como conseguir capital de giro

Como conseguir capital de giro? Confira 5 opções

Qualquer empresa que esteja operando no mercado atual, independentemente do seu ramo ou segmento, precisa estar pronta para enfrentar as oscilações da economia e contar com reservas financeiras para superar eventuais imprevistos. Pensando nisso, entender o que é e como conseguir capital de giro pode ser muito importante.

Felizmente, existem algumas opções para isso, bem como atitudes estratégicas e ações pontuais que podem contribuir não apenas para angariar recursos, como também para a redução de despesas e até a otimização dos processos internos. Continue lendo e descubra como fazer!

O conceito de capital de giro

O capital de giro é um conceito extremamente importante para empresas e empreendimentos de qualquer porte, uma vez que pode ajudar a garantir a sobrevivência do negócio, sobretudo em momentos difíceis financeiramente. Ele está relacionado com os valores que podem ser usados para custear e manter as despesas operacionais em dia.

Na prática, trata-se do resultado da diferença entre o dinheiro disponível e o que é gasto, seja com despesas fixas ou variáveis, necessárias para produção, comercialização ou prestação de serviços. O capital de giro, portanto, é uma reserva de rápida renovação, que pode ser direcionado para suprir as demandas da gestão econômica ao longo do tempo.

Como calcular o capital de giro necessário

Como dissemos, o capital de giro pode ser imprescindível para assegurar a continuidade do funcionamento da sua empresa, especialmente na adversidade. Por isso, você deve garantir a presença desse recurso no seu orçamento e no plano de negócios, de forma que possa sobreviver mesmo em períodos de baixa ou nos quais ocorreu alguma eventualidade.

Existem estratégias distintas para o seu cálculo e isso pode variar de acordo com o segmento. No entanto, uma fórmula simples é: CGL = AC – PC. CGL é o capital de giro líquido, quanto o AC se refere ao ativo circulante, que são o caixa, investimentos, contas a receber e outros recursos. Já o PC é o passivo circulante, ou seja, custos, fornecedores, empréstimos etc.

5 opções para conseguir dinheiro para ter um capital de giro

Agora que você já está mais familiarizado com o conceito de capital de giro e viu que ele é extremamente necessário para assegurar a sobrevivência de uma empresa, capitalizando suas operações em momentos de crise ou antes do recebimento de ativos, vamos enumerar algumas opções para que você conte com tal recurso em seu negócio. Confira.

1. Faça um planejamento financeiro

O primeiro passo para conseguir dinheiro para ter um capital de giro é fazer um bom planejamento financeiro. Inclusive, se isso não faz parte do plano de negócios da sua empresa, você já está atrasado. Afinal, é uma ferramenta importante não apenas para estruturar todas as entradas e saídas, mas também para embasar suas tomadas de decisão.  

Com isso, você ganha uma visão mais ampla do negócio, assegurando caminhos mais tranquilos e ações mais acertadas, inclusive em momentos complicados. Somente dessa maneira você conseguirá juntar recursos para compor esse fundo, que poderá ser utilizado quando houver um período de baixa ou imprevistos, garantindo suas operações.

2. Elimine despesas desnecessárias

Se você precisava de uma motivação a mais para eliminar despesas desnecessárias, a elaboração de um capital de giro para o seu negócio pode ser o que faltava. Ao cortar gastos e identificar os custos que podem ser eliminados mais facilmente, você previne futuras perdas de controle e conseguirá juntar um dinheiro a mais todos os meses. 

Dentro do contexto empresarial, isso pode ser feito de diversas maneiras, como pela promoção de sustentabilidade nas ações internas, com redução de contas de energia e similares. Também é crucial apostar no uso inteligente dos recursos humanos, alocando colaboradores de acordo com seus talentos e extraindo o melhor que podem oferecer.

3. Tenha um controle de estoque eficaz

Falando em eliminar despesas desnecessárias, você não pode abrir mão de um controle de estoque eficaz. Trata-se de um setor que, dependendo do seu segmento de mercado, pode ter uma enorme interferência sobre o capital de giro da sua empresa, fazendo com que seja indispensável atingir um ponto de equilíbrio nesse sentido.

Você pode fazer isso por meio de planilhas ou, de preferência, com alguma solução em tecnologia, como softwares de gestão. Ter itens parados por muito tempo, por exemplo, pode colocar o seu negócio em uma situação difícil em relação às finanças. Por outro lado, a falta de determinados artigos pode comprometer as vendas e, consequentemente, sua lucratividade.

4. Renegocie valores com fornecedores

Você ainda está precisando de dinheiro para a criação de capital de giro para a sua empresa? Pois renegociar com fornecedores pode ser imprescindível. Por mais desafiadora que seja essa tarefa, é a única maneira de conseguir preços melhores e mais competitivos, sobretudo quando vocês já possuem um bom relacionamento.

Tenha em mente que, se você realiza todos os pagamentos em dia, a tendência é que seus parceiros comerciais façam de tudo para manter a relação. Na prática, isso pode significar mais descontos, crédito e liberdade para negociar prazos. Por isso, foque em conseguir condições que colaborem para a estabilidade financeira do seu negócio.

5. Considere a antecipação de recebíveis

Por fim, para conseguir capital de giro, você pode cogitar a antecipação de recebíveis. Essa pode ser uma opção mais recomendada quando a sua empresa estiver em uma posição complicada ou em situações difíceis, como atrasos de salários dos colaboradores ou a necessidade de pagar alguma dívida que não pode ser negociada.  

Os empréstimos tradicionais e linhas de crédito poderiam ser uma alternativa, mas eles costumam ser mais burocráticos e demorados. Com a antecipação de recebíveis, o seu credor tem um menor risco de inadimplência, o que se reflete na redução das taxas de juros e melhores condições de pagamento.

Como você pôde ver, o capital de giro é essencial para sua empresa. Nesse sentido, o auxílio de um serviço de contabilidade é crucial, uma vez que ajuda a organizar financeiramente o negócio, evita multas por problemas com o Fisco, ajuda na tomada de decisões e reduz a burocracia na hora de conseguir crédito, como na antecipação de recebíveis.

Gostou de aprender como conseguir capital de giro? Quer contar com ajuda especializada para a sua contabilidade? Então, não perca mais tempo e entre em contato conosco!

o que é nire e para que serve

O que é nire e para que serve?

Ter o próprio negócio é algo com o qual muitas pessoas sonham. Afinal, isso representa certa independência financeira e abre, sem dúvidas, muitas portas para a vida profissional. O que poucas pessoas consideram antes de dar esse passo, no entanto, é a responsabilidade do processo.

Para nos tornarmos bons empreendedores, precisamos também focar em uma educação de qualidade. Ela envolve conhecimentos sobre gestão, finanças e, claro, termos relacionados a esse universo. Um bom exemplo é o NIRE.

Não sabe o que é NIRE? Ao longo da nossa conversa, explicaremos o que é essa sigla, qual é a sua importância para os negócios, como descobrir o seu número e muito mais. Além disso, daremos algumas dicas para tornar mais simples o processo de abertura da sua empresa. Boa leitura!

O que é NIRE?

A sigla NIRE corresponde ao Número de Identificação do Registro de Empresas. Ele é um cadastro emitido pela Junta Comercial dos estados brasileiros, sendo um comprovante de que a empresa em questão é válida e segue todas as normas estaduais e federais para o seu funcionamento.

De modo geral, o NIRE é composto por 11 números. Eles servem como um “documento de identidade” das empresas, e serão utilizados pelos órgãos competentes para identificá-las nos registros oficiais.

Você pode encontrá-lo de duas formas:

  •  No Contrato Social, Estatuto Social ou Certidões Simplificadas no caso das empresas registradas na Junta Comercial.
  •  No selo dos órgãos responsáveis (disponibilizados no ato do registro), no caso de empresas que foram registradas em cartórios ou na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Como fazer a consulta do número do NIRE?

A consulta do número NIRE muda de Estado para Estado. Infelizmente, nem todos disponibilizam essa informação de maneira simplificada, mas em alguns casos a obtenção da numeração é bem intuitiva.

O primeiro passo para conseguir acesso a esse número é entrar no portal da Junta Comercial do seu Estado. Procure a sessão “pesquisar empresas” e preencha as informações solicitadas: razão social, CNPJ, entre outros.

Outra alternativa para consultar o NIRE é a partir da emissão do seu Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI), caso a sua empresa seja do tipo MEI. Neste documento, estarão presentes todas as informações da sua empresa, incluindo o número em questão.

Para obtê-lo, é simples. Você precisa acessar o Portal do Empreendedor, clicar na opção “Já sou MEI” e selecionar a alternativa “Emissão de Comprovante (CCMEI)”. Preencha os dados solicitados e pronto! Depois, o usuário é redirecionado para o download do arquivo em formato PDF.

No entanto, fique atento: os novos registros não têm a obrigatoriedade de conter essa informação, após a publicação da Lei n° 13.874/2019. Nesses casos, é necessário que o MEI solicite a informação à Junta Comercial.

Quais são as diferenças entre NIRE e Inscrição Estadual (IE)?

Esses termos costumam gerar muita dúvida entre os novos empreendedores. Afinal, qual é a diferença entre os conceitos acima citados?

A Inscrição Estadual corresponde a um número de cadastro no ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviço). É uma liberação para que a empresa possa funcionar dentro da unidade federativa em que a sede esteja implementada.

O NIRE, por sua vez, é um cadastro feito com a Junta Comercial. Seu objetivo é comprovar a existência da empresa.

Quais são os objetivos do NIRE?

Além de comprovar que a sua empresa realmente existe e está válida, o NIRE tem uma série de funções. A principal delas é possibilitar a obtenção do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), com a Receita Federal Brasileira.

Em seguida, a partir da emissão do seu CNPJ, é possível obter a Inscrição Estadual em seu estado e garantir que os seus serviços estão liberados para serem prestados. Assim, você tem segurança e estabilidade, garantindo que não estará à mercê de fiscalizações ou outros problemas jurídicos com o seu empreendimento.

O NIRE também é fundamental para:

  • emitir notas fiscais;
  • participar de licitações;
  • preencher formulários para compra de mercadorias e muito mais.

Sendo assim, a emissão do NIRE é o pontapé inicial para que a sua empresa possa funcionar!

Como tornar o processo de abertura da empresa mais simples?

Para finalizar, é hora de conhecermos algumas dicas para facilitar o processo de abertura da sua empresa. Confira a seguir!

Saiba o que você realmente quer

O que você deseja para a sua empresa? Quais são os objetivos? Qual será o nicho? Como está o mercado? Qual é o seu público-alvo? Antes de qualquer passo, é fundamental que você tenha tudo isso bem definido. A elaboração de um plano de negócios é essencial para o processo.

Leia bastante sobre o assunto

Com tudo em mente, é hora de adquirir conhecimento. Ler sobre o assunto é uma das melhores formas de aprender. Ao abrir este artigo, você já se comprometeu em conhecer melhor os termos envolvidos no processo de abertura de empresas e já deu um grande passo rumo ao sucesso!

Escolha o seu tipo de empresa e os CNAEs corretos

Depois, é hora de determinar o porte empresarial em que sua empresa irá se enquadrar, como MEI, ME, EPP. Qual a natureza jurídica, como EI, Ltda, SLU, entre outros e os CNAEs corretos (atividades). Pesquise sobre cada um deles e descubra qual atende melhor às suas necessidades e particularidades!

Faça cursos, se possível

Outra maneira de aprender mais sobre o tema é fazendo cursos. Eles podem ser na área administrativa, na de finanças, em gestão ou em vários outros assuntos. Lembrando que você não precisa ser formado em uma graduação para empreender e que esses cursos podem ser feitos até mesmo online.

Busque ajuda, se necessário

Nenhum homem é uma ilha, certo? Por isso, muitas vezes, você precisará contar com alguma ajuda especializada para dar segmento ao seu propósito. Informe-se com as autoridades competentes e tire as suas dúvidas sempre que for necessário!

Conte com uma assessoria contábil

Por fim, não deixe de contar com a ajuda de uma boa assessoria contábil. O processo de abertura de empresas envolve muitos detalhes que podem passar despercebidos para quem não tem muita experiência no assunto. A boa notícia é que esse tipo de serviço pode ser oferecido inteiramente online, facilitando muito a sua vida.

Como podemos ver, o conceito de NIRE é simples, mas muito importante para quem tem uma empresa. Conhecer termos como esse é algo imprescindível para qualquer novo empresário. Você está no caminho certo, ou seja, se informando. Mas não pare por aí e continue na sua jornada de conhecimento!

Quer saber mais sobre assuntos muito importantes para quem vai abrir o próprio negócio? Confira outro artigo do nosso blog e saiba como calcular o custo de um funcionário. Boa leitura!

quanto custa abrir uma empresa

Quanto custa abrir uma empresa: entenda todos os custos

Investir em um negócio próprio é uma estratégia muito vantajosa para garantir um futuro financeiro promissor. No entanto, essa é também uma atitude que envolve desafios, especialmente por se tratar de processos bem burocráticos e com custos variados. E então, afinal, quanto custa abrir uma empresa?

Essa é uma pergunta que não tem uma única resposta. Afinal, há muitos tipos de empresa, objetivos diferentes e taxas que também variam de acordo com a necessidade de cada novo empreendedor. Pensando nisso, preparamos um artigo que trará as respostas para as suas principais perguntas!

Ao longo da nossa conversa, você descobrirá o valor que precisará desembolsar para abrir os principais tipos de empresa e começar o seu futuro na área do empreendedorismo. E, ainda, conhecerá uma dica essencial para quem está iniciando e não sabe por onde começar. Vamos lá? Boa leitura!

Quanto custa abrir uma empresa?

Confira, a seguir, um apanhado dos principais custos para abrir uma empresa em território brasileiro!

Capital social

O capital social é o custo referente ao primeiro orçamento disponível, visto também como investimento inicial. Ele é definido a partir das necessidades dos sócios e das despesas iniciais do negócio, sendo fundamental para manter o empreendimento funcionando até que você comece a obter lucros com os seus serviços.

Registro da sua marca

Conduzido pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), o registro da marca será essencial para garantir que o nome da sua empresa não está sendo utilizado por nenhuma outra e conceder, assim, os direitos para que você possa utilizá-lo. Os valores podem ir de R$150 a R$1500.

Custos fiscais

Os custos fiscais fazem parte do processo de liberação da documentação para que você possa atuar com a sua nova empresa. Eles irão variar de cidade para cidade e natureza jurídica, e em média são em torno de R$500,00. Os custos são:

  • Taxa de Junta Comercial: o DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais), que se refere ao registro público da empresa;
  • Certificado Digital: Identificação eletrônica da empresa que emite nota fiscal, validação de documentos e envio de declarações e informações ao fisco.

Vale pontuar que dependendo das atividades exercidas pela empresa, poderá ser necessário o pagamento de taxas para emissão de licenças e alvarás, como por exemplo: 

  • Alvará de funcionamento municipal;
  • Licença da vigilância sanitária;
  • Licença do corpo de bombeiros;
  • Registro em conselhos de classe;
  • Entre outros.

Veja, a seguir, os custos por porte de empresa e natureza jurídica.

Custos para abrir uma empresa MEI

O porte de empresa MEI abrange os Microempreendedores Individuais, ou seja, empresas que têm faturamento máximo de R$81.000,00 ao ano. Para fazer esse tipo de abertura, o empreendedor não precisa pagar qualquer taxa. No entanto, para manter o negócio funcionando, será necessário efetuar o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Custos para abrir uma empresa ME

O porte ME, por sua vez, corresponde às Microempresas que têm limite de faturamento anual de R$360.000,00. Para abrir esse tipo de negócio, você precisará desembolsar cerca de R$1.000, valor correspondente às taxas da Junta Comercial e da emissão dos certificados necessários.

Custos para abrir uma empresa de Pequeno Porte

Já o porte EPP, corresponde às empresas de pequeno porte com limite de faturamento anual de R$4,8 milhões. Para abertura de empresas deste porte, os critérios e custos seguem os da categoria ME.

Além disso, os custos para a abertura de cada um desses tipos de empresas podem variar de acordo com a cidade/estado em que você se encontra. Por isso, a recomendação é se atentar às taxas vigentes em seu município.

Quais são os custos mensais para manter a empresa?

Essa é outra pergunta sem uma resposta direta. Afinal, eles podem variar do porte da empresa, do seu segmento e muito mais. No geral, alguns custos que podem estar envolvidos com essa manutenção são:

  •  impostos;
  • salários e outros custos dos funcionários;
  • pró-labore (pagamento para o proprietário da empresa e para os sócios);
  • aluguel do espaço;
  • gastos com contas, como energia e água;
  • fornecedores;
  • contratação de serviços;
  •  taxas que devem ser pagas com uma certa frequência.

E outros!

Como otimizar esse processo?

Parece muita coisa, não é mesmo? E, realmente, é. São muitos detalhes envolvidos na abertura de uma empresa e, muitas vezes, toda essa burocracia é ainda mais complexa do que a compreensão dos custos para começar o próprio negócio.

Por isso, a recomendação é: conte com ajuda especializada. Uma contabilidade e/ou contador fará com que você poupe esforços e não tenha gastos desnecessários com possíveis erros. Sem contar que a contabilidade pode se tornar uma parceria a longo prazo, auxiliando na gestão das contas do seu empreendimento!

Por que escolher a contabilidade online da Contabilivre?

Contar com a ajuda de uma empresa especializada nesses processos é, como vimos, indispensável. E contar com a Contabilivre é ainda mais importante!

Somos uma empresa de contabilidade sem complicações. Nossos focos são a economia, a agilidade e a praticidade, evitando a burocracia e as dores de cabeça que, muitas vezes, fazem parte de processos como o da abertura de empresas.

Com atendimento online e personalizado,  temos como objetivo descomplicar a rotina contábil e fiscal da sua empresa, para que você foque no que é mais importante: o crescimento do seu negócio.

Gostou de saber quanto custa abrir uma empresa? Agora que você já tem essa informação e sabe como a Contabilivre pode te auxiliar em todo esse processo, não perca tempo e inicie essa nova etapa da sua vida o quanto antes!

Para saber ainda mais sobre o processo de abertura de empresas, além de conferir muitas outras dicas sobre esse mundo tão diferente, confira o nosso Guia para se tornar um empreendedor e aprenda muitas dicas que certamente farão a diferença!

documentos para abrir uma empresa

Documentos para abrir uma empresa: entenda quais são

Sabia que o seu sonho de ter o próprio negócio se parece com o de muitas pessoas? Nos últimos anos, empreender no Brasil tem se tornado um projeto de vida cada vez mais buscado. Isso ocorreu de forma intensa nos primeiros meses de 2020.

Segundo informações do Mapa de Empresas, apresentado pelo Ministério da Economia, o número de novas empresas foi positivo em 2020. Foram criadas cerca de 686.849 empresas, somente nos primeiros quatro meses. Dentre essas, em média, 18.466.444 estão em plena atividade. Para que você possa fazer parte dessa estatística é importante saber quais os documentos para abrir uma empresa. Acompanhe que vamos orientá-lo da melhor forma!

Quais documentos são necessários?

Para que você “dê vida ao seu negócio“, é necessário passar por um período burocrático, um tanto rápido, até que a sua instituição seja criada. Abrir a própria empresa é uma excelente estratégia para ganhar independência financeira. Os documentos solicitados para dar início a essa formação são os pessoais e os expedidos pelos órgão públicos. Observe!

Documentos pessoais

Os documentos pessoais que você deve apresentar para iniciar processo de abertura da empresa, são:

  • cópia do CPF e RG;
  • cópia de certidão de casamento (se houver)
  • cópia de comprovante de endereço residencial;
  • duas últimas declarações do Imposto de Renda (caso tenha);
  • carteira do órgão regulamentador (OAB, CORE, CFM, etc.) caso a organização tenha ligação a alguma profissão ou área unida a qualquer desses órgãos.
  • cópia do IPTU ou comprovante de locação da sede da empresa.

Documentos criados por instituições

Há também, os documentos que os próprios órgão públicos expedem para formalizar o negócio e obter o número do CNPJ. Os documento essenciais são:

  • Contrato social;
  • Registro na Junta comercial;
  • Alvará de funcionamento;
  • Inscrição estadual.

Além de apresentar os devidos registros, é importante que você escolha a razão social e o nome fantasia para o seu negócio. Você também deve selecionar a atividade que a sua empresa vai oferecer ao seu público, ou seja, escolher o código CNAE correto.

Como é o processo de abertura?

Antes de dar início ao processo de abertura da sua empresa, recomendamos que tenha decidido qual segmento de mercado quer empreender, e que conheça quais os documentos, os registros e todas as formalidades que são determinantes para que o seu negócio esteja presente no mundo empresarial.

Devido à necessidade de atender a todas as normas de criação do negócio é importante realizar tudo com muito cuidado, para que todos os procedimentos aconteçam dentro dos regulamentos, e assim, as operações posteriores da empresa aconteçam sem transtornos. Veja alguns passos que devem ser seguidos para abrir a sua empresa:

  • verificar a possibilidade em atuar no local;
  • criar um nome válido; 
  • elaborar o Contrato Social;
  • fazer registro na Junta Comercial;
  • registar no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • obter o Alvará de Funcionamento;
  • adquirir a Inscrição Estadual (caso seja necessário);
  • registro na Previdência Social;
  • solicitar autorização para emitir notas fiscais.

Custo para abrir uma empresa

Essa é uma dúvida que as pessoas que pensam em empreender normalmente possuem. O custo médio para abrir uma empresa, varia entre R$ 500,00 e R$1.500,00. O que vai determinar o valor será a modalidade do empreendimento, a cidade onde será registrada, o regime tributário e o ramo da atividade. 

 Ao abrir a sua empresa por meio de um escritório de contabilidade, você fará tudo dentro das conformidades e de forma correta, e ainda irá contar com os serviços de contabilidade que são essenciais para reduzir os futuros impostos e manter sua empresa sempre regularizada junto ao fisco.

No processo de abertura estão inclusos taxas obrigatórias para que ocorra a licença de funcionamento, certificados e consultorias. O gasto citado, é para atender aos seguintes requisitos:

  • Junta Comercial (DARE) – Documentos de arrecadação de receitas estaduais;
  • Alvará de funcionamento;
  • Certificado digital;
  • Consultoria e assessoria.

Temos uma boa informação para você: Sabia que a Contabilivre realiza todo o processo de abertura de empresas de forma gratuita e sem burocracias? Fale com nossos especialistas.

Regimes tributários

Outra dúvida que muitos empreendedores têm é sobre o regime tributário, que  vai determinar a tributação que a empresa vai se enquadrar. Desta forma, é  importante que você esteja bem informado sobre cada regime tributário e quais impostos irão incidir após sua empresa estar formalizada. Vamos apresentar os principais regimes tributários e tributos a serem pagos.

Simples Nacional

O Simples Nacional é o regime tributário mais escolhido pela maioria das empresas no Brasil, devido ao mesmo  simplificar o recolhimento dos tributos, que acontece de forma unificada em uma única guia de pagamento a cada mês (DAS).

Outro motivo da opção parte da facilidade de efetivar as obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias. Porém, para que a empresa possa participar desse programa é importante atender a alguns requisitos, entre eles: o limite máximo de receita bruta anual, enquanto o porte ME (Microempresa) tem o limite de R$ 4,8 milhões, os optantes pelo MEI (Micro Empreendedor Individual) tem o limite de R$ 81 mil. Outro requisito é que a atividade (CNAE) da empresa seja permitida pelo Simples Nacional.

LP (Lucro presumido)

O Lucro Presumido tem as alíquotas de IRPJ e CSLL incidente em uma margem de Lucro Presumido. Com o intuito de que a tributação seja simplificada, a Receita Federal faz os cálculos em cima de uma margem de lucro pré-definida. Ela sofre variação de acordo com o tipo de atividade das empresas. Vale ressaltar que, para participar desse regime, a empresa deve ter, anualmente, um faturamento de até R$ 78 milhões;

Nessa modalidade tributária, os impostos são recolhidos em guias individuais. As empresas que participam dessa tipologia de regime, têm o compromisso de declarar IRPJ e assumir inúmeras obrigações, segundo exigência do Lucro Presumido. 

LR (Lucro Real)

Normalmente as empresas que optam pelo Lucro Real são as multinacionais ou as corporações. Os tributos são calculados com referência no Lucro Real. Nesse caso, os serviços contábeis devem ser realizados com muita cautela para não perder algumas vantagens.

Para esses tipos de empresa, o Lucro Real é uma ótima opção. Caso ocorra alguma perda no decorrer do período calculado, é concedida a isenção do pagamento de imposto. Já estão inseridos no Lucro Real, a Contribuição Social, o Imposto de Renda, o PIS e o COFINS.

Agora que você já sabe quais são os documentos para abrir uma empresa, é importante também, buscar um escritório de contabilidade confiável para desfrutar de todos os benefícios, como a criação e emissão de todos os documentos exigidos pelos órgãos públicos de forma correta e sem burocracia. E claro, receber as orientações fundamentais para você estar em dias com todas as suas obrigações de empreendedor e ajudar a organizar as suas finanças. Gostou do conteúdo? Então, fale com a gente! Estamos aptos a abrir a sua empresa dentro de todas as normas legais.

o que é DMS

O que é DMS? Entenda mais sobre a declaração mensal de serviço

A gestão de negócios é um processo extremamente desafiador e que demanda atenção em muitos aspectos. Um deles é a ocorrência de declarações, que devem ser feitas com uma certa periodicidade a fim de garantir a idoneidade e a organização do seu empreendimento.

Um bom exemplo é a DMS, sigla para Declaração Mensal de Serviços. Esse documento tem como objetivo organizar e facilitar a administração dos recursos de captação de valores a partir da prestação de serviços dos municípios e deve ser preenchido por muitas pessoas em todo o Brasil.

Será que você faz parte desse time? Como fazer essa declaração? Quais são os seus objetivos? O que é DMS? A seguir, responderemos essas e outras perguntas, além de fornecer algumas dicas importantíssimas para ajudá-lo nesse processo. Boa leitura!

O que é DMS?

Imagine organizar os valores oriundos da prestação de serviços de milhares de contribuintes. Essa é, sem dúvidas, uma tarefa e tanto.

Por isso, com o objetivo de padronizar a obtenção dessas informações, foi criada a DMS, uma declaração que sintetiza as informações financeiras de empresas e notas fiscais de prestadores de serviços de vários municípios brasileiros.

Sendo assim, em resumo, a DMS é uma forma dos prestadores enviarem as informações sobre o Imposto Sobre Serviços (ISS) para as prefeituras. Ressaltamos que não são todas as prefeituras que exigem a obrigatoriedade de envio desta declaração, por isso, orientamos que verifique a de sua cidade.

Por que ela foi criada?

O objetivo da criação da DMS foi a substituição do Livro de Registro de Serviços Prestados. Nesse caso, o foco é otimizar o processo, tornando-o não apenas mais simples, mas também mais prático para todos os envolvidos.

Para quem é destinada?

A DMS é destinada a todas as pessoas que são contribuintes ou realizam atividades como prestadores de serviço e que emitem notas fiscais. Portanto, a sua aplicação é bem ampla e é fundamental que gestores de todos os segmentos compreendam melhor esse processo.

O que fazer em caso de erros na declaração?

Errar é humano! Por isso, não se desespere. Caso algum erro tenha sido cometido durante a sua declaração, será possível corrigi-lo. Basta fazer uma nova emissão!

A retificação só não será possível caso o procedimento fiscal tenha começado ou a empresa esteja inscrita na Dívida Ativa, com pagamentos pendentes.

Quais são os tipos de DMS?

De modo geral, há duas formas de Declaração Mensal de Serviços. Falaremos mais sobre cada um deles a seguir!

Normal

Como o nome já indica, essa declaração corresponde àquela que é feita normalmente, a cada mês.

Retificadora

Nesse caso, a DMS corresponde às correções feitas pelo contribuinte em caso de erro na primeira declaração.

Quem precisa apresentar a declaração?

A DMS deve ser preenchida por todos os contribuintes do Imposto Sobre Serviços (ISS), exceto os que se enquadrarem no regime MEI (Microempreendedor Individual), nas Sociedades Uniprofissionais (SUP) e também por profissionais autônomos.

Lembrando que a declaração mensal também deve ser feita pelos contribuintes que não tiveram qualquer movimentação no mês vigente. Esse é um documento obrigatório em todos os casos!

Quais são os benefícios dessa declaração?

A implementação da DMS trouxe uma série de benefícios, tanto para os contribuintes, quanto para os órgãos que precisam fazer o levantamento fiscal dos municípios.

Alguns pontos que não podem deixar de ser considerados são:

  • a facilidade no processo, que deixou de exigir o preenchimento dos livros fiscais;
  • a economia, já que o processo é feito por meios digitais e exclui a necessidade de impressão e gastos com o armazenamento desses documentos físicos;
  • a melhoria nos processos administrativos, já que é muito fácil acessar e processar as informações;
  •  a maior segurança, com a redução de perda de dados e documentos;
  • a praticidade para o contribuinte, que não precisa se dirigir a nenhum local ou perder muito tempo para fazer a declaração.

Como fazer a DMS?

Agora, é hora de descobrirmos como fazer a declaração mensal! Esse é um processo que pode variar um pouco de acordo com o seu município. No entanto, algumas possibilidades para realizá-lo são:

  • uso de sistemas nos portais oficiais das prefeituras;
  •  uso de aplicativos, seja para smartphones ou para computadores;
  •  com o apoio de profissionais da contabilidade, que o ajudarão em todo o processo.

Para tirar todas as dúvidas, é importante entrar em contato com as autoridades da sua região. Eles poderão informá-lo não apenas sobre a emissão da declaração, mas também sobre pontos como o prazo de entrega, aplicação de multas (que são válidas quando a DMS não é entregue dentro do período estipulado) e outros detalhes que não podem ser negligenciados.

Como evitar qualquer tipo de problema com a DMS?

A DMS é apenas uma das declarações necessárias para as empresas ou prestadores de serviço. Sendo assim, é importante que você mantenha a organização, a fim de evitar o pagamento de multas e problemas jurídicos.

Para evitar a burocracia, que tal investir em um serviço especializado? Contar com o apoio de uma empresa de contabilidade pode resolver todos os seus problemas, fazendo com que você possa dedicar o seu tempo ao crescimento do negócio, sem se preocupar com declarações e impostos.

A Contabilivre oferece um serviço personalizado, com todo o suporte que você e a sua empresa precisam para ficar sempre em dia com as declarações.

Agora que você já sabe o que é DMS e como ela funciona, é fácil perceber toda a relevância de compreender esses processos. No entanto, lidar com esses aspectos nem sempre é tão fácil e, nesses momentos, é possível contar com uma assessoria contábil para que tudo flua com mais naturalidade nos seus negócios!

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como calcular o custo de um funcionário

Como calcular o custo de um funcionário

Realizar a gestão de uma empresa não é nada fácil. Esse é um desafio apenas para os fortes, já que envolve muitos aspectos que não podem deixar de ser considerados quando o assunto é a construção de uma empresa de sucesso. Um deles é a importância de saber como calcular o custo de um funcionário.

O processo de contratação da equipe perfeita é iniciado bem antes da seleção dos funcionários. Ele começa na organização das finanças e na determinação dos custos envolvidos com a manutenção daquele profissional.

E então, que tal conhecer um pouco mais sobre a importância desse processo? Continue a leitura para descobrir quais são os principais gastos envolvidos com a contratação de um novo membro da equipe, além de conhecer também a importância desse passo no dia a dia da sua empresa!

Qual é a importância de saber os custos de um funcionário?

Assim como em qualquer área da nossa vida, a gestão financeira das empresas é algo imprescindível para a sua sobrevivência. Afinal, esse dinheiro será responsável por cobrir os gastos de manutenção do seu negócio e também por fazê-lo crescer, a partir de investimentos.

A contratação de um colaborador é sempre um investimento. Por isso, é fundamental que essa decisão seja tomada de maneira consciente, com a consideração do orçamento planejado.

Quanto custa um funcionário para uma empresa?

Sabemos que os colaboradores de uma empresa são fundamentais para a sua construção, participando no dia a dia dos negócios e doando o seu tempo e qualificação em busca dos resultados esperados e, claro, do reconhecimento do negócio e/ou marca.

Sendo assim, responder à pergunta do título é algo um pouco complicado. Afinal, estamos falando sobre um conceito subjetivo. Devemos, também, salientar que há uma grande diferença entre os termos “custo” e “valor”. O primeiro, normalmente, se refere à um gasto. O segundo nos fala sobre investimentos.

  • Algumas das características que fazem um colaborador ser um investimento para a empresa são:
  •  qualificação (cursos feitos por ele, experiência anterior, boas referências, entre outros);
  • exclusividade (o fato do profissional ser essencial para a realização daquele serviço);
  • competências (alguns profissionais são extremamente preparados, dominando soft e hard skills como ninguém).

Entre outros!

Por isso, é fundamental que os colaboradores sejam valorizados em suas remunerações, na oferta de benefícios e também no tratamento oferecido a cada um deles. Não se esqueça de que eles, assim como você, batalharam muito para chegar onde chegaram!

Como calcular o custo de um funcionário?

Quais são os valores atrelados à contratação de um profissional? Eles vão bem além da remuneração mensal! Continue a leitura e descubra quais são alguns dos principais.

Férias

As férias, oferecidas normalmente uma vez por ano, geram encargos de cerca de 11% para a empresa. Elas são um direito garantido aos trabalhadores de qualquer área, desde que atuem no regime CLT.

13º salário

Ainda falando sobre o CLT, o funcionário tem direito ao 13º salário, normalmente pago ao final de cada ano vigente. O valor pago é de uma remuneração extra. Os encargos, nesse caso, são de cerca de 8%.

FGTS

Com encargos de 8%, o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é outro direito garantido aos trabalhadores do regime CLT.

Multa para rescisão

Além do FGTS, o empresário precisa arcar com multas de rescisão, caso o funcionário se desligue da empresa. Os cálculos para esses valores envolvem uma série de detalhes, já que é preciso levar em consideração o tempo de serviço, a remuneração e os outros direitos adquiridos pelo profissional.

Treinamentos

Uma das principais características das empresas de sucesso é a sua preocupação com a qualificação e atualização dos membros da sua equipe. Sendo assim, é de suma importância que o gestor invista em treinamentos frequentes, que também devem fazer parte dos cálculos de custo.

Benefícios ofertados

Além disso, é importante também levar em consideração o cálculo dos benefícios, como vale transporte, vale refeição, planos de saúde e muitos outros. Lembrando que a oferta desses serviços é uma importante ferramenta para a retenção de talentos, engajamento da equipe e, consequentemente, a redução dos custos com funcionários.

Folgas

As folgas são outro direito dos trabalhadores. No caso de funcionários que trabalham no dia de folga, há um cálculo específico de adicional além do valor que ele normalmente recebe por hora trabalhada.

Esses são apenas alguns exemplos de cálculos que devem ser feitos. Todos são bem complexos e com muitas variantes.

Como fazer a gestão de folha de pagamento tendo funcionários?

Com tantas informações, fica o questionamento: afinal, como fazer uma boa gestão da folha de pagamento? Essa é, novamente, uma pergunta que pode ter muitas respostas diferentes.

No entanto, a mais prática e realista de todas é: conte com ajuda especializada. Estamos falando sobre um processo muito complexo e que envolve o conhecimento sobre muitas áreas, algo que induz ao erro aqueles que não têm muita experiência no assunto.

E qual é o problema de errar nessas questões? A ineficiência do cálculo pode gerar sérios problemas para a empresa com a Justiça do Trabalho, além de prejudicar as finanças e o funcionamento dos processos internos do empreendimento.

Por isso, é sempre melhor prevenir do que remediar! Que tal contar com a ajuda na Contabilivre? Somos uma empresa altamente especializada no assunto, além de tratar da contabilidade de maneira digital, aliando a tecnologia à tradição nesses processos.

Alguns dos nossos diferenciais são:

  • atendimento personalizado e humanizado, com pessoas de verdade (não somos robôs!);
  • atendemos cidades de várias regiões do Brasil;
  • suporte completamente online;
  •  segurança e privacidade;
  •  redução dos custos da sua empresa com a contabilidade;
  • gama variada de serviços, todos com o objetivo de atendê-lo da melhor forma possível.

Como podemos observar, saber como calcular o custo de um funcionário é algo imprescindível para os negócios. Além de evitar problemas com a gestão, esse processo também otimiza a valorização do profissional. É, portanto, essencial para todos os que estão envolvidos na empresa!

Está pronto para levar essa teoria para a prática na sua empresa? Então, conheça melhor os serviços da Contabilivre e comece a trabalhar com a gente! Assim, a sua rotina será descomplicada e os resultados obtidos nos seus negócios se tornarão muito mais satisfatórios.

contrato social

Saiba o que é contrato social e como criá-lo na hora de abrir sua empresa

Se você está começando a empreender agora e pretende abrir sua própria empresa, é provável que já tenha se esbarrado com o termo “contrato social”. Na verdade, este é um documento essencial — sem ele, a sua empresa não existe oficialmente.

É nele também que se encontram todas as regras sobre o funcionamento da sua empresa — sócios, responsabilidades, entre outras. É por isso que a elaboração deste documento deve ser feita com bastante atenção.

Neste artigo, nós explicamos o que é o contrato social, quais tipos de empresa precisam dele e damos um passo a passo para você elaborar o seu. Confira!

O que é contrato social?

Podemos dizer que o contrato social de uma empresa é a certidão de nascimento do negócio. Ele estabelece o início e registra as principais informações sobre o funcionamento do empreendimento.

Neste documento constam informações como dados pessoais dos sócios, endereço da sede, atividade que a empresa executa, o capital investido no negócio, além dos direitos e deveres de cada sócio, entre outras — informações essenciais para a formalização da sociedade antes do início das operações.

Como todo ato constitucional, o contrato social tem certas formalidades. Isso quer dizer que a elaboração desse documento deve obedecer a alguns requisitos legais, que estão previstos no Código Civil — Lei nº 10.406/2002 —, do artigo nº 997 a 1.000.

Por que ele é tão importante?

A principal função do contrato social é formalizar uma sociedade perante o governo. A partir dele, o empreendedor adquire direitos como:

●     abrir conta-corrente jurídica;

●     emitir notas fiscais;

●     obter empréstimos, entre outros.

Vale destacar que o contrato social é realizado quando a empresa conta com dois ou mais sócios. Por isso, quanto mais minucioso ele for, menores serão as chances de surgirem disputas judiciais ou desentendimentos entre os sócios.

Quais tipos de empresa necessitam de um contrato social?

Apesar de o termo “contrato social” ser usado para caracterizar todos os contratos de constituição de empresas, cada natureza jurídica tem uma denominação específica para o documento — na verdade, o contrato social original está relacionado a empresas do tipo Sociedade Limitada (LTDA).

Sociedade Limitada (LTDA) e Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

Como dissemos, o contrato social original é o documento constituinte das empresas de natureza jurídica Sociedade Limitada (LTDA) — ou, mais recentemente, da Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).

Na LTDA, dois ou mais empreendedores se juntam para criar uma sociedade empresarial com responsabilidade limitada. Isso quer dizer que cada um dos sócios tem a participação no capital social e, em caso de falência, os bens pessoais deles são protegidos.

Já na SLU, um único empreendedor pode abrir uma empresa e formalizar o negócio por meio do contrato social, seguindo as mesmas regras.

Sociedade Anônima (S.A.)

Já a Sociedade Anônima (S.A.) se caracteriza por ter capital aberto e fragmentado, por isso, além de seguir as mesmas regras da LTDA e SLU, o contrato social inclui as ações da empresa. Ou seja, é necessário especificar a negociação e a divisão das ações da empresa no documento.

Empresário Individual (EI)

Para as empresas com natureza jurídica Empresário Individual — aquele que exerce uma atividade empresarial em nome próprio —, o contrato social tem o nome de Requerimento de Empresário. Trata-se de um formulário emitido pelo governo federal que funciona como substituto do contrato social padrão.

A principal diferença entre os dois é que o requerimento não permite alterações nem cláusulas extras. Além disso, o patrimônio empresarial não é separado do pessoal, e o empreendedor precisa abrir o negócio com capital mínimo de R$1mil.

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)

Para Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (EIRELI), o contrato social tem a mesma função dos documentos que já citamos, mas recebe o nome de Ato Constitutivo. A principal característica desse documento é a adaptação às regras específicas dessa natureza jurídica — capital social mínimo de 100 salários-mínimos vigentes. Ao contrário do contrato do Requerimento de Empresário, o Ato Constitutivo permite a inclusão de cláusulas extras e pode ser alterado.

Porém, vale acrescentar que, de acordo com a Lei nº 14.195, de 26 de agosto de 2021, essa natureza jurídica foi extinta, e todas as empresas individuais de responsabilidade limitada passaram a ser consideradas sociedades limitadas unipessoais.

Microempreendedor Individual (MEI)

Apesar de o MEI não ser definido como natureza jurídica — trata-se de porte empresarial —, é importante destacar que esse formato simples de empresa dispensa o contrato social.

Para o MEI, basta o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), que comprova sua atividade, com faturamento de até R$81 mil anuais, conforme previsto na Resolução CGSIM nº 48.

Como elaborar o contrato social da sua empresa?

O contrato social traz, além das informações básicas sobre a empresa, regras sobre a administração, o funcionamento e o papel de cada sócio na sociedade. Ele define de antemão as obrigações e os direitos de cada um dos envolvidos e serve de base para a solução de conflitos. Por isso é fundamental que o documento seja claro e completo.

Então, por onde começar? A legislação estabelece que o contrato deve trazer as seguintes informações, além das cláusulas estabelecidas pelas partes.

Dados dos sócios

O primeiro passo na elaboração de um contrato social é qualificar os sócios. Ou seja, identificar os indivíduos que farão parte da sociedade. Se forem pessoas jurídicas, será necessário informar a denominação ou a firma, a nacionalidade e a sede dos sócios. Já se forem pessoas físicas, as informações necessárias são nome, nacionalidade, profissão, estado civil e endereço residencial dos sócios.

Dados da empresa

Em seguida, é preciso informar os dados sobre a empresa: denominação (razão social), endereço (sede e filiais), tipo de organização (natureza jurídica) e prazo estimado da sociedade — que pode ser prorrogado posteriormente.

Capital social

Aqui você vai indicar qual é o montante investido pelos sócios para a abertura do negócio. O capital social pode incluir, além da moeda, bens imóveis e móveis — indicados pelo valor.

Quota dos sócios

Você precisará indicar também a participação de cada sócio no capital social investido. Normalmente, essa divisão tem como base o que cada sócio investiu..

Pro labore e participação nos lucros

Outra cláusula importante a ser incluída no contrato social é a definição da remuneração oferecida ao administrador da sociedade (pró-labore) e da divisão de lucro entre os sócios. Aqui, você pode informar a periodicidade e a proporção em que os lucros serão distribuídos. Além disso, você pode determinar a criação de um fundo de reserva para a empresa.

Regras para deliberações

Por fim, é fundamental definir regras para deliberações relevantes da sociedade — por exemplo, a entrada de novos sócios.

Contrato social criado, os sócios têm até 30 dias para fazer a requisição da inscrição. Ela pode ser feita no cartório, em uma junta comercial ou órgão de classe, dependendo da natureza jurídica da sociedade. Essa solicitação deve ser acompanhada do instrumento autenticado do contrato. Para esse processo é essencial contar com a ajuda de um contador.

Em resumo, o contrato social é uma das primeiras obrigações na hora de abrir uma empresa, e é indispensável entender todas as cláusulas que compõem esse documento. Mas, existem outros processos importantes se você está começando a empreender agora.

como abrir uma empresa

Como abrir uma empresa: guia para se tornar um empreendedor

Quer saber como abrir uma empresa no Brasil? Saiba que esse processo não é simples e costuma envolver muita burocracia, principalmente para quem não é familiarizado com a área.

Porém, com o suporte de profissionais experientes, você pode torná-lo menos complexo e ainda tomar as melhores decisões para o seu negócio. Com isso, é possível evitar prejuízos financeiros e problemas com o fisco.

Por esse motivo, preparamos este artigo para fornecer um guia completo sobre o processo de abertura de uma empresa. Após a leitura, você entenderá como ser um empreendedor. Vamos lá?

Quanto custa abrir uma empresa?

O custo médio de abertura de uma empresa no Brasil pode variar entre R$500 e R$1,5 mil. Alguns aspectos que influenciam nesse valor são:

  • localização, já que os órgãos de cada local têm tabelas de valores próprias;
  • complexidade da empresa, que define quais são os tributos que devem ser pagos, o porte e a atividade que será exercida;
  •  valor cobrado pelo contador, que é essencial para que o processo seja realizado de maneira adequada.

Além disso, existem outros custos para que o negócio inicie as suas atividades como:

  • aluguel;
  • contas de luz, água, internet e telefone;
  • folha de pagamentos;
  • tributos.

Agora que você já sabe quais são os principais gastos para abrir a sua empresa, abaixo iremos abordar todos os passos fundamentais para iniciar o processo, e um dos primeiros é ter conhecimento sobre a documentação necessária para abertura de seu negócio.

Quais são os documentos necessários para abrir uma empresa?

A abertura de uma empresa no Brasil ainda é um processo burocrático. Por isso, é importante entender quais são os documentos necessários para que seja realizado com sucesso. Abaixo, apresentamos os principais:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de endereço residencial e da sede da empresa;
  • última declaração do imposto de renda;
  • carteira do órgão regulamentador (como por exemplo: CREA, CRA, OAB, entre outros);
  • certidão de casamento, se houver;
  • nome fantasia da empresa;
  •  IPTU ou outro documento que comprove a inscrição imobiliária do imóvel em que a empresa será instalada;
  • atividades da empresa.

Cabe destacar que se existirem sócios, todos devem enviar os documentos pessoais para o processo de abertura da companhia.

Juntado toda a documentação necessária, o seguinte passo é definir qual será o porte para que o seu negócio se enquadre na categoria correta. No tópico a seguir, apresentamos os principais.

Quais são os portes das empresas?

Se você tem dúvidas em relação ao porte das empresas, saiba que ele é definido a partir de algumas informações como a movimentação financeira ou a capacidade produtiva do negócio. A seguir, apresentamos as principais características de cada um para que você entenda melhor sobre o assunto. Acompanhe!

Microempreendedor Individual (MEI)

Esse é o menor porte de empresa que existe no Brasil e, atualmente, o MEI pode ter um faturamento anual de até R$81mil e somente 1 empreendedor. Porém, mesmo que as receitas do seu negócio estejam dentro desse limite, é importante saber se as atividades desenvolvidas se enquadram nas ocupações permitidas, ok?

Microempresa (ME) 

As microempresas podem ter um faturamento anual de até R$360 mil e até 20 colaboradores. Esse tipo de empresa pode aderir ao regime de tributação do Simples Nacional. Além disso, podem ter acesso a linhas de crédito com custos menores e prazos maiores.

Empresa de Pequeno Porte (EPP) 

As EPPs podem ter um faturamento de até R$4,8 milhões por ano e até 100 colaboradores. Assim como as MEs, as empresas de pequeno porte podem aderir ao Simples Nacional. Porém, conforme o faturamento do negócio aumenta, pode ser que o melhor regime de tributação não seja esse. Por isso, é importante ter o auxílio de um contador de confiança para escolher as melhores opções para a sua empresa, certo?

Empresa de Médio Porte 

As empresas desse porte podem ter um faturamento bruto anual entre R$4,8 milhões e R$300 milhões. Já em relação à capacidade produtiva, podem ter:

  • entre 50 e 99 funcionários, se desenvolverem atividades comerciais ou de prestação de serviços;
  • entre 100 e 499 funcionários, se desenvolverem atividades industriais.

Empresa de Grande Porte 

As empresas de grande porte podem ter um faturamento bruto anual maior que R$300 milhões. Já em relação à capacidade produtiva, podem ter:

  •  acima de 100 colaboradores, se desenvolverem atividades comerciais ou de prestação de serviços;
  • acima de 500 colaboradores, se desenvolverem atividades industriais.

Portanto, é importante que você avalie os dados em relação ao faturamento do seu negócio e à quantidade de pessoas ocupadas para saber qual é o porte que a sua empresa deve se enquadrar. Além disso, é essencial definir a natureza jurídica do seu negócio e para entendermos cada natureza jurídica, como funcionam e seus benefícios, explicamos abaixo. 

O que é natureza jurídica e quais são as principais?

A natureza jurídica de uma empresa se refere ao seu regime jurídico, ou seja, representa os deveres, regras e exigências que os sócios devem cumprir. A seguir, apresentamos as principais. Acompanhe!

Empresário Individual

Nesse tipo de natureza jurídica, o empreendedor atua sozinho, não precisando ter sócios. O empresário não pode separar o patrimônio empresarial do pessoal e além disso, o capital exigido é de R$1.000 reais.

EIRELI 

Na Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), o patrimônio do dono é separado do empresarial e não há exigência de sócios. Além disso, o capital social necessário deve ser equivalente a 100 salários mínimos vigentes. Cabe destacar que essa natureza jurídica foi extinta, de acordo com a Lei 14.195, de 26 de agosto de 2021.

Sociedade Simples Limitada 

Esse tipo de natureza jurídica não tem uma finalidade mercantil. Em geral, é formada por dois ou mais profissionais que atuam no mesmo ramo de maneira coletiva como advogados, médicos, contadores, etc.

Agora que você já sabe o que é natureza jurídica e qual deve ser adotada, é importante escolher a atividade econômica e o regime tributário do seu negócio. Nos tópicos abaixo, faremos uma abordagem sobre o assunto.

Como escolher a atividade da sua empresa?

Você já tem em mente o que irá desempenhar na empresa, mas não sabe qual atividade é a correta para o seu negócio? Saiba que a atividade de sua organização é chamada CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que é um código formado por sete dígitos e a escolha correta do mesmo, determina quais são as obrigações tributárias e acessórias das empresas, assim como os benefícios fiscais que podem ter direito. Ressaltamos que uma empresa pode ter mais de uma CNAE, um sendo o principal da empresa e os demais como secundários, desde que todos tenham correlação. Devido à sua importância, você deve contar com o auxílio de um contador para fazer a escolha correta e evitar prejuízos para o seu negócio.

A seguir, explicamos como você pode escolher o regime tributário ideal para o seu empreendimento. 

O que é regime tributário e como escolher o ideal na hora de abrir a empresa?

O regime de tributação se refere à legislação que define a cobrança de impostos por CNPJ. A sua definição varia de acordo com o faturamento da empresa, o seu porte, o tipo de atividade exercida, além de outros aspectos relevantes. Os principais tipos são:

  • Lucro Presumido: é indicado para empresas com faturamento anual de até R$78 milhões. Além disso, também é recomendado para aquelas que têm um lucro elevado e que não devem ser enquadradas, obrigatoriamente, no regime de Lucro Real;
  • Lucro Real: é obrigatório para alguns tipos de negócios como empresas de arrendamento mercantil e cooperativas de crédito. É um regime que tem uma complexidade maior que o anterior e é indicado para empresas com margem de lucro de até 32%;
  • Simples Nacional: é indicado para microempresas e empresas de pequeno porte que têm uma receita bruta de até R$4,8 milhões por ano.

Em relação à escolha do regime tributário ideal para o seu negócio, não existe uma fórmula certa, pois a mesma empresa pode mudar o modelo utilizado de um ano para outro. Por isso, é importante contar com o suporte de um contador especializado para garantir a escolha mais adequada, ok? A seguir, falamos brevemente sobre esse assunto.

Por que contratar um contador de confiança? 

O suporte de um profissional da área é essencial para que a sua empresa evite problemas com o fisco e atue de maneira regular. Para isso, você pode contar com os serviços da Contabilivre, uma plataforma inteligente, em que os profissionais de contabilidade trabalham com total compromisso, responsabilidade e transparência focados em resolver os problemas do seu negócio.

Entender como abrir uma empresa no Brasil é essencial para quem pretende empreender. Isso porque o processo é burocrático e envolve uma série de documentos e conceitos que nem sempre são fáceis de compreender. Por isso, é essencial contar com o auxílio de profissionais especializados para garantir que tudo seja feito de maneira adequada. 

E aí, gostou deste artigo? Entendeu a importância de contar com o auxílio de um contador para abrir o seu negócio? Então, entre contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo nesse processo. Até a próxima!

do lado esquerdo da imagem há uma mesa de madeira com um notebook, um celular e um mini carrinho de super mercado em cima, sob o teclado do notebook há duas mãos, uma delas está segurando um cartão de crédito e a outra está digitando, do lado direito há uma arte em azul que está escrito: "qual a diferença entre marketplace e e-commerce? Entenda tudo sobre!"

Qual a diferença entre marketplace e e-commerce? Entenda tudo sobre!

A internet permite contato com diversas pessoas de diferentes lugares – o que possibilita o alcance de um novo público para a venda de produtos e serviços. Assim, nasceram negócios online que apresentam formas distintas de vender, isso fica nítido com a diferença entre marketplace e e-commerce.

Ao abrir um negócio online, é preciso entender a diferença entre cada um desses modelos de vendas e, assim, escolher qual faz mais sentido para o empreendimento. Por outro lado, também é possível expandir um negócio físico para o digital utilizando o modelo de e-commerce ou de marketplace para alcançar mais pessoas.

Para que você entenda quais as diferenças entre um marketplace e um e-commerce, nós preparamos esse artigo exclusivo. Confira!

O que é e-commerce?

O e-commerce, ou comércio eletrônico em português, é uma loja online em que todo o processo, desde a venda até a finalização da compra, acontece no meio digital. 

Algumas pessoas podem achar que, por conta dessa definição, qualquer venda por meio da internet é um e-commerce, mas isto é um equívoco. 

Isso porque esse tipo de comércio apresenta todo o processo de exposição (marketing), venda (contato com a equipe comercial) e pagamento (formas de pagamento) daquele serviço/produto.

De acordo com o site ecommercebrasil, “o e-commerce é uma loja online tradicional em que uma marca comercializa suas mercadorias virtualmente”. Então, a marca é comercializada e todas as etapas estão inseridas nesse contexto digital, desde a venda até a compra.

O e-commerce apresenta o contato direto entre a loja e o cliente, então estamos falando apenas sobre uma empresa que está vendendo para alguém, seja revendedor, fabricante ou o cliente final. 

Exemplos de e-commerce

Para exemplificar a teoria, podemos dar exemplos de e-commerce bastante famosos e que provavelmente você já conhece e até realizou uma compra com eles, como:

  • as Lojas Americanas;
  • as Casas Bahia e 
  • a Magazine Luiza. 

O exemplo de maior sucesso atualmente de e-commerce é a Magazine Luiza. E ela tem tudo a ver com o que queremos te contar nesse artigo: que é possível migrar do físico para o digital e obter sucesso.

Por mais que a loja tenha começado fora do ambiente digital, hoje em dia, as vendas nos canais digitais representam 53% das vendas totais da empresa, ou seja, mais da metade da receita gerada pela Magalu vem do ambiente digital. 

Expandir um negócio físico para o digital pode ser o que a sua empresa precisa para conquistar novos clientes. Caso queira saber mais sobre como dar esse passo, nós temos um artigo sobre

O mais interessante é que as vendas da empresa Magazine Luiza não se limitam ao estilo de venda do e-commerce. Isso porque a rede Magalu já abre espaço para que as transações comerciais também sejam feitas por meio de marketplace

O que é marketplace?

O marketplace é uma espécie de shopping virtual, ou seja, um espaço em que pessoas podem vender seus produtos e serviços, em que há diversas marcas e lojas e diversos tipos de públicos.

Em um marketplace, há várias lojas sendo expostas, então acontece uma oferta muito mais ampla de itens. Podemos dizer que esse tipo de modelo de negócio é uma plataforma que reúne várias empresas. 

Então, o marketplace é a conexão entre compradores e vendedores, é um meio digital e uma plataforma que serve como ponto de contato entre quem deseja vender, o que, por quanto e quem deseja comprar. 

A Magalu, por exemplo, disponibiliza uma parte de seu site para que as pessoas anunciem seus produtos (marketplace) e também realiza a venda da sua própria produção diretamente com o cliente (e-commerce).

Exemplos de marketplace

Outros exemplos de marketplace são o Mercado Livre, a OLX e a Amazon. Porém esse modelo de negócios não se limita apenas aos produtos, o Airbnb oferece um serviço de hotelaria em formato de marketplace. 

Isso porque a plataforma disponibiliza um espaço para que pessoas anunciem suas casas, pousadas, locais de descanso e lazer, para que os usuários possam avaliar se vão ou não alugar uma estadia por um determinado tempo. 

A Uber, aplicativo de locomoção, também é um bom exemplo, pois utiliza o formato de marketplace e oferece um serviço. Por fim, o último exemplo é o aplicativo iFood, ele também utiliza o marketplace, uma vez que é uma “ponte” entre quem deseja vender os alimentos e quem deseja comprar com maior custo benefício.

fotografia tirada com ângulo de cima de uma mesa azul, nela há vários papéis com gráficos coloridos, duas xícaras de café, dois notebooks, dois porta lápis, um tablete e uma calculadora, ao centro da imagem há uma vaso com uma planta verde e no canto inferior direito aparecem as mãos de uma pessoa segurando uma espécie de relatório, como se estivesse em uma startup ou organizando as contas de um e-commerce e/ou marketplace
iFood e Uber são modelos de negócios que começaram como startups. Caso você queira saber mais sobre o que é startup e como tirar a sua ideia do papel,
nós temos um artigo sobre!

Diferenças entre marketplace e e-commerce

Como podemos ver, por mais que ambos estejam no meio digital, o marketplace e o e-commerce são diferentes, enquanto um é uma espécie de shopping online, o outro é uma loja virtual.

Essa pode ser entendida como a principal diferença entre marketplace e e-commerce, mas há outras como o investimento, a visibilidade e a segurança de dados.

Com o detalhamento dessas diferenças, podemos visualizar melhor os prós e contras de ambas as formas de vender pela internet. Confira abaixo os detalhes de cada uma das distinções mencionadas.

Investimento

O investimento para começar um e-commerce é diferente do marketplace, isto porque o empreendedor vai precisar contratar uma plataforma online e arcar com todos os valores de investir nesta tecnologia. 

Por outro lado, ao utilizar um marketplace, não é preciso se preocupar com essa questão, já que a responsabilidade da infraestrutura digital não fica sob a responsabilidade de quem está vendendo diretamente, e sim com quem disponibiliza a plataforma. 

Visibilidade

Muitas vezes quem começa um e-commerce pode encontrar dificuldades ao tentar alcançar um grande público rapidamente. 

Até porque ao entrar no mercado com uma loja virtual, ser notado diante de tanta concorrência é difícil e fica complicado obter visibilidade de forma rápida. 

Com o marketplace é diferente, pois é possível usufruir da presença online de outra empresa e, assim, conseguir ser visível de forma mais rápida e para um público grande, garantindo a visibilidade logo no começo do negócio.

Segurança de Dados

A segurança de dados é muito importante no atual momento devido a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. 

Então, durante as transações e pagamentos online, um e-commerce precisa garantir a segurança das informações que são coletadas do cliente.

Isso significa que é preciso investir em uma plataforma e mecanismos que protejam os dados, evitando a vulnerabilidade das informações. 

Por outro lado, em um marketplace, quem fica responsável por isso é a empresa que disponibiliza o espaço para a venda, ou seja, de quem administra o shopping virtual. 

Os prós e contras

Os benefícios, que também podemos chamar de prós, de um e-commerce, é que o site é do próprio empreendedor e o lucro fica destinado apenas a ele. 

Por outro lado, o contra é que esse retorno pode demorar para vir, devido a dificuldade de visibilidade e maior investimento com o início da empresa.

Os contras de um marketplace é que o empreendedor vai precisar pagar uma taxa de comissão a empresa que administra a plataforma, ela é referente a cada venda realizada e varia de site para site. 

Por outro lado, o pró de um marketplace é que, como percebemos, pode ser mais fácil e rápido obter lucro do que com um e-commerce.  

Em resumo…

A principal diferença entre marketplace e e-commerce é o espaço digital que vai ser vendido, enquanto um é, respectivamente, uma plataforma gerenciada por um terceiro, o outro é um site próprio do empreendedor.

Além disso, há diferença de investimento, visibilidade e responsabilidade pela segurança de dados

Por isso, caso você queira abrir um negócio, é preciso primeiro analisar quais as características da sua empresa e ver qual modelo é mais adequado para você, pensando em quanto precisará investir e qual visibilidade vai precisar nos primeiros meses de vendas. 

Agora que entendeu todas as diferenças, conheça a contabilidade online da Contabilivre, que reúne os melhores especialistas em abertura de empresas.


desenho de duas pessoas colocando relógios dentro de um cofrinho em formato de porco, uma está apoiada no relógio do lado esquerdo e ao lado direito do cofrinho está outra pessoa, esta em cima de uma escada colocando o relógio dentro do porquinho, mais a direita há um espaço em azul e está escrito: "reserva financeira para empresas? saiba como fazer a sua!"

O que é reserva financeira para empresas? Saiba como fazer a sua!

 Se você é empresário, existem grandes chances de  já ter se deparado com algum imprevisto e precisou deslocar uma quantia de dinheiro, que não estava destinada para cobrir esse custo, certo? Isso é muito comum e ter uma reserva financeira para empresa pode te ajudar a não passar por esse tipo de situação.

Imprevistos, emergências e até oportunidades não são previsíveis, mas é possível pensar de maneira estratégica, realizar um planejamento financeiro e assim estar preparado financeiramente para cada uma das situações apresentadas.

Para te ajudar a entender o que é uma reserva financeira para empresas, quais tipos existem e como ela pode ajudar o seu negócio, nós preparamos este conteúdo exclusivo. Confira!

O que é uma reserva financeira para empresas?

Reserva financeira para empresas é quando uma quantia de dinheiro é guardada para um determinado objetivo, este pode ser para situações de oportunidade, urgência ou emergência.

A reserva financeira se difere do caixa do negócio, pois ela é, como o próprio nome já diz, uma reserva de um valor específico por um determinado tempo, enquanto o caixa do negócio é referente aos valores de entrada e saída da empresa, também chamado de fluxo de caixa. Caso você queira saber mais sobre o que é fluxo de caixa operacional, nós temos um artigo sobre. Confira!

Ela também não é o mesmo que o capital de giro, este pode ser entendido como todos os recursos financeiros que a empresa possui para arcar com os custos operacionais, em outras palavras, para se sustentar. 

A reserva financeira tem outra definição, ela é um dinheiro guardado que tem a finalidade de ajudar a conquistar objetivos ou trazer segurança para situações financeiras emergenciais. 

O principal objetivo dela é a tranquilidade financeira, pois ela é um montante guardado pelo empreendedor para momentos de estabilidade, oportunidade e principalmente de crise. 

Por que fazer uma reserva financeira empresarial?

Criar uma reserva financeira empresarial é importante, principalmente, para se prevenir de imprevistos. Mas ela não se restringe apenas a isso. 

Até mesmo quando o negócio estiver prosperando economicamente, é interessante ter um planejamento financeiro para estar preparado para as possíveis mudanças do mercado. 

Por isso, recomendamos que o empreendedor guarde, ou reserve, uma quantidade viável de dinheiro para quando houver situações financeiras inesperadas. Assim, ele pode utilizar o dinheiro da reserva e não vai precisar se preocupar em alocar um valor para cobrir gastos inesperados.

Por exemplo, caso aconteça a perda de clientes ou manutenções do local haverá a reserva financeira de emergência para cobrir esses gastos. Ou também pode ser outro caso, como o de financiar oportunidades para o crescimento do negócio.

Além disso, caso o seu negócio seja sazonal, ou seja, tenha um pico de vendas em determinada época do ano e em outras passa em baixa, é mais importante ainda pensar em  desenvolver uma reserva financeira empresarial. 

Pois com ela o negócio terá tranquilidade financeira em meses do ano em que não há o lucro esperado. Podemos entender com isso que uma reserva financeira não é feita apenas para situações inesperadas, ela pode ser explorada com outras finalidades.

Quais são os tipos de reserva financeira?

Há três tipos principais de reserva: a de oportunidades, a de urgência e a de emergência, esta última mais conhecida e explorada pelos empreendedores. 

A diferença entre cada uma delas é o objetivo final. Enquanto a de oportunidade é para momentos em que o negócio estiver prosperando financeiramente, a de urgência é para situações extremamente delicadas. Além disso, há a reserva de emergência, que é para situações emergenciais. 

O que não pode acontecer é a confusão entre cada uma delas, ou seja, caso você for montar uma para cada objetivo é importante que os valores fiquem muito bem separados para que você utilize cada uma delas para os momentos planejados.

Montar uma reserva financeira de emergência para empresas pode parecer algo muito distante da realidade, mas com um passo a passo fica mais fácil visualizar como é viável fazer isso. Para te auxiliar nessa tarefa, segue estas dicas abaixo.

Como montar uma reserva financeira de emergência?

Uma reserva financeira pode ser criada a partir de uma parte do lucro do negócio ou de economias estratégicas como, por exemplo, corte de gastos e diminuição de despesas. 

Com isso em mente, podemos começar a fazer um planejamento financeiro para montar uma reserva financeira de emergência para a empresa. Segue abaixo os passos para criação de uma reserva financeira. 

Controle de contas

Nesse momento, o empreendedor precisa reavaliar todos os gastos do negócio e identificar quais podem ser eliminados ou,  pelo menos, diminuídos, isto vale para as despesas também.

Para realizar esse controle financeiro empresarial, é possível organizar os valores em planilhas ou até mesmo contratar serviços que te auxiliam com as demandas financeiras do teu negócio. 


Planejamento financeiro

Em seguida, após toda a organização dos valores da empresa, o que vai permitir a visualização de onde será possível conseguir o dinheiro, é o momento de fazer o planejamento financeiro.

De forma resumida, ele é uma forma de garantir a saúde do caixa e o cumprimento das metas financeiras de curto, médio e longo prazo

Assim, o planejamento pode ser entendido como uma lista de metas que precisam ser alcançadas para chegar no objetivo, a reserva. 

Definição de metas

Definir metas é importante para que o empreendedor consiga estabelecer quais ações tomar e, caso elas não apresentem resultados, mudá-las. Isso evita que o empresário fique “andando em círculos”, sem saber quais ações estão gerando resultados ou não. 

Um ponto importante sobre a definição de metas é que elas precisam estar de acordo com a realidade da empresa, ou seja, precisam ser exequíveis, possíveis de serem aplicadas. 

Então, é preciso estabelecer metas financeiras que estão de acordo com a realidade econômica do negócio. 

Isso porque se elas não apresentarem essa característica você corre o risco de implementar metas financeiras que não são possíveis e com isso se frustrar. 

Investimento

Após organizar e planejar as finanças, definir as metas é o momento de saber onde guardar esse dinheiro para começar a reserva financeira. 

Com um investimento bem escolhido, o empreendedor consegue separar o dinheiro e ganhar um retorno maior que o da poupança. 

É importante que o investimento escolhido para montar a reserva financeira de emergência seja de liquidez diária, em outras palavras, que seja possível sacá-lo a qualquer momento, já que o principal objetivo é cobrir despesas inesperadas e situações emergenciais.

Assim, o empresário precisa ter o acesso a reserva de forma facilitada, de nada adianta criar uma reserva financeira em um investimento que é possível sacar a quantia em dias ou semanas, é preciso ter a possibilidade de retirar o dinheiro quando for necessário. 

mesa branca com várias moedas empilhadas formando montes pequenos da direita para a esquerda até chegar em um pote transparente cheio de moedas, a fotografia simula o guardar dinheiro, que pode ser entendido como uma reserva financeira para empresas
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Em resumo…

Podemos entender que existem vários tipos de reserva financeira e que elas possuem um objetivo final de acordo com as necessidades da empresa, podendo ser elas, situações de oportunidade, emergência e até urgência.

Para montar uma reserva financeira para uma empresa é muito simples, basta analisar os valores do negócio, identificar onde é possível explorar cortes e, por fim, investir de forma estratégica para conseguir sacar o dinheiro guardado quando for necessário.

A principal vantagem de uma reserva de emergência é a tranquilidade financeira, por mais que imprevistos apareçam, eles vão ser resolvidos sem muitos problemas. Gostou do nosso artigo? Acompanhe o nosso blog caso goste de dicas sobre empreendedorismo, tecnologia, contabilidade e finanças.