ao lado esquerdo da imagem há uma mulher branca sentada em um sofá segurando na não uma folha de papel e com a outra mão colocada na cabeça, em seu colo há um computador e sua expressão é de assustada, no lado esquerdo há uma parte em azul escrita: O que é COFINS? Entenda tudo sobre a contribuição

O que é COFINS? Entenda tudo sobre a contribuição

O Brasil é um dos países que mais cobra impostos do mundo. Essa questão pode causar muita dor de cabeça para o empresário brasileiro, já que ele acaba recebendo a desafiadora tarefa de compreender melhor cada um dos tributos. Inclusive, uma das contribuições que causa muitos questionamentos, por parte dos empreendedores de primeira viagem, é a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, ou só COFINS. 

São poucos empreendedores que conhecem mais a fundo o imposto. Alguns detalhes como: “quais negócios têm a obrigatoriedade de pagar o tributo?” e “como realizar o cálculo?” passam despercebidos. Mas essas informações são importantes para o contribuinte conhecer os seus deveres e manter o seu negócio regularizado.

Para trazer esses conhecimentos sobre o COFINS, preparamos um artigo exclusivo explicando até os pormenores sobre a contribuição. Confira!

O que é o COFINS? 

O COFINS é um tributo federal que incide na receita bruta da empresa. O destino da arrecadação é custear a seguridade social, ou seja, os serviços que abarcam a previdência, a assistência social e a saúde da população.

O valor da contribuição varia de acordo com a receita bruta mensal de cada empresa. Assim, o cálculo do imposto, muitas vezes, fica a encargo do contador contratado – ou, até do empresário, que precisa estar atento ao cálculo, também, para poder conferi-lo. Por conta disso, é importante que o empreendedor saiba se tem essa obrigatoriedade ou não de realizar o recolhimento do imposto.

Quem deve pagar o COFINS? 

Pessoas Jurídicas de direito privado precisam pagar o COFINS. Para deixar mais claro: quase todas as empresas legalmente constituídas precisam pagar o imposto. Isso porque há, algumas, exceções.  

O Microempreendedor Individual (MEI), as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP), que estão enquadradas no regime tributário Simples Nacional, não precisam realizar o recolhimento do tributo. Isso acontece porque o pagamento da contribuição é feito por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), em uma guia única de pagamento do regime tributário.  

O que é o Simples Nacional? 

Como já comentado neste artigo, o Simples Nacional é um regime tributário, que implica o recolhimento, mediante documento único de arrecadação, conforme a Lei Complementar nº 126/2006. 

Empresas de porte MEI, ME ou EPP podem optar pelo regime. Os outros portes não podem escolher pelo Simples. Por isso, os demais empresários precisam realizar o pagamento do imposto e, para saber como calcular o valor, é necessário ter o conhecimento de como a contribuição funciona

Como funciona o cálculo do COFINS?

Como dito anteriormente, antes de realizar o cálculo do COFINS, é necessário a compreensão de como o tributo funciona. Isso porque o cálculo varia de acordo com a incidência do tributo.

O governo oferece as empresas duas formas de incidência do COFINS: a cumulativa e a não-cumulativa. Esse detalhe é importante pois a alíquota – percentual que o tributo incide – muda de acordo com a incidência.

Segue, abaixo, as incidências e suas características principais:

  1. Cumulativa: presente nas companhias que adotam o regime tributário de Lucro Presumido. Nesse caso, a alíquota do cálculo é de 3%.
  2. Não-cumulativa: empresas com o regime de tributação Lucro Real. Nesse caso, o percentual é de 7,6%.

Inclusive, as atividades exercidas pela empresa e suas demais características não interferem no cálculo deste imposto, ou seja, a tributação não muda de acordo com os tipos de serviços ou vendas prestados. 

Logo, os fatores que são levados em consideração, no momento de calcular o COFINS, são a alíquota e o valor da receita bruta da empresa. 

a mesa com uma calculadora sendo segurada por duas mãos que realizam uma conta, como se estivesse calculando o COFINS, há papéis espalhados e no canto esquerdo há uma parte de um notebook e no canto direito há uma xícara de café
Entenda o passo a passo para calcular o COFINS

Como calcular o COFINS na incidência cumulativa? 

O cálculo do COFINS pode parecer complicado, mas não é tão difícil de compreender.   Entendendo o passo a passo para realizar cada conta fica mais visível como calcular este imposto. E, para uma melhor explicação, utilizaremos um exemplo em cada caso. 

No cenário das empresas que se enquadram no regime tributário Lucro Presumido, com  o recolhimento cumulativo, é importante ressaltar, antes de mais nada, que a receita utilizada no cálculo não considera créditos tributários, ou seja, aqueles que são relacionados aos custos, despesas e encargos da empresa. 

Além disso, é necessário saber, também, a respeito de outro imposto, o Programa de Seguridade Social (PIS). Isso porque é comum que PIS e COFINS sejam citados juntos e, muitas vezes, até confundidos como apenas um tributo. 

Ambos possuem finalidades parecidas, assim, são citados juntos como “PIS/COFINS”. Enquanto o COFINS é voltado para a seguridade social, o PIS é para o financiamento de programas de integração social do trabalhador como, por exemplo, o abono salarial e o seguro desemprego.

Devido a essa proximidade das contribuições, é recomendável realizar o cálculo de ambos juntos. Assim, mostraremos o cálculo do COFINS juntamente com a conta do PIS.

Com isso em mente, suponha que uma empresa tem como Receita  Bruta o valor de R$ 10.000,00 e a forma de pagamento dela é por meio do recolhimento cumulativo, ou seja, alíquota do COFINS é de 3% e a do PIS é de 0,65%.

Para realizar o cálculo basta multiplicar a alíquota e o valor da receita: 

  • COFINS = Receita Bruta (10.000) x Alíquota (3%)
  • COFINS = 10.000 x 0,03
  • COFINS = 300

Assim, o valor do imposto COFINS, neste caso, é de R$ 300,00. O cálculo do PIS segue a mesma lógica. 

  • PIS = Receita Bruta (10.000) x Alíquota (0,65%)
  • PIS = 10.000 x 0,0065
  • PIS = 65

Assim, o valor do imposto PIS, neste caso, é de R$ 65,00 Agora, caso fosse outro recolhimento, o não-cumulativo, o cálculo muda.

Como calcular o COFINS na incidência não-cumulativa? 

No caso das empresas que se enquadram no regime tributário Lucro Real, de  recolhimento não-cumulativo, a alíquota do COFINS é de 7,6%. É válido lembrar que, neste cálculo, a receita se difere do regime anterior pois, nesse caso, acontece a apropriação de créditos tributários embutidos em custos, despesas e encargos – fatores que foram desconsiderados na conta anterior. 

Dito isso, para calcular o imposto, na incidência não-cumulativa, é preciso seguir algumas etapas diferentes do que foi feito no outro. Para ilustrarmos melhor, utilizaremos um novo exemplo. 

Desta vez, a receita é de R$ 20.000,00 e o registro em compras, da empresa, é de R$ 10.000,00. A alíquota do COFINS é de 7,6% e a do PIS é 1,65%. Realizaremos, agora, a primeira parte do cálculo:

  • COFINS sobre a venda = 20.000 x 7,6% = 1.520
  • COFINS sobre a compra = 10.000 x 7,6% = 760
  • COFINS = 1.520 – 760
  • COFINS = 760

Assim, o valor do COFINS, neste caso, é de R$ 760,00. Feito isso, seguiremos para o cálculo do PIS. 

  • PIS sobre a venda =  20.000 x 1,65% = 330,00
  • PIS sobre a compra = 10.000 x 1,65% = 165,00
  • PIS = 330 – 165
  • PIS = 165,00

Portanto, o valor do PIS, neste caso, é de R$ 165,000. E, para além dos cálculos em cada regime, é importante saber, também, como realizar o pagamento mensal dessa contribuição. É necessário ressaltar essas duas questões para que o empresário mantenha a empresa sem atrasos fiscais e, com isso, regularizada com o Fisco.

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Como realizar o pagamento?

Para realizar o pagamento do COFINS é preciso emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Essa guia pode ser emitida pelo Sistema de Cálculo de Acréscimos Legais (Sicalc). 

O DARF é um documento da Receita Federal que realiza o recolhimento dos impostos, taxas e contribuições embutidas em operações comerciais. É válido ressaltar que cada guia do DARF é voltada para o pagamento de um determinado tributo.

Assim, o pagamento do COFINS é realizado separadamente do pagamento do PIS, ou seja, é gerado um DARF para cada contribuição. O prazo máximo para realizar o pagamento dos tributos é até o 25º dia de cada mês.

Por fim…  

Além do pagamento, há outros pontos sobre o COFINS que precisam ser de conhecimento do empreendedor. Detalhes como as questões que tangem produtos isentos dos impostos, como é o caso dos produtos monofásicos, por exemplo. 

Para saber mais sobre esses últimos pormenores mencionados em relação aos produtos e realizar o cálculo do PIS/COFINS com eficiência, é recomendável entrar em contato com um contador. Pois, com um serviço de contabilidade de qualidade, é possível obter o direcionamento apropriado e necessário com as demais burocracias e exceções dos tributos. 

Para isso, entre em contato conosco! Nós da Contabilivre realizamos contabilidade online, sem burocracias e disposta a atender as suas necessidades!


Quantas empresas posso abrir em meu nome?

Dentro do mundo dos negócios, novas oportunidades podem aparecer, incluindo a de uma nova sociedade ou até mesmo a abertura de mais uma empresa. Mas, neste momento, algumas dúvidas podem ficar no ar: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” ou “em quantas posso ser sócio?”. A resposta é simples, mas requer mais explicações: depende de cada caso.

Para saber se é possível ou não abrir mais uma empresa em seu nome, é preciso checar o tipo de empresa que você, empresário, tem e qual está planejando participar no futuro. Cada tipo de empresa possui suas características e regras que influenciam na abertura de outras no nome da mesma pessoa. 

Trouxemos um conteúdo exclusivo para você entender as regras que influenciam essa tomada de decisão. Confira!

Quando posso abrir mais de uma empresa no meu nome?

Só é possível abrir uma outra empresa em alguns casos específicos. Isso acontece porque, para uma nova constituição, é preciso saber qual o tipo de negócio o empresário já tem e qual pretende abrir. 

Devido aos diversos portes empresariais e naturezas jurídicas, criam-se cenários em que há possibilidade, ou não, de abrir outro negócio. Além disso, é válido ressaltar que o regime tributário, no caso o Simples Nacional, também impõe algumas regras e limitações no momento de abertura de uma nova companhia.

Há vários outros cenários e, cada um, com uma restrição ou permissão. Pensando em te explicar todos os pormenores de cada um, segue, abaixo, as respostas para cada segmento de empresa. Assim, não sobrará mais dúvidas sobre ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? “.

No caso do Microempreendedor Individual (MEl)

O Microempreendedor Individual (MEI) não tem permissão para ser proprietário de qualquer outro tipo de empresa

Para poder abrir outro negócio, ou participar como sócio do quadro societário de empresas  Limitadas, o empreendedor deve realizar o processo de desenquadramento do MEI

Após finalizar o desenquadramento, o empresário pode participar de outra empresa, seja em sua abertura ou fazendo parte do quadro societário. Assim, aparecem outras alternativas para se formalizar como Pessoa Jurídica.

São muitos detalhes no processo de desenquadramento e ele pode ser muito burocrático. Por isso, se for mudar de MEI para ME , opte por contratar um contador.   

Para isso, confira os serviços da Contabilivre! Conte com os melhores especialistas para alterar sua MEI para ME e sem burocracias!

Quantas empresas o Empresário Individual (EI) pode abrir em seu nome?

Agora, se o seu caso se enquadra no Empresário Individual (EI), a resposta para a pergunta: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” é outra, mas ainda com as suas particularidades. 

Para o Empresário Individual, é possível abrir mais de uma empresa, mas esta afirmação requer um bom entendimento para evitar erros. Quem tem uma empresa de natureza jurídica EI, não pode ter outra do mesmo tipo.

Este empresário, poderá, apenas, participar do quadro societário de empresas limitadas, e/ou abrir uma empresa EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) ou uma Sociedade Limitada Unipessoal.  

E o Empreendedor Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)?

Agora, se for o Empresário Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) , também pode surgir a pergunta: quantas empresas posso abrir em meu nome ? “

Neste caso, quem tem uma  EIRELI, não pode abrir outra empresa que seja da mesma modalidade. Porém, pode abrir um novo negócio em seu nome na categoria de Empreendedor Individual (EI). 

Além disso, poderá participar do quadro societário de quantas empresas quiser e que sejam do tipo LTDA (Limitada). Contudo, há algumas regras que precisam ser checadas antes. 

Os detalhes que precisam de atenção no momento de entrar em uma sociedade de uma (ou mais) empresa LTDA é referente aos negócios enquadrados no Simples Nacional.

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Outra pergunta frequente é: “em quantas empresas posso ser sócio?”

Outra dúvida que muitos empresários podem ter, além de “quantas empresas posso abrir em meu nome?”, é sobre a participação em quadro societário. Afinal, “em quantos posso participar?” E, a resposta, irá, novamente, depender do tipo de empresa

Se a empresa for Sociedade Anônima (S/A) ou Sociedade Limitada (LTDA), não há limitações para ser sócio. Contudo, se alguma das empresas for enquadrada no sistema de tributação simplificada, popularmente conhecido como Simples Nacional, é necessário saber que existem alguns limites. 

Simples Nacional e o quadro societário em mais de uma empresa

O Simples Nacional é um regime simplificado de recolhimento dos tributos, que são unificados em apenas uma guia de pagamento mensal (o DAS), para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), ou seja, o regime funciona em todos os entes federados

Portanto, ele abrange vários níveis: a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, reunindo tributos de impostos estaduais, municipais e federais em uma única guia. 

Então, quando um empresário possui uma empresa (EIRELI, Sociedade LTDA e EI) e pretende ser sócio de uma outra que está enquadrada no Simples, ele precisa se atentar à soma do faturamento bruto anual de todos seus negócios. 

Isso porque é possível ter duas ou mais empresas no Simples Nacional. Mas o empreendedor precisa respeitar o limite máximo de faturamento do programa para que nenhuma das empresas sejam desenquadradas do sistema.

Assim, segundo a lei, o valor máximo da soma dos faturamentos brutos anuais global das empresas não pode ultrapassar R$ 4.800.000,00. Caso a soma de todas as empresas for maior que o limite, os dois negócios são desenquadrados do Simples Nacional. 

Essa regra corresponde à participação societária em empresas optantes pelo Simples e também aquelas que não, ou seja, caso o sócio, ou titular, com participação maior que 10% da sociedade, tenha uma empresa não optante pelo Simples, o faturamento dela também conta nesta norma. 

Por isso, é preciso ficar atento se as empresas estão, ou não, cadastradas no regime tributário Simples Nacional e, também, verificar a soma do faturamento anual das empresas para não deslizar nas regras e condições para todas as empresas que você for sócio ou proprietário.

Em resumo…

Essas são as especificações referentes à participação de quadro societário e podemos perceber que não há muitas restrições, desde que os limites estabelecidos de empresas com o regime Simples Nacional sejam respeitados. 

E, referente à abertura de mais de uma empresa em seu nome, é preciso sempre ficar atento à natureza jurídica da empresa que você já possui, e seguir as regras de cada uma, conforme apontamos no conteúdo. 

Agora que você já sabe a resposta para a questão: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” e está querendo evitar burocracias (nesse processo) conheça os serviços de contabilidade online da Contabilivre. 

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Uma imagem cortada ao meio, do lado esquerdo há um homem e um mulher sentados olhando um notebook, no lado direito há um espaço em azul claro com a frase: como expandir um negócio físico para o digital?

Como expandir um negócio físico para o digital?

Expandir um negócio físico para o digital pode ser o que a sua empresa precisa para conquistar novos clientes. O ambiente online está repleto de usuários e, consequentemente, de consumidores de diversas partes do país que podem conhecer os seus serviços ou produtos independente da localização do seu empreendimento

Já era possível notar o crescimento das vendas online antes mesmo do contexto da pandemia do  coronavírus. Mas com a necessidade do isolamento social no ano de 2020, o processo foi acelerado e trouxe um “boom” muito grande para o setor. 

Então, expandir um negócio físico para o digital está se tornando cada vez mais frequente.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o número de transações efetuadas em e-commerce cresceu 65,7% em relação a 2019.

Parece ser uma boa expandir um negócio físico para o digital, não é mesmo? Mas para isso, é necessário seguir alguns passos. Acompanhe o conteúdo que preparamos a seguir e tire suas dúvidas! 

Conheça seu modelo de negócio

Antes de começar a investir em presença digital, ou seja, em expandir um negócio físico para o digital, é importante entender como o seu modelo de negócio funciona no ambiente online.

Se você tem uma loja de roupas em um espaço físico e quer levá-la para o online, por exemplo, o primeiro passo é criar uma vitrine virtual para exibir seus produtos.

Mas se a sua empresa é uma prestadora de serviços talvez você deva começar investindo em plataformas de comunicação, e por aí vai. 

Um ponto muito importante para quem deseja expandir um negócio físico para o digital é saber onde o público-alvo está para que seus produtos ou serviços cheguem até os possíveis clientes. Por isso, a presença digital é uma peça fundamental.  

Está precisando de ajuda na contabilidade da sua empresa? Entre em contato com a Contabilivre, contabilidade online e prática!

Crie um site para expandir um negócio físico para o digital

O site pode ser definido como a estrutura do seu negócio, ele é a vitrine da sua loja no ambiente online ou o escritório da sua empresa, por exemplo. Por meio de uma plataforma, os usuários encontram informações sobre os seus serviços e produtos, realizam compras e entram em contato com a sua empresa, se precisarem. 


O site precisa ser pensado para que o usuário tenha uma boa experiência e se interesse pelas mercadorias que seu negócio oferece. Independente se você irá criar o seu próprio site (existem plataformas simples e até gratuitas) ou contratará uma pessoa para isso, alguns pontos precisam ser levados em consideração: 

  1. Não esqueça de disponibilizar uma versão para dispositivos móveis;
  2. O site precisa ser atrativo, mas cuidado com os exageros. Disponibilize as informações de forma que o usuário encontre com facilidade seus serviços ou produtos principais;
  3. Você vai precisar escolher, comprar um domínio e contratar um serviço de hospedagem. 

Ter um site para a sua empresa é positivo até mesmo para o seu negócio físico. Um relatório divulgado pelo Thinkwithgoogle indicou que 63% das experiências de compra registradas no mercado mundial, em 2018, começaram online. 


Dessa forma, mesmo quando um usuário compra em uma loja física, há uma chance significativa da jornada de compra dele começar pelo site.

Use o WhatsApp Business

A comunicação com o consumidor é um dos principais fatores para determinar o sucesso de seu negócio online. Isso porque, sem o contato presencial, é preciso disponibilizar canais abertos e efetivos na qual o usuário pode tirar dúvidas, marcar uma reunião, comprar e ter um suporte à disposição.

Também é importante que os colaboradores do seu negócio estejam preparados para se relacionar com os clientes no online. Além da forma de comunicação tradicional, vale criar uma conta no WhatsApp Business, versão voltada para os negócios. 

A plataforma permite que o consumidor entre em contato de forma rápida e simples com a empresa em uma conta profissional. 

Saiba mais sobre os pagamentos online

Um desenho digital, do lado esquerdo tem uma tela de computador azul e grande com várias propagandas de promoções aparecendo e, no lado direito, tem uma mulher vestindo roupas azuis sentada olhando a tela, com uma empresa que provavelmente foi expandir um negócio físico para o digital

Ao expandir um negócio físico para o digital, o empreendedor pode ter dúvidas em relação às transações online. No entanto, não é preciso se preocupar com isso. Existem diversas empresas que atuam como intermediárias dessas transações, elas fazem o meio de campo entre o seu negócio e as bandeiras de cartão de crédito

Pesquise por empresas com credibilidade, confiança e segurança para o cliente e para você. Vale também conferir o prazo que as empresas intermediárias liberam o pagamento.

Também é possível receber pagamentos por boleto bancário, o documento pode ser gerado em plataformas digitais. Os cuidados são os mesmos, vale escolher soluções populares que tenham credibilidade no mercado. 

Há, também, o Pix, um meio de pagamento e transações sem taxas e que acontece em menos de 10s. Ele é uma opção que pretende substituir os outros tipos de transações e está disponível para ativação dentro dos aplicativos de bancos. 

Tenha presença digital 

Não adianta nada criar um site e os usuários não chegarem até ele. Por isso, é preciso usar das estratégias do marketing digital para fazer com que seus produtos e/ou serviços sejam vistos por mais pessoas. 

Diversas são as formas de fazer marketing digital, seja pelas redes sociais da empresa, por divulgação de influenciadores ou anúncios nas plataformas digitais. O ponto chave mesmo é conseguir fazer com que a sua marca tenha um alcance maior entre seu público-alvo

As redes sociais também são uma vitrine para exibir seus produtos ou serviços. Sendo assim, vale se aprofundar nos recursos que as ferramentas oferecem e usá-los para atrair mais público ao perfil comercial da sua empresa. 

Estruture a distribuição

No meio digital, é preciso que seus produtos cheguem até a casa dos consumidores. É verdade que as entregas são um fator complexo, mas elas fazem parte dos processos de um negócio online. 

Por isso, é preciso criar uma estrutura de entrega, indo desde a embalagem segura do produto até a logística de transporte. 

Você pode optar por criar essa própria logística ou usar uma transportadora parceira. Não esqueça que o cliente gosta de acompanhar as etapas da entrega. Sendo assim, é preciso fornecer um código de rastreio para cada pedido

Essa é uma etapa fundamental para a transição para o online, uma vez que os clientes se importam bastante com o prazo de entrega. 

Já prestadores de serviços, que não realizam a distribuição de um produto, mas sim oferecem um serviço, precisam prestar seu trabalho de forma online. Nesse contexto,  a comunicação com os clientes é fundamental. Disponibilize plataformas de sistemas, de armazenamento e de videoconferência. 

Uma consultoria jurídica, tributária, cursos online são exemplos de serviços que podem expandir seu negócio físico para o digital usando plataformas que auxiliem na comunicação entre colaboradores e clientes. 

Você está pronto! 

A expansão de um negócio físico para o digital é marcado por mudanças nos processos da empresa. Se antes toda venda ou serviço era realizado presencialmente, quando o cliente ia para sua loja, agora, ele pode realizar a compra sem sair de casa. Mas, para isso, o negócio precisa se adaptar ao novo comportamento do consumidor. 

Siga essas dicas e não deixe de levar seu negócio físico também para o online. Assim, você terá mais chances de conseguir clientes e aumentar suas vendas. 

Agora que você já sabe como expandir seu negócio físico para o digital, aproveite para deixar as obrigações contábeis da sua empresa com a Contabilivre! Simplificamos tudo para você focar ao máximo no desenvolvimento da sua empresa.  

imagem com divisão no meio, do lado esquerdo há uma mão, segurando uma caneta e mexendo em uma calculadora, no canto direito há um espaço em azul escrito: Principais dúvidas do Imposto de Renda 2021

Principais dúvidas sobre o Imposto de Renda 2021

Uma das principais preocupações do começo do ano é a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física e não é à toa. Até porque estar antenado aos prazos, tirar suas dúvidas e se organizar é uma forma de evitar a multa e outras consequências que podem acontecer caso o IRPF não seja declarado.

O primeiro passo é saber se você precisa declarar ou não. Não é todo mundo que tem a obrigação de declarar o IRPF daquele ano. Além disso, a declaração sempre remete ao ano anterior, então o seu IRPF de 2021 faz jus aos valores do ano de 2020. 

Para tirar suas dúvidas sobre a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2021,   preparamos esse post que vai te ajudar a entender tudo certinho. Confira!

O que é o Imposto de Renda (IRPF) ?

O Imposto de Renda é um tributo cobrado pelo governo, anualmente, sobre a receita de pessoas físicas ou jurídicas  do ano anterior. Portanto, o IRPF de 2021, por exemplo, diz respeito aos ganhos e gastos de 01 de janeiro de 2020 até 31 de dezembro de 2020

O seu valor muda de acordo com os valores declarados. Assim, após a declaração, dependendo do resultado, você poderá recolher o imposto (pagar) ou restituir (receber)

O prazo para entrega da declaração era de 01 de março a 30 de abril de 2021. Contudo a Receita Federal publicou, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa RFB nº 2.020, de 9 de abril de 2021, que altera o prazo final de entrega da Declaração de IRPF 2021 para o dia 31 de maio de 2021, as 23h59, pelo horário de Brasília.

Quem precisa declarar o IRPF em 2021?

Como já citado, a obrigatoriedade da Declaração do Imposto de Renda não é para todos os brasileiros, apenas para aqueles que se encaixam nas regras ou situações específicas. Quem precisa declarar, então? A Declaração do IRPF é obrigatória para os brasileiros que tiveram até dezembro de 2020:

  • Rendimentos tributáveis, ou seja, salário, aposentadoria, aluguel, entre outros, acima de R$ 28.559,70; 
  • Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, ou seja, rendimento da poupança ou indenização trabalhista, por exemplo, superiores a R$ 40.000; 
  • Rendimento com venda de bens, como imóveis, veículos, etc.; 
  • Receita bruta com atividade rural acima de R$ 142.798,50;
  • Bens com valor superior a R$ 300 mil; 
  • Compra ou venda de ações na Bolsa de Valores; 

Como o ano de 2020 foi atípico para todos devido a pandemia da Covid-19, novas regras entraram em vigor para a Declaração do Imposto de Renda (IRPF) em 2021, envolvendo o Auxílio Emergencial. Abaixo, segue a lista com as mudanças:

  • Quem recebeu os valores do Auxílio Emergencial e, também, teve rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76, em 2020, sem contar o auxílio, deve declarar o IRPF 2021 e devolver o valor do Auxílio Emergencial;
  • A devolução do Auxílio Emergencial se aplica, também, aos dependentes incluídos na declaração e que tenham recebido o benefício;
  • Se verificada a situação durante o envio da Declaração à Receita Federal, será disponibilizado uma DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), emitido pelo próprio programa, para devolução dos valores do auxílio.

De acordo com o Ministério da Cidadania, a devolução dos valores é referente às parcelas de R$ 600,00 e R$ 1.200,00. O valor somado das parcelas recebidas em 2020 será o valor que precisa ser devolvido ao governo.

Para evitar preocupações e burocracias, contrate um contador online! Clique e saiba como a Contabilivre pode te ajudar. 

Como declarar?

A Declaração do Imposto de Renda pode ser feita de forma digital e online. O programa chamado “Programa IRPF” é um gerador de receitas que irá facilitar a declaração de forma remota. Para acessá-lo, basta baixar o programa em seu computador.. 

Se você quiser fazer pelo celular, também é possível, com o aplicativo  “Meu Imposto de Renda”. Além disso, é possível fazer de forma 100% online ao se cadastrar no site da Receita Federal.

Contudo, para que a Declaração do Imposto de Renda 2021 seja feita sem preocupações, sem erros e da melhor forma possível, você pode   contar com o apoio de um contador, que também irá ajudar a deduzir impostos a pagar ou até mesmo aumentar as chances de restituição de valores.

Quais os documentos necessários para declarar o Imposto de Renda?

Antes de começar a declaração do IRPF 2021, é importante organizar e separar todos os documentos necessários. Segue, abaixo, os principais documentos e comprovantes para  declarar o Imposto de Renda 2021:

  • Documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência e dados bancários);
  • Informe de rendimentos (a empresa deve fornecer);
  • Documentos pessoais dos dependentes (CPF obrigatório);
  • Informe de rendimentos financeiros e de aplicações ou extrato de aplicações (fornecidos pelo banco);
  • Extrato de Previdência Privada;
  • Documentação do Plano de Saúde;
  • Documentação de imóveis e veículos (inclusive financiados);
  • Recibos de pagamento ou recebimento  de aluguel;

Vale lembrar que esses não são os únicos documentos pedidos, já que eles vão variar de caso para caso, depende do tipo de declaração, se é de pessoa física ou jurídica, e também de quais bens e recebimentos aconteceram ao longo do ano.

Assim, outros documentos podem ser  solicitados. Caso prefira, as informações detalhadas e oficiais se encontram no site da Receita Federal.

Qual o calendário de restituição do Imposto de Renda (IRPF) 2021?

 Todo ano a Receita Federal divulga o calendário das restituições, ou seja, os recebimentos do IR. Eles vão começar a partir de maio deste ano

Segue abaixo as datas das parcelas:

  1. Lote 01: 31 de maio;
  2. Lote 02: 30 de junho;
  3. Lote 03: 30 de julho;
  4. Lote 04: 31 de agosto;
  5. Lote 05: 30 de setembro.

Acompanhe o andamento da Declaração do IRPF 2021 (H2) 

Depois de fazer a declaração, é possível acompanhar o andamento do processo do seu Imposto de Renda. O acompanhamento é muito simples e acontece por meio do portal e-CAC, ou seja, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte. 

O portal está disponível tanto no site da Receita Federal quanto dentro do aplicativo de celular “Meu Imposto de Renda”. Para entrar nessa sessão, é necessário se cadastrar com CPF  , senha, código de acesso. 

Para criar o código de acesso, entre no portal da Receita Federal e saiba o passo a passo para começar o seu acompanhamento da Declaração do IRPF. 

O que acontece se não declarar o IRPF?

Caso você entre no perfil de quem deve declarar o Imposto de Renda e não realizar o procedimento, algumas consequências podem te trazer grandes dores de cabeça! 

O principal é ter o CPF bloqueado. Com isso você não poderá pedir um empréstimo em uma emergência, prestar concursos públicos e nem renovar passaporte. Há, também, as multas que você está sujeito a pagar se não declarar o IR. 

E, se a sua declaração implique em imposto a pagar e você não enviá-la, o valor pode aumentar! A cada mês de atraso, você deverá pagar 1% ao mês em cima do imposto devido. Caso sua declaração atrasada não tenha imposto devido, a multa é de R$165,74.

Agora que você já entendeu os passos e tirou suas dúvidas, fique atento às documentações e aos prazos. Não se esqueça: você tem até o dia 30 de abril para fazer a declaração.

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O que é Defis e qual o prazo de entrega?

Entre as obrigações acessórias que as empresas optantes pelo regime do Simples Nacional precisam cumprir, temos a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais, conhecida por Defis

O documento é a maneira de informar à Receita Federal os dados econômicos e fiscais do seu negócio e, assim, comprovar os impostos recolhidos durante o ano.  

No início do ano, muitas empresas procuram saber mais sobre a declaração, tendo em vista que o prazo de entrega é 31 de março. Por isso, preparamos um conteúdo para você tirar todas as suas dúvidas sobre a Defis. Confira! 

O que é Defis e para que serve?

A Defis é uma declaração enviada à Receita Federal, órgão que fiscaliza os dados econômicos e fiscais das empresas enquadradas no Simples Nacional, para verificar se o seu negócio recolheu todos os impostos necessários do regime tributário enquadrado.

Na prática, a obrigatoriedade funciona como uma versão simplificada da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ).  

Se você nunca ouviu falar da Defis, talvez já tenha escutado sobre a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), isso porque a Defis substituiu o documento, conforme determinado na Resolução CGSN 94/2011

Como o Simples Nacional foi criado com o intuito de simplificar o regime tributário e reduzir a burocracia das Micros e Pequenas Empresas, a Defis surge com o intuito de facilitar a vida do empresário. Pois, empresas enquadradas no Simples Nacional não precisam enviar o IRPJ aos órgãos fiscalizadores, apenas a Defis. 

Quais informações devem constar na declaração?

As principais informações exigidas na Defis estão relacionadas aos ganhos econômicos e dados fiscais da empresa, no início e final do período que contempla a declaração. Confira a lista completa:

  • Ganhos de capital;
  • Número de funcionários no início e no final do período que abrange a declaração; 
  • Lucro contábil, caso a ME ou EPP tenha evidenciado lucro acima do limite apontado no parágrafo 1º do art. 2 da Resolução CGSN Nº 140, de 22 de maio de 2018
  • O saldo disponível em caixa no início e final do período considerado pela declaração;
  • O total de despesas (operacionais e não-operacionais, custos, salários, entre outros) no período que contempla a declaração; 
  • Mudança de endereço, caso o estabelecimento tenha mudado no período abrangido;
  • Identificação de cada um dos sócios da empresa
  1. Rendimentos que eles apresentam;
  2. Documentos dos responsáveis pela companhia; 
  3. Dividendos referentes aos sócios;
  4. Percentual de participação individual no capital social da empresa;
  5. Pró-labore referentes aos sócios;
  6. Imposto de renda retido na fonte sobre os rendimentos pagos a cada sócio pela ME/EPP

Precisa de ajuda para preencher a Defis? Contate nossos contadores especialistas! 

Como é feita a entrega da Defis

A entrega da Defis é feita pelo Programa Gerador do Documento de Arrecadação Simples Nacional (PGDAS-D) pelo site do Simples Nacional utilizando o código de acesso ou certificado digital da empresa. 

Na plataforma, é preciso adicionar os documentos requeridos e selecionar o ano-calendário referente à declaração. 

Vale informar que a declaração é referente ao ano-calendário anterior ao do exercício fiscal, ou seja, a entrega da Defis com prazo para 31 de março de 2021 é feita com base nos dados do ano de 2020. 

Como evitar erros no preenchimento e na entrega

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Entenda tudo sobre o Defis

O preenchimento e envio da Defis no PGDAS-D é simples. No entanto, a quantidade de documentos necessários pode fazer você se perder na hora de enviar todas as informações no sistema. Fora isso, é preciso que todos os dados estejam corretos, e essa análise é feita por meio de uma assessoria contábil especializada. 

Para isso, você conta com a ajuda da Contabilivre. Nossos planos incluem a elaboração do Defis. Assim, é possível realizar a entrega da declaração no prazo e com segurança. 

Prazo e consequências por não entregar a Defis

O prazo para entregar a Defis é até o dia 31 de março do ano subsequente ao período abrangente da declaração.

Embora essa obrigação acessória não resulte em multas por atraso, a falta da entrega impedirá a apuração e geração do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) a partir de Abril do ano vigente (mês subsequente ao prazo de entrega).

O não pagamento do DAS, por sua vez, acarreta em juros e multas que podem trazer graves consequências para a sua empresa. As implicações envolvem ter o CNPJ cancelado, perda dos benefícios previdenciários e até mesmo a exclusão da empresa do regime do Simples Nacional. 

Quer saber mais sobre DAS? Confira

O DAS é uma guia de pagamento contendo todos os impostos que as empresas optantes pelo Simples Nacional precisam pagar. A guia é uma forma de simplificar a tributação de Micro e Pequenas empresas ao oferecer alíquotas menores ao negócio. 

Apesar de simplificado, o DAS engloba vários impostos, são eles:

  • IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) 
  • ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação)
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)
  • PIS (Programa de Integração Social)arrecadação voltada para o pagamento de abono salarial e seguro-desemprego;
  • CPP — (Contribuição Patronal Previdenciária)
  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza)

Por que devo enviar a Defis?

O envio adequado feito dentro do prazo garante às empresas a proteção contra penalizações aplicadas pela Receita Federal ao seu negócio. A Defis é só mais um dos documentos necessários para manter sua empresa legalizada e livre de punições. 

O envio da declaração faz parte das obrigações acessórias de uma empresa. Fugir da burocracia não é a solução, afinal, a empresa precisa ser legalizada para realizar as atividades no cumprimento da lei. 

Entender os objetivos de cada declaração e documento é a saída para organizar sua empresa. Assim, você poderá usar o seu tempo para focar no crescimento do seu negócio.

Agora que você já sabe o que é a Defis, aproveite entrar em contato com a Contabilivre. Te ajudamos com essa e outras declarações!


consultoria fiscal e tributaria

Consultoria fiscal e tributária: como funciona o serviço?

A consultoria fiscal e tributária pode ser um serviço muito vantajoso para a sua empresa. A área atua no diagnóstico e na formulação de soluções que envolvem questões administrativas e burocráticas que todo negócio enfrenta. 

A legislação tributária e trabalhista do Brasil é conhecida pela sua complexidade, e embora muitos empresários presenciem o lado ruim disso, é possível encontrar diversas oportunidades para beneficiar a sua empresa por meio de uma consultoria tributária.

Outro fator muito positivo em relação à área é que ela traz visibilidade e conhecimento ao empresário sobre as questões burocráticas que envolvem os negócios. Saiba como a consultoria fiscal e tributária pode auxiliar a sua empresa no conteúdo que elaboramos para você! 

O que é consultoria fiscal e tributária? 

A consultoria fiscal e tributária analisa os processos em relação às questões fiscais de uma empresa e acompanha as constantes mudanças na legislação tributária. 

É um tipo de perícia técnica que visa identificar se os procedimentos que uma empresa segue estão alinhados com a realidade fiscal do negócio, além de verificar direitos não utilizados pela empresa.

Assim, o serviço consegue, por vias legais, benefícios para as empresas diminuírem as taxas e impostos pagos.  A atividade é essencial, principalmente, para pequenas empresas, uma vez que ser dono de um negócio no Brasil não é tarefa fácil no que diz respeito ao alto valor dos impostos e a tributação complexa. 

Mas, afinal, como funciona a consultoria fiscal e tributária?

A consultoria fiscal e tributária atua nas áreas de planejamento tributário, revisão fiscal, incentivo fiscais, recuperação de crédito tributário, entre outras esferas. O serviço busca facilitar os processos burocráticos das empresas e trazer visibilidade sobre o negócio para os donos e colaboradores.

Planejamento tributário

Planejamento tributário é um sistema de conjuntos legais que visa reduzir a incidência dos tributos de uma empresa e gerir o pagamento de taxas, impostos e contribuições. Afinal, o conjunto de regras que uma empresa precisa seguir é vasto e toda atenção é necessária para manter o negócio longe de multas ou outras penalidades. 

Estratégico

O papel do planejamento tributário, também conhecido como elisão fiscal, é criar estratégias para reduzir a incidência dos tributos, seja optando pelo mais vantajoso regime tributário, modelo de contratação ou estrutura de capital

Para fazer um bom planejamento tributário, é preciso do auxílio de um contador, uma vez que o profissional está apto para entender as especificidades de cada cenário e da legislação.

Operacional 

O planejamento tributário operacional visa criar procedimentos na sua empresa que devem ser cumpridos para a realização do pagamento dos impostos nos prazos previstos. A consultoria fiscal e tributária pode auxiliar a empresa a criar processos otimizados que incluam tarefas voltadas à área.

Sua empresa precisa de uma consultoria tributária? Entre em contato com os especialistas da Contabilivre e saiba como podemos te ajudar! 

Recuperação de crédito tributário

Muitas empresas pagam impostos indevidos. Por meio da consultoria fiscal e tributária é possível identificar se o seu negócio está pagando tributos a mais e, caso positivo, essa quantia pode ser ressarcida pela empresa através do processo de recuperação de crédito tributário

Principalmente comércios varejistas, como padarias, farmácias e autopeças podem estar gastando mais com impostos do que deveriam. Isso acontece porque esses segmentos comercializam produtos monofásicos, ou seja, que não devem ter tributação na parte de PIS e COFINS. Além disso, os tributos dessas mercadorias sofrem muitas alterações.

Como essa característica acaba passando despercebida em algumas empresas, o negócio paga impostos desnecessários. Por isso, a consultoria tributária pode ser essencial para diminuição dos gastos da sua empresa. 

consultoria fiscal e tributária
Um dos principais serviços da consultoria fiscal e tributária é verificar se determinada empresa pode recuperar créditos tributários

Aproveitamento de incentivos fiscais

Os incentivos fiscais são condições que promovem a redução da alíquota de determinados impostos a serem pagos quando a empresa destina parte dos seus impostos (que já ia para o governo) para projetos de bem-estar social. 

A política econômica do governo tem o objetivo de movimentar o mercado e promover uma competitividade justa entre as empresas, beneficiando não só empreendedores, mas também a sociedade. 

A quantia economizada pelas empresas pode ser usada para aplicações financeiras e investimentos. Empresas que optam pelo Lucro Real têm mais oportunidades para se beneficiar dessa política, pois quase todos os incentivos fiscais estão voltados para as pessoas jurídicas desse regime tributário.

As empresas podem destinar parte dos seus impostos para programas sociais esportivos, Programa de Alimentação do Trabalhador, Atividades Culturais ou Artísticas, entre outros.

No entanto, pessoas jurídicas optantes pelo Lucro Presumido ou Simples Nacional podem se beneficiar da Lei do Bem. O governo federal renuncia parte da arrecadação de impostos de empresas privadas que comprovem ter investido em inovação tecnológica

Pedido para concessão de regime especial

Uma consultoria fiscal e tributária pode realizar o pedido de concessão de regime especial quando a empresa cumpre as exigências necessárias. O regime é uma forma diferenciada de tratamento tributário voltado a determinadas atividades ou setores da economia com o objetivo de diminuir impostos e unificar tributos

Contudo, fica a cargo de cada estado e município criar  um modelo que se adéque às suas necessidades.  A concessão é  destinada a práticas específicas, como aquisição de máquinas e equipamentos destinados a investimentos nos portos, obras de infraestrutura nos setores de transportes, entre outros.

Porém, mais empresas podem optar pelo benefício, o Simples Nacional, por exemplo, é um regime especial. Trata-se de um regime único de arrecadação, cobrança e fiscalização mensal.

Visibilidade ao empresário 

Nem todo empresário tem tempo ou acha necessário entender a complexidade do sistema tributário brasileiro. No entanto, é de extrema importância ter visibilidade das obrigações da empresa para, de fato, entender o que se passa nas operações do próprio negócio. Assim, o empresário pode tomar decisões baseadas nos custos reais da empresa.

A consultoria fiscal e tributária nada mais é do que um serviço oferecido por um profissional ou empresa da área contábil para outro profissional ou empresa. Sendo assim, o contador está apto para compartilhar seu conhecimento de forma didática e desburocratizada para o empresário. 

O serviço

O objetivo da consultoria é levantar as necessidades do cliente por meio de diagnósticos e processos para identificar soluções e recomendar ações de melhoria para as empresas. 

Sabemos que os custos com tributos impactam diretamente no lucro do seu negócio todo mês. A consultoria fiscal e tributária permite que empresas menores tenham mais competitividade no mercado ao trazer recursos tributários. 

Dessa forma, o contribuinte consegue estruturar seu negócio de forma menos onerosa e diminuir custos, para ser, de fato, mais competitivo no mercado. 

Vale lembrar que as práticas citadas acima realizadas pelo consultor tributário são totalmente legais e passam longe de sonegação fiscal.

Precisando de uma consultoria tributária? Entre em contato com a Contabilivre!


recuperação tributária

Recuperação tributária: o que é e como funciona?

É verdade que as obrigações fiscais fazem parte de todo negócio, mas você sabia que a sua empresa pode estar pagando mais impostos do que deveria? Devido à complexidade da legislação tributária brasileira, muitos empresários acabam sendo cobrados pelo fisco de forma indevida. E é justamente focada em reverter esse erro do governo que a recuperação tributária atua. 

De acordo com os dados do IBGE/Impostômetro, 95% das empresas pagam impostos equivocados, o que faz com que o Fisco recolha mais de R$ 30 bilhões  em impostos indevidos anualmente. 

A recuperação de crédito permite que a empresa receba de volta os valores pagos indevidos ou até mesmo quantias maiores. Quer saber como funciona o processo? Acompanhe o conteúdo que preparamos para você! 

O que é recuperação tributária?

A recuperação tributária é um processo administrativo ou judicial que visa restituir ou compensar o valor pago a mais em tributos, taxas e contribuições pela empresa de forma indevida ao Fisco.  

A interpretação da legislação tributária é algo tão complexo que errar os cálculos dos impostos é mais comum do que se imagina. A situação, no entanto, resulta no pagamento indevido das obrigações fiscais, na maioria dos casos, tributos a mais. E quando isso acontece, as empresas, independente do porte, podem pedir a recuperação de crédito tributário. 

Por que ocorre o pagamento indevido de impostos?

O pagamento indevido de impostos pode ocorrer quando uma empresa deixa de aproveitar algum benefício fiscal por desconhecer o direito. Dessa forma, o montante a recolher em tributo fica maior e a empresa acaba pagando mais do que deveria ao governo.

Outra situação é quando a empresa oferece à tributação produtos que não deveriam ser tributados.

O governo também pode causar o pagamento indevido de impostos, um exemplo comum é quando o órgão contraria regras como o princípio da anualidade, no qual um novo tributo só pode vigorar um ano depois de sua publicação. 

Como realizar a recuperação tributária?

recuperação tributária
Recuperação tributária: sua empresa pode estar pagando mais impostos do que precisa

A recuperação tributária é realizada em algumas etapas. Primeiro, é preciso fazer um estudo tributário do seu negócio, uma vez que você precisa entender se as operações da empresa te oferecem algum tipo de benefício fiscal. 

Além disso, nesse primeiro passo é verificado se há produtos sendo tributados duplicados ou de forma incorreta. Para isso, é preciso entender todas as operações comerciais e fiscais da sua empresa.

Feito isso, é necessário realizar o processo de revisão das apurações fiscais e de folhas de pagamento dos últimos cinco anos. Depois, ocorre a análise das memórias de cálculos dos tributos e das obrigações acessórias enviadas

Com isso, é possível levantar se há possíveis créditos decorrentes de pagamentos indevidos. Em caso positivo, é hora de realizar o pedido de restituição ou compensação dos valores dos tributos pagos a mais ao órgão regulador. 

Após a solicitação, os valores são creditados na conta bancária da empresa ou em créditos tributários no prazo de 60 dias úteis

Quer saber se a sua empresa está pagando tributos a mais? A Contabilivre possui parceria com a SOS Tax, empresa especializada na recuperação de crédito tributário. Faça um orçamento em apenas alguns cliques. E o melhor, você só paga pelo serviço se receber a restituição dos tributos e taxas.  

Qual a diferença entre restituição e compensação de crédito?

O pedido de restituição diz respeito à devolução do dinheiro pago a mais em impostos para a conta da empresa. Já na compensação de crédito, você pode utilizar o montante para abater os impostos que precisam ser pagos em determinado mês.

Empresas tributadas pelo Simples Nacional 

Empresas optantes pelo Simples Nacional estão mais sujeitas a pagarem impostos indevidos. Isso porque, geralmente, as empresas do Simples Nacional têm menos processos, o que  torna mais difícil o controle referente à tributação

É comum que farmácias, bares, supermercados, restaurantes, autopeças e postos de combustíveis paguem tributos indevidos devido à incidência de PIS e COFINS monofásicos e à substituição tributária do ICMS, que engloba a maioria desses ramos de atividade. 


Quer saber qual o melhor regime tributário para a sua empresa?

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Quanto tempo leva?

O procedimento para sua empresa conseguir a restituição do crédito tributário pode durar até 60 dias, desde a solicitação até a devolução do valor para a conta da empresa. Vale lembrar também que os tributos que podem ser ressarcidos têm um prazo de prescrição de cinco anos.

O processo de análise é fundamental para o ressarcimento e compensação dos créditos tributários. Conte com a SOS Tax para realizar todo esse procedimento desde a solicitação junto a Receita Federal até o acompanhamento! 

Quais tributos podem ser recuperados?

Diversos tributos podem ser restituídos no processo de recuperação tributária, são eles: 

  • PIS (Programa de Integração Social)– receita bruta e repique;
  • COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • ICMS-ST (ICMS-Substituição Tributária);
  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica);
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido);
  • FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) – multa dos 10% em demissões sem justa causa;
  • INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) sobre verbas indenizatórias – nos casos de demissão sem justa causa;
  • ICMS pago nas contas de Energia elétrica. 

A Receita Federal pune quem faz a recuperação tributária?

Realizar o processo para compensação ou restituição de créditos tributários não trará consequências para o seu negócio. Muitos empresários pensam que entrar com o pedido de restituição fará com que os órgãos fiscalizadores fiquem em cima da empresa, porém  essa prática não é comum. 

Afinal, além da restituição tributária ser um direito de todas as empresas, independente do porte, a Receita Federal não irá simplesmente te fiscalizar porque você pediu um dinheiro que é seu por direito. 

Contrate uma empresa especializada

Manter as contas da empresa em dia não é uma tarefa fácil, agora imagine fazer isso pagando impostos a mais. O valor pago em tributos, taxas e contribuições pode acabar com a saúde financeira de um negócio. 

A recuperação tributária atua para diminuir a carga tributária das empresas e, consequentemente, evitar gastos indevidos. Um bom planejamento tributário é essencial para as empresas melhorarem sua gestão financeira. 

A SOS Tax realiza todo trabalho de análise tributária, solicitação e acompanhamento da restituição. E você só paga pelo serviço se receber. Entre em contato agora!

o que é endereço fiscal

O que é endereço fiscal e para que serve?

Você já transformou a sua ideia em um negócio e agora precisa formalizar o empreendimento. Entre as dúvidas mais comuns em relação ao processo de abertura de empresa, podemos citar o questionamento sobre o que é endereço fiscal

O endereço fiscal nada mais é do que a localidade apontada no momento em que você registra a sua empresa para obter o CNPJ. Ele é a referência do seu negócio e é usado para fins de contabilidade, tributos, notificações e registro à Junta Comercial


O local oficial da sua empresa pode trazer credibilidade, segurança e economia de recursos para o seu empreendimento. Ficou interessado no assunto? Acompanhe nosso conteúdo para entender o que é endereço fiscal e para que ele serve. 

O que é endereço fiscal? 

Para formalizar um negócio, é preciso informar quais os serviços e/ou produtos a empresa oferece, quem são as pessoas responsáveis pelo empreendimento e qual será o local onde ele vai oficialmente funcionar, que é justamente o endereço fiscal. 


O endereço fiscal  é o local onde a pessoa jurídica centraliza a gestão de sua atividade, sendo equivalente a sede social da sua empresa. 

Qual a diferença entre endereço fiscal e endereço comercial?

O endereço comercial é o local onde ocorre de fato as operações da empresa, ou seja, onde o empresário recebe clientes e faz negócios. A informação não é exatamente usada para o registro do CNPJ, mas sim para a divulgação dos meios de comunicação.

Enquanto um serve para fins basicamente tributários e formais (endereço fiscal), o outro (endereço comercial) apresenta um propósito puramente comercial. 

O endereço fiscal pode ser o mesmo do endereço comercial, mas para isso o empresário deve possuir o imóvel ou a autorização do proprietário do local que o negócio opera.

Meu endereço fiscal pode ser o meu endereço residencial?

Depende do ramo da atividade do seu negócio. Empresas de comércio, por exemplo, precisam da Inscrição Estadual para recolhimento do ICMS devido à comercialização de produtos físicos. Nesse caso, a Secretaria da Fazenda Estadual não libera esse registro para um estabelecimento comercial cujo endereço coincida com o residencial.  

Além disso, empreendimentos comerciais e industriais precisam seguir especificações prediais e de vigilância sanitária estabelecidas pelo próprio município para funcionar. Por isso, empresas que apresentem essas atividades não podem usar o endereço residencial como endereço fiscal.

Já prestadores de serviços que não tem necessidade da inscrição estadual podem usar o endereço residencial como endereço fiscal. Normalmente, as prefeituras liberam esses empreendimentos. Porém, é preciso ser proprietário do imóvel ou pedir autorização para o dono do local para isso. 

Vale destacar também que os prestadores de serviços que moram em condomínios residenciais, nem sempre têm autorização para usar o endereço residencial para fins de registro. É preciso conferir o estatuto do condomínio e ver qual a regra a respeito de abertura de empresas no local antes. 

Imagine a seguinte situação: você quer abrir um e-commerce e realizar as operações dessa empresa na sua casa. Nesse exemplo, seu endereço fiscal deve ser diferente do endereço residencial. 

Só é possível registar a sua casa como local oficial do empreendimento comercial se você for MEI, uma vez que a Inscrição Estadual é aberta automaticamente ao adicionar no CNPJ uma atividade que necessita da inscrição.

Como conseguir um endereço fiscal?

Como já falamos aqui, o endereço fiscal é um requisito obrigatório para formalizar sua empresa. Uma forma de conseguir um endereço fiscal sem precisar alugar um local para realizar o registro do seu negócio, é contratar uma empresa que oferece o serviço de locação de endereço fiscal

Essa opção tem sido uma alternativa de redução de custo para muitas pessoas jurídicas que operam em home office ou até mesmo prestadores de serviços que querem ter um endereço fiscal com credibilidade e segurança. 

Mas, afinal, quais as vantagens de contratar um endereço fiscal?

o que é endereço fiscal?
O que é endereço fiscal? Veja as vantagens em contratar um

Regularização do negócio

O endereço fiscal é uma exigência para você emitir o CNPJ da sua empresa e garantir a regularização do seu negócio. 

Uma empresa legalizada proporciona uma série de benefícios para os donos e sócios do empreendimento. Podemos citar o direito à previdência social, a maior segurança fiscal ao patrimônio do empresário e o melhor relacionamento com os fornecedores, por exemplo. 

Além disso, a empresa tem mais chances de conseguir créditos no mercado e até mesmo pode se candidatar a licitações da União, estados e municípios. 

Economia de recursos

Ao invés de gastar com aluguel e manutenção de um local para registrar o seu negócio na junta comercial ou no cartório de registros de pessoas jurídicas, é possível desembolsar menos de R$ 100 por mês para ter o endereço fiscal de sua empresa. 

Registre a sua empresa no endereço fiscal da Contabilivre. Saiba mais sobre esse serviço exclusivo para clientes que fazem contabilidade com a gente! 

Endereço estável 

Contratar um endereço fiscal traz estabilidade a sua empresa, independente de onde você esteja operando. É possível mudar a localização do seu escritório ou da sua clínica, por exemplo, sem a necessidade de realizar alterações no contrato

Fora isso, todas as suas correspondências são centralizadas em um único endereço, a empresa que você contrata o serviço, gerencia esses documentos e as envia para você aonde estiver. 

Localização estratégica

A localização do endereço fiscal pode trazer credibilidade para a sua empresa. Você pode ganhar confiança dos consumidores e de futuros parceiros ao disponibilizar o endereço em locais conhecidos e de destaque. 

Conheça as vantagens de utilizar nossa contabilidade online e aproveite para saber mais sobre nosso serviço de Endereço Fiscal na famosa Av. Paulista em São Paulo. Comece seu negócio em um endereço de destaque com todo suporte Contábil e Fiscal para sua empresa!

Segurança 

Quando o empresário opta por colocar o endereço residencial como endereço fiscal, qualquer pessoa com o número do seu CNPJ tem acesso ao local em que o empreendedor mora. Além de não ajudar a construir credibilidade no seu negócio, optar por usar o endereço residencial no registro ainda pode te deixar vulnerável.  

O que levar em conta para escolher o endereço fiscal?


Como você pode perceber, contratar uma empresa que subloca seu endereço fiscal pode trazer diversas vantagens para seu empreendimento. Mas antes de escolher seu endereço fiscal, é importante checar se a empresa que você optou tem licença para sublocar o endereço fiscal. 

Além disso, analise se o serviço oferece salas de reuniões e se a localização pode contribuir para aumentar sua credibilidade

O momento em que vivemos é de transformação digital. O fenômeno traz como conceito o uso da tecnologia como ferramenta de solução de problemas tradicionais. A contabilidade online pode ajudar o seu empreendimento e facilitar as burocracias do mundo dos negócios.

Agora que você já sabe o que é endereço fiscal e quais as vantagens de contratar um, aproveite para conhecer o serviço da Contabilivre.

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Empresa inativa precisa de contador

Empresa Inativa precisa de contador? Descubra

Uma dúvida comum entre os empresários é se empresa inativa precisa de contador. O questionamento ocorre principalmente quando os donos de negócios resolvem pausar suas atividades e não têm certeza se o empreendimento ainda precisa cumprir obrigações fiscais e contábeis

Mesmo que a empresa esteja inativa, ou seja, fique sem despesa e movimentação financeira ela precisa de contador, uma vez que perante o governo, o negócio ainda existe. Dessa forma, ela apresenta obrigações acessórias e principais, que variam para cada estado e ramo de atuação do negócio.  

Deixar a empresa aberta sem a guarda dos serviços contábeis pode trazer consequências para o empresário, como multas e CNPJ  Inapto  pela Receita Federal. 

Quer saber por que empresa inativa precisa de contador? Preparamos um conteúdo para tirar suas dúvidas sobre o assunto. Acompanhe! 

Quando uma empresa é considerada inativa pela lei? 

Uma empresa é considerada inativa pela lei quando não desempenha atividades operacionais, não operacionais, financeiras ou patrimoniais durante o ano-calendário, porém, não encerrou as atividades

Muitas pessoas, no entanto, confundem o termo empresa inativa com empresa sem movimentação. O empreendedor precisa saber diferenciar cada condição, uma vez que elas impõem situações práticas divergentes. 

Uma empresa é considerada sem movimentação quando um negócio, mesmo após pausas de meses, realiza qualquer tipo de pagamento, recebimento de duplicatas ou fornecedores no ano-calendário

Um exemplo comum dessa situação é quando uma empresa possui um parcelamento ativo como débitos tributários e, ao pausar as atividades, continua realizando o pagamento desse compromisso, o que acarreta em transação financeira. Nesse caso, a empresa não se encontra inativa, mas sim sem movimentação. 

Quais declarações uma empresa inativa deve entregar?

As obrigações de uma empresa inativa não são absurdas, elas consistem em enviar declarações ao fisco para comprovação. A documentação exigida varia de estado para estado e de acordo com o ramo de atividade. O regime tributário da empresa também influencia nas obrigações. 

Mas no geral, empresas inativas são isentas das obrigações mensais, porém, não anuais. 

Empresas no Simples Nacional devem apresentar o repasse ao FGTS e à Previdência Social (SEFIP)  sem movimento no começo do ano-calendário. Além disso, é preciso entregar a  Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS) – antiga DASN e a Relação Anual de Informações Sociais “negativa” (RAIS NEGATIVA). 

Já empresas inativas no Lucro Presumido precisam apresentar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) “negativa”, a RAIS negativa, a SEFIP, a Escrituração Contábil Digital (ECD), entre outras obrigações. 

Não sabe como cumprir as obrigações fiscais e contábeis da sua empresa inativa? A Contabilivre pode te ajudar, fale com nossos especialistas! 

Como deixar a empresa inativa na Receita Federal?

É importante deixar explícito que uma empresa não fica inativa apenas se você pausar  atividades e operações do seu negócio. Para deixar uma empresa inativa é preciso realizar uma alteração contratual, cabe ao dono decidir por quanto tempo ele deseja deixar a empresa nesse estado.  

Está com problemas relacionados ao CNPJ inativo? Contate nossos especialistas para te ajudar

Quanto tempo uma empresa pode ficar inativa?

O dono do negócio, ao realizar a alteração contratual da empresa, informa o tempo que o CNPJ deve ficar inativo. Uma empresa pode ficar inativa por um intervalo máximo de cinco anos antes de ter seu registro cancelado pelo órgão de registro. Ao final desse período ou se preferir antes, o empresário precisa fazer uma nova alteração no contrato comunicando o retorno das atividades.

Deixar a empresa inativa ou dar baixa no CNPJ: qual o mais vantajoso?

empresa inativa precisa de contador
Empresa inativa precisa de Contador? Saiba tudo sobre o assunto

A escolha mais vantajosa entre deixar a empresa inativa ou dar baixa no CNPJ vai depender dos planos que você tem em relação à empresa. Ambas as decisões trazem custos para o empreendedor, no entanto, se você tiver perspectiva de reativar a empresa pode ser mais vantajoso deixá-la inativa

Para dar baixa no CNPJ é preciso realizar a elaboração do distrato social e verificar algumas pendências no âmbito, federal, estadual e municipal

Além de ser necessário tomar cuidados que envolvem a  esfera trabalhista e previdenciária, como  rescisão contratual de acordo com legislação vigente, emissão da Certidão Negativa. Fora isso,  é necessário emitir o Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). 

Também faz parte do processo, registrar oficialmente na Junta Comercial o pedido de arquivamento de atos de extinção da empresa. 

O processo de baixa no CNPJ pode ser burocrático e demorado, mas a Contabilivre pode descomplicar alguns passos para você. Precisa dar baixa na sua empresa? Conte com nossos especialistas! 

Já para deixar a empresa inativa, como exposto acima, é preciso seguir algumas obrigações (obrigações essas que são simplificadas no estado inativo). O honorário, nesse caso, costuma ser mais em conta do que quando as atividades estavam ativas, por exemplo.

Como saber se a empresa ainda está ativa?

É possível consultar se seu CNPJ está ativo diretamente no site da Receita Federal. Tenha em mãos o número do CNPJ e, no portal, digite a informação no campo específico. Depois, basta clicar em “consultar” para visualizar a situação. 

Quais as consequências de não entregar as declarações necessárias?

A não apresentação das declarações e escriturações fiscais geram implicações para o contribuinte. O CNPJ pode ficar inapto, o que acarreta na impossibilidade do empresário participar de novas empresas,  os sócios são responsáveis pelos débitos em cobrança, entre outras problemáticas. 

Além disso, o não cumprimento das obrigações gera multas que variam entre R$ 200 e R$ 500, por declaração faltante. Caso você deseje reativar a empresa, é necessário colocar o empreendimento em dia, para isso, é feito um retroativo de todos os débitos. Motivos que já explicam o porquê empresa inativa precisa de contador.

Por que uma empresa inativa precisa de contador?

Como você pode perceber, empresa inativa precisa de contador, já que deve apresentar declarações e demonstrativos aos governos federal, estadual e municipal

As consequências causadas pelo não cumprimento das obrigações geram, muitas vezes, mais despesas para o lado do empreendedor do que a mensalidade cobrada por escritórios contábeis para providenciar declarações e demonstrativos e deixar sua empresa inativa sem pendências. 

Precisando de ajuda para apresentar as declarações e os demonstrativos da sua empresa inativa? A Contabilivre pode te ajudar a desburocratizar processos com a contabilidade online!

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empreendedorismo e contabilidade

Empreendedorismo e contabilidade: veja como o serviço pode ajudar o seu negócio

O início de um novo negócio vem repleto de desafios: atendimento ao cliente, manter seu serviço e/ou produto, além das preocupações administrativas financeiras. A margem de lucro e burocracias do setor também se tornam motivos de noites mal dormidas. E é nesse momento que empreendedorismo e contabilidade precisam andar juntos!

Diante dos desafios iniciais para seu negócio funcionar, o apoio da contabilidade é um pilar fundamental. Além disso, nada como quem entende e te ajuda no crescimento do seu negócio, não é?

Pensando em te mostrar a importância do serviço na rotina da sua empresa, preparamos um conteúdo exclusivo para ajudar o seu negócio!

Meu negócio precisa de contabilidade?

Com exceção de MEIs, a contabilidade é um serviço obrigatório em todas as empresas, uma vez que o cumprimento das obrigações tributárias é essencial para que seu negócio cumpra a lei e se mantenha em situação regular junto ao Fisco

E, caso não aconteça, a pendência pode ocasionar inadimplência e, consequentemente, multas para o seu negócio.

Por isso, contratar um serviço contábil qualificado para essa função é de muita importância, assim, seu empreendimento terá um crescimento saudável e se manterá juridicamente legal

Além disso, alguns documentos contábeis como balanços e balancetes devem, obrigatoriamente, ser registrados pelo conselho da classe. Imagina dever um documento obrigatório por não ter um contador?

Vale lembrar que as empresas podem optar por contratar contadores ou escritórios de contabilidade para auxiliar no cumprimento das obrigações.

Não quer passar por isso? Conheça a Contabilivre e descubra como podemos te ajudar!

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Qual a função da contabilidade?

Indiferente do tamanho do seu negócio, sua empresa precisa prestar contas ao governo. Além dos impostos, alguns documentos e informações são necessários para que você mantenha seu empreendimento de portas abertas. 

Auditoria, seguro, previdência e controladoria também são algumas das funções que englobam os serviços contábeis. Para entender melhor como a contabilidade pode auxiliar  o seu negócio, separamos alguns serviços desempenhados.

Empreendedorismo e contabilidade: como o serviço pode ajudar o meu negócio?

Além de deixar o seu negócio regularizado, a contabilidade faz com que sua empresa esteja mais segura e eficiente. Com exceção dos Microempreendedores Individuais (MEI), sua empresa precisa do serviço de contabilidade e, agora, listamos os porquês. 

empreendedorismo e contabilidade
O serviço de contabilidade auxilia a rotina fiscal e administrativa de uma empresa

Abertura da empresa

Até mesmo para abrir o seu negócio você precisará do auxílio dos serviços contábeis. Isso porque o processo para abertura de empresa envolve detalhes, como definição do porte,  capital social, CNAEs, regime de tributação e registro na junta comercial.

E além da contabilidade ajudar você a escolher essas particularidades, o serviço contábil providencia os documentos necessários para você abrir sua empresa. 

Gestão e planejamento financeiro

A rotina contábil de uma empresa engloba análises financeiras que envolvem realização de balanços, demonstração de resultados, controle de caixa, margem de lucro e administração de bens.

A partir de relatórios, o contador administra todas essas informações, que não são apenas para exigências legais, mas também essenciais para o futuro da empresa.

O apoio de um contador é imprescindível para a saúde financeira da sua empresa. Saiba como a Contabilivre pode te ajudar!

Equilíbrio financeiro

Com cálculos mais confiáveis dos pagamentos e obrigações da empresa, junto ao acompanhamento da margem de lucro, sua empresa pode manter uma saúde financeira muito mais equilibrada, podendo ter perspectivas de crescimento e estabilidade para momentos de crise. 

Regime de tributação para pequenas empresas

Toda empresa precisa pagar impostos para manter o negócio legalizado. MEs e EPPs podem optar por três regimes de tributação, são eles Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. 

O Simples Nacional é administrado pela Receita Federal, mais o ICMS e o ISS e norteado por leis vigentes desde 2007. Esse regime tributário simplifica a apuração dos valores e recolhe através de uma única guia

Mas, mesmo que seja um regime tributário de facilitação, a necessidade de avaliação de alíquota de impostos, a partir da atividade da sua empresa ainda é necessária. E aqui o seu parceiro contador pode te ajudar!

Já o Lucro Presumido, como o nome indica, é determinado pelo percentual da margem de lucro presumida definido pela legislação. Nessa opção, os impostos são recolhidos em guias individuais, tornando a arrecadação mais complexa do que o Simples Nacional, por exemplo. 

Temos também o Lucro Real, que apesar de ser um regime mais complexo, dependendo do cenário da sua empresa, nele, seu negócio pode acabar pagando um valor total menor referente aos impostos devido a sua configuração

Atenção! Para a sua empresa optar pelo Simples Nacional, é necessário consultar se sua atividade é permitida e se seu negócio tem o faturamento teto. Hoje, ainda existem algumas restrições e modelos empresariais que impossibilita a inclusão no regime.

Como escolher o melhor regime de tributação

O uso da contabilidade para auxiliar na escolha do melhor regime tributário da sua empresa é fundamental, isso porque o contador realiza uma análise tributária. A pesquisa consiste em cálculos de faturamentos, obrigações fiscais e despesas.

Com isso, o profissional consegue identificar em qual regime o seu negócio paga um valor total de impostos menor, ou seja, juntos, vocês podem optar pelo modelo mais vantajoso. 

Precisa do apoio de um consultor para identificar qual o melhor regime tributário para sua empresa? Clique aqui e saiba mais!

Obrigações fiscais para pequenas empresas 

A rotina fiscal de uma empresa engloba uma série de obrigações fiscais. Se você está empreendendo e começando o seu negócio, a contabilidade deve ser sua preocupação. Por isso, listamos as principais obrigações fiscais para pequenos negócios.

  • ICMS

O ICMS é o imposto correspondente à circulação de mercadorias e prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e comunicação. É competência estadual a sua cobrança e instituição de valores. 

  • IRPJ

O Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) é uma tributação federal obrigatória a todos que possuem CNPJ ativo, no caso de exceções, consulte seu contador.

  • Contribuição para o PIS/Pasep;

Corresponde a contribuição realizada à Previdência Social, referente ao pagamento do Seguro Desemprego e abono anual.

  • ISS

É o Imposto Sobre Serviços (ISS) que corresponde àqueles que incidem na prestação de serviços realizadas por empresas ou profissionais autônomos e de nível municipal

  • IPI

Uma tributação federal e arrecadado para o tesouro nacional. O Imposto sobre Produtos Industrializados é cobrado a partir do momento que o produto sai da fábrica e abrange produção nacional e importações.

  • COFINS

A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Nacional é uma contribuição de nível federal, que incide sobre a receita bruta, que é direcionada à previdência social, saúde e assistência social.

  • CPP

A Contribuição Patronal Previdenciária é outro imposto destinado à previdência social, porém é calculado a partir da remuneração total concedida aos colaboradores. 

  • CSLL

Incidido sobre o lucro líquido, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido é uma tributação federal que antecede o Imposto de Renda.

Como organizar e cumprir todas as obrigações da minha empresa

Empreender não é fácil. Por isso, a organização contábil é um tópico para você se atentar. Algumas rotinas como conciliação bancária, integração em softwares, auditorias, controle em planilhas e desenvolvimento de planejamento das despesas podem te ajudar a tornar esse processo mais fácil.

Reduza os custos e aumente a produtividade contábil da sua empresa contratando um especialista, aposte em um planejamento organizado e com responsáveis pelas demandas fiscais. 

Parece bem difícil, mas a Contabilivre está aqui para te ajudar! Saiba como desburocratizar processos, gerando economia e agilidade com a contabilidade online!

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