiscais de prestadores de serviços de vários municípios brasileiros.

Sendo assim, em resumo, a DMS é uma forma dos prestadores enviarem as informações sobre o Imposto Sobre Serviços (ISS) para as prefeituras. Ressaltamos que não são todas as prefeituras que exigem a obrigatoriedade de envio desta declaração, por isso, orientamos que verifique a de sua cidade.

Por que ela foi criada?

O objetivo da criação da DMS foi a substituição do Livro de Registro de Serviços Prestados. Nesse caso, o foco é otimizar o processo, tornando-o não apenas mais simples, mas também mais prático para todos os envolvidos.

Para quem é destinada?

A DMS é destinada a todas as pessoas que são contribuintes ou realizam atividades como prestadores de serviço e que emitem notas fiscais. Portanto, a sua aplicação é bem ampla e é fundamental que gestores de todos os segmentos compreendam melhor esse processo.

O que fazer em caso de erros na declaração?

Errar é humano! Por isso, não se desespere. Caso algum erro tenha sido cometido durante a sua declaração, será possível corrigi-lo. Basta fazer uma nova emissão!

A retificação só não será possível caso o procedimento fiscal tenha começado ou a empresa esteja inscrita na Dívida Ativa, com pagamentos pendentes.

Quais são os tipos de DMS?

De modo geral, há duas formas de Declaração Mensal de Serviços. Falaremos mais sobre cada um deles a seguir!

Normal

Como o nome já indica, essa declaração corresponde àquela que é feita normalmente, a cada mês.

Retificadora

Nesse caso, a DMS corresponde às correções feitas pelo contribuinte em caso de erro na primeira declaração.

Quem precisa apresentar a declaração?

A DMS deve ser preenchida por todos os contribuintes do Imposto Sobre Serviços (ISS), exceto os que se enquadrarem no regime MEI (Microempreendedor Individual), nas Sociedades Uniprofissionais (SUP) e também por profissionais autônomos.

Lembrando que a declaração mensal também deve ser feita pelos contribuintes que não tiveram qualquer movimentação no mês vigente. Esse é um documento obrigatório em todos os casos!

Quais são os benefícios dessa declaração?

A implementação da DMS trouxe uma série de benefícios, tanto para os contribuintes, quanto para os órgãos que precisam fazer o levantamento fiscal dos municípios.

Alguns pontos que não podem deixar de ser considerados são:

  • a facilidade no processo, que deixou de exigir o preenchimento dos livros fiscais;
  • a economia, já que o processo é feito por meios digitais e exclui a necessidade de impressão e gastos com o armazenamento desses documentos físicos;
  • a melhoria nos processos administrativos, já que é muito fácil acessar e processar as informações;
  •  a maior segurança, com a redução de perda de dados e documentos;
  • a praticidade para o contribuinte, que não precisa se dirigir a nenhum local ou perder muito tempo para fazer a declaração.

Como fazer a DMS?

Agora, é hora de descobrirmos como fazer a declaração mensal! Esse é um processo que pode variar um pouco de acordo com o seu município. No entanto, algumas possibilidades para realizá-lo são:

  • uso de sistemas nos portais oficiais das prefeituras;
  •  uso de aplicativos, seja para smartphones ou para computadores;
  •  com o apoio de profissionais da contabilidade, que o ajudarão em todo o processo.

Para tirar todas as dúvidas, é importante entrar em contato com as autoridades da sua região. Eles poderão informá-lo não apenas sobre a emissão da declaração, mas também sobre pontos como o prazo de entrega, aplicação de multas (que são válidas quando a DMS não é entregue dentro do período estipulado) e outros detalhes que não podem ser negligenciados.

Como evitar qualquer tipo de problema com a DMS?

A DMS é apenas uma das declarações necessárias para as empresas ou prestadores de serviço. Sendo assim, é importante que você mantenha a organização, a fim de evitar o pagamento de multas e problemas jurídicos.

Para evitar a burocracia, que tal investir em um serviço especializado? Contar com o apoio de uma empresa de contabilidade pode resolver todos os seus problemas, fazendo com que você possa dedicar o seu tempo ao crescimento do negócio, sem se preocupar com declarações e impostos.

A Contabilivre oferece um serviço personalizado, com todo o suporte que você e a sua empresa precisam para ficar sempre em dia com as declarações.

Agora que você já sabe o que é DMS e como ela funciona, é fácil perceber toda a relevância de compreender esses processos. No entanto, lidar com esses aspectos nem sempre é tão fácil e, nesses momentos, é possível contar com uma assessoria contábil para que tudo flua com mais naturalidade nos seus negócios!

Gostou do conteúdo? Então, para não perder nenhuma outra novidade do blog da Contabilivre, faça a sua assinatura em nossa newsletter. É muito prático: basta preencher o seu e-mail no campo correspondente e receber, periodicamente, um resumo das novas publicações da página. Se mantenha bem informado sem qualquer esforço!

como calcular o custo de um funcionário

Como calcular o custo de um funcionário

Realizar a gestão de uma empresa não é nada fácil. Esse é um desafio apenas para os fortes, já que envolve muitos aspectos que não podem deixar de ser considerados quando o assunto é a construção de uma empresa de sucesso. Um deles é a importância de saber como calcular o custo de um funcionário.

O processo de contratação da equipe perfeita é iniciado bem antes da seleção dos funcionários. Ele começa na organização das finanças e na determinação dos custos envolvidos com a manutenção daquele profissional.

E então, que tal conhecer um pouco mais sobre a importância desse processo? Continue a leitura para descobrir quais são os principais gastos envolvidos com a contratação de um novo membro da equipe, além de conhecer também a importância desse passo no dia a dia da sua empresa!

Qual é a importância de saber os custos de um funcionário?

Assim como em qualquer área da nossa vida, a gestão financeira das empresas é algo imprescindível para a sua sobrevivência. Afinal, esse dinheiro será responsável por cobrir os gastos de manutenção do seu negócio e também por fazê-lo crescer, a partir de investimentos.

A contratação de um colaborador é sempre um investimento. Por isso, é fundamental que essa decisão seja tomada de maneira consciente, com a consideração do orçamento planejado.

Quanto custa um funcionário para uma empresa?

Sabemos que os colaboradores de uma empresa são fundamentais para a sua construção, participando no dia a dia dos negócios e doando o seu tempo e qualificação em busca dos resultados esperados e, claro, do reconhecimento do negócio e/ou marca.

Sendo assim, responder à pergunta do título é algo um pouco complicado. Afinal, estamos falando sobre um conceito subjetivo. Devemos, também, salientar que há uma grande diferença entre os termos “custo” e “valor”. O primeiro, normalmente, se refere à um gasto. O segundo nos fala sobre investimentos.

  • Algumas das características que fazem um colaborador ser um investimento para a empresa são:
  •  qualificação (cursos feitos por ele, experiência anterior, boas referências, entre outros);
  • exclusividade (o fato do profissional ser essencial para a realização daquele serviço);
  • competências (alguns profissionais são extremamente preparados, dominando soft e hard skills como ninguém).

Entre outros!

Por isso, é fundamental que os colaboradores sejam valorizados em suas remunerações, na oferta de benefícios e também no tratamento oferecido a cada um deles. Não se esqueça de que eles, assim como você, batalharam muito para chegar onde chegaram!

Como calcular o custo de um funcionário?

Quais são os valores atrelados à contratação de um profissional? Eles vão bem além da remuneração mensal! Continue a leitura e descubra quais são alguns dos principais.

Férias

As férias, oferecidas normalmente uma vez por ano, geram encargos de cerca de 11% para a empresa. Elas são um direito garantido aos trabalhadores de qualquer área, desde que atuem no regime CLT.

13º salário

Ainda falando sobre o CLT, o funcionário tem direito ao 13º salário, normalmente pago ao final de cada ano vigente. O valor pago é de uma remuneração extra. Os encargos, nesse caso, são de cerca de 8%.

FGTS

Com encargos de 8%, o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é outro direito garantido aos trabalhadores do regime CLT.

Multa para rescisão

Além do FGTS, o empresário precisa arcar com multas de rescisão, caso o funcionário se desligue da empresa. Os cálculos para esses valores envolvem uma série de detalhes, já que é preciso levar em consideração o tempo de serviço, a remuneração e os outros direitos adquiridos pelo profissional.

Treinamentos

Uma das principais características das empresas de sucesso é a sua preocupação com a qualificação e atualização dos membros da sua equipe. Sendo assim, é de suma importância que o gestor invista em treinamentos frequentes, que também devem fazer parte dos cálculos de custo.

Benefícios ofertados

Além disso, é importante também levar em consideração o cálculo dos benefícios, como vale transporte, vale refeição, planos de saúde e muitos outros. Lembrando que a oferta desses serviços é uma importante ferramenta para a retenção de talentos, engajamento da equipe e, consequentemente, a redução dos custos com funcionários.

Folgas

As folgas são outro direito dos trabalhadores. No caso de funcionários que trabalham no dia de folga, há um cálculo específico de adicional além do valor que ele normalmente recebe por hora trabalhada.

Esses são apenas alguns exemplos de cálculos que devem ser feitos. Todos são bem complexos e com muitas variantes.

Como fazer a gestão de folha de pagamento tendo funcionários?

Com tantas informações, fica o questionamento: afinal, como fazer uma boa gestão da folha de pagamento? Essa é, novamente, uma pergunta que pode ter muitas respostas diferentes.

No entanto, a mais prática e realista de todas é: conte com ajuda especializada. Estamos falando sobre um processo muito complexo e que envolve o conhecimento sobre muitas áreas, algo que induz ao erro aqueles que não têm muita experiência no assunto.

E qual é o problema de errar nessas questões? A ineficiência do cálculo pode gerar sérios problemas para a empresa com a Justiça do Trabalho, além de prejudicar as finanças e o funcionamento dos processos internos do empreendimento.

Por isso, é sempre melhor prevenir do que remediar! Que tal contar com a ajuda na Contabilivre? Somos uma empresa altamente especializada no assunto, além de tratar da contabilidade de maneira digital, aliando a tecnologia à tradição nesses processos.

Alguns dos nossos diferenciais são:

  • atendimento personalizado e humanizado, com pessoas de verdade (não somos robôs!);
  • atendemos cidades de várias regiões do Brasil;
  • suporte completamente online;
  •  segurança e privacidade;
  •  redução dos custos da sua empresa com a contabilidade;
  • gama variada de serviços, todos com o objetivo de atendê-lo da melhor forma possível.

Como podemos observar, saber como calcular o custo de um funcionário é algo imprescindível para os negócios. Além de evitar problemas com a gestão, esse processo também otimiza a valorização do profissional. É, portanto, essencial para todos os que estão envolvidos na empresa!

Está pronto para levar essa teoria para a prática na sua empresa? Então, conheça melhor os serviços da Contabilivre e comece a trabalhar com a gente! Assim, a sua rotina será descomplicada e os resultados obtidos nos seus negócios se tornarão muito mais satisfatórios.