ao lado esquerdo da imagem há uma mulher branca sentada em um sofá segurando na não uma folha de papel e com a outra mão colocada na cabeça, em seu colo há um computador e sua expressão é de assustada, no lado esquerdo há uma parte em azul escrita: O que é COFINS? Entenda tudo sobre a contribuição

O que é COFINS? Entenda tudo sobre a contribuição

O Brasil é um dos países que mais cobra impostos do mundo. Essa questão pode causar muita dor de cabeça para o empresário brasileiro, já que ele acaba recebendo a desafiadora tarefa de compreender melhor cada um dos tributos. Inclusive, uma das contribuições que causa muitos questionamentos, por parte dos empreendedores de primeira viagem, é a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, ou só COFINS. 

São poucos empreendedores que conhecem mais a fundo o imposto. Alguns detalhes como: “quais negócios têm a obrigatoriedade de pagar o tributo?” e “como realizar o cálculo?” passam despercebidos. Mas essas informações são importantes para o contribuinte conhecer os seus deveres e manter o seu negócio regularizado.

Para trazer esses conhecimentos sobre o COFINS, preparamos um artigo exclusivo explicando até os pormenores sobre a contribuição. Confira!

O que é o COFINS? 

O COFINS é um tributo federal que incide na receita bruta da empresa. O destino da arrecadação é custear a seguridade social, ou seja, os serviços que abarcam a previdência, a assistência social e a saúde da população.

O valor da contribuição varia de acordo com a receita bruta mensal de cada empresa. Assim, o cálculo do imposto, muitas vezes, fica a encargo do contador contratado – ou, até do empresário, que precisa estar atento ao cálculo, também, para poder conferi-lo. Por conta disso, é importante que o empreendedor saiba se tem essa obrigatoriedade ou não de realizar o recolhimento do imposto.

Quem deve pagar o COFINS? 

Pessoas Jurídicas de direito privado precisam pagar o COFINS. Para deixar mais claro: quase todas as empresas legalmente constituídas precisam pagar o imposto. Isso porque há, algumas, exceções.  

O Microempreendedor Individual (MEI), as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP), que estão enquadradas no regime tributário Simples Nacional, não precisam realizar o recolhimento do tributo. Isso acontece porque o pagamento da contribuição é feito por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), em uma guia única de pagamento do regime tributário.  

O que é o Simples Nacional? 

Como já comentado neste artigo, o Simples Nacional é um regime tributário, que implica o recolhimento, mediante documento único de arrecadação, conforme a Lei Complementar nº 126/2006. 

Empresas de porte MEI, ME ou EPP podem optar pelo regime. Os outros portes não podem escolher pelo Simples. Por isso, os demais empresários precisam realizar o pagamento do imposto e, para saber como calcular o valor, é necessário ter o conhecimento de como a contribuição funciona

Como funciona o cálculo do COFINS?

Como dito anteriormente, antes de realizar o cálculo do COFINS, é necessário a compreensão de como o tributo funciona. Isso porque o cálculo varia de acordo com a incidência do tributo.

O governo oferece as empresas duas formas de incidência do COFINS: a cumulativa e a não-cumulativa. Esse detalhe é importante pois a alíquota – percentual que o tributo incide – muda de acordo com a incidência.

Segue, abaixo, as incidências e suas características principais:

  1. Cumulativa: presente nas companhias que adotam o regime tributário de Lucro Presumido. Nesse caso, a alíquota do cálculo é de 3%.
  2. Não-cumulativa: empresas com o regime de tributação Lucro Real. Nesse caso, o percentual é de 7,6%.

Inclusive, as atividades exercidas pela empresa e suas demais características não interferem no cálculo deste imposto, ou seja, a tributação não muda de acordo com os tipos de serviços ou vendas prestados. 

Logo, os fatores que são levados em consideração, no momento de calcular o COFINS, são a alíquota e o valor da receita bruta da empresa. 

a mesa com uma calculadora sendo segurada por duas mãos que realizam uma conta, como se estivesse calculando o COFINS, há papéis espalhados e no canto esquerdo há uma parte de um notebook e no canto direito há uma xícara de café
Entenda o passo a passo para calcular o COFINS

Como calcular o COFINS na incidência cumulativa? 

O cálculo do COFINS pode parecer complicado, mas não é tão difícil de compreender.   Entendendo o passo a passo para realizar cada conta fica mais visível como calcular este imposto. E, para uma melhor explicação, utilizaremos um exemplo em cada caso. 

No cenário das empresas que se enquadram no regime tributário Lucro Presumido, com  o recolhimento cumulativo, é importante ressaltar, antes de mais nada, que a receita utilizada no cálculo não considera créditos tributários, ou seja, aqueles que são relacionados aos custos, despesas e encargos da empresa. 

Além disso, é necessário saber, também, a respeito de outro imposto, o Programa de Seguridade Social (PIS). Isso porque é comum que PIS e COFINS sejam citados juntos e, muitas vezes, até confundidos como apenas um tributo. 

Ambos possuem finalidades parecidas, assim, são citados juntos como “PIS/COFINS”. Enquanto o COFINS é voltado para a seguridade social, o PIS é para o financiamento de programas de integração social do trabalhador como, por exemplo, o abono salarial e o seguro desemprego.

Devido a essa proximidade das contribuições, é recomendável realizar o cálculo de ambos juntos. Assim, mostraremos o cálculo do COFINS juntamente com a conta do PIS.

Com isso em mente, suponha que uma empresa tem como Receita  Bruta o valor de R$ 10.000,00 e a forma de pagamento dela é por meio do recolhimento cumulativo, ou seja, alíquota do COFINS é de 3% e a do PIS é de 0,65%.

Para realizar o cálculo basta multiplicar a alíquota e o valor da receita: 

  • COFINS = Receita Bruta (10.000) x Alíquota (3%)
  • COFINS = 10.000 x 0,03
  • COFINS = 300

Assim, o valor do imposto COFINS, neste caso, é de R$ 300,00. O cálculo do PIS segue a mesma lógica. 

  • PIS = Receita Bruta (10.000) x Alíquota (0,65%)
  • PIS = 10.000 x 0,0065
  • PIS = 65

Assim, o valor do imposto PIS, neste caso, é de R$ 65,00 Agora, caso fosse outro recolhimento, o não-cumulativo, o cálculo muda.

Como calcular o COFINS na incidência não-cumulativa? 

No caso das empresas que se enquadram no regime tributário Lucro Real, de  recolhimento não-cumulativo, a alíquota do COFINS é de 7,6%. É válido lembrar que, neste cálculo, a receita se difere do regime anterior pois, nesse caso, acontece a apropriação de créditos tributários embutidos em custos, despesas e encargos – fatores que foram desconsiderados na conta anterior. 

Dito isso, para calcular o imposto, na incidência não-cumulativa, é preciso seguir algumas etapas diferentes do que foi feito no outro. Para ilustrarmos melhor, utilizaremos um novo exemplo. 

Desta vez, a receita é de R$ 20.000,00 e o registro em compras, da empresa, é de R$ 10.000,00. A alíquota do COFINS é de 7,6% e a do PIS é 1,65%. Realizaremos, agora, a primeira parte do cálculo:

  • COFINS sobre a venda = 20.000 x 7,6% = 1.520
  • COFINS sobre a compra = 10.000 x 7,6% = 760
  • COFINS = 1.520 – 760
  • COFINS = 760

Assim, o valor do COFINS, neste caso, é de R$ 760,00. Feito isso, seguiremos para o cálculo do PIS. 

  • PIS sobre a venda =  20.000 x 1,65% = 330,00
  • PIS sobre a compra = 10.000 x 1,65% = 165,00
  • PIS = 330 – 165
  • PIS = 165,00

Portanto, o valor do PIS, neste caso, é de R$ 165,000. E, para além dos cálculos em cada regime, é importante saber, também, como realizar o pagamento mensal dessa contribuição. É necessário ressaltar essas duas questões para que o empresário mantenha a empresa sem atrasos fiscais e, com isso, regularizada com o Fisco.

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Como realizar o pagamento?

Para realizar o pagamento do COFINS é preciso emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Essa guia pode ser emitida pelo Sistema de Cálculo de Acréscimos Legais (Sicalc). 

O DARF é um documento da Receita Federal que realiza o recolhimento dos impostos, taxas e contribuições embutidas em operações comerciais. É válido ressaltar que cada guia do DARF é voltada para o pagamento de um determinado tributo.

Assim, o pagamento do COFINS é realizado separadamente do pagamento do PIS, ou seja, é gerado um DARF para cada contribuição. O prazo máximo para realizar o pagamento dos tributos é até o 25º dia de cada mês.

Por fim…  

Além do pagamento, há outros pontos sobre o COFINS que precisam ser de conhecimento do empreendedor. Detalhes como as questões que tangem produtos isentos dos impostos, como é o caso dos produtos monofásicos, por exemplo. 

Para saber mais sobre esses últimos pormenores mencionados em relação aos produtos e realizar o cálculo do PIS/COFINS com eficiência, é recomendável entrar em contato com um contador. Pois, com um serviço de contabilidade de qualidade, é possível obter o direcionamento apropriado e necessário com as demais burocracias e exceções dos tributos. 

Para isso, entre em contato conosco! Nós da Contabilivre realizamos contabilidade online, sem burocracias e disposta a atender as suas necessidades!


Quantas empresas posso abrir em meu nome?

Dentro do mundo dos negócios, novas oportunidades podem aparecer, incluindo a de uma nova sociedade ou até mesmo a abertura de mais uma empresa. Mas, neste momento, algumas dúvidas podem ficar no ar: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” ou “em quantas posso ser sócio?”. A resposta é simples, mas requer mais explicações: depende de cada caso.

Para saber se é possível ou não abrir mais uma empresa em seu nome, é preciso checar o tipo de empresa que você, empresário, tem e qual está planejando participar no futuro. Cada tipo de empresa possui suas características e regras que influenciam na abertura de outras no nome da mesma pessoa. 

Trouxemos um conteúdo exclusivo para você entender as regras que influenciam essa tomada de decisão. Confira!

Quando posso abrir mais de uma empresa no meu nome?

Só é possível abrir uma outra empresa em alguns casos específicos. Isso acontece porque, para uma nova constituição, é preciso saber qual o tipo de negócio o empresário já tem e qual pretende abrir. 

Devido aos diversos portes empresariais e naturezas jurídicas, criam-se cenários em que há possibilidade, ou não, de abrir outro negócio. Além disso, é válido ressaltar que o regime tributário, no caso o Simples Nacional, também impõe algumas regras e limitações no momento de abertura de uma nova companhia.

Há vários outros cenários e, cada um, com uma restrição ou permissão. Pensando em te explicar todos os pormenores de cada um, segue, abaixo, as respostas para cada segmento de empresa. Assim, não sobrará mais dúvidas sobre ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? “.

No caso do Microempreendedor Individual (MEl)

O Microempreendedor Individual (MEI) não tem permissão para ser proprietário de qualquer outro tipo de empresa

Para poder abrir outro negócio, ou participar como sócio do quadro societário de empresas  Limitadas, o empreendedor deve realizar o processo de desenquadramento do MEI

Após finalizar o desenquadramento, o empresário pode participar de outra empresa, seja em sua abertura ou fazendo parte do quadro societário. Assim, aparecem outras alternativas para se formalizar como Pessoa Jurídica.

São muitos detalhes no processo de desenquadramento e ele pode ser muito burocrático. Por isso, se for mudar de MEI para ME , opte por contratar um contador.   

Para isso, confira os serviços da Contabilivre! Conte com os melhores especialistas para alterar sua MEI para ME e sem burocracias!

Quantas empresas o Empresário Individual (EI) pode abrir em seu nome?

Agora, se o seu caso se enquadra no Empresário Individual (EI), a resposta para a pergunta: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” é outra, mas ainda com as suas particularidades. 

Para o Empresário Individual, é possível abrir mais de uma empresa, mas esta afirmação requer um bom entendimento para evitar erros. Quem tem uma empresa de natureza jurídica EI, não pode ter outra do mesmo tipo.

Este empresário, poderá, apenas, participar do quadro societário de empresas limitadas, e/ou abrir uma empresa EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) ou uma Sociedade Limitada Unipessoal.  

E o Empreendedor Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)?

Agora, se for o Empresário Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) , também pode surgir a pergunta: quantas empresas posso abrir em meu nome ? “

Neste caso, quem tem uma  EIRELI, não pode abrir outra empresa que seja da mesma modalidade. Porém, pode abrir um novo negócio em seu nome na categoria de Empreendedor Individual (EI). 

Além disso, poderá participar do quadro societário de quantas empresas quiser e que sejam do tipo LTDA (Limitada). Contudo, há algumas regras que precisam ser checadas antes. 

Os detalhes que precisam de atenção no momento de entrar em uma sociedade de uma (ou mais) empresa LTDA é referente aos negócios enquadrados no Simples Nacional.

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Outra pergunta frequente é: “em quantas empresas posso ser sócio?”

Outra dúvida que muitos empresários podem ter, além de “quantas empresas posso abrir em meu nome?”, é sobre a participação em quadro societário. Afinal, “em quantos posso participar?” E, a resposta, irá, novamente, depender do tipo de empresa

Se a empresa for Sociedade Anônima (S/A) ou Sociedade Limitada (LTDA), não há limitações para ser sócio. Contudo, se alguma das empresas for enquadrada no sistema de tributação simplificada, popularmente conhecido como Simples Nacional, é necessário saber que existem alguns limites. 

Simples Nacional e o quadro societário em mais de uma empresa

O Simples Nacional é um regime simplificado de recolhimento dos tributos, que são unificados em apenas uma guia de pagamento mensal (o DAS), para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), ou seja, o regime funciona em todos os entes federados

Portanto, ele abrange vários níveis: a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, reunindo tributos de impostos estaduais, municipais e federais em uma única guia. 

Então, quando um empresário possui uma empresa (EIRELI, Sociedade LTDA e EI) e pretende ser sócio de uma outra que está enquadrada no Simples, ele precisa se atentar à soma do faturamento bruto anual de todos seus negócios. 

Isso porque é possível ter duas ou mais empresas no Simples Nacional. Mas o empreendedor precisa respeitar o limite máximo de faturamento do programa para que nenhuma das empresas sejam desenquadradas do sistema.

Assim, segundo a lei, o valor máximo da soma dos faturamentos brutos anuais global das empresas não pode ultrapassar R$ 4.800.000,00. Caso a soma de todas as empresas for maior que o limite, os dois negócios são desenquadrados do Simples Nacional. 

Essa regra corresponde à participação societária em empresas optantes pelo Simples e também aquelas que não, ou seja, caso o sócio, ou titular, com participação maior que 10% da sociedade, tenha uma empresa não optante pelo Simples, o faturamento dela também conta nesta norma. 

Por isso, é preciso ficar atento se as empresas estão, ou não, cadastradas no regime tributário Simples Nacional e, também, verificar a soma do faturamento anual das empresas para não deslizar nas regras e condições para todas as empresas que você for sócio ou proprietário.

Em resumo…

Essas são as especificações referentes à participação de quadro societário e podemos perceber que não há muitas restrições, desde que os limites estabelecidos de empresas com o regime Simples Nacional sejam respeitados. 

E, referente à abertura de mais de uma empresa em seu nome, é preciso sempre ficar atento à natureza jurídica da empresa que você já possui, e seguir as regras de cada uma, conforme apontamos no conteúdo. 

Agora que você já sabe a resposta para a questão: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” e está querendo evitar burocracias (nesse processo) conheça os serviços de contabilidade online da Contabilivre. 

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Imagem com uma computador no canto esquerdo mostrando a alta e queda das ações da Bolsa de Valores e no canto direito uma parte em azul claro escrito: Bolsa de Valores: como funciona e como investir?

Bolsa de Valores: como funciona e como investir?

A maioria das pessoas ainda encara a Bolsa de Valores como algo muito distante e caro. Mas, será que é mesmo? Cada dia que passa, ela se populariza mais, seja porque um conhecido começou a investir ou porque apareceu nos jornais uma notícia sobre a queda ou alta das ações. Afinal, o que é a Bolsa de Valores, como funciona e como investir?

Pensando nisso, preparamos um conteúdo para você tirar todas as suas dúvidas e começar a investir, acompanhe!

O que é a Bolsa de Valores?

A Bolsa de Valores é um  ambiente de negociações para quem pretende vender e quem pretende comprar títulos e ações, ou seja, ela é uma espécie de ponto de encontro seguro no qual os investidores podem negociar títulos e ações de empresas com capitais públicos, mistos e privados.

O objetivo principal da Bolsa, além de realizar as transações de ações e títulos, é proporcionar um ambiente seguro e prático para que as negociações dos acionistas aconteçam de forma eficiente e rápida. Além disso, tem um papel fundamental no momento em que uma empresa decide abrir seu capital, ao gerir as vendas e compras de ações.

Como ela funciona? 

Antigamente, a Bolsa de Valores funcionava dentro de escritórios barulhentos e cheios de funcionários que atendiam e faziam ligações apressadas. Essa visão encontrada em filmes que mostram como era a Bolsa de Nova York, em Wall Street, na década de 20, por exemplo, não existe mais na prática.

Agora, a Bolsa funciona em ambiente totalmente digital, de forma ainda mais rápida e também calma. 

Além disso, em um primeiro momento, é preciso entender que o funcionamento da Bolsa de Valores se divide entre dois tipos de processos, ou “ambientes”, aquele que é do Mercado Primário e outro que é do Secundário

O Mercado Primário é quando uma empresa disponibiliza pela primeira vez suas ações  para venda. Ela realiza, então, a captação de seus recursos para fazer a sua Oferta Pública Inicial (sigla em inglês: IPO) dentro da Bolsa. É nesse momento que os compradores investem de forma mais direta na empresa, comprando “partes” (ações) maiores da mesma.

O Mercado Secundário, porém, é quando a compra acontece de forma meio “indireta”. No momento que não há mais ações para serem compradas diretamente com a companhia, resta, então, tentar negociar com os acionistas. A negociação é feita entre os investidores nesse momento. 

Assim, após ocorrer a venda ou compra, em qualquer um dos mercados (primário: diretamente com a empresa, secundário: diretamente com os acionistas), essa aplicação de investimento é documentada, e os papéis ficam sob tutela da Bolsa. 

O que posso fazer sendo acionista?

Bom, isso depende do tipo de ação que você pretende comprar. As ações chamadas de Ações Ordinárias dão ao investidor o direito ao voto e participações nas operações da empresa. Agora, se você tem um tipo de ação chamada Preferencial, terá o recebimento dos dividendos e juros pagos pela companhia. 

Contudo, o que mais motiva as pessoas a investirem na Bolsa de Valores é comprar ações apenas para vender depois. Parece um pouco contraditório, mas não é. O maior objetivo dos investidores dentro da Bolsa de Valores é conseguir lucrar com suas ações

Eles compram para, depois, venderem por um preço maior do que pagaram. Isso só é possível por conta da queda e da alta das ações do mercado.

Quer abrir uma empresa e não sabe como? A Contabilivre pode te ajudar com isso e com a contabilidade do seu negócio. Clique aqui para saber mais!

Índices da Bolsa de Valores

Para visualizar melhor como funciona a queda ou a alta das ações, é preciso conhecer os índices da Bolsa de Valores. Eles que vão indicar se as ações estão caindo ou não. 

A Bolsa brasileira, chamada de B3 (antiga Bovespa), possui um índice principal que indica a movimentação das ações, chamado Ibovespa. Ele é uma espécie de “termômetro” das principais ações da Bolsa de Valores brasileira.

Quando você ouve que a Bolsa caiu X%, na verdade está ouvindo que o Ibovespa caiu X%. Por ser o índice de referência da B3, e ser composto pelas ações mais negociadas, ele indica as oscilações. 

Em resumo, se as ações mais negociadas estão caindo (Ibovespa),  a tendência é que as outras caiam também (Bolsa de Valores), se estiverem subindo, seguem a mesma lógica. 

Aliás, esse movimento da Bolsa é determinado por fatores internos do mercado, e das empresas e, também, muitas vezes, por fatores externos como a geopolítica do país, a economia mundial e as notícias a respeito das grandes companhias.  

É por isso, por exemplo, que em março de 2020 aconteceram diversas pautas nas negociações da Bolsa, em todo o mundo. Até porque, nesse momento, acontecia o começo da pandemia da covid-19 e, assim, as mudanças e os acontecimentos, como a queda do preço do petróleo e o isolamento social, influenciaram nas oscilações das ações.  

Como investir? 

Primeiro, você precisa conhecer mais a fundo alguns pontos da Bolsa de Valores como: os horários das negociações, saber quanto investir, conhecer as vantagens e desvantagens de investir na Bolsa de Valores. 

Além dos pontos mencionados, é preciso estudos profundos de mercado, os quais   você pode adquirir com muita cautela e tempo. Até porque é necessário um olhar crítico e aguçado sobre o mercado financeiro para saber quando vender e quando comprar

Investir na Bolsa requer prática e tempo. A maior ilusão dos investidores que acabaram de começar é a pressa para ficar muito rico sem estudos de mercado e prática nas vendas e compras de ações.

A Bolsa de Valores trabalha com renda variável, então, a alegria de hoje pode ser a tristeza de amanhã, as mudanças estão sempre acontecendo. 

Horários de negociações: Pregão Regular

Se você é novo no mercado acionário, não deve conhecer o Pregão Regular. Esse é o nome do horário de funcionamento das negociações de ações dentro da Bolsa de Valores.

No caso da B3, o Pregão Regular começa às 10h da manhã e vai até às 17h da tarde, no horário de Brasília. Esse tempo é das negociações em si, sem contar os momentos de pré-abertura e o after market. 

  1. Leilão de Pré- abertura (9h45-10h): as ofertas podem começar, não podem ser canceladas, porém as transações não são concretizadas. 
  2. Negociações (10h-17h): ao coletar as ofertas feitas 15min antes da abertura, a Bolsa de Valores faz uma média dos preços das ofertas para estabelecer o valor de abertura dos ativos; começam as negociações e confirmações;
  3. Call de Fechamento (16h55-17h): acontece um leilão para fechar o valor dos preços dos ativos;
  4. After Market (17h25-18h): cancelamentos de ofertas que não foram concretizadas; negociações com várias restrições; 

Começando a investir…

Para entrar no mercado de ações, primeiro é preciso abrir uma conta em banco ou corretora, transferir o dinheiro que deseja aplicar e começar as negociações. As transações são feitas pela plataforma digital Home Broker. 

Após isso, a questão a ser pensada é o quanto investir. Não há um valor mínimo para investir na Bolsa. Pode-se, por exemplo, começar com menos de cem reais no mercado fracionário – compra de uma ou duas ações apenas, ao invés de um lote completo com 100 ações, por exemplo.

Por outro lado, recomenda-se fazer uma reserva de emergência com uma quantia significativa antes de começar a investir no mercado acionário. Já que o risco de perda é maior, por ele ser um investimento de alto risco. 

Agora, para definir o quanto investir, é interessante fazer uma conta dos seus gastos e ganhos e ver o quanto do seu recebimento seria bom aplicar, isso vai variar do perfil de cada pessoa e seus objetivos com as aplicações.

Depois disso, é preciso ficar atento às taxas cobradas em cada negociação, para que elas não consumam boa parte de seu investimento. Por fim, é recomendado usar uma reserva para aplicar na Bolsa de Valores. 

Isso porque os investimentos na Bolsa podem demorar para dar o retorno esperado ou os valores de ganhos podem virar perdas do dia pra noite, devido a volatilidade do mercado de ações. 

Quais as vantagens de investir na Bolsa de Valores?

O ato de investir na Bolsa de Valores traz, consigo, muitas vantagens para o empreendedor. A primeira delas, e talvez mais importante, seja a possibilidade de grandes ganhos e rendas, já que a Bolsa opera com renda variável. 

Assim, a alta variação do preço das ações, em um curto período de tempo, permite que o investimento gere ganhos muito maiores em menos tempo se comparados aos investimento de renda fixa, por exemplo. 

Além disso, existem os proventos, parte dos lucros do negócio, que são repassados para os acionistas. Com isso, o lucro não vem só das negociações durante o Pregão Regular, mas, também, da posse das ações. 

Há outras vantagens como por exemplo: 

  1. Rentabilidade: cenário de juros baixos no Brasil;
  2. Acessibilidade: não precisa de muito dinheiro para começar a investir;
  3. Oportunidade: ser sócio de uma empresa;

E as desvantagens?

Por outro lado, há sim as desvantagens de investir na bolsa. O primeiro deles é o alto risco. Por ser de caráter variável, e com mercado muito volátil, os investimentos na Bolsa de Valores podem acarretar em grandes prejuízos para os investidores se as ações caem.

Por isso é muito importante estudar e conhecer a fundo o mercado, seus negócios, negociações e até futuras ações, para estar preparado e conhecer o seu perfil de risco. 

Agora que você já entende sobre o mercado de ações, aproveite para deixar as obrigações contábeis da sua empresa com a Contabilivre! Simplificamos tudo para você poder focar no desenvolvimento da sua empresa. 

Uma imagem cortada ao meio, do lado esquerdo há um homem e um mulher sentados olhando um notebook, no lado direito há um espaço em azul claro com a frase: como expandir um negócio físico para o digital?

Como expandir um negócio físico para o digital?

Expandir um negócio físico para o digital pode ser o que a sua empresa precisa para conquistar novos clientes. O ambiente online está repleto de usuários e, consequentemente, de consumidores de diversas partes do país que podem conhecer os seus serviços ou produtos independente da localização do seu empreendimento

Já era possível notar o crescimento das vendas online antes mesmo do contexto da pandemia do  coronavírus. Mas com a necessidade do isolamento social no ano de 2020, o processo foi acelerado e trouxe um “boom” muito grande para o setor. 

Então, expandir um negócio físico para o digital está se tornando cada vez mais frequente.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o número de transações efetuadas em e-commerce cresceu 65,7% em relação a 2019.

Parece ser uma boa expandir um negócio físico para o digital, não é mesmo? Mas para isso, é necessário seguir alguns passos. Acompanhe o conteúdo que preparamos a seguir e tire suas dúvidas! 

Conheça seu modelo de negócio

Antes de começar a investir em presença digital, ou seja, em expandir um negócio físico para o digital, é importante entender como o seu modelo de negócio funciona no ambiente online.

Se você tem uma loja de roupas em um espaço físico e quer levá-la para o online, por exemplo, o primeiro passo é criar uma vitrine virtual para exibir seus produtos.

Mas se a sua empresa é uma prestadora de serviços talvez você deva começar investindo em plataformas de comunicação, e por aí vai. 

Um ponto muito importante para quem deseja expandir um negócio físico para o digital é saber onde o público-alvo está para que seus produtos ou serviços cheguem até os possíveis clientes. Por isso, a presença digital é uma peça fundamental.  

Está precisando de ajuda na contabilidade da sua empresa? Entre em contato com a Contabilivre, contabilidade online e prática!

Crie um site para expandir um negócio físico para o digital

O site pode ser definido como a estrutura do seu negócio, ele é a vitrine da sua loja no ambiente online ou o escritório da sua empresa, por exemplo. Por meio de uma plataforma, os usuários encontram informações sobre os seus serviços e produtos, realizam compras e entram em contato com a sua empresa, se precisarem. 


O site precisa ser pensado para que o usuário tenha uma boa experiência e se interesse pelas mercadorias que seu negócio oferece. Independente se você irá criar o seu próprio site (existem plataformas simples e até gratuitas) ou contratará uma pessoa para isso, alguns pontos precisam ser levados em consideração: 

  1. Não esqueça de disponibilizar uma versão para dispositivos móveis;
  2. O site precisa ser atrativo, mas cuidado com os exageros. Disponibilize as informações de forma que o usuário encontre com facilidade seus serviços ou produtos principais;
  3. Você vai precisar escolher, comprar um domínio e contratar um serviço de hospedagem. 

Ter um site para a sua empresa é positivo até mesmo para o seu negócio físico. Um relatório divulgado pelo Thinkwithgoogle indicou que 63% das experiências de compra registradas no mercado mundial, em 2018, começaram online. 


Dessa forma, mesmo quando um usuário compra em uma loja física, há uma chance significativa da jornada de compra dele começar pelo site.

Use o WhatsApp Business

A comunicação com o consumidor é um dos principais fatores para determinar o sucesso de seu negócio online. Isso porque, sem o contato presencial, é preciso disponibilizar canais abertos e efetivos na qual o usuário pode tirar dúvidas, marcar uma reunião, comprar e ter um suporte à disposição.

Também é importante que os colaboradores do seu negócio estejam preparados para se relacionar com os clientes no online. Além da forma de comunicação tradicional, vale criar uma conta no WhatsApp Business, versão voltada para os negócios. 

A plataforma permite que o consumidor entre em contato de forma rápida e simples com a empresa em uma conta profissional. 

Saiba mais sobre os pagamentos online

Um desenho digital, do lado esquerdo tem uma tela de computador azul e grande com várias propagandas de promoções aparecendo e, no lado direito, tem uma mulher vestindo roupas azuis sentada olhando a tela, com uma empresa que provavelmente foi expandir um negócio físico para o digital

Ao expandir um negócio físico para o digital, o empreendedor pode ter dúvidas em relação às transações online. No entanto, não é preciso se preocupar com isso. Existem diversas empresas que atuam como intermediárias dessas transações, elas fazem o meio de campo entre o seu negócio e as bandeiras de cartão de crédito

Pesquise por empresas com credibilidade, confiança e segurança para o cliente e para você. Vale também conferir o prazo que as empresas intermediárias liberam o pagamento.

Também é possível receber pagamentos por boleto bancário, o documento pode ser gerado em plataformas digitais. Os cuidados são os mesmos, vale escolher soluções populares que tenham credibilidade no mercado. 

Há, também, o Pix, um meio de pagamento e transações sem taxas e que acontece em menos de 10s. Ele é uma opção que pretende substituir os outros tipos de transações e está disponível para ativação dentro dos aplicativos de bancos. 

Tenha presença digital 

Não adianta nada criar um site e os usuários não chegarem até ele. Por isso, é preciso usar das estratégias do marketing digital para fazer com que seus produtos e/ou serviços sejam vistos por mais pessoas. 

Diversas são as formas de fazer marketing digital, seja pelas redes sociais da empresa, por divulgação de influenciadores ou anúncios nas plataformas digitais. O ponto chave mesmo é conseguir fazer com que a sua marca tenha um alcance maior entre seu público-alvo

As redes sociais também são uma vitrine para exibir seus produtos ou serviços. Sendo assim, vale se aprofundar nos recursos que as ferramentas oferecem e usá-los para atrair mais público ao perfil comercial da sua empresa. 

Estruture a distribuição

No meio digital, é preciso que seus produtos cheguem até a casa dos consumidores. É verdade que as entregas são um fator complexo, mas elas fazem parte dos processos de um negócio online. 

Por isso, é preciso criar uma estrutura de entrega, indo desde a embalagem segura do produto até a logística de transporte. 

Você pode optar por criar essa própria logística ou usar uma transportadora parceira. Não esqueça que o cliente gosta de acompanhar as etapas da entrega. Sendo assim, é preciso fornecer um código de rastreio para cada pedido

Essa é uma etapa fundamental para a transição para o online, uma vez que os clientes se importam bastante com o prazo de entrega. 

Já prestadores de serviços, que não realizam a distribuição de um produto, mas sim oferecem um serviço, precisam prestar seu trabalho de forma online. Nesse contexto,  a comunicação com os clientes é fundamental. Disponibilize plataformas de sistemas, de armazenamento e de videoconferência. 

Uma consultoria jurídica, tributária, cursos online são exemplos de serviços que podem expandir seu negócio físico para o digital usando plataformas que auxiliem na comunicação entre colaboradores e clientes. 

Você está pronto! 

A expansão de um negócio físico para o digital é marcado por mudanças nos processos da empresa. Se antes toda venda ou serviço era realizado presencialmente, quando o cliente ia para sua loja, agora, ele pode realizar a compra sem sair de casa. Mas, para isso, o negócio precisa se adaptar ao novo comportamento do consumidor. 

Siga essas dicas e não deixe de levar seu negócio físico também para o online. Assim, você terá mais chances de conseguir clientes e aumentar suas vendas. 

Agora que você já sabe como expandir seu negócio físico para o digital, aproveite para deixar as obrigações contábeis da sua empresa com a Contabilivre! Simplificamos tudo para você focar ao máximo no desenvolvimento da sua empresa.  

imagem com divisão no meio, do lado esquerdo há uma mão, segurando uma caneta e mexendo em uma calculadora, no canto direito há um espaço em azul escrito: Principais dúvidas do Imposto de Renda 2021

Principais dúvidas sobre o Imposto de Renda 2021

Uma das principais preocupações do começo do ano é a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física e não é à toa. Até porque estar antenado aos prazos, tirar suas dúvidas e se organizar é uma forma de evitar a multa e outras consequências que podem acontecer caso o IRPF não seja declarado.

O primeiro passo é saber se você precisa declarar ou não. Não é todo mundo que tem a obrigação de declarar o IRPF daquele ano. Além disso, a declaração sempre remete ao ano anterior, então o seu IRPF de 2021 faz jus aos valores do ano de 2020. 

Para tirar suas dúvidas sobre a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2021,   preparamos esse post que vai te ajudar a entender tudo certinho. Confira!

O que é o Imposto de Renda (IRPF) ?

O Imposto de Renda é um tributo cobrado pelo governo, anualmente, sobre a receita de pessoas físicas ou jurídicas  do ano anterior. Portanto, o IRPF de 2021, por exemplo, diz respeito aos ganhos e gastos de 01 de janeiro de 2020 até 31 de dezembro de 2020

O seu valor muda de acordo com os valores declarados. Assim, após a declaração, dependendo do resultado, você poderá recolher o imposto (pagar) ou restituir (receber)

O prazo para entrega da declaração era de 01 de março a 30 de abril de 2021. Contudo a Receita Federal publicou, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa RFB nº 2.020, de 9 de abril de 2021, que altera o prazo final de entrega da Declaração de IRPF 2021 para o dia 31 de maio de 2021, as 23h59, pelo horário de Brasília.

Quem precisa declarar o IRPF em 2021?

Como já citado, a obrigatoriedade da Declaração do Imposto de Renda não é para todos os brasileiros, apenas para aqueles que se encaixam nas regras ou situações específicas. Quem precisa declarar, então? A Declaração do IRPF é obrigatória para os brasileiros que tiveram até dezembro de 2020:

  • Rendimentos tributáveis, ou seja, salário, aposentadoria, aluguel, entre outros, acima de R$ 28.559,70; 
  • Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, ou seja, rendimento da poupança ou indenização trabalhista, por exemplo, superiores a R$ 40.000; 
  • Rendimento com venda de bens, como imóveis, veículos, etc.; 
  • Receita bruta com atividade rural acima de R$ 142.798,50;
  • Bens com valor superior a R$ 300 mil; 
  • Compra ou venda de ações na Bolsa de Valores; 

Como o ano de 2020 foi atípico para todos devido a pandemia da Covid-19, novas regras entraram em vigor para a Declaração do Imposto de Renda (IRPF) em 2021, envolvendo o Auxílio Emergencial. Abaixo, segue a lista com as mudanças:

  • Quem recebeu os valores do Auxílio Emergencial e, também, teve rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76, em 2020, sem contar o auxílio, deve declarar o IRPF 2021 e devolver o valor do Auxílio Emergencial;
  • A devolução do Auxílio Emergencial se aplica, também, aos dependentes incluídos na declaração e que tenham recebido o benefício;
  • Se verificada a situação durante o envio da Declaração à Receita Federal, será disponibilizado uma DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), emitido pelo próprio programa, para devolução dos valores do auxílio.

De acordo com o Ministério da Cidadania, a devolução dos valores é referente às parcelas de R$ 600,00 e R$ 1.200,00. O valor somado das parcelas recebidas em 2020 será o valor que precisa ser devolvido ao governo.

Para evitar preocupações e burocracias, contrate um contador online! Clique e saiba como a Contabilivre pode te ajudar. 

Como declarar?

A Declaração do Imposto de Renda pode ser feita de forma digital e online. O programa chamado “Programa IRPF” é um gerador de receitas que irá facilitar a declaração de forma remota. Para acessá-lo, basta baixar o programa em seu computador.. 

Se você quiser fazer pelo celular, também é possível, com o aplicativo  “Meu Imposto de Renda”. Além disso, é possível fazer de forma 100% online ao se cadastrar no site da Receita Federal.

Contudo, para que a Declaração do Imposto de Renda 2021 seja feita sem preocupações, sem erros e da melhor forma possível, você pode   contar com o apoio de um contador, que também irá ajudar a deduzir impostos a pagar ou até mesmo aumentar as chances de restituição de valores.

Quais os documentos necessários para declarar o Imposto de Renda?

Antes de começar a declaração do IRPF 2021, é importante organizar e separar todos os documentos necessários. Segue, abaixo, os principais documentos e comprovantes para  declarar o Imposto de Renda 2021:

  • Documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência e dados bancários);
  • Informe de rendimentos (a empresa deve fornecer);
  • Documentos pessoais dos dependentes (CPF obrigatório);
  • Informe de rendimentos financeiros e de aplicações ou extrato de aplicações (fornecidos pelo banco);
  • Extrato de Previdência Privada;
  • Documentação do Plano de Saúde;
  • Documentação de imóveis e veículos (inclusive financiados);
  • Recibos de pagamento ou recebimento  de aluguel;

Vale lembrar que esses não são os únicos documentos pedidos, já que eles vão variar de caso para caso, depende do tipo de declaração, se é de pessoa física ou jurídica, e também de quais bens e recebimentos aconteceram ao longo do ano.

Assim, outros documentos podem ser  solicitados. Caso prefira, as informações detalhadas e oficiais se encontram no site da Receita Federal.

Qual o calendário de restituição do Imposto de Renda (IRPF) 2021?

 Todo ano a Receita Federal divulga o calendário das restituições, ou seja, os recebimentos do IR. Eles vão começar a partir de maio deste ano

Segue abaixo as datas das parcelas:

  1. Lote 01: 31 de maio;
  2. Lote 02: 30 de junho;
  3. Lote 03: 30 de julho;
  4. Lote 04: 31 de agosto;
  5. Lote 05: 30 de setembro.

Acompanhe o andamento da Declaração do IRPF 2021 (H2) 

Depois de fazer a declaração, é possível acompanhar o andamento do processo do seu Imposto de Renda. O acompanhamento é muito simples e acontece por meio do portal e-CAC, ou seja, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte. 

O portal está disponível tanto no site da Receita Federal quanto dentro do aplicativo de celular “Meu Imposto de Renda”. Para entrar nessa sessão, é necessário se cadastrar com CPF  , senha, código de acesso. 

Para criar o código de acesso, entre no portal da Receita Federal e saiba o passo a passo para começar o seu acompanhamento da Declaração do IRPF. 

O que acontece se não declarar o IRPF?

Caso você entre no perfil de quem deve declarar o Imposto de Renda e não realizar o procedimento, algumas consequências podem te trazer grandes dores de cabeça! 

O principal é ter o CPF bloqueado. Com isso você não poderá pedir um empréstimo em uma emergência, prestar concursos públicos e nem renovar passaporte. Há, também, as multas que você está sujeito a pagar se não declarar o IR. 

E, se a sua declaração implique em imposto a pagar e você não enviá-la, o valor pode aumentar! A cada mês de atraso, você deverá pagar 1% ao mês em cima do imposto devido. Caso sua declaração atrasada não tenha imposto devido, a multa é de R$165,74.

Agora que você já entendeu os passos e tirou suas dúvidas, fique atento às documentações e aos prazos. Não se esqueça: você tem até o dia 30 de abril para fazer a declaração.

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defis

O que é Defis e qual o prazo de entrega?

Entre as obrigações acessórias que as empresas optantes pelo regime do Simples Nacional precisam cumprir, temos a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais, conhecida por Defis

O documento é a maneira de informar à Receita Federal os dados econômicos e fiscais do seu negócio e, assim, comprovar os impostos recolhidos durante o ano.  

No início do ano, muitas empresas procuram saber mais sobre a declaração, tendo em vista que o prazo de entrega é 31 de março. Por isso, preparamos um conteúdo para você tirar todas as suas dúvidas sobre a Defis. Confira! 

O que é Defis e para que serve?

A Defis é uma declaração enviada à Receita Federal, órgão que fiscaliza os dados econômicos e fiscais das empresas enquadradas no Simples Nacional, para verificar se o seu negócio recolheu todos os impostos necessários do regime tributário enquadrado.

Na prática, a obrigatoriedade funciona como uma versão simplificada da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ).  

Se você nunca ouviu falar da Defis, talvez já tenha escutado sobre a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), isso porque a Defis substituiu o documento, conforme determinado na Resolução CGSN 94/2011

Como o Simples Nacional foi criado com o intuito de simplificar o regime tributário e reduzir a burocracia das Micros e Pequenas Empresas, a Defis surge com o intuito de facilitar a vida do empresário. Pois, empresas enquadradas no Simples Nacional não precisam enviar o IRPJ aos órgãos fiscalizadores, apenas a Defis. 

Quais informações devem constar na declaração?

As principais informações exigidas na Defis estão relacionadas aos ganhos econômicos e dados fiscais da empresa, no início e final do período que contempla a declaração. Confira a lista completa:

  • Ganhos de capital;
  • Número de funcionários no início e no final do período que abrange a declaração; 
  • Lucro contábil, caso a ME ou EPP tenha evidenciado lucro acima do limite apontado no parágrafo 1º do art. 2 da Resolução CGSN Nº 140, de 22 de maio de 2018
  • O saldo disponível em caixa no início e final do período considerado pela declaração;
  • O total de despesas (operacionais e não-operacionais, custos, salários, entre outros) no período que contempla a declaração; 
  • Mudança de endereço, caso o estabelecimento tenha mudado no período abrangido;
  • Identificação de cada um dos sócios da empresa
  1. Rendimentos que eles apresentam;
  2. Documentos dos responsáveis pela companhia; 
  3. Dividendos referentes aos sócios;
  4. Percentual de participação individual no capital social da empresa;
  5. Pró-labore referentes aos sócios;
  6. Imposto de renda retido na fonte sobre os rendimentos pagos a cada sócio pela ME/EPP

Precisa de ajuda para preencher a Defis? Contate nossos contadores especialistas! 

Como é feita a entrega da Defis

A entrega da Defis é feita pelo Programa Gerador do Documento de Arrecadação Simples Nacional (PGDAS-D) pelo site do Simples Nacional utilizando o código de acesso ou certificado digital da empresa. 

Na plataforma, é preciso adicionar os documentos requeridos e selecionar o ano-calendário referente à declaração. 

Vale informar que a declaração é referente ao ano-calendário anterior ao do exercício fiscal, ou seja, a entrega da Defis com prazo para 31 de março de 2021 é feita com base nos dados do ano de 2020. 

Como evitar erros no preenchimento e na entrega

defis
Entenda tudo sobre o Defis

O preenchimento e envio da Defis no PGDAS-D é simples. No entanto, a quantidade de documentos necessários pode fazer você se perder na hora de enviar todas as informações no sistema. Fora isso, é preciso que todos os dados estejam corretos, e essa análise é feita por meio de uma assessoria contábil especializada. 

Para isso, você conta com a ajuda da Contabilivre. Nossos planos incluem a elaboração do Defis. Assim, é possível realizar a entrega da declaração no prazo e com segurança. 

Prazo e consequências por não entregar a Defis

O prazo para entregar a Defis é até o dia 31 de março do ano subsequente ao período abrangente da declaração.

Embora essa obrigação acessória não resulte em multas por atraso, a falta da entrega impedirá a apuração e geração do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) a partir de Abril do ano vigente (mês subsequente ao prazo de entrega).

O não pagamento do DAS, por sua vez, acarreta em juros e multas que podem trazer graves consequências para a sua empresa. As implicações envolvem ter o CNPJ cancelado, perda dos benefícios previdenciários e até mesmo a exclusão da empresa do regime do Simples Nacional. 

Quer saber mais sobre DAS? Confira

O DAS é uma guia de pagamento contendo todos os impostos que as empresas optantes pelo Simples Nacional precisam pagar. A guia é uma forma de simplificar a tributação de Micro e Pequenas empresas ao oferecer alíquotas menores ao negócio. 

Apesar de simplificado, o DAS engloba vários impostos, são eles:

  • IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) 
  • ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação)
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)
  • PIS (Programa de Integração Social)arrecadação voltada para o pagamento de abono salarial e seguro-desemprego;
  • CPP — (Contribuição Patronal Previdenciária)
  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza)

Por que devo enviar a Defis?

O envio adequado feito dentro do prazo garante às empresas a proteção contra penalizações aplicadas pela Receita Federal ao seu negócio. A Defis é só mais um dos documentos necessários para manter sua empresa legalizada e livre de punições. 

O envio da declaração faz parte das obrigações acessórias de uma empresa. Fugir da burocracia não é a solução, afinal, a empresa precisa ser legalizada para realizar as atividades no cumprimento da lei. 

Entender os objetivos de cada declaração e documento é a saída para organizar sua empresa. Assim, você poderá usar o seu tempo para focar no crescimento do seu negócio.

Agora que você já sabe o que é a Defis, aproveite entrar em contato com a Contabilivre. Te ajudamos com essa e outras declarações!


vantagens do cnpj

Vantagens do CNPJ: confira

Todo mundo sabe que o CNPJ é um dos requisitos necessários para legalizar uma empresa. Mas você sabia que além dessa vantagem, ter o cadastro de pessoa jurídica pode oferecer uma série de benefícios financeiros para o seu empreendimento?

Os ganhos envolvem maior poder de negociação, facilidade de crédito a até mesmo descontos para compras de carro, no atacado e em lojas de construção. No geral, esses benefícios estão disponíveis para Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP).

Vale ressaltar que a importância de abrir um CNPJ não é apenas devido a essas vantagens. Estar na ilegalidade pode acarretar em multas e outras punições que podem inviabilizar a continuidado do seu negócio. 

E se você quer saber quais são as vantagens e como adquirir os benefícios, confira o conteúdo exclusivo que preparamos. Acompanhe a seguir!

Quais os descontos do CNPJ? 

Uma das principais vantagens do CNPJ é o acesso aos descontos na compra de automóveis, materiais de construção e até mesmo para a reforma da empresa. Saiba mais sobre cada modalidade:

Desconto para compra de carro

O desconto para compra de carro com CNPJ é oferecido pelas próprias fabricantes dos veículos. A redução varia entre 2,5% a 30% em cima do valor do automóvel, dependendo do modelo e da marca. Picapes compactas e furgões são os modelos que apresentam maior desconto

Para comprar carro com desconto de CNPJ, geralmente, é necessário apresentar o contrato social da empresa e a inscrição estadual vigente. A concessionária pode pedir outros documentos se o fabricante solicitar. A nota fiscal da compra vem direto de fábrica e é por isso que o empresário consegue desconto na operação. 

Para comprar o veículo parcelado, a empresa precisa ter no mínimo dois anos de experiência no mercado. Vale ressaltar que o desconto é destinado para compras de carro 0. Vale ressaltar que o veículo é para uso apenas da empresa. 

Descontos para contratar plano de saúde

Você pode diminuir o custo do plano de saúde da sua família e/ou seus funcionários. Independente do porte da empresa, diversos planos de saúde oferecem descontos para quem tem CNPJ. A redução chega até 35% em relação ao valor original do convênio

A contratação de convênio médico por meio do CNPJ é muito comum e vantajosa, já que os valores reduzem drasticamente. 

Isso porque a empresa que oferece o plano de saúde entende que, quando ocorre a contratação do convênio através do CNPJ, o plano é feito para mais de uma pessoa, seja entre os sócios ou até mesmo para funcionários, fazendo com que o risco diminua, se comparado com a contratação na pessoa física. 

Descontos para compras em atacado com CNPJ

Os descontos e vantagens para compras em atacado com CNPJ são oferecidos pelas próprias lojas de varejo (online ou presencial). Por isso, é sempre bom confirmar com o fornecedor se eles não dão desconto para CNPJ antes de realizar a compra. 

O limite de compras é de 80% do valor do faturamento da empresa. Esse desconto serve para comprar qualquer tipo de mercadoria em atacado e ele pode ser para você revender ou para fazer melhorias em seu escritório, por exemplo. 

Descontos em materiais de construção 

Pequenos empresários também podem se beneficiar de descontos para reformar ou construir a sede da sua empresa. Os descontos variam de loja para loja e também em relação ao valor final dos materiais de construção. Se estiver pensando em reformar sua empresa, não esqueça de avisar que tem um CNPJ para usufruir dos descontos. 

Está esperando o que para ter acesso aos descontos do CNPJ? Aproveite para abrir seu CNPJ com a Contabilivre! Descomplicamos o processo para você, basta entrar em contato com nossos contadores especialistas!

Outras vantagens do CNPJ

Vantagens do CNPJ: confira os benefícios

Mais formas de pagamento

Quem tem CNPJ pode oferecer mais formas de pagamento para os clientes. As empresas de maquininhas de cartão, geralmente, liberam o aparelho para passar Vouchers de Alimentação e Refeição apenas se o negócio tiver CNPJ

Assim, o empresário e o consumidor saem ganhando. Afinal, muitos brasileiros possuem o vale alimentação e refeição e nem todos os estabelecimentos oferecem essa opção. 

Emissão de nota fiscal 

Apenas empresas que possuem CNPJ podem emitir nota fiscal. O documento é fundamental para registrar suas vendas, além de ser direito do consumidor tê-la em mãos. Sempre que houver uma receita, é preciso formalizá-la perante aos órgãos do governo. Emitir a nota é a forma mais comum de fazer isso.

Já para o consumidor, ter a nota fiscal é importante pois é uma garantia oficial da compra ou serviço

Cadastro para negociações e licitações 

Ter um empreendimento legalizado é essencial para negociar seus produtos e/ou serviços com outras empresas, uma vez que o cadastro garante segurança para ambas as partes. Por isso, muitos fornecedores negociam apenas de CNPJ para CNPJ

Dentre outras vantagens do CNPJ, apenas empresas com o registro podem participar de licitações, o que abre a possibilidade do seu negócio prestar algum serviço para o estado.  

Crédito bancário

Instituições financeiras só concedem empréstimos e financiamentos para empresas com CNPJ. Além disso, existem bancos públicos e privados que oferecem linhas de crédito exclusivas para MEI, ME e EPP, como forma de estimular os pequenos negócios. 

A negociação pode ser muito positiva para seu negócio, tendo em vista que é possível conseguir taxas de juros menores e prazos maiores. 

No entanto, para ter essas condições especiais, o banco precisa de uma garantia do credor e o CNPJ garante a segurança de que as instituições estão liberando crédito para empresas legalizadas perante aos órgãos de fiscalização. 

Contribuição para a previdência 

Entre as vantagens do CNPJ podemos citar a contribuição ao INSS, que pode resolver o problema de muitos microempreendedores e donos de pequenos negócios em relação à renda quando chega o momento de se aposentar. Com o CNPJ, donos de negócios estão trabalhando formalmente e, por isso, têm direito à aposentadoria

Os cálculos de contribuição variam de acordo com o regime tributário de cada empresa. MEIs, por exemplo, pagam uma taxa mensal chamada DAS, em que 5% desse valor é destinado ao INSS. Dessa forma, o microempreendedor garante o direito à aposentadoria de um salário mínimo.  

Além da legalização

Como você pode perceber ter um CNPJ traz vantagens além da legalização. É verdade que donos de empresas precisam enfrentar diversas burocracias para realizar as operações do seu negócio.

Por isso, não deixe de usar as vantagens de possuir um CNPJ, seja para comprar um veículo para sua empresa, comprar produtos para revenda mais em conta ou ainda conseguir uma linha de crédito especial.

Com a competitividade do mercado, principalmente entre os pequenos empresários, cada benefício usufruído pode fazer a diferença nas contas finais da empresa. 

Precisando abrir o CNPJ da sua empresa? Conte com a Contabilivre!

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modelos de contratação

Modelos de contratação: qual a opção ideal para o seu negócio?

A gestão de contratações em uma empresa não é tarefa fácil. As leis trabalhistas estão em constante atualização e a fiscalização do cumprimento das mesmas costuma ser bem severa. Além disso, é preciso entender quais são as demandas da empresa e como elas podem ser atendidas da melhor forma.

Por esse motivo, quando se reconhece a necessidade de contratação de novos funcionários, uma dúvida surge na cabeça de muitos gestores de recursos humanos: qual modelo de contratação é o ideal?

Pensando nisso, trouxemos um panorama dos modelos de contratação disponíveis pela legislação brasileira, para que você possa avaliar qual atenderá as demandas do seu negócio.

Neste  conteúdo você vai ler sobre:

  • O que é um modelo de contratação? 
  • Qual a importância de escolher o modelo de contratação ideal para a sua empresa?
  • Quais os modelos de contratação de funcionários?
  • Como escolher o melhor modelo de contratação?

O que é um modelo de contratação?

O modelo de contratação é a forma legal pela qual alguém trabalha para uma empresa. Firmado por meio de um contrato, cada modelo de contratação possui suas especificidades e precisa atender a uma série de regras que mudam de acordo com o regime.

Qual a importância de escolher o modelo de contratação ideal para a sua empresa?

A prosperidade de qualquer empreendimento depende, em grande medida, de seus colaboradores. A qualidade dos produtos e/ou serviços prestados e a produtividade de uma empresa mudam conforme as características daqueles que trabalham nela

Porém, o gerenciamento dos recursos humanos começa antes mesmo dos treinamentos e da manutenção da cultura organizacional. O regime de contratação da empresa influencia diretamente em sua prosperidade e deve ser decidido de acordo com as necessidades da mesma. 

Isso acontece porque a escolha do regime de contratação impacta os custos com a folha de pagamento. Além do salário, cada regime exige impostos e outros encargos trabalhistas específicos que devem ser levados em consideração.

Quais os modelos de Contratação de Funcionários?

Antes da Reforma Trabalhista, existiam apenas três modelos de contratação: integral, parcial e temporário. Com a aprovação da Lei nº 13.467/2017, foram criadas novas formas de admissão, além da flexibilização de alguns de seus critérios.

CLT

O regime CLT é um dos modelos de contratação mais conhecidos. A categoria unificou toda legislação trabalhista existente no Brasil em 1943. Desde que publicada, a lei passou por modificações com o objetivo de adaptar o texto de acordo com as mudanças da modernidade. 

Os contratantes que optam por esse modelo devem cumprir uma série de direitos aos colaboradores, como férias, 13º terceiro salário, jornada de trabalho, entre outros, assim como os trabalhadores inseridos nessa categoria precisam seguir seus deveres. 

CLT Home-office

Esta modalidade de contratação, também conhecida como teletrabalho, não estava prevista na Lei até a sua reformulação em 2017, que criou um capítulo exclusivo para tratar desta categoria.

Considera-se home-office a prestação de serviços feita predominantemente fora das dependências do empregador, por meio de tecnologias da informação e de comunicação. 

Para que isso seja possível, o modelo de teletrabalho deverá constar no contrato firmado entre o empregador e o empregado, bem como a especificação das atividades que deverão ser desenvolvidas por este.

Devido à pandemia da Covid-19, o teletrabalho se tornou mais comum e, muitas vezes, a única opção viável para muitas empresas. Nesse caso, quando há necessidade de alternar entre regime presencial e regime de teletrabalho, a lei exige termo aditivo contratual, assinado entre as partes, além de período de transição de quinze dias. 

Está em dúvida em relação a qual modelo de contratação é o ideal para o seu negócio? Contate nossos contadores especialistas para te ajudar

CLT Intermitente

Outro modelo de contratação de funcionário criado com a reforma trabalhista é o CLT intermitente. Neste modelo, a prestação de serviços não é contínua, devendo ser alternada por períodos de atividade e inatividade, estabelecidos previamente em contrato, e que podem ser definidos em horas, dias ou meses.

De acordo com o Art. 452-A, o contrato firmado entre as partes deve esclarecer o valor da hora de trabalho, não podendo a mesma ser menor do que o valor por hora do salário mínimo e nem maior do que o valor hora de outros funcionários da empresa que executem o mesmo serviço, sendo intermitentes ou não.

Além disso, o empregado intermitente tem direito a receber FGTS, INSS, décimo terceiro, fim de semana e férias remunerados, valores estes que devem ser incluídos no pagamento feito após a prestação do serviço, de maneira proporcional.

A dinâmica da prestação de serviços funciona da seguinte maneira: o empregador precisa avisar o empregado sobre o serviço a ser prestado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência. A partir disso, o empregado tem um dia para aceitar o trabalho. No entanto, o não aceite do serviço não configura demissão e, se alguma das partes descumprir o acordo, deve pagar multa de 50% da remuneração que seria devida.

PJ

Este profissional é contratado como pessoa jurídica para a prestação de serviços. A configuração de compromisso é feita por meio de contrato e emissão de nota fiscal. 

Para o empregador, não há obrigatoriedade de garantir nenhum dos direitos da CLT, o que pode reduzir significativamente os custos com encargos trabalhistas. Porém, o serviço não pode configurar vínculo empregatício e subordinação, podendo acarretar em multas e sanções trabalhistas severas caso alguma cláusula contratual seja violada.

Já para o empregado, os benefícios giram em torno da flexibilidade e autonomia de trabalho. Não há horário fixo e o mesmo pode prestar serviços para outras empresas. Além disso, com a diminuição dos custos por parte do empregador, há possibilidade de negociação de remuneração mais alta.

Freelancer

A modalidade de contratação freelancer configura-se quando um profissional é contratado para prestar um serviço de maneira pontual a uma empresa. A remuneração, portanto, está atrelada ao trabalho entregue, firmado em contrato de prestação de serviço que evidencie as entregáveis, remuneração e prazo.

O freelancer consegue atuar de duas maneiras: como pessoa jurídica ou como autônomo. Enquanto pessoa jurídica, o freelancer pode ser registrado como microempreendedor individual (MEI) e possuir um CNPJ, caso a atividade prestada seja permitida. 

Neste caso, o MEI não possui benefícios garantidos e nem remuneração fixa, mas também não precisa contribuir com Imposto de Renda. De acordo com a Lei Complementar nº128/2008, o Governo Federal fica responsável por garantir direitos trabalhistas e previdenciários àqueles que pagaram a mensalidade como MEI.

No entanto, se o freelancer for autônomo, ele precisa pagar 11% de seus rendimentos ao INSS, Imposto de Renda (IR) conforme tabela progressiva, Imposto Sobre Serviço (ISS) e outros encargos.

É importante dizer que a modalidade de contratação freelancer não é regulamentada por nenhuma lei, portanto, é preciso tomar cuidado com as exigências da parte contratante para que não configurem vínculo empregatício

Estágio

Regido por lei própria (nº11.788/2008), o contrato de estágio permite a contratação de estudantes vinculados a instituições de ensino superior, profissional ou médio.

Nesta modalidade, o estagiário pode ser contratado por até dois anos, e a sua carga horária máxima é de seis horas diárias ou trinta horas semanais. Além disso, o estagiário possui direito a trinta dias de férias remuneradas a cada doze meses, vale-transporte e seguro para acidentes de trabalho.

É importante ressaltar que o objetivo do estágio é proporcionar ao estudante aprendizado prático em sua área profissional. Por isso, a instituição de ensino em que o mesmo estiver matriculado pode e deve fazer o acompanhamento das atividades desenvolvidas durante o estágio. 

Assim, garante-se que o serviço não atrapalha os estudos do estagiário e o trabalho desempenhado por ele está de acordo com o plano pedagógico do curso.

Temporário

O regime de contratação temporário é regido pela Lei nº6.019/1974, que foi modificada em 2017 pela Lei nº13.429. A partir do entendimento de ambas, a contratação dentro desse regime é permitida quando há uma demanda pontual, de caráter sazonal, periódico ou intermitente, que exija maior quantidade de mão de obra. 

É importante dizer que a classificação do regime intermitente precisa ser justificada ao Ministério do Trabalho, que poderá autorizar ou não a contratação temporária. Além disso, de acordo com a lei, esse processo deve ser feito por intermédio de empresa terceirizada e especializada em fornecer mão de obra temporária.

Por sua característica sazonal, as contratações em modalidade temporária são mais comuns no comércio, próximo às épocas de Natal e Ano Novo. O contrato firmado entre as partes pode ter até 180 dias, podendo ser prorrogado por mais 90 dias, se justificada a necessidade perante o Ministério do Trabalho, sem configurar vínculo empregatício.

Terceirização

O modelo de trabalho terceirizado consiste na contratação de uma empresa, que disponibiliza seus empregados, para exercer alguma função para outro negócio

Antes da Reforma Trabalhista, este recurso era permitido apenas para serviços específicos, como limpeza e segurança. Agora, é possível que a contratação seja feita para as atividades principais da empresa contratante.

Nesta modalidade, é possível reduzir os custos com mão de obra e encargos trabalhistas. No entanto, a empresa contratante não poderá fazer cobranças diretamente ao empregado, uma vez que esse tipo de subordinação configura vínculo empregatício, o que não se encaixa à modalidade. 

Como escolher o melhor modelo de contratação? 

Alguns modelos de contratação podem ter menos custos para sua empresa

Como visto anteriormente há uma série de modalidades de contratação que podem ser feitas. No entanto, é preciso avaliar de maneira racional e ética quais as melhores opções para o seu negócio.

Por isso, para escolher o regime de contratação mais adequado, considere os custos financeiros com a admissão daquele tipo de contratação, se o modelo funciona para a estratégia da empresa e também o tipo de demanda.

Se o trabalho exige dedicação integral e subordinação, a melhor opção é o regime CLT. Mas, se ele é contínuo e pode ser cumprido sem subordinação, considere a terceirização.

No caso de serviços pontuais e esporádicos, o regime freelancer e PJ são boas opções. Porém, se a demanda sofrer aumentos sazonais, opte pela contratação temporária. 

E se as funções tiverem caráter auxiliar e puderem proporcionar aprendizado ao contratado, o regime de estágio é uma ótima oportunidade para inovar e selecionar novos talentos.

Agora que você já conhece as modalidades de contratação de funcionário, analise com calma as necessidades do seu negócio e perceba como essas opções podem impactar a produtividade do mesmo.

Em caso de dúvidas, a Contabilivre pode ajudar a respondê-las, tornando o processo de decisão mais fácil, considerando as demandas da sua empresa.

consultoria fiscal e tributaria

Consultoria fiscal e tributária: como funciona o serviço?

A consultoria fiscal e tributária pode ser um serviço muito vantajoso para a sua empresa. A área atua no diagnóstico e na formulação de soluções que envolvem questões administrativas e burocráticas que todo negócio enfrenta. 

A legislação tributária e trabalhista do Brasil é conhecida pela sua complexidade, e embora muitos empresários presenciem o lado ruim disso, é possível encontrar diversas oportunidades para beneficiar a sua empresa por meio de uma consultoria tributária.

Outro fator muito positivo em relação à área é que ela traz visibilidade e conhecimento ao empresário sobre as questões burocráticas que envolvem os negócios. Saiba como a consultoria fiscal e tributária pode auxiliar a sua empresa no conteúdo que elaboramos para você! 

O que é consultoria fiscal e tributária? 

A consultoria fiscal e tributária analisa os processos em relação às questões fiscais de uma empresa e acompanha as constantes mudanças na legislação tributária. 

É um tipo de perícia técnica que visa identificar se os procedimentos que uma empresa segue estão alinhados com a realidade fiscal do negócio, além de verificar direitos não utilizados pela empresa.

Assim, o serviço consegue, por vias legais, benefícios para as empresas diminuírem as taxas e impostos pagos.  A atividade é essencial, principalmente, para pequenas empresas, uma vez que ser dono de um negócio no Brasil não é tarefa fácil no que diz respeito ao alto valor dos impostos e a tributação complexa. 

Mas, afinal, como funciona a consultoria fiscal e tributária?

A consultoria fiscal e tributária atua nas áreas de planejamento tributário, revisão fiscal, incentivo fiscais, recuperação de crédito tributário, entre outras esferas. O serviço busca facilitar os processos burocráticos das empresas e trazer visibilidade sobre o negócio para os donos e colaboradores.

Planejamento tributário

Planejamento tributário é um sistema de conjuntos legais que visa reduzir a incidência dos tributos de uma empresa e gerir o pagamento de taxas, impostos e contribuições. Afinal, o conjunto de regras que uma empresa precisa seguir é vasto e toda atenção é necessária para manter o negócio longe de multas ou outras penalidades. 

Estratégico

O papel do planejamento tributário, também conhecido como elisão fiscal, é criar estratégias para reduzir a incidência dos tributos, seja optando pelo mais vantajoso regime tributário, modelo de contratação ou estrutura de capital

Para fazer um bom planejamento tributário, é preciso do auxílio de um contador, uma vez que o profissional está apto para entender as especificidades de cada cenário e da legislação.

Operacional 

O planejamento tributário operacional visa criar procedimentos na sua empresa que devem ser cumpridos para a realização do pagamento dos impostos nos prazos previstos. A consultoria fiscal e tributária pode auxiliar a empresa a criar processos otimizados que incluam tarefas voltadas à área.

Sua empresa precisa de uma consultoria tributária? Entre em contato com os especialistas da Contabilivre e saiba como podemos te ajudar! 

Recuperação de crédito tributário

Muitas empresas pagam impostos indevidos. Por meio da consultoria fiscal e tributária é possível identificar se o seu negócio está pagando tributos a mais e, caso positivo, essa quantia pode ser ressarcida pela empresa através do processo de recuperação de crédito tributário

Principalmente comércios varejistas, como padarias, farmácias e autopeças podem estar gastando mais com impostos do que deveriam. Isso acontece porque esses segmentos comercializam produtos monofásicos, ou seja, que não devem ter tributação na parte de PIS e COFINS. Além disso, os tributos dessas mercadorias sofrem muitas alterações.

Como essa característica acaba passando despercebida em algumas empresas, o negócio paga impostos desnecessários. Por isso, a consultoria tributária pode ser essencial para diminuição dos gastos da sua empresa. 

consultoria fiscal e tributária
Um dos principais serviços da consultoria fiscal e tributária é verificar se determinada empresa pode recuperar créditos tributários

Aproveitamento de incentivos fiscais

Os incentivos fiscais são condições que promovem a redução da alíquota de determinados impostos a serem pagos quando a empresa destina parte dos seus impostos (que já ia para o governo) para projetos de bem-estar social. 

A política econômica do governo tem o objetivo de movimentar o mercado e promover uma competitividade justa entre as empresas, beneficiando não só empreendedores, mas também a sociedade. 

A quantia economizada pelas empresas pode ser usada para aplicações financeiras e investimentos. Empresas que optam pelo Lucro Real têm mais oportunidades para se beneficiar dessa política, pois quase todos os incentivos fiscais estão voltados para as pessoas jurídicas desse regime tributário.

As empresas podem destinar parte dos seus impostos para programas sociais esportivos, Programa de Alimentação do Trabalhador, Atividades Culturais ou Artísticas, entre outros.

No entanto, pessoas jurídicas optantes pelo Lucro Presumido ou Simples Nacional podem se beneficiar da Lei do Bem. O governo federal renuncia parte da arrecadação de impostos de empresas privadas que comprovem ter investido em inovação tecnológica

Pedido para concessão de regime especial

Uma consultoria fiscal e tributária pode realizar o pedido de concessão de regime especial quando a empresa cumpre as exigências necessárias. O regime é uma forma diferenciada de tratamento tributário voltado a determinadas atividades ou setores da economia com o objetivo de diminuir impostos e unificar tributos

Contudo, fica a cargo de cada estado e município criar  um modelo que se adéque às suas necessidades.  A concessão é  destinada a práticas específicas, como aquisição de máquinas e equipamentos destinados a investimentos nos portos, obras de infraestrutura nos setores de transportes, entre outros.

Porém, mais empresas podem optar pelo benefício, o Simples Nacional, por exemplo, é um regime especial. Trata-se de um regime único de arrecadação, cobrança e fiscalização mensal.

Visibilidade ao empresário 

Nem todo empresário tem tempo ou acha necessário entender a complexidade do sistema tributário brasileiro. No entanto, é de extrema importância ter visibilidade das obrigações da empresa para, de fato, entender o que se passa nas operações do próprio negócio. Assim, o empresário pode tomar decisões baseadas nos custos reais da empresa.

A consultoria fiscal e tributária nada mais é do que um serviço oferecido por um profissional ou empresa da área contábil para outro profissional ou empresa. Sendo assim, o contador está apto para compartilhar seu conhecimento de forma didática e desburocratizada para o empresário. 

O serviço

O objetivo da consultoria é levantar as necessidades do cliente por meio de diagnósticos e processos para identificar soluções e recomendar ações de melhoria para as empresas. 

Sabemos que os custos com tributos impactam diretamente no lucro do seu negócio todo mês. A consultoria fiscal e tributária permite que empresas menores tenham mais competitividade no mercado ao trazer recursos tributários. 

Dessa forma, o contribuinte consegue estruturar seu negócio de forma menos onerosa e diminuir custos, para ser, de fato, mais competitivo no mercado. 

Vale lembrar que as práticas citadas acima realizadas pelo consultor tributário são totalmente legais e passam longe de sonegação fiscal.

Precisando de uma consultoria tributária? Entre em contato com a Contabilivre!


recuperação tributária

Recuperação tributária: o que é e como funciona?

É verdade que as obrigações fiscais fazem parte de todo negócio, mas você sabia que a sua empresa pode estar pagando mais impostos do que deveria? Devido à complexidade da legislação tributária brasileira, muitos empresários acabam sendo cobrados pelo fisco de forma indevida. E é justamente focada em reverter esse erro do governo que a recuperação tributária atua. 

De acordo com os dados do IBGE/Impostômetro, 95% das empresas pagam impostos equivocados, o que faz com que o Fisco recolha mais de R$ 30 bilhões  em impostos indevidos anualmente. 

A recuperação de crédito permite que a empresa receba de volta os valores pagos indevidos ou até mesmo quantias maiores. Quer saber como funciona o processo? Acompanhe o conteúdo que preparamos para você! 

O que é recuperação tributária?

A recuperação tributária é um processo administrativo ou judicial que visa restituir ou compensar o valor pago a mais em tributos, taxas e contribuições pela empresa de forma indevida ao Fisco.  

A interpretação da legislação tributária é algo tão complexo que errar os cálculos dos impostos é mais comum do que se imagina. A situação, no entanto, resulta no pagamento indevido das obrigações fiscais, na maioria dos casos, tributos a mais. E quando isso acontece, as empresas, independente do porte, podem pedir a recuperação de crédito tributário. 

Por que ocorre o pagamento indevido de impostos?

O pagamento indevido de impostos pode ocorrer quando uma empresa deixa de aproveitar algum benefício fiscal por desconhecer o direito. Dessa forma, o montante a recolher em tributo fica maior e a empresa acaba pagando mais do que deveria ao governo.

Outra situação é quando a empresa oferece à tributação produtos que não deveriam ser tributados.

O governo também pode causar o pagamento indevido de impostos, um exemplo comum é quando o órgão contraria regras como o princípio da anualidade, no qual um novo tributo só pode vigorar um ano depois de sua publicação. 

Como realizar a recuperação tributária?

recuperação tributária
Recuperação tributária: sua empresa pode estar pagando mais impostos do que precisa

A recuperação tributária é realizada em algumas etapas. Primeiro, é preciso fazer um estudo tributário do seu negócio, uma vez que você precisa entender se as operações da empresa te oferecem algum tipo de benefício fiscal. 

Além disso, nesse primeiro passo é verificado se há produtos sendo tributados duplicados ou de forma incorreta. Para isso, é preciso entender todas as operações comerciais e fiscais da sua empresa.

Feito isso, é necessário realizar o processo de revisão das apurações fiscais e de folhas de pagamento dos últimos cinco anos. Depois, ocorre a análise das memórias de cálculos dos tributos e das obrigações acessórias enviadas

Com isso, é possível levantar se há possíveis créditos decorrentes de pagamentos indevidos. Em caso positivo, é hora de realizar o pedido de restituição ou compensação dos valores dos tributos pagos a mais ao órgão regulador. 

Após a solicitação, os valores são creditados na conta bancária da empresa ou em créditos tributários no prazo de 60 dias úteis

Quer saber se a sua empresa está pagando tributos a mais? A Contabilivre possui parceria com a SOS Tax, empresa especializada na recuperação de crédito tributário. Faça um orçamento em apenas alguns cliques. E o melhor, você só paga pelo serviço se receber a restituição dos tributos e taxas.  

Qual a diferença entre restituição e compensação de crédito?

O pedido de restituição diz respeito à devolução do dinheiro pago a mais em impostos para a conta da empresa. Já na compensação de crédito, você pode utilizar o montante para abater os impostos que precisam ser pagos em determinado mês.

Empresas tributadas pelo Simples Nacional 

Empresas optantes pelo Simples Nacional estão mais sujeitas a pagarem impostos indevidos. Isso porque, geralmente, as empresas do Simples Nacional têm menos processos, o que  torna mais difícil o controle referente à tributação

É comum que farmácias, bares, supermercados, restaurantes, autopeças e postos de combustíveis paguem tributos indevidos devido à incidência de PIS e COFINS monofásicos e à substituição tributária do ICMS, que engloba a maioria desses ramos de atividade. 


Quer saber qual o melhor regime tributário para a sua empresa?

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Quanto tempo leva?

O procedimento para sua empresa conseguir a restituição do crédito tributário pode durar até 60 dias, desde a solicitação até a devolução do valor para a conta da empresa. Vale lembrar também que os tributos que podem ser ressarcidos têm um prazo de prescrição de cinco anos.

O processo de análise é fundamental para o ressarcimento e compensação dos créditos tributários. Conte com a SOS Tax para realizar todo esse procedimento desde a solicitação junto a Receita Federal até o acompanhamento! 

Quais tributos podem ser recuperados?

Diversos tributos podem ser restituídos no processo de recuperação tributária, são eles: 

  • PIS (Programa de Integração Social)– receita bruta e repique;
  • COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • ICMS-ST (ICMS-Substituição Tributária);
  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica);
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido);
  • FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) – multa dos 10% em demissões sem justa causa;
  • INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) sobre verbas indenizatórias – nos casos de demissão sem justa causa;
  • ICMS pago nas contas de Energia elétrica. 

A Receita Federal pune quem faz a recuperação tributária?

Realizar o processo para compensação ou restituição de créditos tributários não trará consequências para o seu negócio. Muitos empresários pensam que entrar com o pedido de restituição fará com que os órgãos fiscalizadores fiquem em cima da empresa, porém  essa prática não é comum. 

Afinal, além da restituição tributária ser um direito de todas as empresas, independente do porte, a Receita Federal não irá simplesmente te fiscalizar porque você pediu um dinheiro que é seu por direito. 

Contrate uma empresa especializada

Manter as contas da empresa em dia não é uma tarefa fácil, agora imagine fazer isso pagando impostos a mais. O valor pago em tributos, taxas e contribuições pode acabar com a saúde financeira de um negócio. 

A recuperação tributária atua para diminuir a carga tributária das empresas e, consequentemente, evitar gastos indevidos. Um bom planejamento tributário é essencial para as empresas melhorarem sua gestão financeira. 

A SOS Tax realiza todo trabalho de análise tributária, solicitação e acompanhamento da restituição. E você só paga pelo serviço se receber. Entre em contato agora!