Quer empreender? Entenda como lançar uma marca

Quer empreender? Entenda como lançar uma marca

Quando falamos em como lançar uma marca, vamos muito além da criação de um CNPJ. Mas você sabe quais são os verdadeiros impactos disso?

Definitivamente, não é uma tarefa impossível, mas com certeza exige esforço, atenção e compromisso do empreendedor e acima de tudo, organização.

Dessa forma, desenvolvemos um artigo com os passos selecionados e aprimorados de como lançar uma marca do zero e vencer os desafios de início de projeto. Confira!

O que faz uma marca ser forte?

Nesse caso, não basta só criar o CNPJ, é preciso considerar várias características vitais como diferenciais competitivos, potencial de mercado e valor dos produtos ou serviços.

Além disso, um ponto que conta demais é a credibilidade empresarial. Por exemplo, se você cria uma marca, mas não conta com as principais exigências tributárias e legais, fatalmente não terá base para crescer e evoluir.

Finalmente, as estratégias de lançamento, o esforço e o compromisso com as ações convergem para que você crie uma marca imbatível e conquiste liderança de mercado em pouco tempo.

Quais os principais passos de como lançar uma marca?

Todos esses pontos iniciais compartilhados no tópico anterior formam o mindset fundamental para a criação de uma marca forte. Veja agora, os principais pontos de atenção para criação da marca desde o zero.

1. Faça um planejamento completo

O primeiro passo é o mais importante. É, com certeza, pensar no que você quer fazer. Não adianta ter ideias de pouca força e muito menos não organizá-las. Entenda que até um projeto fraco com um empreendedor comprometido e organizado pode evoluir, no entanto, um projeto forte sem um empreendedor responsável por trás, não subsiste.

Em um planejamento, você leva ao papel a sua ideia, organiza os passos, cria um cronograma de ação e levanta os recursos disponíveis para começar.

Outro aspecto fundamental do planejamento é considerar a previsibilidade de acontecimentos. Situações inesperadas podem acontecer e dificultar o andamento do projeto. Por isso, é fundamental que o plano conte com tudo que for necessário para começar o negócio. Pense:

●        no nicho de mercado ideal;

●        na definição do produto ou serviço a ser oferecido;

●        nos diferenciais competitivos;

●        nos meios de disponibilização para clientes;

●        na legalização do negócio; 

●        no orçamento total.

2. Identifique o seu público-alvo

Aqui vai outro passo crucial: o alvo dos seus serviços ou produtos. Clientes de alto poder aquisitivo são mais escassos e permitem ticket médio alto, no entanto, geram maior esforço de venda. Já perfis de baixo poder aquisitivo são encontrados em grande escala e geram menor esforço de venda, porém, com produtos de ticket médio baixo.

Você verá, à frente, que é necessário balancear essas informações para encontrar a melhor configuração para o seu projeto. Mais especificamente em relação ao público, o ideal é que você assuma a estratégia de definição de persona que é muito mais detalhada que o público-alvo.

Enquanto o público-alvo é muito mais genérico contendo informações gerais da pessoa como faixa etária, sexo e classe social, uma persona vai além, definindo interesses sociais, cargo mais comum e até informações sobre família e um nome fictício.

3. Estabeleça os melhores canais de atendimento

A partir da definição da persona, você consegue, por exemplo, identificar se ela é mais propensa a acessar o LinkedIn ou Instagram e focar todas as suas estratégias nessas redes sociais.

Da mesma forma, um perfil que prefere o Telegram é com certeza diverso de quem prioriza o WhatsApp. Aqui, não queremos dizer que um é melhor que o outro. Quem definirá isso para você será o seu cliente.

4. Faça um balanceamento dos objetivos com o investimento

Definidos esses pontos, você precisa balancear o retorno do projeto. Uma ideia maravilhosa para você, não necessariamente significa ser assim também para o público.

Dessa forma, é preciso que você mensure o potencial do investimento e descubra o quanto ele pode retornar para você. Para ter certeza em relação a isso, é preciso:

●        estudar o mercado e suas estatísticas;

●        conhecer potenciais concorrentes e descobrir seus resultados; 

●        quantificar o valor investido e o provável retorno para atestar a viabilidade do projeto.

5. Faça uma legalização perfeita

Como falamos, todos os passos são vitais, e o processo de legalização não foge disso. Como criar uma marca forte se ela não tem possibilidade de emitir notas fiscais, por exemplo? Ou se ainda, o enquadramento tributário gera uma carga muito alta para a lucratividade do negócio?

Para responder a essas perguntas com excelência, só um serviço de contabilidade. Não tem saída! Ou então é necessário você estudar a área e perder tempo com outras situações importantes como a rentabilidade do projeto.

6. Invista em Marketing

Uma marca forte também precisa, necessariamente, ser visível, atrativa e envolvente. Tudo não avança se não há público interessado em interagir com a marca antes de comprar. Isso envolve:

●        precisão nas estratégias de alcance;

●        logomarca inteligente e interessante;

●        marketing digital, dentre outras práticas.

Por que a Contabilivre é a sua melhor parceira para lançar uma marca?

A Contabilivre é uma empresa especializada em serviços contábeis. Com garantia de qualidade e precisão nas contas, o objetivo da marca é ter clientes totalmente livres para desenvolver estratégias de negócios poderosas.

Após um boom de tecnologia, responsabilidade e inteligência administrativa, podemos ter o orgulho de dizer que somos uma marca extremamente forte e competente para assumir a contabilidade de sua empresa. É possível tanto abrir um novo CNPJ como trocar o seu serviço de contabilidade em passos simples e rápidos:

  1. faça o seu cadastro no site, informando seu dados e as  principais informações da empresa;
  2. conte com apoio especializado para escolher o melhor formato tributário;
  3. preparamos toda a documentação para que sejam protocoladas nos órgãos responsáveis;
  4. aguarde a finalização do processo e comece a faturar. 

Por fim, a Contabilivre vai além dos serviços contábeis para fornecer importantes funções de negócios, nós possuímos um time de especialistas com uma cultura de inovação e agilidade, que buscam oferecer soluções sempre de maneira rápida e efetiva para que você possa se concentrar no seu negócio sem medo de deixar de cumprir suas obrigações fiscais. Agora, que você tem uma boa base de como lançar uma marca, lembre-se de que é fundamental adaptar e gerar sua própria documentação de criação.

Neste artigo, você aprendeu os passos básicos para o sucesso de uma ideia. A próxima etapa é começar e manter seu negócio funcionando. E agora que você já sabe como lançar uma marca e qual é o caminho, faça o seu sonho acontecer com a Contabilivre.

Crédito para abrir empresa: confira algumas dicas e sugestões

Crédito para abrir empresa: confira algumas dicas e sugestões

Ao abrir um negócio é fundamental que tenhamos o capital para o seu investimento. Para isso, muitas pessoas recorrem aos empréstimos concedidos pelas instituições bancárias para o pleno desenvolvimento da empresa. Contudo, existem inúmeras regras para que esses créditos sejam liberados e é essencial que o administrador tome alguns cuidados a fim de conseguir cumprir com as suas obrigações junto ao banco.

Levando em consideração essas informações, este artigo se propõe a oferecer algumas dicas a quem está começando um novo empreendimento e necessita recorrer à concessão de crédito para conquistar os seus objetivos. Confira a seguir.

Por que pedir um empréstimo para abrir um negócio próprio?

Independentemente do porte da organização, é necessário que o proprietário detenha um capital de giro que garantirá o pleno funcionamento do negócio até que ele comece a dar retorno financeiro. Então, o empréstimo funciona como uma ótima alternativa que ajudará a otimizar os resultados do empreendimento. Esses valores disponibilizados pelas instituições financeiras poderão ajudar a:

  • Quitar possíveis dívidas;
  • Investir em capacitação dos colaboradores;
  • Adquirir o maquinário necessário;
  • Automatizar processos;
  • Executar ideias e solidificá-las.

Quando começamos um empreendimento com dinheiro no caixa, as limitações de cunho econômico podem ser superadas, criando inúmeras possibilidades de inovação. Isso é crucial para gerar estabilidade nos primeiros meses de funcionamento da empresa, já que o capital de giro suprirá as demandas iniciais até que os lucros comecem a surgir.

O que saber antes de fazer um empréstimo?

Embora as vantagens de se fazer um empréstimo sejam inúmeras, é crucial que o investidor tome uma série de cuidados, visando ao cumprimento das suas obrigações, junto ao banco, e ao sucesso do seu negócio em longo prazo. Veja abaixo, o que devemos saber antes de solicitar crédito para abrir uma empresa.

1. Entenda suas necessidades financeiras

Antes de qualquer decisão, é preciso avaliar a sua realidade financeira, verificando em que fase seu empreendimento se encontra. Portanto, elaborar um planejamento financeiro, levando em consideração o que é necessário para investir nesse exato momento, fará parte desse processo de análise.

Outro ponto fundamental é calcular a entrada de capital nos primeiros meses de funcionamento, a fim de não contrair mais dívidas. O estudo de mercado, nesse aspecto, constitui-se parte importante da avaliação. Além disso, é preciso saber se o valor da parcela do empréstimo se enquadra na realidade financeira do seu empreendimento.

2. Conheça as formas de crédito

Hoje, é possível ter acesso a diversas formas de crédito, cada um com suas taxas, juros e valores. Para que seja escolhido o ideal para você, é preciso levar em consideração as necessidades do seu negócio, pois, cada um deles possui vantagens e desvantagens.

Dessa forma, antes de solicitar crédito para a abertura do seu negócio, esteja a par das possibilidades, fazendo pesquisas nas instituições bancárias, escolhendo a modalidade mais atrativa. É importante salientar que quanto melhor for seu histórico de relacionamento com o banco, maior será a possibilidade de concessão de empréstimo.

3. Desenvolva um plano de negócio

Para que uma instituição libere um crédito para um administrador, é essencial que ela acredite na ideia do negócio.

Ou seja, é preciso que os bancos estejam convencidos que o seu empreendimento é viável, do ponto de vista financeiro. Nesse caso, a elaboração de um plano de negócio estruturado poderá cumprir esse requisito.

Assim, apresente de maneira objetiva e organizada os resultados esperados para o seu empreendimento, além dos planos que visem ao seu crescimento. Mostre também de que forma será possível quitar as parcelas, entre outras informações.

O plano de negócio se mostra fundamental, inclusive, para que você consiga antever as ameaças e oportunidades às quais a sua empresa estará sujeita, melhorando a tomada de decisão e, consequentemente, potencializando os lucros.

Quais são as opções de concessão de crédito para abrir empresa?

Agora que sabemos a importância do empréstimo e o que é necessário saber antes de solicitá-lo, falaremos sobre algumas das opções de concessão de crédito disponíveis para quem deseja abrir uma empresa. Confira a seguir.

1. Empréstimo Pessoal

Esse tipo de empréstimo consiste em solicitar uma quantia a determinada instituição financeira, que precisará ser paga com acréscimo de juros, dentro de um prazo predeterminado. É também conhecido como crédito pessoal e é a modalidade ideal para quem precisa de crédito sem precisar justificar a sua utilidade.

2. Crédito para capital de giro

O crédito para capital de giro, como o próprio nome sugere, é ideal para os novos empreendedores que não possuem capital para desenvolver a sua empresa, ou seja, para “tirá-la do papel”. Sabemos que leva um tempo até que o investimento retorne em forma de lucros, portanto, esse crédito se faz fundamental até a empresa se estabilizar.

Para ter acesso a esse crédito, não é necessário apresentar a sua finalidade, bastando solicitá-lo em uma instituição financeira, onde serão ofertadas algumas opções de pagamento, podendo ser efetuada de maneira bimestral, semestral ou integral ou quando findo o contrato.

3. Microfinanças

O microfinanciamento é um tipo de empréstimo para pessoas físicas ou empreendedores que desejam iniciar ou expandir um negócio. O modelo é voltado tanto para empreendedores formais – quanto para empreendedores informais que não têm fácil acesso a empréstimos ou crédito tradicionais.

Por meio do microfinanciamento, cada empreendedor pode arrecadar até R$ 20 mil. As vantagens dessa operação incluem juros mais baixos, isenção de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e facilidade de aprovação.

Os empreendedores também podem empregar o Microfinanciamento Produtivo (MPO) para Pequenas Empresas (EPP) e Microempreendedores Individuais (MEI) com renda anual de até R$ 200 mil. Nesse caso, os agentes financeiros orientam os empreendedores sobre o uso consciente do dinheiro, com foco na expansão dos negócios e na saúde financeira.

4. Financiamento coletivo

Muito famosa na internet, a “vaquinha” como é popularmente conhecida, refere-se a doações realizadas por plataformas específicas, em que você publicará a sua ideia e estipulará uma meta de arrecadação, durante um determinado período. Desse modo, os doadores poderão receber, em troca, brindes ou outros bônus.

No entanto, para que o público se convença da relevância e necessidade do empreendimento, é preciso garantir uma boa apresentação da proposta. Para tanto, você pode se valer da produção de vídeos, apostando em uma comunicação direta, clara e criativa. Além disso, as redes sociais podem ser aliadas no processo de divulgação e engajamento da sua ideia.

5. Investidores-anjo

Os investidores-anjo é uma solução implantada pela Lei Complementar 155/2016, que os coloca em posição similar a de sócio. Nesse sentido, eles podem investir com valores entre 50 a 600 mil reais e terão direito a, no máximo, 50% dos lucros do empreendimento — empresas de pequeno porte e microempresa — , pelo período de cinco anos.

Para optar por esse tipo de crédito, é necessário enviar a sua ideia para o site “Anjos do Brasil”, e, com ela, um plano de negócio elaborado de maneira criteriosa — contendo, por exemplo, previsão de lucros e estudo de mercado —, já que não basta apenas ter um projeto original para garantir um investidor.

Por fim…

A solicitação de crédito junto às instituições financeiras pode ser uma ótima alternativa para as pessoas que desejam abrir o próprio negócio, mas não possuem o capital suficiente para o seu desenvolvimento. No entanto, é preciso fazer uma análise minuciosa das propostas, considerando sua capacidade financeira. Além disso, por existirem diversas opções no mercado, é preciso também verificar qual a que melhor supre as necessidades do seu negócio.

Então, o empréstimo é algo a se considerar, visto que, um novo empreendimento necessita de estrutura financeira suficiente capaz de atender às demandas relacionadas às atividades-fim e outras despesas, que o fará funcionar de modo estável e com menos risco possível.

Gostou do nosso artigo? Então continue por aqui e entenda a importância da informatização para as pequenas empresas!

pode o usar o fgts para abrir uma empresa

Posso usar o FGTS para abrir uma empresa?

É possível usar o FGTS para abrir uma empresa. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi criado com o objetivo de proteger financeiramente os trabalhadores nos casos de demissão sem justa causa, entretanto, o uso do valor depositado na conta da Caixa Econômica Federal vinculada ao contrato de trabalho regido pela CLT também pode ser usado pelo empregado em situações diversas, inclusive na abertura de um negócio.

Por isso, além das situações mais conhecidas para a movimentação da conta vinculada ao FGTS, como aposentadoria, aquisição de um imóvel próprio, morte ou situações de emergência, na abertura de uma empresa também é possível sacar o valor depositado para aplicar no novo negócio, reduzindo assim os riscos associados ao início das operações corporativas. 

Neste artigo, orientamos sobre a possibilidade de sacar o FGTS para abrir uma empresa e trazemos todas as informações necessárias para que você inicie o seu negócio sem comprometer a sua capacidade de investimento ou capital de giro. Confira!

Como dar início a esse processo?

É possível dar início ao processo de duas formas: por meio da chave obtida junto ao empregador ou a partir de um alvará judicial. Veja mais detalhes a seguir.

Rescisão contratual — por chave de acesso

A chave de acesso é emitida pelo empregador pela Conectividade Social em caso de rescisão contratual. De posse desse número, o beneficiário deve comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal depois do 5º dia útil contado da data de quitação da multa rescisória.

O pagamento da multa rescisória também é feito pelo empregador, por meio de uma Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS — GRRF, e o valor integra o total que será transferido ou sacado pelo trabalhador. 

Em casos de rescisão por acordo, entre o empregador e o empregado, o valor a ser retirado da conta vinculada será correspondente a 80% do valor total disponível.

O saque de valores inferiores a R$3 mil pode ser feito com o cartão cidadão e a senha de acesso à conta, pessoalmente pelo trabalhador, em qualquer unidade lotérica, postos de atendimento, autoatendimento eletrônico e correspondente Caixa Aqui.

O saque inferior a R$1,5 mil pode ser realizado nos mesmos locais, sem o cartão cidadão, mas com o número do PIS/PASEP/NIT/NIS e senha de acesso à conta.

Demais casos permitidos para saque do FGTS

Nos demais casos em que o saque do FGTS é permitido por Lei, o interessado deve apresentar documentos pessoais e outros, solicitados conforme cada caso, no setor responsável em uma agência da Caixa Econômica Federal:

  • término do contrato por prazo determinado;
  • rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato;
  • rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • aposentadoria;
  • necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
  • suspensão do Trabalho Avulso;
  • falecimento do trabalhador;
  • idade igual ou superior a 70 anos;
  • portador de HIV — SIDA/AIDS (trabalhador ou dependente);
  • neoplasia maligna (trabalhador ou dependente);
  • estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente);
  • permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990;
  • permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990, inclusive;
  • doenças Graves — alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, estado avançado da doença de Paget, hanseníase, hepatopatia grave, nefropatia grave, paralisia irreversível e incapacitante e tuberculose ativa (trabalhador ou dependente);
  • aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.

Consulte qual documentação deve ser apresentada em cada situação. Nesses casos, o saque também é liberado em até cinco dias úteis.

Alvará judicial

Há casos em que é possível solicitar um alvará judicial, documento emitido por uma autoridade judiciária em favor do solicitante, para o saque do valor residual de FGTS.

O solicitante deve apresentar documentos como identidade, CPF, comprovante de residência, certidões (nascimento, casamento ou óbito), cópia simples da carteira de trabalho e advogado devidamente constituído por meio de uma procuração.

De posse de todos os documentos necessários para o peticionamento, o Poder Judiciário pode despachar rapidamente o alvará, exceto se houver a necessidade de apresentação de outros documentos ou o devido esclarecimento do caso.

Por que o uso do FGTS pode ser um bom investimento no início de um empreendimento?

O recurso próprio é uma excelente opção para iniciar um novo negócio, principalmente porque o empreendedor não precisa buscar capital em instituições bancárias ou com terceiros para financiar as atividades nos primeiros dias ou meses de funcionamento da empresa.

Além disso, ao ser incorporado ao capital de giro, o FGTS garante um fôlego extra enquanto a empresa não tem credibilidade no mercado, uma carteira de clientes formada ou estabilidade financeira. 

Antes de tomar qualquer decisão, consulte o seu saldo de FGTS, principalmente para fazer um planejamento financeiro com base no seu plano de negócios

Essa consulta pode ser viabilizada no site da Caixa Econômica Federal e no app do FGTS, disponível para Android e iOS, basta que o trabalhador informe o seu NIS/PIS (sequência numérica presente no Cartão Cidadão e na Carteira de Trabalho).

O planejamento financeiro é essencial para garantir a viabilidade do seu negócio. Além disso, é importante que você escolha adequadamente a natureza jurídica e o regime de tributação da empresa, tome as melhores decisões baseadas nas expectativas de mercado, saiba quais as características do seu público, nível de demanda de produtos ou serviços, entre outras informações que devem ser analisadas estrategicamente. 

Para isso, conte com ajuda profissional: uma consultoria contábil é um grande diferencial, principalmente nos estágios iniciais dos novos empreendimentos.

Conte com a Contabilivre neste processo! Nós possuímos especialistas qualificados e motivados, que o auxiliarão em todo o processo de abertura de seu negócio, e tudo por meio de uma plataforma online intuitiva e de fácil acesso.

Agora que você sabe que pode usar o FGTS para abrir uma empresa e como fazê-lo, entre em contato conosco e abra agora sua empresa!

o que vender pela internet

O que vender pela internet? Dicas para empreender em 2022

Se você está buscando independência financeira e controle da própria rotina, empreender pode ser o melhor caminho a seguir. O processo de transformação digital contribuiu para encurtar a jornada de quem deseja criar o próprio negócio e a internet atualmente se tornou um meio de conexão de pessoas.

Além disso, o comércio online cresce a cada ano, tanto no Brasil, quanto mundialmente. Sabendo dessas possibilidades que o mercado oferece, você agora deve se perguntar, o que vender pela internet para ter sucesso?

Essa ferramenta permite anunciar produtos e serviços para todo Brasil e é comum sentir muita insegurança na hora de estabelecer quais são as oportunidades para empreender no ambiente digital. Para facilitar sua missão, preparamos um artigo completo sobre as melhores alternativas para empreender. Siga com a leitura e confira!

Quais são as vantagens de vender pela internet?

A internet é o meio mais democrático e acessível para abrir uma empresa e fazer qualquer negócio dar certo. Quando você abre um comércio, fica restrito ao bairro ou, na melhor das hipóteses, a sua cidade.

Toda essa restrição não se aplica ao ambiente digital. Além de atender a pessoas em todo país, você dispensa a abertura de um ponto comercial, a contratação de funcionários e diversos outros custos que afetam drasticamente a competitividade de seus produtos.

Com menos gastos e demandas, os esforços podem ser centrados na distribuição dos itens e criação de conteúdo digital para ampliar a base de clientes. Seja por meio das redes sociais, sites ou blogs próprios, você consegue engajar o público e atender às suas dores e necessidades.

O que vender para começar a empresa?

Agora que você já sabe como a internet é uma ótima alternativa para você conquistar o seu espaço no mundo empreendedor, que tal descobrir algumas boas opções para investir nesse meio? Para ajudá-lo, preparamos os principais nichos.

Aparelhos eletrônicos

O nicho de aparelhos eletrônicos oferece algumas oportunidades para quem deseja empreender na internet. Por exemplo, você pode investir em smartphones para revender, utilizando as estruturas de um marketplace para aumentar seus resultados.

Ainda é viável ter um bom e-commerce e fazer anúncios no Google para chegar até o seu público-alvo. É possível utilizar o meio digital para atrair clientes e prestar serviços.Tal como, você pode oferecer assistência técnica para arrumar celulares quebrados.

Ou seja, há diversas opções para conquistar o seu espaço e obter sucesso na sua jornada empreendedora. É viável oferecer desde celulares e acessórios, até GPS e equipamentos para quem utiliza o carro para trabalhar.

Acessórios de moda

Outra alternativa que encanta muita gente é o nicho de moda e acessórios. Com um bom posicionamento na internet você alcança lucros significativos para reinvestir em sua empresa para crescer.

E o melhor, você pode trabalhar em diferentes frentes. Por exemplo, se você gosta de esportes, optar por esse ramo é uma opção. Agora, se os eventos são o seu forte, consegue oferecer roupas para eles, alugar vestimentas para casamentos e por aí vai.

Ainda pode usar estratégias para aumentar as vendas no segmento. Nesse sentido, utilizar um bom marketing no Instagram potencializa muito seus resultados. Para isso, abuse de fotos bonitas e engajamento com o público.

Serviço de viagens

Há diversas oportunidades para quem quer empreender, como serviços e produtos para o turismo. Por exemplo, você pode oferecer pacotes de viagens para os principais destinos no Brasil. Ou, se preferir, para lugares muito atraentes no exterior, como a Disney.

Ainda é viável oferecer produtos para quem gosta de viajar, como malas para guardar as bagagens, roupas apropriadas para lugares frios e muito mais. Portanto, caso o turismo lhe chame a atenção, pode ser uma boa opção escolher este ramo, ao definir o que vender na internet.

Beleza e perfumaria

Vender cosméticos e itens de perfumaria sempre é uma opção interessante. Mesmo em períodos de crise, esse segmento tende a se sair bem e dar bons retornos para seus investidores.

Portanto, se você está em dúvida sobre o que vender na internet, considere esse nicho. Você pode ofertar perfumes, cremes e utensílios para cabelos, dermocosméticos e diversos itens relacionados aos cuidados de beleza diários.

Infoprodutos

Os infoprodutos também são ótimas alternativas. Eles possuem um custo marginal de produção muito baixo e tem potencial de gerar um retorno bem grande devido à sua escalabilidade.

Nesse sentido, você pode oferecer cursos digitais gravados, webinários, e outros conteúdos educacionais que agreguem valor. Assim, você pode gravar aulas sobre um assunto que domine ou optar por uma sociedade com pessoas que você conhece para dividir o trabalho e obter bons resultados.

Camisetas personalizadas

Oferecer itens personalizados para um público específico é outra alternativa a ser considerada. Nesse caso, vale contar com um profissional especialista e realizar uma pesquisa de mercado.

Assim, você define em qual frente seguir de forma estratégica para conquistar mercado e se posicionar de maneira otimizada. 

Agora que você já descobriu quais são as boas opções, que tal aprender como começar a empreender de forma regular.

Por que é importante regularizar a empresa?

Ainda que o ambiente digital ofereça toda flexibilidade, é necessário manter o profissionalismo e o comprometimento, mesmo em uma estrutura totalmente diferente de uma empresa tradicional.

É necessário contar com o suporte de profissionais qualificados para o pagamento de impostos, enquadramento do regime tributário e toda a prestação de contas. 

Seja para fazer o repasse correto de informações para o fisco ou para auxiliar na gestão financeira do negócio, é importante buscar um contador qualificado para otimizar o seu desempenho e evitar problemas como multas e sanções fiscais.

Assim, você consegue se concentrar em desenvolver novos produtos e serviços para a sua audiência e não se preocupa com os aspectos burocráticos da empresa.

Como um contador pode ajudar?

Dado que a internet reduz drasticamente diversos custos do seu negócio, você pode aproveitar essa folga no orçamento para contratar um contador para sua empresa,  para dar todo apoio quanto às questões fiscais e burocráticas.

Com o suporte de uma consultoria fiscal e tributária, você previne o surgimento de multas, processos, e ainda evita a perda de autorizações para o exercício de sua atividade. Além disso, com a ajuda de um bom contabilista, é possível aproveitar subsídios e demais benefícios para a sua área de atuação.

Viu como existem diversas opções sobre o que vender pela internet? Com o suporte de um profissional contábil,  você consegue focar apenas em questões operacionais do seu negócio. Além de otimizar a gestão estratégica, ele pode auxiliar no pagamento de todos os impostos relacionados à empresa, resolvendo tudo de forma online e totalmente descomplicada.

Na Contabilivre, é fácil abrir seu negócio e desburocratizar processos com uma equipe de profissionais especializados em contabilidade.

Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço?

O que é preciso para abrir uma empresa prestadora de serviço?

Se você chegou até este artigo, provavelmente tem interesse em abrir uma empresa de prestação de serviço. Por isso, estamos aqui para passar algumas informações essenciais e ajudá-lo em tudo que você precisar.

Saiba que o setor de serviços tem preenchido grande parte do mercado de empreendimentos no Brasil. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 70% das empresas brasileiras dispõem de oferta de serviço.

Mas você sabe realmente o que é uma empresa prestadora de serviço? Esse setor atua realizando serviços para pessoas físicas ou jurídicas, com intuito de receber valores financeiros. Vale destacar, que essa modalidade de empreendimento não realiza venda de produtos e nem fabricação, ok?!

Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço? Continue a leitura!

Veja a importância de formalizar a empresa 

Segundo o Jornal Contábil, devido ao alto índice de desemprego provocado pela pandemia, o número de empresas prestadoras de serviços cresceu mais de 54,7% entre janeiro e abril de 2021 no Brasil. Algumas das empresas de serviço mais criadas nesse período foram de:

  • encanador:
  • eletricista;
  •  instalador e limpeza de ar-condicionado;
  •  cabeleireiro;
  •  manicure.

Esse setor reúne um leque de oportunidades. Isso porque possui vários segmentos de atuação. Uma das principais vantagens deste ramo é o custo, que dependendo da atividade exercida pode ser baixo, e com isso o investimento inicial para a abertura da sua empresa pode ser menor do que você pensa.

Antes de mais nada, salientamos a importância de você ter uma empresa totalmente legalizada. Ela traz diversos confortos e vantagens para o seu negócio. Ao realizar a formalização, você vai poder estar em dia com o fisco ao pagar todos os impostos e obrigações necessárias.

A regularização é importante para ajudar no cumprimento de todas as regras trabalhistas, quando a empresa admite funcionários. Auxilia ainda, na emissão de notas fiscais para os clientes que são atendidos pelos seus serviços.

Agora que decidiu abrir a sua empresa, qual é o próximo passo? Por onde começar?

A melhor atitude é procurar um escritório de contabilidade para receber todas as informações necessárias e fazer as escolhas ideais para a sua vida de empreendedorismo.

Neste momento é importante também decidir em qual ramo de atuação você deseja trabalhar. Após tomar essa decisão, é indispensável traçar um Plano de Negócio para apontar todos os objetivos que o seu negócio pretende alcançar.

Mas para que isso aconteça de maneira certa, você precisa conhecer os portes de empresa que existem e assim, decidir qual é o ideal para a sua atuação no mundo dos negócios. 

Porte da empresa

Antes de dar início à abertura de sua empresa, você precisa saber qual tipo de negócio você vai abrir. Normalmente as empresas são instituídas de acordo com o porte de negócio que o proprietário deseja trabalhar.

a. Microempreendedor Individual (MEI)

O MEI é uma modalidade de empreendimento, que foi criado para regularizar as atividades de pessoas que atuam em trabalhos autônomos. É o tipo de negócio mais criado nos últimos anos, por apresentar diversas vantagens, como a isenção de tributos federais e o recolhimento de imposto facilitado em uma única guia. 

Ao regularizar a instituição, o proprietário recebe um CNPJ e fica apto a emitir nota fiscal de serviço e a ter direito aos benefícios prestados pela Previdência Social. Para ser MEI, o empreendedor deve ter uma renda de até R$81 mil reais ao ano, o que equivale a R$6.750 mensais.

b. Microempresa (ME)

São consideradas Microempresas (ME), as instituições que têm um faturamento de até R$360 mil por ano. Conforme o tipo de negócio, ela pode contratar de 9 a 19 funcionários e ainda tem a liberdade de escolher entre um dos tipos de regime tributário e a natureza jurídica do negócio.

c. Empresa de Pequeno Porte (EPP)

As Empresas de Pequeno Porte (EPP), são criadas por empreendedores que desejam ter uma receita bruta entre R$360 mil e R$4,8 milhões por ano, e podem contratar entre 10 e 49 funcionários.

Agora que já definiu o porte para sua empresa, chegou a hora de optar por um dos regimes tributários existentes no Brasil. Confira abaixo!

Regime de tributação 

A escolha dos tributos é uma decisão um tanto delicada, para decidir quais os valores dos impostos que a sua instituição terá de pagar. Ter um contador para fazer todos os cálculos ajuda você a cumprir as suas obrigações fiscais. Conheça os tributos que são exigidos das empresas.

a. Simples Nacional

O Simples Nacional tem a competência de simplificar os recolhimentos dos tributos, pois é pago mensalmente em uma única guia chamada DAS. Ele facilita o cumprimento das obrigações previdenciárias, trabalhistas e tributárias. No entanto, é importante atender a alguns requisitos para participar desse tipo de regime, como a tipologia da atividade (CNAE) e o limite máximo anual de renda da empresa.

b. Lucro Presumido 

Nesse tipo de regime tributário, os impostos são recolhidos em guias individuais. As organizações desse tipo tributário devem declarar IRPJ e arcar com diversas obrigações. O Lucro Presumido tem os valores do IRPJ e CSLL direcionado a uma margem de Lucro Presumido. 

c. Lucro Real 

Os tributos são calculados segundo o lucro real da empresa. Os cálculos devem ser feitos com muito cuidado para não perder alguns benefícios. Em caso de ocorrer perda no período em que os cálculos forem feitos, é possível conceder a isenção do pagamento do imposto de renda. No Lucro Real já estão embutidos: PIS, COFINS, Contribuição Social e Imposto de Renda.

Natureza jurídica da empresa

A Natureza Jurídica é outro ponto fundamental que precisa ser bem definido por quem deseja abrir uma empresa. A escolha ajuda a entender qual será o valor do capital para iniciar o negócio, quais leis serão aplicadas e se é aconselhado ter sócio ou não. Conheça os principais tipos de Natureza Jurídica que existem:

a. Empresas Individuais

As Empresas Individuais surgiram especialmente para fazer a regularização de inúmeros negócios autônomos, que aconteciam sem CNPJ, e com isso não tinham segurança jurídica, e não recebiam seus benefícios, como o INSS. Elas não necessitam de sócio para serem iniciadas, mas cada uma tem regras específicas. Estas são as modalidades de Empresas Individuais:

  • Empresas individuais (EI);
  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).

b. Sociedades

Caso você deseje ter uma organização com no mínimo dois sócios, você pode optar por uma dessas tipologias:

  •  Sociedade Limitada (LTDA): é uma modalidade de empresa que trabalha como prestador de serviços de forma geral;
  •  Sociedade Simples (SS): é um tipo de empresa voltada para área artística, intelectual e científica, como os artistas plásticos, médicos e cooperativas;
  • Sociedade Anônima (SA): tem o capital dividido em ações, ou seja, as ações pertencem aos acionistas. Elas podem ser vendidas no mercado de balcão ou nas Bolsas de Valores.

Saiba como abrir uma empresa de prestação de serviço

Agora que você conheceu os principais pontos que precisam ser definidos para abertura de sua empresa, chegou o momento principal, a criação de seu CNPJ. Mas, como isso funciona? 

Contar com o apoio de um contador é essencial para que você tenha informações de tudo que precisa ser providenciado, como algumas autorizações para iniciar o processo de regularização do seu negócio. São necessárias algumas documentações pessoais, para serem levadas à Junta Comercial do Estado ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica, conforme a atividade escolhida. Veja quais documentos são essenciais:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de endereço;
  • certidão de casamento (caso exista);
  • cópia do IPTU ou registro que contenha inscrição imobiliária, ou a indicação fiscal do imóvel do local em que a empresa será posicionada;
  • contrato social da empresa (caso tenha sócio);
  • autorização da análise prévia da viabilidade de localização.

Em seguida, é gerado o Número de Identidade do Registro de Empresa (NIRE). Esse número é um código que será utilizado para requerer o CNPJ, por meio do site da Receita Federal. Logo após, conseguirá dar entrada na regularização junto ao seu município e com isso já terá sua empresa devidamente legalizada.

Percebeu como abrir uma empresa prestadora de serviço requer ações importantes para atender a todas as normas de criação? Recorrer a um escritório de contabilidade eficiente pode ajudar a realizar todos os processos de abertura, e também a gerenciar o orçamento do seu negócio de maneira correta. Ao optar por uma empresa especialista no assunto, a abertura da sua empresa poderá ser com baixo custo, de forma rápida, sem burocracia e dentro de toda legalidade. 

A Contabilivre é especialista em Abrir Micro e Pequenas Empresas de Serviço, por isso, você pode contar com os nossos especialistas para ajudá-lo!

quanto custa abrir uma empresa

Quanto custa abrir uma empresa: entenda todos os custos

Investir em um negócio próprio é uma estratégia muito vantajosa para garantir um futuro financeiro promissor. No entanto, essa é também uma atitude que envolve desafios, especialmente por se tratar de processos bem burocráticos e com custos variados. E então, afinal, quanto custa abrir uma empresa?

Essa é uma pergunta que não tem uma única resposta. Afinal, há muitos tipos de empresa, objetivos diferentes e taxas que também variam de acordo com a necessidade de cada novo empreendedor. Pensando nisso, preparamos um artigo que trará as respostas para as suas principais perguntas!

Ao longo da nossa conversa, você descobrirá o valor que precisará desembolsar para abrir os principais tipos de empresa e começar o seu futuro na área do empreendedorismo. E, ainda, conhecerá uma dica essencial para quem está iniciando e não sabe por onde começar. Vamos lá? Boa leitura!

Quanto custa abrir uma empresa?

Confira, a seguir, um apanhado dos principais custos para abrir uma empresa em território brasileiro!

Capital social

O capital social é o custo referente ao primeiro orçamento disponível, visto também como investimento inicial. Ele é definido a partir das necessidades dos sócios e das despesas iniciais do negócio, sendo fundamental para manter o empreendimento funcionando até que você comece a obter lucros com os seus serviços.

Registro da sua marca

Conduzido pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), o registro da marca será essencial para garantir que o nome da sua empresa não está sendo utilizado por nenhuma outra e conceder, assim, os direitos para que você possa utilizá-lo. Os valores podem ir de R$150 a R$1500.

Custos fiscais

Os custos fiscais fazem parte do processo de liberação da documentação para que você possa atuar com a sua nova empresa. Eles irão variar de cidade para cidade e natureza jurídica, e em média são em torno de R$500,00. Os custos são:

  • Taxa de Junta Comercial: o DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais), que se refere ao registro público da empresa;
  • Certificado Digital: Identificação eletrônica da empresa que emite nota fiscal, validação de documentos e envio de declarações e informações ao fisco.

Vale pontuar que dependendo das atividades exercidas pela empresa, poderá ser necessário o pagamento de taxas para emissão de licenças e alvarás, como por exemplo: 

  • Alvará de funcionamento municipal;
  • Licença da vigilância sanitária;
  • Licença do corpo de bombeiros;
  • Registro em conselhos de classe;
  • Entre outros.

Veja, a seguir, os custos por porte de empresa e natureza jurídica.

Custos para abrir uma empresa MEI

O porte de empresa MEI abrange os Microempreendedores Individuais, ou seja, empresas que têm faturamento máximo de R$81.000,00 ao ano. Para fazer esse tipo de abertura, o empreendedor não precisa pagar qualquer taxa. No entanto, para manter o negócio funcionando, será necessário efetuar o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Custos para abrir uma empresa ME

O porte ME, por sua vez, corresponde às Microempresas que têm limite de faturamento anual de R$360.000,00. Para abrir esse tipo de negócio, você precisará desembolsar cerca de R$1.000, valor correspondente às taxas da Junta Comercial e da emissão dos certificados necessários.

Custos para abrir uma empresa de Pequeno Porte

Já o porte EPP, corresponde às empresas de pequeno porte com limite de faturamento anual de R$4,8 milhões. Para abertura de empresas deste porte, os critérios e custos seguem os da categoria ME.

Além disso, os custos para a abertura de cada um desses tipos de empresas podem variar de acordo com a cidade/estado em que você se encontra. Por isso, a recomendação é se atentar às taxas vigentes em seu município.

Quais são os custos mensais para manter a empresa?

Essa é outra pergunta sem uma resposta direta. Afinal, eles podem variar do porte da empresa, do seu segmento e muito mais. No geral, alguns custos que podem estar envolvidos com essa manutenção são:

  •  impostos;
  • salários e outros custos dos funcionários;
  • pró-labore (pagamento para o proprietário da empresa e para os sócios);
  • aluguel do espaço;
  • gastos com contas, como energia e água;
  • fornecedores;
  • contratação de serviços;
  •  taxas que devem ser pagas com uma certa frequência.

E outros!

Como otimizar esse processo?

Parece muita coisa, não é mesmo? E, realmente, é. São muitos detalhes envolvidos na abertura de uma empresa e, muitas vezes, toda essa burocracia é ainda mais complexa do que a compreensão dos custos para começar o próprio negócio.

Por isso, a recomendação é: conte com ajuda especializada. Uma contabilidade e/ou contador fará com que você poupe esforços e não tenha gastos desnecessários com possíveis erros. Sem contar que a contabilidade pode se tornar uma parceria a longo prazo, auxiliando na gestão das contas do seu empreendimento!

Por que escolher a contabilidade online da Contabilivre?

Contar com a ajuda de uma empresa especializada nesses processos é, como vimos, indispensável. E contar com a Contabilivre é ainda mais importante!

Somos uma empresa de contabilidade sem complicações. Nossos focos são a economia, a agilidade e a praticidade, evitando a burocracia e as dores de cabeça que, muitas vezes, fazem parte de processos como o da abertura de empresas.

Com atendimento online e personalizado,  temos como objetivo descomplicar a rotina contábil e fiscal da sua empresa, para que você foque no que é mais importante: o crescimento do seu negócio.

Gostou de saber quanto custa abrir uma empresa? Agora que você já tem essa informação e sabe como a Contabilivre pode te auxiliar em todo esse processo, não perca tempo e inicie essa nova etapa da sua vida o quanto antes!

Para saber ainda mais sobre o processo de abertura de empresas, além de conferir muitas outras dicas sobre esse mundo tão diferente, confira o nosso Guia para se tornar um empreendedor e aprenda muitas dicas que certamente farão a diferença!

documentos para abrir uma empresa

Documentos para abrir uma empresa: entenda quais são

Sabia que o seu sonho de ter o próprio negócio se parece com o de muitas pessoas? Nos últimos anos, empreender no Brasil tem se tornado um projeto de vida cada vez mais buscado. Isso ocorreu de forma intensa nos primeiros meses de 2020.

Segundo informações do Mapa de Empresas, apresentado pelo Ministério da Economia, o número de novas empresas foi positivo em 2020. Foram criadas cerca de 686.849 empresas, somente nos primeiros quatro meses. Dentre essas, em média, 18.466.444 estão em plena atividade. Para que você possa fazer parte dessa estatística é importante saber quais os documentos para abrir uma empresa. Acompanhe que vamos orientá-lo da melhor forma!

Quais documentos são necessários?

Para que você “dê vida ao seu negócio“, é necessário passar por um período burocrático, um tanto rápido, até que a sua instituição seja criada. Abrir a própria empresa é uma excelente estratégia para ganhar independência financeira. Os documentos solicitados para dar início a essa formação são os pessoais e os expedidos pelos órgão públicos. Observe!

Documentos pessoais

Os documentos pessoais que você deve apresentar para iniciar processo de abertura da empresa, são:

  • cópia do CPF e RG;
  • cópia de certidão de casamento (se houver)
  • cópia de comprovante de endereço residencial;
  • duas últimas declarações do Imposto de Renda (caso tenha);
  • carteira do órgão regulamentador (OAB, CORE, CFM, etc.) caso a organização tenha ligação a alguma profissão ou área unida a qualquer desses órgãos.
  • cópia do IPTU ou comprovante de locação da sede da empresa.

Documentos criados por instituições

Há também, os documentos que os próprios órgão públicos expedem para formalizar o negócio e obter o número do CNPJ. Os documento essenciais são:

  • Contrato social;
  • Registro na Junta comercial;
  • Alvará de funcionamento;
  • Inscrição estadual.

Além de apresentar os devidos registros, é importante que você escolha a razão social e o nome fantasia para o seu negócio. Você também deve selecionar a atividade que a sua empresa vai oferecer ao seu público, ou seja, escolher o código CNAE correto.

Como é o processo de abertura?

Antes de dar início ao processo de abertura da sua empresa, recomendamos que tenha decidido qual segmento de mercado quer empreender, e que conheça quais os documentos, os registros e todas as formalidades que são determinantes para que o seu negócio esteja presente no mundo empresarial.

Devido à necessidade de atender a todas as normas de criação do negócio é importante realizar tudo com muito cuidado, para que todos os procedimentos aconteçam dentro dos regulamentos, e assim, as operações posteriores da empresa aconteçam sem transtornos. Veja alguns passos que devem ser seguidos para abrir a sua empresa:

  • verificar a possibilidade em atuar no local;
  • criar um nome válido; 
  • elaborar o Contrato Social;
  • fazer registro na Junta Comercial;
  • registar no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • obter o Alvará de Funcionamento;
  • adquirir a Inscrição Estadual (caso seja necessário);
  • registro na Previdência Social;
  • solicitar autorização para emitir notas fiscais.

Custo para abrir uma empresa

Essa é uma dúvida que as pessoas que pensam em empreender normalmente possuem. O custo médio para abrir uma empresa, varia entre R$ 500,00 e R$1.500,00. O que vai determinar o valor será a modalidade do empreendimento, a cidade onde será registrada, o regime tributário e o ramo da atividade. 

 Ao abrir a sua empresa por meio de um escritório de contabilidade, você fará tudo dentro das conformidades e de forma correta, e ainda irá contar com os serviços de contabilidade que são essenciais para reduzir os futuros impostos e manter sua empresa sempre regularizada junto ao fisco.

No processo de abertura estão inclusos taxas obrigatórias para que ocorra a licença de funcionamento, certificados e consultorias. O gasto citado, é para atender aos seguintes requisitos:

  • Junta Comercial (DARE) – Documentos de arrecadação de receitas estaduais;
  • Alvará de funcionamento;
  • Certificado digital;
  • Consultoria e assessoria.

Temos uma boa informação para você: Sabia que a Contabilivre realiza todo o processo de abertura de empresas de forma gratuita e sem burocracias? Fale com nossos especialistas.

Regimes tributários

Outra dúvida que muitos empreendedores têm é sobre o regime tributário, que  vai determinar a tributação que a empresa vai se enquadrar. Desta forma, é  importante que você esteja bem informado sobre cada regime tributário e quais impostos irão incidir após sua empresa estar formalizada. Vamos apresentar os principais regimes tributários e tributos a serem pagos.

Simples Nacional

O Simples Nacional é o regime tributário mais escolhido pela maioria das empresas no Brasil, devido ao mesmo  simplificar o recolhimento dos tributos, que acontece de forma unificada em uma única guia de pagamento a cada mês (DAS).

Outro motivo da opção parte da facilidade de efetivar as obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias. Porém, para que a empresa possa participar desse programa é importante atender a alguns requisitos, entre eles: o limite máximo de receita bruta anual, enquanto o porte ME (Microempresa) tem o limite de R$ 4,8 milhões, os optantes pelo MEI (Micro Empreendedor Individual) tem o limite de R$ 81 mil. Outro requisito é que a atividade (CNAE) da empresa seja permitida pelo Simples Nacional.

LP (Lucro presumido)

O Lucro Presumido tem as alíquotas de IRPJ e CSLL incidente em uma margem de Lucro Presumido. Com o intuito de que a tributação seja simplificada, a Receita Federal faz os cálculos em cima de uma margem de lucro pré-definida. Ela sofre variação de acordo com o tipo de atividade das empresas. Vale ressaltar que, para participar desse regime, a empresa deve ter, anualmente, um faturamento de até R$ 78 milhões;

Nessa modalidade tributária, os impostos são recolhidos em guias individuais. As empresas que participam dessa tipologia de regime, têm o compromisso de declarar IRPJ e assumir inúmeras obrigações, segundo exigência do Lucro Presumido. 

LR (Lucro Real)

Normalmente as empresas que optam pelo Lucro Real são as multinacionais ou as corporações. Os tributos são calculados com referência no Lucro Real. Nesse caso, os serviços contábeis devem ser realizados com muita cautela para não perder algumas vantagens.

Para esses tipos de empresa, o Lucro Real é uma ótima opção. Caso ocorra alguma perda no decorrer do período calculado, é concedida a isenção do pagamento de imposto. Já estão inseridos no Lucro Real, a Contribuição Social, o Imposto de Renda, o PIS e o COFINS.

Agora que você já sabe quais são os documentos para abrir uma empresa, é importante também, buscar um escritório de contabilidade confiável para desfrutar de todos os benefícios, como a criação e emissão de todos os documentos exigidos pelos órgãos públicos de forma correta e sem burocracia. E claro, receber as orientações fundamentais para você estar em dias com todas as suas obrigações de empreendedor e ajudar a organizar as suas finanças. Gostou do conteúdo? Então, fale com a gente! Estamos aptos a abrir a sua empresa dentro de todas as normas legais.

contrato social

Saiba o que é contrato social e como criá-lo na hora de abrir sua empresa

Se você está começando a empreender agora e pretende abrir sua própria empresa, é provável que já tenha se esbarrado com o termo “contrato social”. Na verdade, este é um documento essencial — sem ele, a sua empresa não existe oficialmente.

É nele também que se encontram todas as regras sobre o funcionamento da sua empresa — sócios, responsabilidades, entre outras. É por isso que a elaboração deste documento deve ser feita com bastante atenção.

Neste artigo, nós explicamos o que é o contrato social, quais tipos de empresa precisam dele e damos um passo a passo para você elaborar o seu. Confira!

O que é contrato social?

Podemos dizer que o contrato social de uma empresa é a certidão de nascimento do negócio. Ele estabelece o início e registra as principais informações sobre o funcionamento do empreendimento.

Neste documento constam informações como dados pessoais dos sócios, endereço da sede, atividade que a empresa executa, o capital investido no negócio, além dos direitos e deveres de cada sócio, entre outras — informações essenciais para a formalização da sociedade antes do início das operações.

Como todo ato constitucional, o contrato social tem certas formalidades. Isso quer dizer que a elaboração desse documento deve obedecer a alguns requisitos legais, que estão previstos no Código Civil — Lei nº 10.406/2002 —, do artigo nº 997 a 1.000.

Por que ele é tão importante?

A principal função do contrato social é formalizar uma sociedade perante o governo. A partir dele, o empreendedor adquire direitos como:

●     abrir conta-corrente jurídica;

●     emitir notas fiscais;

●     obter empréstimos, entre outros.

Vale destacar que o contrato social é realizado quando a empresa conta com dois ou mais sócios. Por isso, quanto mais minucioso ele for, menores serão as chances de surgirem disputas judiciais ou desentendimentos entre os sócios.

Quais tipos de empresa necessitam de um contrato social?

Apesar de o termo “contrato social” ser usado para caracterizar todos os contratos de constituição de empresas, cada natureza jurídica tem uma denominação específica para o documento — na verdade, o contrato social original está relacionado a empresas do tipo Sociedade Limitada (LTDA).

Sociedade Limitada (LTDA) e Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

Como dissemos, o contrato social original é o documento constituinte das empresas de natureza jurídica Sociedade Limitada (LTDA) — ou, mais recentemente, da Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).

Na LTDA, dois ou mais empreendedores se juntam para criar uma sociedade empresarial com responsabilidade limitada. Isso quer dizer que cada um dos sócios tem a participação no capital social e, em caso de falência, os bens pessoais deles são protegidos.

Já na SLU, um único empreendedor pode abrir uma empresa e formalizar o negócio por meio do contrato social, seguindo as mesmas regras.

Sociedade Anônima (S.A.)

Já a Sociedade Anônima (S.A.) se caracteriza por ter capital aberto e fragmentado, por isso, além de seguir as mesmas regras da LTDA e SLU, o contrato social inclui as ações da empresa. Ou seja, é necessário especificar a negociação e a divisão das ações da empresa no documento.

Empresário Individual (EI)

Para as empresas com natureza jurídica Empresário Individual — aquele que exerce uma atividade empresarial em nome próprio —, o contrato social tem o nome de Requerimento de Empresário. Trata-se de um formulário emitido pelo governo federal que funciona como substituto do contrato social padrão.

A principal diferença entre os dois é que o requerimento não permite alterações nem cláusulas extras. Além disso, o patrimônio empresarial não é separado do pessoal, e o empreendedor precisa abrir o negócio com capital mínimo de R$1mil.

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)

Para Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (EIRELI), o contrato social tem a mesma função dos documentos que já citamos, mas recebe o nome de Ato Constitutivo. A principal característica desse documento é a adaptação às regras específicas dessa natureza jurídica — capital social mínimo de 100 salários-mínimos vigentes. Ao contrário do contrato do Requerimento de Empresário, o Ato Constitutivo permite a inclusão de cláusulas extras e pode ser alterado.

Porém, vale acrescentar que, de acordo com a Lei nº 14.195, de 26 de agosto de 2021, essa natureza jurídica foi extinta, e todas as empresas individuais de responsabilidade limitada passaram a ser consideradas sociedades limitadas unipessoais.

Microempreendedor Individual (MEI)

Apesar de o MEI não ser definido como natureza jurídica — trata-se de porte empresarial —, é importante destacar que esse formato simples de empresa dispensa o contrato social.

Para o MEI, basta o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), que comprova sua atividade, com faturamento de até R$81 mil anuais, conforme previsto na Resolução CGSIM nº 48.

Como elaborar o contrato social da sua empresa?

O contrato social traz, além das informações básicas sobre a empresa, regras sobre a administração, o funcionamento e o papel de cada sócio na sociedade. Ele define de antemão as obrigações e os direitos de cada um dos envolvidos e serve de base para a solução de conflitos. Por isso é fundamental que o documento seja claro e completo.

Então, por onde começar? A legislação estabelece que o contrato deve trazer as seguintes informações, além das cláusulas estabelecidas pelas partes.

Dados dos sócios

O primeiro passo na elaboração de um contrato social é qualificar os sócios. Ou seja, identificar os indivíduos que farão parte da sociedade. Se forem pessoas jurídicas, será necessário informar a denominação ou a firma, a nacionalidade e a sede dos sócios. Já se forem pessoas físicas, as informações necessárias são nome, nacionalidade, profissão, estado civil e endereço residencial dos sócios.

Dados da empresa

Em seguida, é preciso informar os dados sobre a empresa: denominação (razão social), endereço (sede e filiais), tipo de organização (natureza jurídica) e prazo estimado da sociedade — que pode ser prorrogado posteriormente.

Capital social

Aqui você vai indicar qual é o montante investido pelos sócios para a abertura do negócio. O capital social pode incluir, além da moeda, bens imóveis e móveis — indicados pelo valor.

Quota dos sócios

Você precisará indicar também a participação de cada sócio no capital social investido. Normalmente, essa divisão tem como base o que cada sócio investiu..

Pro labore e participação nos lucros

Outra cláusula importante a ser incluída no contrato social é a definição da remuneração oferecida ao administrador da sociedade (pró-labore) e da divisão de lucro entre os sócios. Aqui, você pode informar a periodicidade e a proporção em que os lucros serão distribuídos. Além disso, você pode determinar a criação de um fundo de reserva para a empresa.

Regras para deliberações

Por fim, é fundamental definir regras para deliberações relevantes da sociedade — por exemplo, a entrada de novos sócios.

Contrato social criado, os sócios têm até 30 dias para fazer a requisição da inscrição. Ela pode ser feita no cartório, em uma junta comercial ou órgão de classe, dependendo da natureza jurídica da sociedade. Essa solicitação deve ser acompanhada do instrumento autenticado do contrato. Para esse processo é essencial contar com a ajuda de um contador.

Em resumo, o contrato social é uma das primeiras obrigações na hora de abrir uma empresa, e é indispensável entender todas as cláusulas que compõem esse documento. Mas, existem outros processos importantes se você está começando a empreender agora.

como abrir uma empresa

Como abrir uma empresa: guia para se tornar um empreendedor

Quer saber como abrir uma empresa no Brasil? Saiba que esse processo não é simples e costuma envolver muita burocracia, principalmente para quem não é familiarizado com a área.

Porém, com o suporte de profissionais experientes, você pode torná-lo menos complexo e ainda tomar as melhores decisões para o seu negócio. Com isso, é possível evitar prejuízos financeiros e problemas com o fisco.

Por esse motivo, preparamos este artigo para fornecer um guia completo sobre o processo de abertura de uma empresa. Após a leitura, você entenderá como ser um empreendedor. Vamos lá?

Quanto custa abrir uma empresa?

O custo médio de abertura de uma empresa no Brasil pode variar entre R$500 e R$1,5 mil. Alguns aspectos que influenciam nesse valor são:

  • localização, já que os órgãos de cada local têm tabelas de valores próprias;
  • complexidade da empresa, que define quais são os tributos que devem ser pagos, o porte e a atividade que será exercida;
  •  valor cobrado pelo contador, que é essencial para que o processo seja realizado de maneira adequada.

Além disso, existem outros custos para que o negócio inicie as suas atividades como:

  • aluguel;
  • contas de luz, água, internet e telefone;
  • folha de pagamentos;
  • tributos.

Agora que você já sabe quais são os principais gastos para abrir a sua empresa, abaixo iremos abordar todos os passos fundamentais para iniciar o processo, e um dos primeiros é ter conhecimento sobre a documentação necessária para abertura de seu negócio.

Quais são os documentos necessários para abrir uma empresa?

A abertura de uma empresa no Brasil ainda é um processo burocrático. Por isso, é importante entender quais são os documentos necessários para que seja realizado com sucesso. Abaixo, apresentamos os principais:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de endereço residencial e da sede da empresa;
  • última declaração do imposto de renda;
  • carteira do órgão regulamentador (como por exemplo: CREA, CRA, OAB, entre outros);
  • certidão de casamento, se houver;
  • nome fantasia da empresa;
  •  IPTU ou outro documento que comprove a inscrição imobiliária do imóvel em que a empresa será instalada;
  • atividades da empresa.

Cabe destacar que se existirem sócios, todos devem enviar os documentos pessoais para o processo de abertura da companhia.

Juntado toda a documentação necessária, o seguinte passo é definir qual será o porte para que o seu negócio se enquadre na categoria correta. No tópico a seguir, apresentamos os principais.

Quais são os portes das empresas?

Se você tem dúvidas em relação ao porte das empresas, saiba que ele é definido a partir de algumas informações como a movimentação financeira ou a capacidade produtiva do negócio. A seguir, apresentamos as principais características de cada um para que você entenda melhor sobre o assunto. Acompanhe!

Microempreendedor Individual (MEI)

Esse é o menor porte de empresa que existe no Brasil e, atualmente, o MEI pode ter um faturamento anual de até R$81mil e somente 1 empreendedor. Porém, mesmo que as receitas do seu negócio estejam dentro desse limite, é importante saber se as atividades desenvolvidas se enquadram nas ocupações permitidas, ok?

Microempresa (ME) 

As microempresas podem ter um faturamento anual de até R$360 mil e até 20 colaboradores. Esse tipo de empresa pode aderir ao regime de tributação do Simples Nacional. Além disso, podem ter acesso a linhas de crédito com custos menores e prazos maiores.

Empresa de Pequeno Porte (EPP) 

As EPPs podem ter um faturamento de até R$4,8 milhões por ano e até 100 colaboradores. Assim como as MEs, as empresas de pequeno porte podem aderir ao Simples Nacional. Porém, conforme o faturamento do negócio aumenta, pode ser que o melhor regime de tributação não seja esse. Por isso, é importante ter o auxílio de um contador de confiança para escolher as melhores opções para a sua empresa, certo?

Empresa de Médio Porte 

As empresas desse porte podem ter um faturamento bruto anual entre R$4,8 milhões e R$300 milhões. Já em relação à capacidade produtiva, podem ter:

  • entre 50 e 99 funcionários, se desenvolverem atividades comerciais ou de prestação de serviços;
  • entre 100 e 499 funcionários, se desenvolverem atividades industriais.

Empresa de Grande Porte 

As empresas de grande porte podem ter um faturamento bruto anual maior que R$300 milhões. Já em relação à capacidade produtiva, podem ter:

  •  acima de 100 colaboradores, se desenvolverem atividades comerciais ou de prestação de serviços;
  • acima de 500 colaboradores, se desenvolverem atividades industriais.

Portanto, é importante que você avalie os dados em relação ao faturamento do seu negócio e à quantidade de pessoas ocupadas para saber qual é o porte que a sua empresa deve se enquadrar. Além disso, é essencial definir a natureza jurídica do seu negócio e para entendermos cada natureza jurídica, como funcionam e seus benefícios, explicamos abaixo. 

O que é natureza jurídica e quais são as principais?

A natureza jurídica de uma empresa se refere ao seu regime jurídico, ou seja, representa os deveres, regras e exigências que os sócios devem cumprir. A seguir, apresentamos as principais. Acompanhe!

Empresário Individual

Nesse tipo de natureza jurídica, o empreendedor atua sozinho, não precisando ter sócios. O empresário não pode separar o patrimônio empresarial do pessoal e além disso, o capital exigido é de R$1.000 reais.

EIRELI 

Na Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), o patrimônio do dono é separado do empresarial e não há exigência de sócios. Além disso, o capital social necessário deve ser equivalente a 100 salários mínimos vigentes. Cabe destacar que essa natureza jurídica foi extinta, de acordo com a Lei 14.195, de 26 de agosto de 2021.

Sociedade Simples Limitada 

Esse tipo de natureza jurídica não tem uma finalidade mercantil. Em geral, é formada por dois ou mais profissionais que atuam no mesmo ramo de maneira coletiva como advogados, médicos, contadores, etc.

Agora que você já sabe o que é natureza jurídica e qual deve ser adotada, é importante escolher a atividade econômica e o regime tributário do seu negócio. Nos tópicos abaixo, faremos uma abordagem sobre o assunto.

Como escolher a atividade da sua empresa?

Você já tem em mente o que irá desempenhar na empresa, mas não sabe qual atividade é a correta para o seu negócio? Saiba que a atividade de sua organização é chamada CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que é um código formado por sete dígitos e a escolha correta do mesmo, determina quais são as obrigações tributárias e acessórias das empresas, assim como os benefícios fiscais que podem ter direito. Ressaltamos que uma empresa pode ter mais de uma CNAE, um sendo o principal da empresa e os demais como secundários, desde que todos tenham correlação. Devido à sua importância, você deve contar com o auxílio de um contador para fazer a escolha correta e evitar prejuízos para o seu negócio.

A seguir, explicamos como você pode escolher o regime tributário ideal para o seu empreendimento. 

O que é regime tributário e como escolher o ideal na hora de abrir a empresa?

O regime de tributação se refere à legislação que define a cobrança de impostos por CNPJ. A sua definição varia de acordo com o faturamento da empresa, o seu porte, o tipo de atividade exercida, além de outros aspectos relevantes. Os principais tipos são:

  • Lucro Presumido: é indicado para empresas com faturamento anual de até R$78 milhões. Além disso, também é recomendado para aquelas que têm um lucro elevado e que não devem ser enquadradas, obrigatoriamente, no regime de Lucro Real;
  • Lucro Real: é obrigatório para alguns tipos de negócios como empresas de arrendamento mercantil e cooperativas de crédito. É um regime que tem uma complexidade maior que o anterior e é indicado para empresas com margem de lucro de até 32%;
  • Simples Nacional: é indicado para microempresas e empresas de pequeno porte que têm uma receita bruta de até R$4,8 milhões por ano.

Em relação à escolha do regime tributário ideal para o seu negócio, não existe uma fórmula certa, pois a mesma empresa pode mudar o modelo utilizado de um ano para outro. Por isso, é importante contar com o suporte de um contador especializado para garantir a escolha mais adequada, ok? A seguir, falamos brevemente sobre esse assunto.

Por que contratar um contador de confiança? 

O suporte de um profissional da área é essencial para que a sua empresa evite problemas com o fisco e atue de maneira regular. Para isso, você pode contar com os serviços da Contabilivre, uma plataforma inteligente, em que os profissionais de contabilidade trabalham com total compromisso, responsabilidade e transparência focados em resolver os problemas do seu negócio.

Entender como abrir uma empresa no Brasil é essencial para quem pretende empreender. Isso porque o processo é burocrático e envolve uma série de documentos e conceitos que nem sempre são fáceis de compreender. Por isso, é essencial contar com o auxílio de profissionais especializados para garantir que tudo seja feito de maneira adequada. 

E aí, gostou deste artigo? Entendeu a importância de contar com o auxílio de um contador para abrir o seu negócio? Então, entre contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo nesse processo. Até a próxima!

do lado esquerdo da imagem há uma mesa de madeira com um notebook, um celular e um mini carrinho de super mercado em cima, sob o teclado do notebook há duas mãos, uma delas está segurando um cartão de crédito e a outra está digitando, do lado direito há uma arte em azul que está escrito: "qual a diferença entre marketplace e e-commerce? Entenda tudo sobre!"

Qual a diferença entre marketplace e e-commerce? Entenda tudo sobre!

A internet permite contato com diversas pessoas de diferentes lugares – o que possibilita o alcance de um novo público para a venda de produtos e serviços. Assim, nasceram negócios online que apresentam formas distintas de vender, isso fica nítido com a diferença entre marketplace e e-commerce.

Ao abrir um negócio online, é preciso entender a diferença entre cada um desses modelos de vendas e, assim, escolher qual faz mais sentido para o empreendimento. Por outro lado, também é possível expandir um negócio físico para o digital utilizando o modelo de e-commerce ou de marketplace para alcançar mais pessoas.

Para que você entenda quais as diferenças entre um marketplace e um e-commerce, nós preparamos esse artigo exclusivo. Confira!

O que é e-commerce?

O e-commerce, ou comércio eletrônico em português, é uma loja online em que todo o processo, desde a venda até a finalização da compra, acontece no meio digital. 

Algumas pessoas podem achar que, por conta dessa definição, qualquer venda por meio da internet é um e-commerce, mas isto é um equívoco. 

Isso porque esse tipo de comércio apresenta todo o processo de exposição (marketing), venda (contato com a equipe comercial) e pagamento (formas de pagamento) daquele serviço/produto.

De acordo com o site ecommercebrasil, “o e-commerce é uma loja online tradicional em que uma marca comercializa suas mercadorias virtualmente”. Então, a marca é comercializada e todas as etapas estão inseridas nesse contexto digital, desde a venda até a compra.

O e-commerce apresenta o contato direto entre a loja e o cliente, então estamos falando apenas sobre uma empresa que está vendendo para alguém, seja revendedor, fabricante ou o cliente final. 

Exemplos de e-commerce

Para exemplificar a teoria, podemos dar exemplos de e-commerce bastante famosos e que provavelmente você já conhece e até realizou uma compra com eles, como:

  • as Lojas Americanas;
  • as Casas Bahia e 
  • a Magazine Luiza. 

O exemplo de maior sucesso atualmente de e-commerce é a Magazine Luiza. E ela tem tudo a ver com o que queremos te contar nesse artigo: que é possível migrar do físico para o digital e obter sucesso.

Por mais que a loja tenha começado fora do ambiente digital, hoje em dia, as vendas nos canais digitais representam 53% das vendas totais da empresa, ou seja, mais da metade da receita gerada pela Magalu vem do ambiente digital. 

Expandir um negócio físico para o digital pode ser o que a sua empresa precisa para conquistar novos clientes. Caso queira saber mais sobre como dar esse passo, nós temos um artigo sobre

O mais interessante é que as vendas da empresa Magazine Luiza não se limitam ao estilo de venda do e-commerce. Isso porque a rede Magalu já abre espaço para que as transações comerciais também sejam feitas por meio de marketplace

O que é marketplace?

O marketplace é uma espécie de shopping virtual, ou seja, um espaço em que pessoas podem vender seus produtos e serviços, em que há diversas marcas e lojas e diversos tipos de públicos.

Em um marketplace, há várias lojas sendo expostas, então acontece uma oferta muito mais ampla de itens. Podemos dizer que esse tipo de modelo de negócio é uma plataforma que reúne várias empresas. 

Então, o marketplace é a conexão entre compradores e vendedores, é um meio digital e uma plataforma que serve como ponto de contato entre quem deseja vender, o que, por quanto e quem deseja comprar. 

A Magalu, por exemplo, disponibiliza uma parte de seu site para que as pessoas anunciem seus produtos (marketplace) e também realiza a venda da sua própria produção diretamente com o cliente (e-commerce).

Exemplos de marketplace

Outros exemplos de marketplace são o Mercado Livre, a OLX e a Amazon. Porém esse modelo de negócios não se limita apenas aos produtos, o Airbnb oferece um serviço de hotelaria em formato de marketplace. 

Isso porque a plataforma disponibiliza um espaço para que pessoas anunciem suas casas, pousadas, locais de descanso e lazer, para que os usuários possam avaliar se vão ou não alugar uma estadia por um determinado tempo. 

A Uber, aplicativo de locomoção, também é um bom exemplo, pois utiliza o formato de marketplace e oferece um serviço. Por fim, o último exemplo é o aplicativo iFood, ele também utiliza o marketplace, uma vez que é uma “ponte” entre quem deseja vender os alimentos e quem deseja comprar com maior custo benefício.

fotografia tirada com ângulo de cima de uma mesa azul, nela há vários papéis com gráficos coloridos, duas xícaras de café, dois notebooks, dois porta lápis, um tablete e uma calculadora, ao centro da imagem há uma vaso com uma planta verde e no canto inferior direito aparecem as mãos de uma pessoa segurando uma espécie de relatório, como se estivesse em uma startup ou organizando as contas de um e-commerce e/ou marketplace
iFood e Uber são modelos de negócios que começaram como startups. Caso você queira saber mais sobre o que é startup e como tirar a sua ideia do papel,
nós temos um artigo sobre!

Diferenças entre marketplace e e-commerce

Como podemos ver, por mais que ambos estejam no meio digital, o marketplace e o e-commerce são diferentes, enquanto um é uma espécie de shopping online, o outro é uma loja virtual.

Essa pode ser entendida como a principal diferença entre marketplace e e-commerce, mas há outras como o investimento, a visibilidade e a segurança de dados.

Com o detalhamento dessas diferenças, podemos visualizar melhor os prós e contras de ambas as formas de vender pela internet. Confira abaixo os detalhes de cada uma das distinções mencionadas.

Investimento

O investimento para começar um e-commerce é diferente do marketplace, isto porque o empreendedor vai precisar contratar uma plataforma online e arcar com todos os valores de investir nesta tecnologia. 

Por outro lado, ao utilizar um marketplace, não é preciso se preocupar com essa questão, já que a responsabilidade da infraestrutura digital não fica sob a responsabilidade de quem está vendendo diretamente, e sim com quem disponibiliza a plataforma. 

Visibilidade

Muitas vezes quem começa um e-commerce pode encontrar dificuldades ao tentar alcançar um grande público rapidamente. 

Até porque ao entrar no mercado com uma loja virtual, ser notado diante de tanta concorrência é difícil e fica complicado obter visibilidade de forma rápida. 

Com o marketplace é diferente, pois é possível usufruir da presença online de outra empresa e, assim, conseguir ser visível de forma mais rápida e para um público grande, garantindo a visibilidade logo no começo do negócio.

Segurança de Dados

A segurança de dados é muito importante no atual momento devido a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. 

Então, durante as transações e pagamentos online, um e-commerce precisa garantir a segurança das informações que são coletadas do cliente.

Isso significa que é preciso investir em uma plataforma e mecanismos que protejam os dados, evitando a vulnerabilidade das informações. 

Por outro lado, em um marketplace, quem fica responsável por isso é a empresa que disponibiliza o espaço para a venda, ou seja, de quem administra o shopping virtual. 

Os prós e contras

Os benefícios, que também podemos chamar de prós, de um e-commerce, é que o site é do próprio empreendedor e o lucro fica destinado apenas a ele. 

Por outro lado, o contra é que esse retorno pode demorar para vir, devido a dificuldade de visibilidade e maior investimento com o início da empresa.

Os contras de um marketplace é que o empreendedor vai precisar pagar uma taxa de comissão a empresa que administra a plataforma, ela é referente a cada venda realizada e varia de site para site. 

Por outro lado, o pró de um marketplace é que, como percebemos, pode ser mais fácil e rápido obter lucro do que com um e-commerce.  

Em resumo…

A principal diferença entre marketplace e e-commerce é o espaço digital que vai ser vendido, enquanto um é, respectivamente, uma plataforma gerenciada por um terceiro, o outro é um site próprio do empreendedor.

Além disso, há diferença de investimento, visibilidade e responsabilidade pela segurança de dados

Por isso, caso você queira abrir um negócio, é preciso primeiro analisar quais as características da sua empresa e ver qual modelo é mais adequado para você, pensando em quanto precisará investir e qual visibilidade vai precisar nos primeiros meses de vendas. 

Agora que entendeu todas as diferenças, conheça a contabilidade online da Contabilivre, que reúne os melhores especialistas em abertura de empresas.