Quantas empresas posso abrir em meu nome?

Dentro do mundo dos negócios, novas oportunidades podem aparecer, incluindo a de uma nova sociedade ou até mesmo a abertura de mais uma empresa. Mas, neste momento, algumas dúvidas podem ficar no ar: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” ou “em quantas posso ser sócio?”. A resposta é simples, mas requer mais explicações: depende de cada caso.

Para saber se é possível ou não abrir mais uma empresa em seu nome, é preciso checar o tipo de empresa que você, empresário, tem e qual está planejando participar no futuro. Cada tipo de empresa possui suas características e regras que influenciam na abertura de outras no nome da mesma pessoa. 

Trouxemos um conteúdo exclusivo para você entender as regras que influenciam essa tomada de decisão. Confira!

Quando posso abrir mais de uma empresa no meu nome?

Só é possível abrir uma outra empresa em alguns casos específicos. Isso acontece porque, para uma nova constituição, é preciso saber qual o tipo de negócio o empresário já tem e qual pretende abrir. 

Devido aos diversos portes empresariais e naturezas jurídicas, criam-se cenários em que há possibilidade, ou não, de abrir outro negócio. Além disso, é válido ressaltar que o regime tributário, no caso o Simples Nacional, também impõe algumas regras e limitações no momento de abertura de uma nova companhia.

Há vários outros cenários e, cada um, com uma restrição ou permissão. Pensando em te explicar todos os pormenores de cada um, segue, abaixo, as respostas para cada segmento de empresa. Assim, não sobrará mais dúvidas sobre ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? “.

No caso do Microempreendedor Individual (MEl)

O Microempreendedor Individual (MEI) não tem permissão para ser proprietário de qualquer outro tipo de empresa

Para poder abrir outro negócio, ou participar como sócio do quadro societário de empresas  Limitadas, o empreendedor deve realizar o processo de desenquadramento do MEI

Após finalizar o desenquadramento, o empresário pode participar de outra empresa, seja em sua abertura ou fazendo parte do quadro societário. Assim, aparecem outras alternativas para se formalizar como Pessoa Jurídica.

São muitos detalhes no processo de desenquadramento e ele pode ser muito burocrático. Por isso, se for mudar de MEI para ME , opte por contratar um contador.   

Para isso, confira os serviços da Contabilivre! Conte com os melhores especialistas para alterar sua MEI para ME e sem burocracias!

Quantas empresas o Empresário Individual (EI) pode abrir em seu nome?

Agora, se o seu caso se enquadra no Empresário Individual (EI), a resposta para a pergunta: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” é outra, mas ainda com as suas particularidades. 

Para o Empresário Individual, é possível abrir mais de uma empresa, mas esta afirmação requer um bom entendimento para evitar erros. Quem tem uma empresa de natureza jurídica EI, não pode ter outra do mesmo tipo.

Este empresário, poderá, apenas, participar do quadro societário de empresas limitadas, e/ou abrir uma empresa EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) ou uma Sociedade Limitada Unipessoal.  

E o Empreendedor Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)?

Agora, se for o Empresário Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) , também pode surgir a pergunta: quantas empresas posso abrir em meu nome ? “

Neste caso, quem tem uma  EIRELI, não pode abrir outra empresa que seja da mesma modalidade. Porém, pode abrir um novo negócio em seu nome na categoria de Empreendedor Individual (EI). 

Além disso, poderá participar do quadro societário de quantas empresas quiser e que sejam do tipo LTDA (Limitada). Contudo, há algumas regras que precisam ser checadas antes. 

Os detalhes que precisam de atenção no momento de entrar em uma sociedade de uma (ou mais) empresa LTDA é referente aos negócios enquadrados no Simples Nacional.

Empreendedor, venha descomplicar a sua rotina com a contabilidade online e simples da Contabilivre! Clique aqui e conheça nossos serviços.

Outra pergunta frequente é: “em quantas empresas posso ser sócio?”

Outra dúvida que muitos empresários podem ter, além de “quantas empresas posso abrir em meu nome?”, é sobre a participação em quadro societário. Afinal, “em quantos posso participar?” E, a resposta, irá, novamente, depender do tipo de empresa

Se a empresa for Sociedade Anônima (S/A) ou Sociedade Limitada (LTDA), não há limitações para ser sócio. Contudo, se alguma das empresas for enquadrada no sistema de tributação simplificada, popularmente conhecido como Simples Nacional, é necessário saber que existem alguns limites. 

Simples Nacional e o quadro societário em mais de uma empresa

O Simples Nacional é um regime simplificado de recolhimento dos tributos, que são unificados em apenas uma guia de pagamento mensal (o DAS), para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), ou seja, o regime funciona em todos os entes federados

Portanto, ele abrange vários níveis: a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, reunindo tributos de impostos estaduais, municipais e federais em uma única guia. 

Então, quando um empresário possui uma empresa (EIRELI, Sociedade LTDA e EI) e pretende ser sócio de uma outra que está enquadrada no Simples, ele precisa se atentar à soma do faturamento bruto anual de todos seus negócios. 

Isso porque é possível ter duas ou mais empresas no Simples Nacional. Mas o empreendedor precisa respeitar o limite máximo de faturamento do programa para que nenhuma das empresas sejam desenquadradas do sistema.

Assim, segundo a lei, o valor máximo da soma dos faturamentos brutos anuais global das empresas não pode ultrapassar R$ 4.800.000,00. Caso a soma de todas as empresas for maior que o limite, os dois negócios são desenquadrados do Simples Nacional. 

Essa regra corresponde à participação societária em empresas optantes pelo Simples e também aquelas que não, ou seja, caso o sócio, ou titular, com participação maior que 10% da sociedade, tenha uma empresa não optante pelo Simples, o faturamento dela também conta nesta norma. 

Por isso, é preciso ficar atento se as empresas estão, ou não, cadastradas no regime tributário Simples Nacional e, também, verificar a soma do faturamento anual das empresas para não deslizar nas regras e condições para todas as empresas que você for sócio ou proprietário.

Em resumo…

Essas são as especificações referentes à participação de quadro societário e podemos perceber que não há muitas restrições, desde que os limites estabelecidos de empresas com o regime Simples Nacional sejam respeitados. 

E, referente à abertura de mais de uma empresa em seu nome, é preciso sempre ficar atento à natureza jurídica da empresa que você já possui, e seguir as regras de cada uma, conforme apontamos no conteúdo. 

Agora que você já sabe a resposta para a questão: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” e está querendo evitar burocracias (nesse processo) conheça os serviços de contabilidade online da Contabilivre. 

Na Contabilivre, é fácil abrir seu negócio e desburocratizar processos com uma equipe de profissionais especializados em contabilidade.  Clique para abrir seu negócio com a gente! 


Imagem com uma computador no canto esquerdo mostrando a alta e queda das ações da Bolsa de Valores e no canto direito uma parte em azul claro escrito: Bolsa de Valores: como funciona e como investir?

Bolsa de Valores: como funciona e como investir?

A maioria das pessoas ainda encara a Bolsa de Valores como algo muito distante e caro. Mas, será que é mesmo? Cada dia que passa, ela se populariza mais, seja porque um conhecido começou a investir ou porque apareceu nos jornais uma notícia sobre a queda ou alta das ações. Afinal, o que é a Bolsa de Valores, como funciona e como investir?

Pensando nisso, preparamos um conteúdo para você tirar todas as suas dúvidas e começar a investir, acompanhe!

O que é a Bolsa de Valores?

A Bolsa de Valores é um  ambiente de negociações para quem pretende vender e quem pretende comprar títulos e ações, ou seja, ela é uma espécie de ponto de encontro seguro no qual os investidores podem negociar títulos e ações de empresas com capitais públicos, mistos e privados.

O objetivo principal da Bolsa, além de realizar as transações de ações e títulos, é proporcionar um ambiente seguro e prático para que as negociações dos acionistas aconteçam de forma eficiente e rápida. Além disso, tem um papel fundamental no momento em que uma empresa decide abrir seu capital, ao gerir as vendas e compras de ações.

Como ela funciona? 

Antigamente, a Bolsa de Valores funcionava dentro de escritórios barulhentos e cheios de funcionários que atendiam e faziam ligações apressadas. Essa visão encontrada em filmes que mostram como era a Bolsa de Nova York, em Wall Street, na década de 20, por exemplo, não existe mais na prática.

Agora, a Bolsa funciona em ambiente totalmente digital, de forma ainda mais rápida e também calma. 

Além disso, em um primeiro momento, é preciso entender que o funcionamento da Bolsa de Valores se divide entre dois tipos de processos, ou “ambientes”, aquele que é do Mercado Primário e outro que é do Secundário

O Mercado Primário é quando uma empresa disponibiliza pela primeira vez suas ações  para venda. Ela realiza, então, a captação de seus recursos para fazer a sua Oferta Pública Inicial (sigla em inglês: IPO) dentro da Bolsa. É nesse momento que os compradores investem de forma mais direta na empresa, comprando “partes” (ações) maiores da mesma.

O Mercado Secundário, porém, é quando a compra acontece de forma meio “indireta”. No momento que não há mais ações para serem compradas diretamente com a companhia, resta, então, tentar negociar com os acionistas. A negociação é feita entre os investidores nesse momento. 

Assim, após ocorrer a venda ou compra, em qualquer um dos mercados (primário: diretamente com a empresa, secundário: diretamente com os acionistas), essa aplicação de investimento é documentada, e os papéis ficam sob tutela da Bolsa. 

O que posso fazer sendo acionista?

Bom, isso depende do tipo de ação que você pretende comprar. As ações chamadas de Ações Ordinárias dão ao investidor o direito ao voto e participações nas operações da empresa. Agora, se você tem um tipo de ação chamada Preferencial, terá o recebimento dos dividendos e juros pagos pela companhia. 

Contudo, o que mais motiva as pessoas a investirem na Bolsa de Valores é comprar ações apenas para vender depois. Parece um pouco contraditório, mas não é. O maior objetivo dos investidores dentro da Bolsa de Valores é conseguir lucrar com suas ações

Eles compram para, depois, venderem por um preço maior do que pagaram. Isso só é possível por conta da queda e da alta das ações do mercado.

Quer abrir uma empresa e não sabe como? A Contabilivre pode te ajudar com isso e com a contabilidade do seu negócio. Clique aqui para saber mais!

Índices da Bolsa de Valores

Para visualizar melhor como funciona a queda ou a alta das ações, é preciso conhecer os índices da Bolsa de Valores. Eles que vão indicar se as ações estão caindo ou não. 

A Bolsa brasileira, chamada de B3 (antiga Bovespa), possui um índice principal que indica a movimentação das ações, chamado Ibovespa. Ele é uma espécie de “termômetro” das principais ações da Bolsa de Valores brasileira.

Quando você ouve que a Bolsa caiu X%, na verdade está ouvindo que o Ibovespa caiu X%. Por ser o índice de referência da B3, e ser composto pelas ações mais negociadas, ele indica as oscilações. 

Em resumo, se as ações mais negociadas estão caindo (Ibovespa),  a tendência é que as outras caiam também (Bolsa de Valores), se estiverem subindo, seguem a mesma lógica. 

Aliás, esse movimento da Bolsa é determinado por fatores internos do mercado, e das empresas e, também, muitas vezes, por fatores externos como a geopolítica do país, a economia mundial e as notícias a respeito das grandes companhias.  

É por isso, por exemplo, que em março de 2020 aconteceram diversas pautas nas negociações da Bolsa, em todo o mundo. Até porque, nesse momento, acontecia o começo da pandemia da covid-19 e, assim, as mudanças e os acontecimentos, como a queda do preço do petróleo e o isolamento social, influenciaram nas oscilações das ações.  

Como investir? 

Primeiro, você precisa conhecer mais a fundo alguns pontos da Bolsa de Valores como: os horários das negociações, saber quanto investir, conhecer as vantagens e desvantagens de investir na Bolsa de Valores. 

Além dos pontos mencionados, é preciso estudos profundos de mercado, os quais   você pode adquirir com muita cautela e tempo. Até porque é necessário um olhar crítico e aguçado sobre o mercado financeiro para saber quando vender e quando comprar

Investir na Bolsa requer prática e tempo. A maior ilusão dos investidores que acabaram de começar é a pressa para ficar muito rico sem estudos de mercado e prática nas vendas e compras de ações.

A Bolsa de Valores trabalha com renda variável, então, a alegria de hoje pode ser a tristeza de amanhã, as mudanças estão sempre acontecendo. 

Horários de negociações: Pregão Regular

Se você é novo no mercado acionário, não deve conhecer o Pregão Regular. Esse é o nome do horário de funcionamento das negociações de ações dentro da Bolsa de Valores.

No caso da B3, o Pregão Regular começa às 10h da manhã e vai até às 17h da tarde, no horário de Brasília. Esse tempo é das negociações em si, sem contar os momentos de pré-abertura e o after market. 

  1. Leilão de Pré- abertura (9h45-10h): as ofertas podem começar, não podem ser canceladas, porém as transações não são concretizadas. 
  2. Negociações (10h-17h): ao coletar as ofertas feitas 15min antes da abertura, a Bolsa de Valores faz uma média dos preços das ofertas para estabelecer o valor de abertura dos ativos; começam as negociações e confirmações;
  3. Call de Fechamento (16h55-17h): acontece um leilão para fechar o valor dos preços dos ativos;
  4. After Market (17h25-18h): cancelamentos de ofertas que não foram concretizadas; negociações com várias restrições; 

Começando a investir…

Para entrar no mercado de ações, primeiro é preciso abrir uma conta em banco ou corretora, transferir o dinheiro que deseja aplicar e começar as negociações. As transações são feitas pela plataforma digital Home Broker. 

Após isso, a questão a ser pensada é o quanto investir. Não há um valor mínimo para investir na Bolsa. Pode-se, por exemplo, começar com menos de cem reais no mercado fracionário – compra de uma ou duas ações apenas, ao invés de um lote completo com 100 ações, por exemplo.

Por outro lado, recomenda-se fazer uma reserva de emergência com uma quantia significativa antes de começar a investir no mercado acionário. Já que o risco de perda é maior, por ele ser um investimento de alto risco. 

Agora, para definir o quanto investir, é interessante fazer uma conta dos seus gastos e ganhos e ver o quanto do seu recebimento seria bom aplicar, isso vai variar do perfil de cada pessoa e seus objetivos com as aplicações.

Depois disso, é preciso ficar atento às taxas cobradas em cada negociação, para que elas não consumam boa parte de seu investimento. Por fim, é recomendado usar uma reserva para aplicar na Bolsa de Valores. 

Isso porque os investimentos na Bolsa podem demorar para dar o retorno esperado ou os valores de ganhos podem virar perdas do dia pra noite, devido a volatilidade do mercado de ações. 

Quais as vantagens de investir na Bolsa de Valores?

O ato de investir na Bolsa de Valores traz, consigo, muitas vantagens para o empreendedor. A primeira delas, e talvez mais importante, seja a possibilidade de grandes ganhos e rendas, já que a Bolsa opera com renda variável. 

Assim, a alta variação do preço das ações, em um curto período de tempo, permite que o investimento gere ganhos muito maiores em menos tempo se comparados aos investimento de renda fixa, por exemplo. 

Além disso, existem os proventos, parte dos lucros do negócio, que são repassados para os acionistas. Com isso, o lucro não vem só das negociações durante o Pregão Regular, mas, também, da posse das ações. 

Há outras vantagens como por exemplo: 

  1. Rentabilidade: cenário de juros baixos no Brasil;
  2. Acessibilidade: não precisa de muito dinheiro para começar a investir;
  3. Oportunidade: ser sócio de uma empresa;

E as desvantagens?

Por outro lado, há sim as desvantagens de investir na bolsa. O primeiro deles é o alto risco. Por ser de caráter variável, e com mercado muito volátil, os investimentos na Bolsa de Valores podem acarretar em grandes prejuízos para os investidores se as ações caem.

Por isso é muito importante estudar e conhecer a fundo o mercado, seus negócios, negociações e até futuras ações, para estar preparado e conhecer o seu perfil de risco. 

Agora que você já entende sobre o mercado de ações, aproveite para deixar as obrigações contábeis da sua empresa com a Contabilivre! Simplificamos tudo para você poder focar no desenvolvimento da sua empresa. 

Uma imagem cortada ao meio, do lado esquerdo há um homem e um mulher sentados olhando um notebook, no lado direito há um espaço em azul claro com a frase: como expandir um negócio físico para o digital?

Como expandir um negócio físico para o digital?

Expandir um negócio físico para o digital pode ser o que a sua empresa precisa para conquistar novos clientes. O ambiente online está repleto de usuários e, consequentemente, de consumidores de diversas partes do país que podem conhecer os seus serviços ou produtos independente da localização do seu empreendimento

Já era possível notar o crescimento das vendas online antes mesmo do contexto da pandemia do  coronavírus. Mas com a necessidade do isolamento social no ano de 2020, o processo foi acelerado e trouxe um “boom” muito grande para o setor. 

Então, expandir um negócio físico para o digital está se tornando cada vez mais frequente.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o número de transações efetuadas em e-commerce cresceu 65,7% em relação a 2019.

Parece ser uma boa expandir um negócio físico para o digital, não é mesmo? Mas para isso, é necessário seguir alguns passos. Acompanhe o conteúdo que preparamos a seguir e tire suas dúvidas! 

Conheça seu modelo de negócio

Antes de começar a investir em presença digital, ou seja, em expandir um negócio físico para o digital, é importante entender como o seu modelo de negócio funciona no ambiente online.

Se você tem uma loja de roupas em um espaço físico e quer levá-la para o online, por exemplo, o primeiro passo é criar uma vitrine virtual para exibir seus produtos.

Mas se a sua empresa é uma prestadora de serviços talvez você deva começar investindo em plataformas de comunicação, e por aí vai. 

Um ponto muito importante para quem deseja expandir um negócio físico para o digital é saber onde o público-alvo está para que seus produtos ou serviços cheguem até os possíveis clientes. Por isso, a presença digital é uma peça fundamental.  

Está precisando de ajuda na contabilidade da sua empresa? Entre em contato com a Contabilivre, contabilidade online e prática!

Crie um site para expandir um negócio físico para o digital

O site pode ser definido como a estrutura do seu negócio, ele é a vitrine da sua loja no ambiente online ou o escritório da sua empresa, por exemplo. Por meio de uma plataforma, os usuários encontram informações sobre os seus serviços e produtos, realizam compras e entram em contato com a sua empresa, se precisarem. 


O site precisa ser pensado para que o usuário tenha uma boa experiência e se interesse pelas mercadorias que seu negócio oferece. Independente se você irá criar o seu próprio site (existem plataformas simples e até gratuitas) ou contratará uma pessoa para isso, alguns pontos precisam ser levados em consideração: 

  1. Não esqueça de disponibilizar uma versão para dispositivos móveis;
  2. O site precisa ser atrativo, mas cuidado com os exageros. Disponibilize as informações de forma que o usuário encontre com facilidade seus serviços ou produtos principais;
  3. Você vai precisar escolher, comprar um domínio e contratar um serviço de hospedagem. 

Ter um site para a sua empresa é positivo até mesmo para o seu negócio físico. Um relatório divulgado pelo Thinkwithgoogle indicou que 63% das experiências de compra registradas no mercado mundial, em 2018, começaram online. 


Dessa forma, mesmo quando um usuário compra em uma loja física, há uma chance significativa da jornada de compra dele começar pelo site.

Use o WhatsApp Business

A comunicação com o consumidor é um dos principais fatores para determinar o sucesso de seu negócio online. Isso porque, sem o contato presencial, é preciso disponibilizar canais abertos e efetivos na qual o usuário pode tirar dúvidas, marcar uma reunião, comprar e ter um suporte à disposição.

Também é importante que os colaboradores do seu negócio estejam preparados para se relacionar com os clientes no online. Além da forma de comunicação tradicional, vale criar uma conta no WhatsApp Business, versão voltada para os negócios. 

A plataforma permite que o consumidor entre em contato de forma rápida e simples com a empresa em uma conta profissional. 

Saiba mais sobre os pagamentos online

Um desenho digital, do lado esquerdo tem uma tela de computador azul e grande com várias propagandas de promoções aparecendo e, no lado direito, tem uma mulher vestindo roupas azuis sentada olhando a tela, com uma empresa que provavelmente foi expandir um negócio físico para o digital

Ao expandir um negócio físico para o digital, o empreendedor pode ter dúvidas em relação às transações online. No entanto, não é preciso se preocupar com isso. Existem diversas empresas que atuam como intermediárias dessas transações, elas fazem o meio de campo entre o seu negócio e as bandeiras de cartão de crédito

Pesquise por empresas com credibilidade, confiança e segurança para o cliente e para você. Vale também conferir o prazo que as empresas intermediárias liberam o pagamento.

Também é possível receber pagamentos por boleto bancário, o documento pode ser gerado em plataformas digitais. Os cuidados são os mesmos, vale escolher soluções populares que tenham credibilidade no mercado. 

Há, também, o Pix, um meio de pagamento e transações sem taxas e que acontece em menos de 10s. Ele é uma opção que pretende substituir os outros tipos de transações e está disponível para ativação dentro dos aplicativos de bancos. 

Tenha presença digital 

Não adianta nada criar um site e os usuários não chegarem até ele. Por isso, é preciso usar das estratégias do marketing digital para fazer com que seus produtos e/ou serviços sejam vistos por mais pessoas. 

Diversas são as formas de fazer marketing digital, seja pelas redes sociais da empresa, por divulgação de influenciadores ou anúncios nas plataformas digitais. O ponto chave mesmo é conseguir fazer com que a sua marca tenha um alcance maior entre seu público-alvo

As redes sociais também são uma vitrine para exibir seus produtos ou serviços. Sendo assim, vale se aprofundar nos recursos que as ferramentas oferecem e usá-los para atrair mais público ao perfil comercial da sua empresa. 

Estruture a distribuição

No meio digital, é preciso que seus produtos cheguem até a casa dos consumidores. É verdade que as entregas são um fator complexo, mas elas fazem parte dos processos de um negócio online. 

Por isso, é preciso criar uma estrutura de entrega, indo desde a embalagem segura do produto até a logística de transporte. 

Você pode optar por criar essa própria logística ou usar uma transportadora parceira. Não esqueça que o cliente gosta de acompanhar as etapas da entrega. Sendo assim, é preciso fornecer um código de rastreio para cada pedido

Essa é uma etapa fundamental para a transição para o online, uma vez que os clientes se importam bastante com o prazo de entrega. 

Já prestadores de serviços, que não realizam a distribuição de um produto, mas sim oferecem um serviço, precisam prestar seu trabalho de forma online. Nesse contexto,  a comunicação com os clientes é fundamental. Disponibilize plataformas de sistemas, de armazenamento e de videoconferência. 

Uma consultoria jurídica, tributária, cursos online são exemplos de serviços que podem expandir seu negócio físico para o digital usando plataformas que auxiliem na comunicação entre colaboradores e clientes. 

Você está pronto! 

A expansão de um negócio físico para o digital é marcado por mudanças nos processos da empresa. Se antes toda venda ou serviço era realizado presencialmente, quando o cliente ia para sua loja, agora, ele pode realizar a compra sem sair de casa. Mas, para isso, o negócio precisa se adaptar ao novo comportamento do consumidor. 

Siga essas dicas e não deixe de levar seu negócio físico também para o online. Assim, você terá mais chances de conseguir clientes e aumentar suas vendas. 

Agora que você já sabe como expandir seu negócio físico para o digital, aproveite para deixar as obrigações contábeis da sua empresa com a Contabilivre! Simplificamos tudo para você focar ao máximo no desenvolvimento da sua empresa.  

defis

O que é Defis e qual o prazo de entrega?

Entre as obrigações acessórias que as empresas optantes pelo regime do Simples Nacional precisam cumprir, temos a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais, conhecida por Defis

O documento é a maneira de informar à Receita Federal os dados econômicos e fiscais do seu negócio e, assim, comprovar os impostos recolhidos durante o ano.  

No início do ano, muitas empresas procuram saber mais sobre a declaração, tendo em vista que o prazo de entrega é 31 de março. Por isso, preparamos um conteúdo para você tirar todas as suas dúvidas sobre a Defis. Confira! 

O que é Defis e para que serve?

A Defis é uma declaração enviada à Receita Federal, órgão que fiscaliza os dados econômicos e fiscais das empresas enquadradas no Simples Nacional, para verificar se o seu negócio recolheu todos os impostos necessários do regime tributário enquadrado.

Na prática, a obrigatoriedade funciona como uma versão simplificada da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ).  

Se você nunca ouviu falar da Defis, talvez já tenha escutado sobre a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), isso porque a Defis substituiu o documento, conforme determinado na Resolução CGSN 94/2011

Como o Simples Nacional foi criado com o intuito de simplificar o regime tributário e reduzir a burocracia das Micros e Pequenas Empresas, a Defis surge com o intuito de facilitar a vida do empresário. Pois, empresas enquadradas no Simples Nacional não precisam enviar o IRPJ aos órgãos fiscalizadores, apenas a Defis. 

Quais informações devem constar na declaração?

As principais informações exigidas na Defis estão relacionadas aos ganhos econômicos e dados fiscais da empresa, no início e final do período que contempla a declaração. Confira a lista completa:

  • Ganhos de capital;
  • Número de funcionários no início e no final do período que abrange a declaração; 
  • Lucro contábil, caso a ME ou EPP tenha evidenciado lucro acima do limite apontado no parágrafo 1º do art. 2 da Resolução CGSN Nº 140, de 22 de maio de 2018
  • O saldo disponível em caixa no início e final do período considerado pela declaração;
  • O total de despesas (operacionais e não-operacionais, custos, salários, entre outros) no período que contempla a declaração; 
  • Mudança de endereço, caso o estabelecimento tenha mudado no período abrangido;
  • Identificação de cada um dos sócios da empresa
  1. Rendimentos que eles apresentam;
  2. Documentos dos responsáveis pela companhia; 
  3. Dividendos referentes aos sócios;
  4. Percentual de participação individual no capital social da empresa;
  5. Pró-labore referentes aos sócios;
  6. Imposto de renda retido na fonte sobre os rendimentos pagos a cada sócio pela ME/EPP

Precisa de ajuda para preencher a Defis? Contate nossos contadores especialistas! 

Como é feita a entrega da Defis

A entrega da Defis é feita pelo Programa Gerador do Documento de Arrecadação Simples Nacional (PGDAS-D) pelo site do Simples Nacional utilizando o código de acesso ou certificado digital da empresa. 

Na plataforma, é preciso adicionar os documentos requeridos e selecionar o ano-calendário referente à declaração. 

Vale informar que a declaração é referente ao ano-calendário anterior ao do exercício fiscal, ou seja, a entrega da Defis com prazo para 31 de março de 2021 é feita com base nos dados do ano de 2020. 

Como evitar erros no preenchimento e na entrega

defis
Entenda tudo sobre o Defis

O preenchimento e envio da Defis no PGDAS-D é simples. No entanto, a quantidade de documentos necessários pode fazer você se perder na hora de enviar todas as informações no sistema. Fora isso, é preciso que todos os dados estejam corretos, e essa análise é feita por meio de uma assessoria contábil especializada. 

Para isso, você conta com a ajuda da Contabilivre. Nossos planos incluem a elaboração do Defis. Assim, é possível realizar a entrega da declaração no prazo e com segurança. 

Prazo e consequências por não entregar a Defis

O prazo para entregar a Defis é até o dia 31 de março do ano subsequente ao período abrangente da declaração.

Embora essa obrigação acessória não resulte em multas por atraso, a falta da entrega impedirá a apuração e geração do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) a partir de Abril do ano vigente (mês subsequente ao prazo de entrega).

O não pagamento do DAS, por sua vez, acarreta em juros e multas que podem trazer graves consequências para a sua empresa. As implicações envolvem ter o CNPJ cancelado, perda dos benefícios previdenciários e até mesmo a exclusão da empresa do regime do Simples Nacional. 

Quer saber mais sobre DAS? Confira

O DAS é uma guia de pagamento contendo todos os impostos que as empresas optantes pelo Simples Nacional precisam pagar. A guia é uma forma de simplificar a tributação de Micro e Pequenas empresas ao oferecer alíquotas menores ao negócio. 

Apesar de simplificado, o DAS engloba vários impostos, são eles:

  • IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) 
  • ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação)
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)
  • PIS (Programa de Integração Social)arrecadação voltada para o pagamento de abono salarial e seguro-desemprego;
  • CPP — (Contribuição Patronal Previdenciária)
  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza)

Por que devo enviar a Defis?

O envio adequado feito dentro do prazo garante às empresas a proteção contra penalizações aplicadas pela Receita Federal ao seu negócio. A Defis é só mais um dos documentos necessários para manter sua empresa legalizada e livre de punições. 

O envio da declaração faz parte das obrigações acessórias de uma empresa. Fugir da burocracia não é a solução, afinal, a empresa precisa ser legalizada para realizar as atividades no cumprimento da lei. 

Entender os objetivos de cada declaração e documento é a saída para organizar sua empresa. Assim, você poderá usar o seu tempo para focar no crescimento do seu negócio.

Agora que você já sabe o que é a Defis, aproveite entrar em contato com a Contabilivre. Te ajudamos com essa e outras declarações!


modelos de contratação

Modelos de contratação: qual a opção ideal para o seu negócio?

A gestão de contratações em uma empresa não é tarefa fácil. As leis trabalhistas estão em constante atualização e a fiscalização do cumprimento das mesmas costuma ser bem severa. Além disso, é preciso entender quais são as demandas da empresa e como elas podem ser atendidas da melhor forma.

Por esse motivo, quando se reconhece a necessidade de contratação de novos funcionários, uma dúvida surge na cabeça de muitos gestores de recursos humanos: qual modelo de contratação é o ideal?

Pensando nisso, trouxemos um panorama dos modelos de contratação disponíveis pela legislação brasileira, para que você possa avaliar qual atenderá as demandas do seu negócio.

Neste  conteúdo você vai ler sobre:

  • O que é um modelo de contratação? 
  • Qual a importância de escolher o modelo de contratação ideal para a sua empresa?
  • Quais os modelos de contratação de funcionários?
  • Como escolher o melhor modelo de contratação?

O que é um modelo de contratação?

O modelo de contratação é a forma legal pela qual alguém trabalha para uma empresa. Firmado por meio de um contrato, cada modelo de contratação possui suas especificidades e precisa atender a uma série de regras que mudam de acordo com o regime.

Qual a importância de escolher o modelo de contratação ideal para a sua empresa?

A prosperidade de qualquer empreendimento depende, em grande medida, de seus colaboradores. A qualidade dos produtos e/ou serviços prestados e a produtividade de uma empresa mudam conforme as características daqueles que trabalham nela

Porém, o gerenciamento dos recursos humanos começa antes mesmo dos treinamentos e da manutenção da cultura organizacional. O regime de contratação da empresa influencia diretamente em sua prosperidade e deve ser decidido de acordo com as necessidades da mesma. 

Isso acontece porque a escolha do regime de contratação impacta os custos com a folha de pagamento. Além do salário, cada regime exige impostos e outros encargos trabalhistas específicos que devem ser levados em consideração.

Quais os modelos de Contratação de Funcionários?

Antes da Reforma Trabalhista, existiam apenas três modelos de contratação: integral, parcial e temporário. Com a aprovação da Lei nº 13.467/2017, foram criadas novas formas de admissão, além da flexibilização de alguns de seus critérios.

CLT

O regime CLT é um dos modelos de contratação mais conhecidos. A categoria unificou toda legislação trabalhista existente no Brasil em 1943. Desde que publicada, a lei passou por modificações com o objetivo de adaptar o texto de acordo com as mudanças da modernidade. 

Os contratantes que optam por esse modelo devem cumprir uma série de direitos aos colaboradores, como férias, 13º terceiro salário, jornada de trabalho, entre outros, assim como os trabalhadores inseridos nessa categoria precisam seguir seus deveres. 

CLT Home-office

Esta modalidade de contratação, também conhecida como teletrabalho, não estava prevista na Lei até a sua reformulação em 2017, que criou um capítulo exclusivo para tratar desta categoria.

Considera-se home-office a prestação de serviços feita predominantemente fora das dependências do empregador, por meio de tecnologias da informação e de comunicação. 

Para que isso seja possível, o modelo de teletrabalho deverá constar no contrato firmado entre o empregador e o empregado, bem como a especificação das atividades que deverão ser desenvolvidas por este.

Devido à pandemia da Covid-19, o teletrabalho se tornou mais comum e, muitas vezes, a única opção viável para muitas empresas. Nesse caso, quando há necessidade de alternar entre regime presencial e regime de teletrabalho, a lei exige termo aditivo contratual, assinado entre as partes, além de período de transição de quinze dias. 

Está em dúvida em relação a qual modelo de contratação é o ideal para o seu negócio? Contate nossos contadores especialistas para te ajudar

CLT Intermitente

Outro modelo de contratação de funcionário criado com a reforma trabalhista é o CLT intermitente. Neste modelo, a prestação de serviços não é contínua, devendo ser alternada por períodos de atividade e inatividade, estabelecidos previamente em contrato, e que podem ser definidos em horas, dias ou meses.

De acordo com o Art. 452-A, o contrato firmado entre as partes deve esclarecer o valor da hora de trabalho, não podendo a mesma ser menor do que o valor por hora do salário mínimo e nem maior do que o valor hora de outros funcionários da empresa que executem o mesmo serviço, sendo intermitentes ou não.

Além disso, o empregado intermitente tem direito a receber FGTS, INSS, décimo terceiro, fim de semana e férias remunerados, valores estes que devem ser incluídos no pagamento feito após a prestação do serviço, de maneira proporcional.

A dinâmica da prestação de serviços funciona da seguinte maneira: o empregador precisa avisar o empregado sobre o serviço a ser prestado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência. A partir disso, o empregado tem um dia para aceitar o trabalho. No entanto, o não aceite do serviço não configura demissão e, se alguma das partes descumprir o acordo, deve pagar multa de 50% da remuneração que seria devida.

PJ

Este profissional é contratado como pessoa jurídica para a prestação de serviços. A configuração de compromisso é feita por meio de contrato e emissão de nota fiscal. 

Para o empregador, não há obrigatoriedade de garantir nenhum dos direitos da CLT, o que pode reduzir significativamente os custos com encargos trabalhistas. Porém, o serviço não pode configurar vínculo empregatício e subordinação, podendo acarretar em multas e sanções trabalhistas severas caso alguma cláusula contratual seja violada.

Já para o empregado, os benefícios giram em torno da flexibilidade e autonomia de trabalho. Não há horário fixo e o mesmo pode prestar serviços para outras empresas. Além disso, com a diminuição dos custos por parte do empregador, há possibilidade de negociação de remuneração mais alta.

Freelancer

A modalidade de contratação freelancer configura-se quando um profissional é contratado para prestar um serviço de maneira pontual a uma empresa. A remuneração, portanto, está atrelada ao trabalho entregue, firmado em contrato de prestação de serviço que evidencie as entregáveis, remuneração e prazo.

O freelancer consegue atuar de duas maneiras: como pessoa jurídica ou como autônomo. Enquanto pessoa jurídica, o freelancer pode ser registrado como microempreendedor individual (MEI) e possuir um CNPJ, caso a atividade prestada seja permitida. 

Neste caso, o MEI não possui benefícios garantidos e nem remuneração fixa, mas também não precisa contribuir com Imposto de Renda. De acordo com a Lei Complementar nº128/2008, o Governo Federal fica responsável por garantir direitos trabalhistas e previdenciários àqueles que pagaram a mensalidade como MEI.

No entanto, se o freelancer for autônomo, ele precisa pagar 11% de seus rendimentos ao INSS, Imposto de Renda (IR) conforme tabela progressiva, Imposto Sobre Serviço (ISS) e outros encargos.

É importante dizer que a modalidade de contratação freelancer não é regulamentada por nenhuma lei, portanto, é preciso tomar cuidado com as exigências da parte contratante para que não configurem vínculo empregatício

Estágio

Regido por lei própria (nº11.788/2008), o contrato de estágio permite a contratação de estudantes vinculados a instituições de ensino superior, profissional ou médio.

Nesta modalidade, o estagiário pode ser contratado por até dois anos, e a sua carga horária máxima é de seis horas diárias ou trinta horas semanais. Além disso, o estagiário possui direito a trinta dias de férias remuneradas a cada doze meses, vale-transporte e seguro para acidentes de trabalho.

É importante ressaltar que o objetivo do estágio é proporcionar ao estudante aprendizado prático em sua área profissional. Por isso, a instituição de ensino em que o mesmo estiver matriculado pode e deve fazer o acompanhamento das atividades desenvolvidas durante o estágio. 

Assim, garante-se que o serviço não atrapalha os estudos do estagiário e o trabalho desempenhado por ele está de acordo com o plano pedagógico do curso.

Temporário

O regime de contratação temporário é regido pela Lei nº6.019/1974, que foi modificada em 2017 pela Lei nº13.429. A partir do entendimento de ambas, a contratação dentro desse regime é permitida quando há uma demanda pontual, de caráter sazonal, periódico ou intermitente, que exija maior quantidade de mão de obra. 

É importante dizer que a classificação do regime intermitente precisa ser justificada ao Ministério do Trabalho, que poderá autorizar ou não a contratação temporária. Além disso, de acordo com a lei, esse processo deve ser feito por intermédio de empresa terceirizada e especializada em fornecer mão de obra temporária.

Por sua característica sazonal, as contratações em modalidade temporária são mais comuns no comércio, próximo às épocas de Natal e Ano Novo. O contrato firmado entre as partes pode ter até 180 dias, podendo ser prorrogado por mais 90 dias, se justificada a necessidade perante o Ministério do Trabalho, sem configurar vínculo empregatício.

Terceirização

O modelo de trabalho terceirizado consiste na contratação de uma empresa, que disponibiliza seus empregados, para exercer alguma função para outro negócio

Antes da Reforma Trabalhista, este recurso era permitido apenas para serviços específicos, como limpeza e segurança. Agora, é possível que a contratação seja feita para as atividades principais da empresa contratante.

Nesta modalidade, é possível reduzir os custos com mão de obra e encargos trabalhistas. No entanto, a empresa contratante não poderá fazer cobranças diretamente ao empregado, uma vez que esse tipo de subordinação configura vínculo empregatício, o que não se encaixa à modalidade. 

Como escolher o melhor modelo de contratação? 

Alguns modelos de contratação podem ter menos custos para sua empresa

Como visto anteriormente há uma série de modalidades de contratação que podem ser feitas. No entanto, é preciso avaliar de maneira racional e ética quais as melhores opções para o seu negócio.

Por isso, para escolher o regime de contratação mais adequado, considere os custos financeiros com a admissão daquele tipo de contratação, se o modelo funciona para a estratégia da empresa e também o tipo de demanda.

Se o trabalho exige dedicação integral e subordinação, a melhor opção é o regime CLT. Mas, se ele é contínuo e pode ser cumprido sem subordinação, considere a terceirização.

No caso de serviços pontuais e esporádicos, o regime freelancer e PJ são boas opções. Porém, se a demanda sofrer aumentos sazonais, opte pela contratação temporária. 

E se as funções tiverem caráter auxiliar e puderem proporcionar aprendizado ao contratado, o regime de estágio é uma ótima oportunidade para inovar e selecionar novos talentos.

Agora que você já conhece as modalidades de contratação de funcionário, analise com calma as necessidades do seu negócio e perceba como essas opções podem impactar a produtividade do mesmo.

Em caso de dúvidas, a Contabilivre pode ajudar a respondê-las, tornando o processo de decisão mais fácil, considerando as demandas da sua empresa.

O que é bi

O que é BI? Saiba como a técnica pode ser útil para o seu negócio

Você sabe o que é BI? A sigla se refere à palavra em inglês Business Intelligence, que significa, em português, Inteligência de Negócios.

Quem está no mundo empresarial há um tempo, já percebeu que a competitividade aumentou e a velocidade que ocorre as mudanças também. 

A Inteligência de Negócios surgiu justamente para deixar o achismo de lado e auxiliar as empresas a tomarem melhores decisões nesse ambiente cercado por concorrentes. Afinal, qualquer prejuízo pode fazer a diferença nas contas da empresa

Mas se você está se perguntando: “como o Business Intelligence pode ajudar o meu negócio?”, confira o conteúdo que preparamos sobre o que é BI para entender como essa técnica opera na prática. 

O que é BI nas empresas?

Business Intelligence é um processo que envolve um conjunto de técnicas e conceitos que visa a coleta, organização, análise e monitoramento de dados de uma empresa para auxiliar na tomada de decisões do seu negócio. 

Por meio de uma estratégia é possível transformar os dados da sua empresa em um direcionamento para solucionar problemas ou sugerir melhorias nos processos da sua organização, por exemplo. 

Uma peça chave do BI é apresentar oportunidades do mercado para a empresa. No cenário atual de concorrência, esse fator é de extrema importância para as organizações.

Business Intelligence na prática

A informação é determinante para alcançar o sucesso e a saúde financeira do negócio. O Business Intelligence vai desde a coleta de dados, elaboração de relatórios e apresentação dessas informações. 

Existem três pilares que englobam o conceito de BI e precisam estar agrupados no processo. Confira quais são eles:

Estratégico 

Os indicadores estratégicos tem como foco deixar dinâmico o processo de análises. Assim, é possível transformar estratégias em objetivos que possam ser medidos e, posteriormente, acompanhados. 

As ferramentas usadas para essa etapa são mapas estratégicos e relatórios que permitem a análise de fatores variados de acordo com a atividade da empresa. Uma prestadora de serviço, por exemplo, pode investigar a margem de lucro do seu negócio, quantidade de clientes, índice de satisfação do cliente, entre outros. 

Análitico 

Outro pilar que constitui a estratégia de BI é o fundamento analítico. Nessa etapa, é detectada a origem do problema ou da oportunidade. Caso seja identificado que a margem de lucro da sua empresa caiu em relação ao ano passado, é nesse momento em que pode-se entender o porquê ocorreu tal comportamento. 

Operacional

O terceiro pilar do BI visa trazer a solução dos problemas. O lucro da empresa pode ter caído, por exemplo, porque um processo do seu negócio está lento demais e impediu a entrada de novos clientes.

Nesse momento, é hora de encontrar formas de resolver o problema, seja automatizando processos, dando autonomia aos colaboradores e por aí vai. 

Como implementar BI nas empresas?

Colegas de trabalho conversando em frente a janela do escritório
O que é BI? Olhar para os dados é uma tendência das empresas

O primeiro passo para colocar em prática o BI na sua empresa é coletar os dados das operações e transações. Isso engloba as tendências de mercado, processos operacionais e tecnológicos da empresa, entre outros.

É preciso também estruturar todas essas informações em um banco central para que seja possível extrair os dados de um mesmo local. Para identificar os padrões nos dados você deve contar com diversas ferramentas disponíveis online que auxiliam nesse processo. 

Visualizar os dados por meio de um painel de gestão é muito importante para conseguir exibir essas informações na forma de relatório e, posteriormente, compartilhar os dados detalhados para mais pessoas. 

Quer encontrar mais dicas para o seu negócio? Acesse o blog da Contabilivre!

Qual é a importância do BI?

Diversos segmentos do mercado utilizam as técnicas do BI, afinal, a estratégia permite que gestores tomem decisões com base em evidências e planejem o futuro da empresa de forma mais assertiva

Confira de forma mais detalhada a importância da Inteligência de Negócios: 

Tomada de decisões

A tomada de decisões baseada em dados, que podem ser visualizados por meio de relatórios e análises, é uma das principais vantagens em implementar o BI em sua empresa. 

A empresa deve contratar esse ano? E em relação a compras de novos monitores ou investimentos em uma nova oportunidade de negócio? Esses são os tipos de decisões que podem ser tomadas com base em dados ao invés do achismo. 

Otimização de tempo 

Suponhamos que você precise tomar uma decisão importante no seu negócio, ao invés de realizar diversas reuniões e tentar achar qual a melhor solução. Por meio de uma tela de celular ou computador é possível ver qual a melhor decisão sobre determinada questão em alguns segundos

Planejamento 

A Inteligência de Negócios acaba auxiliando no planejamento da sua empresa, uma vez que o acesso ao grande volume de dados disponíveis tem um importante aplicação na rotina corporativa

Com o BI, é possível saber quanto tempo um colaborador gasta fazendo as tarefas e, assim, entender como deve ser o planejamento de determinado time

Elaboração de perfis de clientes

As informações dos seus clientes também devem ser coletadas. Assim, as análises desses dados a partir das técnicas do BI podem auxiliar na elaboração de um perfil de cliente que tenha interesse em seus produtos e/ou serviços. 

Com esses padrões, sua empresa conseguirá se conectar com seu público, entender as dores dele e, consequentemente, entender como atender a demanda dos seus clientes. 

Exemplos de Business Intelligence para se inspirar

Diversos são os casos de sucesso que envolvem o uso de BI para tomada de decisões e melhora dos processos de um negócio. Entre os exemplos, podemos citar o lançamento do UNO versão 2011. 

Com o objetivo de lançar um carro com a “cara do consumidor”, a FIAT coletou informações sobre os seus seguidores nas redes sociais e realizou pesquisas de mercado. 

Depois disso, foi a vez do Business Intelligence analisar todos os dados levantados. Dessa forma, a empresa teve uma visão mais ampla sobre o seu mercado e consumidores. O que resultou no desenvolvimento de um carro que foi sucesso de vendas. 

Além disso, a Inteligência de Negócios pode atuar na melhoria de processos do seu negócio e na prevenção e resolução de problemas internos. 

O Business Intelligence pode ser útil até mesmo para dar um direcionamento nas atividades de uma empresa e controle sobre todos os documentos que são elaborados na sua gestão.

Interpretação e análise de dados e informações, velocidade na tomada de decisões estratégicas e foco na solução de problemas, o BI é uma ótima forma de implementar elementos tecnológicos nesse momento de transformação digital em que a sociedade atravessa.

Agora que você já sabe o que é BI, aproveite para colocar em prática as técnicas na rotina do seu negócio. 

botão para contato da contabilivre

Como calcular o DSR

Como calcular o DSR? Tire suas dúvidas sobre o assunto

Profissionais que seguem o regime CLT têm direito ao Descanso Semanal Remunerado (DSR). Apesar de conhecido, o benefício referente a essa demanda ainda gera dúvidas por parte do empregador, principalmente, no que diz respeito a como calcular o DSR

O dia de folga é um momento muito aguardado pelos trabalhadores. Afinal, o descanso é fundamental para recuperação física e mental dos profissionais de todas as áreas. De maneira geral, o DSR é o valor que assabe empresas pagam para os empregadores terem um dia de descanso adequado. 

E se você tem dúvidas sobre o direito e quer saber como calcular o DSR, confira o conteúdo que a Contabilivre preparou a seguir. 

O que é o DSR?

O DSR é a sigla usada para definir o termo Descanso Semanal Remunerado. O intervalo intersemanal é direito de trabalhadores urbanos e rurais que seguem o regime CLT

Criada na década de 40, a lei 605/1949 confere o repouso remunerado e tem ênfase no artigo 7º, inciso XV da Constituição Federal de 1988, como um direito fundamental do trabalhador

LEI Nº 605, DE 5 DE JANEIRO DE 1949. “Art. 1º Todo empregado tem direito ao repouso semanal remunerado de vinte e quatro horas consecutivas, preferentemente aos domingos e, nos limites das exigências técnicas das empresas, nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local.”

Embora a lei expresse preferência em condicionar o repouso aos domingos, as diversas modalidades de trabalho permitem que o descanso possa ser oferecido em qualquer dia da semana. Dependendo da atividade exercida, ainda há uma flexibilização e diferença nas regras. 

Como funciona o DSR?

A lei diz que após seis dias consecutivos de trabalho, o colaborador adquire o direito de usufruir, no sétimo dia, o descanso semanal remunerado por um prazo mínimo de 24 horas

Lembrando que o descanso pode ser concedido antes do sétimo dia, porém, o empregador não deve disponibilizar a folga após esse período. Nessa hipótese, o empresário pode receber multas e outras consequências. 

O descanso deve ocorrer preferencialmente aos domingos, no entanto, sabemos que alguns empreendimentos, principalmente comércio varejista e serviços de saúde, funcionam aos finais de semana. 

A prática é permitida por lei, no entanto, nesse caso, o empregador deve realizar um sistema de escala de revezamento, tendo como objetivo conceder o descanso semanal remunerado ao trabalhador pelo menos por um domingo ao mês. Assim, é garantido aos colaboradores o repouso dominical dentro dessa escala. 

como calcular o dsr
O DSR é um direito que visa conceder descanso adequado aos trabalhadores

Quem tem direito a receber o DSR?

Todos os trabalhadores sujeitos ao regime da CLT, sejam eles mensalistas, horistas ou comissionistas. 

Importante também ressaltar que, para o colaborador ter direito ao DSR, ele precisa cumprir dois requisitos. Um deles se refere à frequência, ou seja, durante a semana que antecede o descanso remunerado, o trabalhador não pode possuir faltas injustificadas

Outro ponto diz respeito à pontualidade, o colaborador possui um limite de 10 minutos diários de tolerância em caso de atraso, sendo cinco minutos no início do expediente e os outros cinco durante as pausas.

Caso o profissional não cumpra esses requisitos, ele ainda tem direito ao dia de descanso, porém, perderá a remuneração referente ao DSR

Não sabe quais direitos trabalhistas sua empresa precisa seguir? A Contabilivre é responsável pela elaboração da folha de pagamento e outros documentos dessa natureza. Saiba como podemos te ajudar! 

O que são faltas justificadas?

Todas as faltas justificadas estão previstas no Art. 473 da CLT. Elas consistem em ausências com uma previsão legal, por exemplo, um atestado médico, certidão de óbito de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente ou irmãos, certidão de casamento, doação voluntária de sangue (por um dia a cada 12 meses).

Além disso, são consideradas faltas justificadas para o fim de se alistar eleitor, ingressar em estabelecimento de ensino superior (prestar vestibular) e acompanhar filho de até seis anos em consulta médica (um dia por ano). Lembrando que todas as situações precisam ser devidamente comprovadas. 

E colaboradores com contrato de trabalho do tipo 12×36?

A reforma trabalhista de 2017 estabeleceu que o contrato na qual o funcionário trabalha por 12 horas seguidas e folga as 36 horas seguintes tirou a possibilidade de receber pelo descanso semanal remunerado. A regra entende que as 36 horas disponibilizadas já são necessárias para assegurar um descanso adequado ao empregador. 

Como calcular o DSR?

As regras para o cálculo do DSR apresentam variações de acordo com as modalidades. Além disso, é preciso levar em consideração que horas extras habitualmente prestadas refletem no cálculo do descanso semanal remunerado.

Por outro lado, não são usados como base de cálculo do descanso semanal remunerado gorjetas e gratificação por tempo de serviço e produtividade. 

Confira como calcular o DSR para as diferentes modalidades:

Mensalistas

O DSR de trabalhadores mensalistas está englobado no salário do colaborador. Mas caso você queira saber quanto desse valor é destinado ao descanso, basta multiplicar o salário (incluir hora extra) pelo número total de descansos no mês. 

Em seguida, basta dividir pelo número de dias úteis. Lembrando que sábado é considerado dia útil. 

Vamos ao exemplo de um trabalhador que recebe um salário de R$ 2 mil. Em um mês, com 25 dias úteis e quatro dias não úteis, temos:

DSR = (salário recebido x número total de descansos no mês) / número dias úteis por mês

DSR = 2.000 x 4 / 25 

Portanto, o Descanso Semanal Remunerado, nesse caso, é de  R$ 320. 

Horistas

Para trabalhadores horistas, o cálculo do descanso é feito com base no valor do sálario-hora. Em outro exemplo, um profissional que ganhe R$ 15/hora e trabalhe 200 horas por mês tem o salário de R$ 3 mil. 

Você também precisará olhar quantos dias úteis esse profissional trabalhou por mês e, depois, anotar quantos dias não úteis (domingos e feriados) tem no calendário. 

Dessa forma, em um mês com quatro dias de descanso e 26 dias úteis, temos:

DSR =  (salário recebido x número total de DSR’s no mês) / número de dias úteis do mês

DSR = 3 mil x 4 / 26

Assim, o valor do DSR, nesse caso, é de R$ 461, 53

Comissionistas 

O profissional comissionista puro, isso é, que recebe seu salário de forma variável, dependendo das comissões do mês também tem direito ao DSR. 

Para realizar o cálculo dessa categoria, basta somar o valor de todas as comissões recebidas em um mês, dividir pelo número de dias úteis no mês e multiplicar o resultado pelo número de dias de descanso desse período. 

Qual a importância de saber como calcular o DSR? 

O repouso constitui uma norma de saúde, medicina e segurança do trabalho. A ação não só visa conceder ao colaborador um período de descanso, após cumprir o período da sua jornada semanal de trabalho, como também oportunizar um momento de socialização com a sua família e amigos

O não pagamento do Descanso Semanal Remunerado implica em multas elevadas para o empregador, geralmente arbitradas judicialmente. Sendo assim, é de extrema importância ficar atento às normas da CLT.

A Contabilivre conta com uma equipe de profissionais especializados para te orientar e tratar esse e diversos outros assuntos com facilidade, segurança e cumprimento dos prazos legais.

botão para contato para o que é previsão de demanda
marketing digital para MEI e ME

Marketing Digital para MEI e ME: saiba como pode te ajudar

O marketing digital para MEI e ME pode ser a estratégia que a sua empresa precisa para alavancar as vendas. A estratégia consiste em um conjunto de ações de comunicação utilizando o digital com objetivo de alcançar clientes e gerar vendas.

As redes sociais são uma ótima oportunidade para Microempreendedores individuais e Microempresas divulgarem sua marca. O segredo é saber onde seu público se encontra e criar uma presença digital para que os consumidores tenham interesse no seu produto ou serviço

E o melhor, você pode começar a fazer marketing no ambiente online sem gastar nada, apenas aprendendo e usando aplicativos e softwares gratuitos.

Mas se adaptar ao mundo digital pode ser um desafio no início. Por isso, a Contabilivre preparou um guia com dicas de como aplicar o marketing digital na sua empresa. Confira! 

O que é marketing digital? 

Imagine que você vende um determinado produto ou oferece um serviço, mas as pessoas nem sabem que ele existe ou para que serve. O dever do marketing digital é criar o desejo e a necessidade pelo o que a sua empresa comercializa por meio de canais digitais. 

A estratégia é usada por diversas organizações, desde empresas de grande porte a MEIs e ME. Todo mundo pode usar dessa ferramenta para promover um produto ou serviço, dar credibilidade a marca e criar presença online, além de ser um é um ótimo meio para atrair consumidores

Não sabe qual porte de empresa o seu negócio se enquadra? A Contabilivre pode te ajudar, fale com um de nossos especialistas

Quais plataformas usar para fazer marketing digital para MEI e ME?

Como já dito aqui, existem diversas plataformas de marketing digital. Ferramentas de blogs, de e-mails marketing, de campanhas pagas e de redes sociais são exemplos da diversidade que a área abrange. 

Então, como escolher qual plataforma para fazer marketing digital para MEI e ME? Para isso, você deve saber qual mídia o público que você tem interesse mais consome. As redes sociais são canais universais, ou seja, quase todo mundo está presente lá, por isso, começar levando sua microempresa para essas redes é uma boa opção.

Como usar o Instagram para fazer o marketing digital da minha empresa? 

O Instagram começou como uma rede social de fotos, mas, com os anos, se tornou uma vitrine online, trazendo resultados positivos para empresas. Não à toa que, 90% das contas seguem uma empresa no Instagram

A rede social tem a opção de criar um perfil comercial. O recurso permite informar o endereço comercial e adicionar botões para contato e “Saiba mais” com um link em seu perfil. 

O Instagram ainda conta com ferramentas populares entre os usuários. Os Stories e enquetes são uma ótima forma de fazer com que os usuários interajam e conheçam mais sobre os produtos que oferece

Um dono de restaurante, por exemplo, pode perguntar qual prato os clientes gostariam de ter na semana e aproveitar para divulgar o cardápio. Use e abuse de gifs, enquetes e Stories para interagir com o seu público diariamente

O Feed também faz parte da estratégia e o conteúdo que será postado depende muito do ramo do seu negócio. Uma empresa de engenharia, por exemplo, pode fazer postagens que apresentem os serviços do seu negócio e expliquem assuntos da área. Gerando, assim, interesse do público em acompanhar. 

A periodicidade também é muito importante, no feed, procure postar três vezes na semana. E não se esqueça de acompanhar os comentários e dúvidas para responder aos clientes. 

WhatsApp

Todo mundo usa o WhatsApp para se comunicar, não é mesmo? Por isso, o aplicativo é uma ótima ferramenta de marketing para MEIs e ME, isso porque por meio do canal é possível manter o contato de forma rápida e fácil com o cliente.

O aplicativo possui uma versão própria para negócios, o WhatsApp Business, que além de possuir todas as funcionalidades da versão original permite o empresário adicionar localização, horário de funcionamento e segmento comercial

Os consumidores usam muito o aplicativo para marcar consultas médicas, saber mais informações sobre o serviço e tirar dúvidas. Uma forma de usar o WhatsApp é adicionar um botão em outras redes sociais que direcione o usuário ao app. 

Você ainda pode criar ou participar de grupos de vendas para divulgar seus produtos e serviços. Essa estratégia é muito usada por negócios locais, já que esses grupos de WhatsApp costumam ter membros que moram no mesmo bairro ou regiões próximas, contendo um bom número de potenciais clientes. 

Facebook 

O Brasil tem mais de dois milhões de usuários ativos. As chances de se conectar com pessoas interessadas naquilo que você oferece é alta. Por isso, a rede social é outra opção para sua empresa divulgar produtos e apresentar serviços. 

A rede social é uma ótima plataforma para criar presença digital, despertar sensações e criar conexões que influenciam na decisão da compra. Além de divulgar, serve para o consumidor lembrar da sua empresa. 

Algumas dicas para gerar engajamento no Facebook é a postagem de imagens com citações. Procure escolher frases motivacionais e impactantes de autores relacionados à área de atuação da sua empresa. Esse tipo de post tem um bom número de compartilhamentos. 

É legal também criar postagens com dicas, sempre lembrando na questão de gerar valor para o consumidor. Além disso, não deixe de chamar o usuário para participar da postagem pedindo a opinião deles. 

Quem nunca compartilhou memes nas redes sociais? Provavelmente, todo mundo! Os posts são campeões de interações e sempre geram muitos likes e compartilhamentos. Tente fazer a analogia dos seus serviços ou produtos com memes se fizer sentido para o seu público. 

Outras ferramentas:  Google Meu Negócio

Quer coisa melhor para os negócios do que alguém encontrar sua empresa no Google sem pagar nenhuma publicidade? O Google Meu Negócio é uma ferramenta gratuita que permite inserir informações sobre a sua empresa no buscador mais usado do mundo

Com o recurso, o empreendedor pode adicionar informações do negócio e quando algum usuário digitar o nome da sua empresa no Google aparecerá endereço e contato da sua loja ou serviço. 

Aplicativos e sites

As imagens e artes dos posts são elementos muito importantes para chamar atenção dos clientes. Aplicativos e sites podem ajudar até mesmo quem não entende muito de edição. Existem diversos softwares com modelos pré-prontos e intuitivos para fazer montagens e colagens com seus produtos ou serviços.

É claro que contratar profissionais da área para o serviço deixará tudo mais profissional, mas isso vai depender muito de quanto a sua empresa tem de orçamento para gastar com a área. O que nós queremos passar é ideia de que o marketing digital pode ser adaptado para a realidade de qualquer empresa

Vale a pena investir em Marketing Digital para MEI e ME? 

Como você pode notar, o marketing é fundamental para qualquer negócio, ainda mais para quem é MEI e ME, já que é possível começar a colocar em prática a estratégia por meios gratuitos e conseguir resultados com ela.  Afinal, quem é visto é lembrado! 

O marketing digital é um espaço para diversos profissionais aproveitarem as oportunidades e se destacarem no setor. Porém, é fundamental se capacitar e conhecer algumas ferramentas do meio.

Agora que você já sabe como alavancar suas vendas com a ajuda do marketing digital, aproveite para deixar as contas e obrigações fiscais da sua empresa em dia com a Contabilivre! 

botão para contato da pagina inicial da contabilivre

pix para empresas

Pix para empresas: o que é e qual a vantagem para o seu negócio?

Quem é dono de um negócio já percebeu que a tecnologia inovou a forma dos consumidores realizarem pagamentos. Com o universo online, o que antes se limitava em “é dinheiro ou cartão” ganhou novas opções a serem exploradas, facilitando, assim, a experiência do cliente. Entre essas novas modalidades, não podemos deixar de falar sobre o Pix para empresas

O meio de pagamento instantâneo desenvolvido pelo Banco Central (BC) já está em vigor e tem tudo para trazer vantagens para o seu negócio. Rápido, prático, seguro e sem custo para o consumidor, é isso que o BC promete!  

Quer saber como funciona o Pix para Empresas? Confira tudo sobre a forma de pagamento e saiba se vale a pena implementá-la na sua empresa. No conteúdo que a Contabilivre preparou, você tira todas as suas dúvidas sobre o Pix, acompanhe! 

O que é Pix? 

O Pix é uma forma de pagamento criada e gerida pelo Banco Central que permite enviar e receber dinheiro em até 10 segundos. Um dos pontos centrais da modalidade é o horário de funcionamento. Diferente de outros meios, como boleto, TED e DOC, o Pix pode ser feito em qualquer dia e horário, incluindo feriados e finais de semana.

Com o Pix para empresas, consumidores e empresários têm mais uma opção para realizar transferência e pagar compras e serviços prestados de forma rápida e sem burocracias. Além disso, os empresários podem realizar o pagamento de fornecedores,  salários de funcionários e até tributos federais

Quer saber quais tributos sua empresa precisa pagar? Contate um de nossos especialistas para te ajudar

Vale destacar que o Pix não é um aplicativo, e sim um sistema de pagamentos que diversas instituições financeiras disponibilizam para seus clientes. Esse serviço é oferecido por meio dos próprios apps bancários, provavelmente, já instalado no seu celular e pelo internet banking. 

Como funciona o Pix para empresas? 

O Pix para empresas funciona por meio do Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI). O serviço é gerido e operado pelo Banco Central e está conectado às contas de Pagamentos Instantâneos, que são as contas das instituições financeiras.

Para receber pagamentos, as empresas precisam se cadastrar no serviço e criar uma chave Pix. Uma característica facilitadora da transação é que o CNPJ, e-mail, chave aleatória gerada pelo sistema e número de celular podem ser registrados como um chave. 

Dessa forma, com o código, a transferência monetária é realizada sem precisar dos dados bancários das pessoas ou de empresas que negociam, basta informar pelo app uma das informações cadastradas

O serviço de pagamentos instantâneos Pix funciona de modo integrado direto do aplicativo do seu banco. E se você não sabe se a instituição financeira na qual sua empresa tem vínculo oferece esse serviço, é só acessar o app bancário e conferir se a opção está disponível. 

O Banco Central anunciou que instituições financeiras com mais de 500 mil clientes têm a obrigação de aderir à plataforma, mas antes mesmo do lançamento, mais de 930 organizações, entre bancos tradicionais, fintechs e plataformas de pagamento já haviam se cadastrado para participar de testes. 

Como o cliente realiza o pagamento? 

Os consumidores têm duas opções para realizarem pagamentos com o PIX. A transação pode ser feita pelo próprio aplicativo bancário usando a chave de identificação do recebedor ou por meio do QR Code gerado ou compartilhado pelo estabelecimento. 

O pagador deve fazer a leitura de um desses códigos pelo celular para ser direcionado a página de pagamentos de seu aplicativo cadastrado no Pix. Caso o recebedor compartilhe o QR Code com o cliente, não será possível usar a câmera para a leitura.

No entanto,  um link é gerado pelo sistema do QR Code Pix,  direcionando o consumidor para o pagamento.

Como cadastrar minha empresa no Pix?

Para realizar o cadastro no Pix, sua empresa precisa de uma uma conta transacional (conta corrente, poupança ou de pagamento) em uma instituição que oferece o serviço. O passo a passo do procedimento pode variar de acordo com a sua instituição financeira. 

O registro pode ser feito pelo próprio aplicativo do banco ou pelo internet banking corporativoNão há restrições em relação ao porte das empresas participantes do Pix. A forma de pagamento está liberada para Microempreendedores individuais (MEIs), Microempresas (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) e até grandes corporações. 

O que muda são as taxas que cada tipo de empresa paga pelo serviço. MEIs, por exemplo, são isentos de tarifas para realizar pagamentos e transferências, porém, algumas instituições  bancárias cobram quando o empresário recebe recursos com finalidades de compra.  

No caso dos outros portes de empresas, a tarifa em decorrência de envio e de recebimento de pagamentos de clientes é estipulada pelo banco que o seu negócio tem conta. Alguns fintechs, no entanto, não cobram taxas das empresas pelo uso do Pix.

Após o cadastro, um agente financeiro irá te contatar para validar sua inscrição e confirmar as chaves Pix que vão cadastrar no sistema.

Pix é seguro?

Segundo o BC, a segurança foi prioridade no desenvolvimento da forma de pagamento.   Requisitos, como  integridade e autenticidade das informações foram massivamente estudados pelos desenvolvedores do sistema. 

Todas transações do Pix para empresas ocorrem através de mensagens assinadas digitalmente e são trafegadas de forma criptografada, em uma rede protegida.

As informações dos usuários são também são criptografadas, isto é, esses dados apresentam protocolos que impedem terceiros acessarem as suas informações. 

Quais as vantagens? 


O Pix é mais uma opção de pagamento para os clientes. O serviço pode ser uma boa forma do seu negócio diminuir os gastos transacionais.  Além disso, quanto mais usuários o Pix tiver, mais chances a empresa tem em alcançar um fluxo de caixa mais rápido

Fora isso, é possível facilitar algumas funções operacionais do seu negócio, como pagamento de salários, contas e  tributos. O horário de funcionamento é uma das principais vantagens, estando disponível 24 horas por dia

Quais as desvantagens? 

Para realizar transações via Pix é preciso ter conexão com à internet. O pré-requisito, provavelmente, faz com que essa forma de pagamento perca alguns usuários que não costumam contratar redes móveis, sendo essa uma desvantagem da modalidade

As taxas são outro ponto negativo do serviço. Com exceção de MEis, apenas pessoas físicas não pagam taxas pelo uso das funções do Pix. Os valores das tarifas ficam a cargodos bancos e fintechs e variam de acordo com cada instituição

Qual a diferença do PIX para TED e DOC?

TED e DOC são formas de realizar transferências. Já o PIX é um sistema que permite fazer pagamentos em estabelecimentos e de contas, além de transferências bancárias. 

O horário de funcionamento dos serviços é a diferença central das transações. O Pix está disponível 24 horas por dia, 7 dias da semana. O TED e DOC funcionam apenas em dias úteis.

Além disso, o PIX traz mais agilidade para os correntistas, uma vez que as transferências e pagamentos são instantâneos. Enquanto o dinheiro enviado por TED cai até às 17 horas e por DOC a transferência só é completada no dia seguinte.  

Outras formas de pagamento

Embora outras formas de realizar pagamentos sejam mais comuns e usados no dia a dia, como boleto, cartões e até mesmo dinheiro, o Pix para empresas tem tudo para ser popularizado pela sua agilidade e baixo custo de operação. 

Um boleto, por exemplo, demora até três dias, após o pagamento, para ser compensado. O cartão de crédito também é uma forma de pagamento rápida e bastante útil, no entanto, o Pix traz mais versatilidade ao permitir pagar contas de forma instantânea. 

Mudanças na forma de pagamento

As transformações digitais causam mudanças em nossos hábitos dia após dia. O dinheiro se tornou digital e cada vez mais temos que nos adaptar as práticas dos consumidores. Em um mundo cada vez mais online, a facilidade e rapidez é algo essencial para agregar valor aos clientes. 

Agora que você já conhece o Pix e pode facilitar as formas de realizar pagamentos e receber recursos, por que não aproveita para simplificar outros processos da sua empresa? Conheça a Contabilivre e tenha mais agilidade e qualidade nos serviços contábeis de seu negócio. 

botão para contato para o que é previsão de demanda
precificação

Precificação: saiba como calcular o preço do seu serviço

A precificação de produtos ou serviços é um elemento fundamental para o seu negócio. Afinal, definir o preço do que você oferece é um dos primeiros passos para que o seu lucro e crescimento estejam garantidos!

Além disso, saber precificar adequadamente é um diferencial no mercado. Pois dessa forma, você pode calcular qual o valor mínimo de um produto e descobrir, por exemplo, quanto de desconto deve oferecer aos seus clientes. E claro, também é possível acompanhar a saúde financeira do seu estabelecimento!

Se você é um Microempreendedor Individual (MEI), possui uma Microempresa (ME) ou uma Empresa de Pequena Porte (EPP) e precisa entender os fatores que implicam no custo e nas despesas do seu produto, esse texto é para você!

Confira o que a Contabilivre preparou sobre precificação e, assim, aplique a estratégia no seu negócio. Acompanhe a seguir! 

Qual a diferença entre preço e valor? 

Saber a diferença entre “preço” e “valor” vai te ajudar a entender melhor o processo de precificação e como os métodos são baseados. Apesar de usarmos os dois termos como sinônimos, eles apresentam sentidos diferentes. 

Preço é um número e está ligado ao dinheiro, por exemplo, mil reais. Já o valor é quanto o seu cliente está disposto a desembolsar pelo seu serviço ou produto. Ele não está relacionado ao dinheiro e sim a percepção que o cliente tem acerca do que você oferece. 

Para um tenista, por exemplo, uma raquete de tênis é essencial para treinar e competir. Provavelmente, ele está disposto a pagar mais por esse material do que uma pessoa que nunca praticou o esporte, já que, para o tenista, uma raquete tem um valor maior. 

Essa premissa parte da percepção de cada um, ou seja, é subjetivo, diferentemente do preço que é objetivo

O que é precificação?

Precificação é o processo usado para definir preços de produtos ou serviços garantindo o lucro de um estabelecimento. Parece simples, mas esse cálculo possui algumas variações que você deve se atentar!

O primeiro ponto é que essa precificação pode ser realizada com base no valor que o produto tem para o cliente, na concorrência, no volume de compra ou na época do ano, por exemplo.

Além disso, outro ponto para se atentar é a margem de lucro. A falta de cuidado com o índice pode trazer um falso sentimento de que está tudo certo com o negócio! Por isso, alertamos: o faturamento indo bem não significa que o seu lucro está bom!

Vamos te ajudar a entender! O dono de restaurante que possui açaí no cardápio, compra o litro do açaí de seu fabricante por R$ 10,00 e vende a mesma quantidade por R$ 15,00. 

O empreendedor pode achar que o seu lucro é R$5. Contudo, não é bem assim! Na precificação temos que colocar os custos e as despesas que esse pequeno empresário teve até o açaí chegar ao cliente. 

É preciso incluir quanto ele gastou no pote, na colher, do tempo de trabalho para montar o produto e por aí vai. Adicionando esses elementos, seu cálculo de precificação estaria fundamentado no custo. 

Por isso, a precificação deve ser um momento de muita atenção para o seu negócio!

Mas, afinal, como precificar meus serviços e produtos? 

Antes de sair estipulando o preço dos seus produtos, é preciso analisar gastos e despesas que a sua empresa possui para se manter em atividade. 

Confira os custos operacionais, como gastos com aluguel, funcionários, equipamentos, energia e internet. Não se esqueça de incluir os custos do produto, como valor da embalagem e outros utensílios. 

Além disso, não podemos esquecer de levar em consideração o regime tributário que a sua empresa se encontra. Afinal, os tributos fazem parte das despesas do seu negócio.

Precisa de ajuda para descobrir seu regime tributário? Fale com a nossa equipe de contadores e descubra! 

Empresas online  também têm custos de operação. Se você é dono de um e-commerce, por exemplo, é preciso colocar no “papel” os gastos com marketing digital, com frete e com a plataforma (caso tenha um site). 

Quais os métodos de precificação?

Baseado no custo

A precificação baseada no custo pode ser feita a partir da fórmula do índice Markup. O Método consiste em apurar o custo do produto (tributos e logística),  identificar as despesas  fixas (aluguel, funcionário e internet) e as despesas variáveis (comissões e impostos do produto). Além disso, você deve selecionar a porcentagem do lucro que deseja. 

Confira o exemplo de um produto com custo de R$ 100, uma despesa fixa de 15%, uma despesa variável de 10% e um lucro de 20%. Vale destacar que as despesas fixas e variáveis e a margem de lucro devem estar em porcentagem. 

Completando os valores na fórmula de Markup temos: 

PV = custo/ 1-(DF% -DV% -Lucro%)

PV = 100/ 1-(0,15-0,10-0,20) 

PV = 100/ 1-0,45

PV= 100/ 0,55 = 181,81 

Sendo R$ 181, 81 o preço de venda que cobre o custo do produto e as despesas e resulta em um lucro de 20%. 

Não sabe como calcular o custo de produção da sua empresa? Esse artigo pode te ajudar!

A dificuldade que você pode encontrar nesse método é definir a margem de lucro de cada mercadoria ou serviço. 

Em algumas situações, o empreendedor pode estipular uma margem muito alta em relação aos concorrentes ou uma quantia muito baixa que não demonstre valor para o consumidor.

Mas fique tranquilo, caso você tenha dificuldade em escolher sua margem de lucro, outro método de precificação pode te ajudar! 

Baseado na concorrência

Como o nome indica, a precificação baseada na concorrência consiste em investigar os preços de produtos ou de prestadores do mesmo serviço. 

Esse método também pode ser usado para calcular a margem de lucro dos seus concorrentes, assim, você pode se basear nos concorrentes para não fugir muito do preço padrão do seu segmento.

Baseado na demanda

Na precificação baseada na demanda, você deve considerar o consumidor para definir o preço da sua mercadoria. Questões, como: “qual a percepção de valor o cliente tem em relação ao meu serviço?” e “quanto eles estão dispostos a pagar pelo produto que eu ofereço?” devem ser respondidas. 

Além da qualidade do produto, o atendimento da empresa, a reputação da mercadoria, a confiabilidade e o nome no mercado são levados em conta para chegar a um preço final. 

O procedimento, no entanto, traz como dificuldade o ajuste do preço do serviço, fica difícil mensurar até quanto o consumidor está determinado a pagar por um bom atendimento ou uma instalação de primeira, por exemplo. 

E o desconto?

Oferecer desconto é uma ótima forma de atrair clientes ao seu negócio e fidelizar o público. Porém, é preciso ter cuidado para não abaixar muito o preço de determinadas mercadorias e sair no prejuízo. 

A promoção deve ser calculada com base na margem de lucro. Dessa forma, o desconto deve ter uma porcentagem menor do que a margem inicial. 

Lembra do exemplo que demos acerca do produto que custa R$ 181,81? A margem de lucro desse material era de 20%, se você usar uma margem de 15%, a mercadoria sairá por R$ 166,60. Nesse caso, tanto o consumidor quanto você saem ganhando. 

Qual a importância da precificação?

Definir o preço dos serviços e mercadorias é imprescindível para o sucesso e a permanência da sua empresa no mercado.

Como você pode perceber, há diferentes formas de precificar. Análise qual melhor maneira de calcular seus produtos ou serviços e aproveite para colocar em prática tudo o que aprendeu com esse artigo. E não esqueça de lembrar do valor que seu serviço ou produto tem para o consumidor. 

Agora que você já sabe como fazer seu negócio alcançar uma boa saúde financeira, que tal  colocar a contabilidade e as responsabilidades fiscais da sua empresa em dia? Conheça a Contabilivre e saiba como podemos te ajudar!

botão para contato dos tipos de regime tributário