arte roxa e azul, do lado esquerdo está escrito: KPI em azul com o fundo roxo, do lado direito há um fundo azul claro com o escrito em branco: "O que são KPIs de vendas? Conheça os principais indicadores de desempenho! "

O que são KPIs de vendas? Conheça os principais indicadores de desempenho!

A gestão em um negócio é essencial para o desenvolvimento dele, certo? Mas tão importante quanto é o acompanhamento do desempenho da empresa. Para isso, existem os KPIs – Key Performance Indicators, ou, indicadores-chave de performance. Existem KPIs específicos para processos, como os KPIs de vendas.

Os indicadores de performance são ferramentas que, atreladas a tecnologia, auxiliam os gestores da empresa a mensurar o desempenho dela. E os KPIs de vendas são medidores do crescimento do negócio no que se refere às vendas da empresa. 

Para te explicar o que são os KPIs de vendas e te auxiliar com a implementação deles em seu negócio, nós preparamos esse artigo exclusivo. Confira!

O que são KPIs?

Os KPIs são ferramentas de gestão com a finalidade de medir o desempenho da empresa e, assim, indicar se os resultados estão sendo alcançados e, consequentemente, visualizar o crescimento do negócio.  Assim, podemos entender que os KPIs são formas de medir os processos de uma empresa. 

Peter Drucker, considerado o pai da administração, afirmava que: “o que não pode ser medido não pode ser gerenciado”. Podemos entender, por meio desta frase, que não é possível saber o desempenho de um negócio, e muito menos de suas vendas, se não há ferramentas e métodos para obter dados e números que nos ajude a avaliar os resultados. 

O que são KPIs de vendas?

Os KPIs de vendas são os indicadores que estão relacionados com as metas de vendas do negócio. Isso significa que eles demonstram, em dados,  se você está no caminho certo para alcançar suas metas, ou se é necessário ajustes no planejamento e estratégias para obter os resultados esperados.    

Assim, ao definir as metas de vendas é preciso acompanhá-las e, para isso, é preciso escolher   indicadores que façam sentido, e que te auxiliem para boas tomadas de decisões

Isto porque existem vários tipos de KPIs e talvez, aplicar todos, não ajudará a mensurar as metas da empresa, e muito menos auxiliar no desenvolvimento ou crescimento do seu negócio.. 

Quais são os KPIs de vendas?

computador em cima de uma mesa de madeira com um papel com gráficos coloridos e uma caneta demonstrando KPIs
 Entenda como aplicar os indicadores de vendas em seu negócio 

Como já mencionado, existem vários KPIs que podem auxiliar o empreendedor a medir o desempenho de suas vendas. Eles estão inseridos em um processo conhecido como funil de vendas que pode ser entendido como a jornada do cliente até o momento da compra

Nós reunimos os cinco principais KPIs de vendas para que você, após conhecê-los, possa aplicar aquele que mais se adequa ao seu negócio. Segue, abaixo, alguns KPIs de vendas.

Número de leads

Em um processo de vendas, os clientes são o ponto inicial da operação. E os leads são entendidos como os potenciais clientes, ou seja, aquelas pessoas que são interessadas em seu produto/serviço. 

Assim, o número de leads obtidos, ou seja, o contato de pessoas interessadas em seu serviço/produto, é um indicador que revela o desempenho das campanhas de marketing, por exemplo. 

Pois, com esses números, o empreendedor pode avaliar se suas metas de campanhas de publicidade estão surtindo o efeito esperado ou não. E, caso não estejam, pode traçar estratégias novas para alcançar os resultados.

Taxa de conversão

A taxa de conversão é aquela que mede a quantidade de leads que foram convertidos em vendas. Ou seja, quantos dos contatos de pessoas interessadas realizaram a compra do serviço/produto. 

Por exemplo, se um empreendimento recebe 20 ligações de pessoas interessadas (leads), a conversão acontece quando 10, destas 20 ligações, efetuam a compra. Assim, a taxa de conversão é a relação entre o número de ligações pelo número de compras efetuadas

Geralmente, a taxa de conversão é obtida para saber um percentual. Em nosso exemplo podemos dizer que obtivemos um percentual de 50%, então a taxa de conversão foi de 50%. 

Ticket médio

O ticket médio é o indicador que avalia o valor médio das vendas de uma empresa em um determinado período. Esse indicador acompanha o comportamento do cliente com a marca, e pode ser feito ao relacionar as vendas realizadas em um período com o faturamento total delas. 

Então, o valor do ticket médio de uma empresa é o faturamento dela dividido pela quantidade de operações de vendas feitas em um dado período. Por exemplo, se um empreendimento fatura R$ 50.000,00 em um mês e realizou 500 vendas, o ticket médio é:

  • 50.000/500 = 100
  • Ou seja, o ticket médio é de R$ 100,00.

Esse KPI é muito utilizado para auxiliar em planejamento, previsão e também tomada de decisão sobre as vendas de um negócio. 

Custo de Aquisição por Cliente – CAC

O CAC (custo de aquisição por cliente) é outro indicador de desempenho que auxilia na medição de metas de vendas. Isso porque ele revela, como o próprio nome diz, o custo que o empreendedor tem ao adquirir clientes.

Assim, para calcular o CAC é preciso somar todos os investimentos da empresa utilizados para adquirir um cliente. Após realizar essa soma, é preciso dividir o número da soma pelo número de clientes conquistados. 

A conta do CAC fica: 

  • CAC = investimento na aquisição de clientes/ número de clientes conquistados 

O CAC é fundamental para que o empreendedor saiba se o custo está adequado para o negócio. Um CAC muito alto significa que a empresa precisa reajustar os valores dos gastos com os clientes. 

ROI – Retorno sobre o investimento

O ROI é outro KPI interessante de ser aplicado nas vendas de um negócio. Isso porque ele permite que o empreendedor saiba o quanto de dinheiro a empresa está perdendo ou ganhando com os investimentos feitos.

Para calcular o ROI é preciso, primeiro, subtrair o ganho obtido pelo investimento pelo próprio valor investido. Depois, divide-se o resultado da subtração pelo resultado do valor do investimento. 

Por exemplo, caso o empreendedor tenha investido R$ 40.000,00 e obteve um ganho de R$ 200.000,00 reais. Assim, o cálculo do ROI é:

  • ROI = (ganho obtido – investimento) / investimento 
  • ROI = (200.000 – 40.000)/ 40.000 = 4

Então, em nosso exemplo, o retorno foi de 4 vezes o valor investido. Inclusive, o ROI também é um indicador medido em porcentagem, ou seja, multiplica-o por 100, resultando em um ROI de 400%.

Em resumo…

Podemos concluir que os KPIs são ferramentas úteis para medir os processos de uma empresa, principalmente se for a venda de um produto ou serviço. Inclusive, muitas vezes os KPIs são medidos automaticamente por meio de softwares. 

Atualmente, com a tecnologia, as plataformas de gestão auxiliam o empreendedor a se organizar e, assim, conseguir tempo hábil para planejar novas metas e objetivos para o negócio.

Por fim, uma das tecnologias atuais muito benéfica para o empresário é a contabilidade online. Com ela, o empreendedor tem controle da vida contábil e fiscal da empresa e, assim, consegue otimizar seu tempo, e se dedicar ao crescimento do seu negócio.. 

Para usufruir dos benefícios da contabilidade online, você pode entrar em contato conosco. Nós oferecemos suporte e auxílio personalizado, utilizando a tecnologia a nosso favor. Conheça mais sobre nossos serviços!


mulher preta no canto esquerdo utilizando uma roupa preta e segurando um óculos e no canto direito há uma arte em azul escrito: "Razão social, nome fantasia e marca: entenda as diferenças!"

Razão social, nome fantasia e marca: entenda as diferenças!

No momento de abrir uma empresa, o empreendedor pode se deparar com nomenclaturas que soam muito parecidas, mas que possuem significados muito diferentes. Esse é o caso da razão social, nome fantasia e marca.

Além disso, a abertura de uma empresa pode gerar diversas dúvidas. Até porque, iniciar um novo negócio requer tempo, dedicação e aprendizados. 

Então, para te explicar sobre cada um dos nomes mencionados, nós preparamos esse artigo exclusivo. Confira!

O que é razão social?

A razão social é o nome de registro de uma empresa junto aos órgãos do governo e junto ao cartório. É o nome que vai constar em contratos, escrituras, documentos legais, notas fiscais, etc. 

Também conhecida como denominação social (ou nome empresarial), a razão social é definida junto ao CNPJ e é entendida como o nome “oficial” da pessoa jurídica

Além disso, a razão social deve ser única para cada pessoa jurídica (PJ) . Isso porque, no momento de abrir uma empresa, a denominação definida não pode estar registrada em nenhuma outra empresa do mesmo estado que a sua e que esteja atuando no mesmo ramo de atividade. 

Caso já exista uma razão social igual a definida, o registro não pode ser realizado. Para evitar isto, o empresário, ou seu contador, deve verificar a viabilidade do nome empresarial para realizar o registro. 

Como definir a razão social para: MEI; ME e EPP?

Para cada porte de empresa a razão social funciona de uma forma. Para exemplificar, abordaremos como é definido a razão social dos seguintes portes de empresa: Microempreendedor Individual (MEI); Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP). 

MEI

A razão social para Microempreendedor Individual – MEI é formada pelo nome do empreendedor mais o número de CPF. Essa lógica de funcionamento é definida pela Receita Federal e pode ser alterada quando o MEI realiza o enquadramento como ME. 

Portanto, o MEI não pode optar por um nome em específico, pois este já está definido segundo a regra explicada acima. Porém, com os demais portes, esse cenário muda. 

ME e EPP

Para a PJ de porte microempresa e empresa de pequeno porte, a razão social é definida com algumas recomendações. Assim, o empresário pode optar por um nome específico (nome de identificação da empresa), mas é interessante que siga algumas regras. 

É importante que a razão social tenha relação com a atividade exercida pela empresa. Além disso, o nome empresarial pode conter o nome completo do empreendedor que pode ser abreviado. Mas, geralmente, , a abreviação não pode acontecer com o último sobrenome.

Por fim, a razão social deve apresentar a natureza jurídica da empresa, como, por exemplo: 

  • EI – Empresário Individual;
  • EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada;
  • Ltda. – Sociedade Limitada; 
  • entre outras. 

Em resumo, a razão social da empresa é formada, geralmente, pelo nome de identificação da empresa (que tenha relação com a atividade exercida); área de atuação (ex. indústria alimentícia, serviços em tecnologia da informação, etc.) e, por fim, a natureza jurídica

Segue, abaixo, exemplos de razão social:

  • Coca Cola Indústrias Ltda;
  • Carrefour Comércio e Indústria Ltda;

É importante ressaltar que a validação da razão social fica sob responsabilidade da Junta Comercial. Por conta disso, para que a definição seja feita de forma correta, é válido entrar em contato com o serviço de profissionais qualificados da área de contabilidade. 

O que é nome fantasia?

O nome fantasia é escolhido logo após definir a razão social, no momento de abertura de uma empresa. Também conhecido como nome comercial, o nome fantasia é entendido como o nome popular do negócio. Em outras palavras, é o nome pensado para ser reconhecido pelo seu público-alvo e clientes. 

O nome fantasia pode, ou não, ser igual a razão social. Mas, geralmente, esse nome é uma abreviação ou uso popular do empreendimento. Por exemplo, o nome popular da empresa “Coca Cola Indústrias Ltda” é, somente, “Coca-cola”.

O nome fantasia também é conhecido como “nome de fachada”

Como escolher um nome fantasia?

No momento de pensar o nome fantasia para o seu negócio, é importante seguir algumas dicas para que ele seja de fato reconhecido. 

A primeira é procurar um nome de fácil recordação, memorização, compreensão e pronúncia. Para isso, é válido evitar nomes que podem gerar dupla interpretação ou interpretação equivocada.

Com a segunda dica, o empreendedor deve pensar em um nome que destaca-se dos concorrentes, chamando a atenção. E, por fim, possuindo relação com a área de atuação da empresa.

A última e terceira dica é conferir a disponibilidade do nome em registros municipais e estaduais. Além de verificar, também, se o domínio para um site e páginas de redes sociais estão disponíveis para o nome fantasia desejado. 

 O que é marca?

A marca é a  identidade de uma empresa (ou de um produto/serviço), como é reconhecida no mercado  . Ela não é o nome popular (nome fantasia) e devido a relação entre marca e nome fantasia, elas são constantemente confundidas. 

A escolha da identidade da marca, geralmente, está relacionada com a estratégia de marketing da empresa. Se esse for o seu caso, é importante que se providencie o registro de marca do negócio. 

O registro da marca precisa ser feito junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial, órgão ligado ao governo, responsável pelas normas que regulam a Propriedade Industrial. 

Por fim, podemos entender que, ao escolher um nome fantasia, é importante que o empreendedor saiba que isto não registra, também, a marca. São processos distintos que podem acontecer durante o momento de abertura da empresa. 

Então, qual a diferença entre razão social e nome fantasia?

Como explicado até agora, razão social e nome fantasia são duas nomenclaturas diferentes. Enquanto a razão social é o nome de registro da companhia, o nome fantasia é a designação popular do título dela. 

De forma resumida, a principal diferença entre razão social e nome fantasia está na finalidade de cada um dos nomes

Isso porque a razão social é para os registros, documentação e oficialidades. Por outro lado, o nome fantasia tem como objetivo final a publicidade da empresa

Assim, o nome fantasia, na prática, é opcional; a razão social é uma obrigatoriedade.

E as diferenças entre nome fantasia e marca?

Agora, a principal diferença entre nome fantasia e marca também é a finalidade. Enquanto o nome fantasia é pensado como algo popular e presente no site (ou até mesmo redes sociais), a marca precisa ser registrada

O nome fantasia é cadastrado na Junta Comercial, enquanto a marca precisa ser registrada e seguir as regras do INPI. É importante ressaltar que apenas o cadastro do nome fantasia não garante que o uso do mesmo seja exclusivo

Por isso, caso o empresário escolha um nome fantasia para a empresa e este envolve uma estratégia de marketing e publicidade, é importante que seja providenciado o registro de marca para garantir a exclusividade

Por fim…

Podemos concluir que razão social, nome fantasia e marca são nomenclaturas distintas e que apresentam várias diferenças entre si. 

Isso porque a finalidade e as características de cada uma delas são diferentes e, no momento de abertura de uma empresa, é necessário entender cada uma para que a escolha, ou definição, sejam feitas da melhor forma.

Com o conhecimento das diferenças entre razão social, nome fantasia e marca, procure abrir sua empresa com especialistas da área. 

Nós oferecemos serviços com um time de contadores para atender você de forma individual e humana, além de uma plataforma de contabilidade online para facilitar a sua rotina.

desenho em tons de verde do lado esquerdo da imagem, nele há um homem desenhado de costas encarando um poste que tem setas para a direita e para a esquerda. do lado direito há uma parte em azul escrito: O que é tomada de decisão e por que é tão importante?

O que é tomada de decisão e por que é tão importante?

No mundo dos negócios, assim como na vida como um todo, tomar decisões não é tarefa fácil pois envolve escolhas e consequências. A tomada de decisão, dentro de uma empresa, é um processo de escolhas entre alternativas, seja em momentos que a empresa enfrenta um problema ou até uma oportunidade. Esta ação tem grande impacto no momento presente e futuro da organização.

Em razão disso, preparamos esse artigo exclusivo para te informar sobre a tomada de decisão, a importância dela e como ela funciona. Confira! 

 O que é tomada de decisão e qual sua importância? 

A tomada de decisão, ou processo decisório, é um procedimento de escolha entre alternativas. Elas podem ser de oportunidades ou de resoluções para adversidades que o negócio enfrenta. 

O objetivo principal da tomada de decisão é tentar mitigar as incertezas do empreendedor visando um crescimento saudável do negócio e mantê-lo competitivo no mercado.  

O processo de escolha é importante pois atua para que a organização obtenha a melhor das oportunidades apresentadas ou a mais eficiente solução das dificuldades notadas. 

É fundamental salientar que esse processo não garante que a escolha seja totalmente eficiente, ele apenas auxilia para que o momento de tomada de decisão seja o mais racional e estratégico possível. 

Segundo Herbert Alexander Simon, economista que em 1978 ganhou o Prêmio Nobel de economia pela teoria da Tomada de Decisão, “o papel das técnicas é estruturar o processo decisório, ajudando os gerentes a eliminar a improvisação e aumentar o grau de certeza na tomada de decisões”. 

Portanto, a tomada de decisão consiste em fazer uma escolha analisando as possibilidades e optando por aquela que mais faz sentido para o negócio. Isso porque cada processo de tomada de decisão resulta em uma escolha que pode gerar consequências, sejam elas positivas ou negativas. 

Desta forma,  é recomendável que os responsáveis pela tomada de decisão sigam um passo a passo com as 5 etapas do processo, para que este ocorra da forma mais eficiente possível.  


Como funciona um processo de tomada de decisão? Passo a passo

mulher branca sentada em uma mesa segurando um papel e colocando a mão no rosto com tom de dúvida, na mesa que ela está sentada há um laptop, papéis, xícara de café, óculos e canela, a foto está em tons de bege
Aplique o passo a passo a seguir para tomar decisões estratégicas

Todo processo decisório apresenta etapas que, ao serem seguidas, podem levar a uma escolha eficiente. É interessante ressaltar que toda tomada de decisão assertiva, ou seja, aquela que visa a evolução da instituição, é precedida por uma visão analítica e plural. 

Assim, é válido que o empresário siga, na medida do possível, as etapas a seguir com o foco no pensamento crítico e diverso. Com isso, no momento de tomar uma decisão, o empreendedor pode encontrar mais alternativas para analisar.

Como já mencionado, dentro de uma organização o processo de tomada de decisão envolve tanto a solução de problemas quanto a escolha de oportunidades. Contudo, o procedimento geralmente é aplicado quando um entrave surge na companhia. 

Por conta disso, o passo a passo abaixo é explicado para resolução de problemáticas, mas o processo é o mesmo caso a escolha seja entre oportunidades e não resoluções. 

Confira as cinco principais etapas do processo de tomada de decisão com base em uma problemática. Segue, abaixo, o passo a passo.

1. Identificação do problema 

O primeiro passo é identificar a causa do problema, ou seja, a origem. Pois, descrever de forma detalhada o problema e os motivos que o levaram a acontecer, facilita e guia o restante das etapas. Além disso, norteia de forma estratégica o responsável, ou responsáveis, pela tomada de decisão. 

O começo de uma problemática pode ter diversos motivos como, por exemplo, frustração, interesse ou desafio perante as dificuldades para atingir objetivos da companhia. Por meio da identificação dessas causas, é possível avaliar a gravidade e a urgência e, assim, começar a priorizar as problemáticas.

É válido ressaltar que o processo de priorização é quando há a identificação de mais de uma situação que precisa ser resolvida. Em caso de identificação de apenas uma situação,  é possível ir direto para a etapa de coleta e diagnóstico da tomada de decisão. 

2. Coleta de dados e diagnóstico

A coleta de dados é a segunda parte do processo decisório e envolve o estudo da situação por meio de informações e dados. Com isso, será possível realizar um diagnóstico da problemática e entender mais a fundo o cenário que ela está inserida. Para isso é recomendado procurar fontes de informação dentro da empresa.

A forma de coleta dessas informações irá depender do problema identificado e contexto. Segue, abaixo, alguns exemplos de técnicas que podem ser usadas para a coleta desses dados. 

  • entrevistar colaboradores, clientes e/ou fornecedores que estejam diretamente ligados ao problema;
  • analisar relatórios e acompanhamento de períodos anteriores; 
  • rever processos internos;
  • conhecer e buscar serviços de pesquisas de mercado. 

Além das opções apresentadas, há outro conceito e processo interessante e que está ganhando espaço dentro das empresas, o BI. 

O Business Intelligence é um processo de coleta e análise de dados. Um dos objetivos dele é justamente transformar os dados da sua empresa em um direcionamento para solucionar problemas ou sugerir melhorias nos processos. 

Após conseguir o conhecimento detalhado do contexto que precisa de uma tomada de decisão, o empresário pode seguir para a próxima etapa. Com a identificação e conhecimento mais aprofundado, é necessário começar a pensar nas alternativas. 

2. Identificação das alternativas

O terceiro passo envolve identificar opções para a resolução do problema. Para isso, a empresa pode reunir seus colaboradores e/ou equipes para que eles possam contribuir com experiências, conhecimento ou até mesmo por ter maior proximidade com a problemática. 

Nesse momento, algumas técnicas são recomendadas para que as ideias fluam e, assim, o responsável pela tomada de decisão consiga achar a melhor resposta. O Brainstorming é uma das técnicas recomendadas para isso. 

Essa técnica consiste em solicitar e escrever todas as ideias e palavras-chaves de sugestões dos colaboradores em um papel. Após isso, é possível analisar quais são as mais viáveis e que atenderão as necessidades da empresa. 

4. Análise das alternativas 

Após identificar as possíveis alternativas, é interessante que o empreendedor identifique os critérios que irá utilizar para analisar cada  uma e verificar qual é a mais válida. Esta é uma das mais importantes etapas do processo decisório. Por conta disso, é válido traçar  cenários de consequência e resultado que as alternativas levantadas podem gerar.

Nesta etapa é necessário avaliar as consequências que cada opção pode trazer, sejam elas positivas ou negativas, para assim, decidir qual a melhor para o contexto ou para o resultado que se deseja alcançar. 

Por fim, é importante salientar que essa etapa do processo precisa ter como objetivo principal entender quais são as melhores alternativas, ou seja, aquelas que atendam às necessidades da empresa. Este é o ponto chave para avaliar qual a decisão mais eficiente a tomar. 

5. Decisão e acompanhamento

Após identificar o problema, estudá-lo por meio de dados, identificar e analisar as alternativas, a tomada de decisão pode ser feita sem muitas preocupações. Isso porque os cenários foram estudados e as perspectivas analisadas de maneira estratégica. 

Por fim, é necessário fazer o acompanhamento dos resultados da tomada de decisão para verificar a eficiência do que foi escolhido. Isso pode ser feito por meio de pesquisas internas e também avaliações do impacto da decisão tomada. 

Algumas vezes podemos, mesmo com o procedimento, tomar decisões equivocadas que não vão resolver as problemáticas do negócio. Contudo, com acompanhamento e olhar crítico a respeito de todo o processo, é possível identificar os erros cometidos para que, assim, consigamos obter os melhores resultados do processo de tomada de decisão


uma mulher sentada de frente para uma mesa segurando e olhando um papel com uma mão na cabeça, do outro lado tem uma parte em azul que está escrito: "CNAE: o que é e por que é tão importante escolher a correta?"

CNAE: o que é e por que é tão importante escolher a correta?

A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é um termo um tanto desconhecido para quem deseja empreender e apresenta um caráter essencial no procedimento de abertura de uma empresa. E, ao contrário do CNPJ, o CNAE não é um termo muito conhecido e pode gerar muitas dúvidas.

Para ajudar na compreensão sobre o que é a classificação e a importância de escolher a correta, preparamos esse artigo. Confira!

CNAE: O que é? 

CNAE significa Classificação Nacional de Atividades Econômicas, sua  função é determinar quais atividades são exercidas por uma  empresa. Além disso, ela tem como objetivo categorizar empresas públicas e privadas, incluindo os profissionais autônomos e até mesmo organizações sem fins lucrativos.

A CNAE é um instrumento de padronização nacional formado por uma lista de códigos que identifica as variadas atividades econômicas no país. E, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um dos órgãos gestores da CNAE, a classificação funciona com a seguinte composição dos códigos de identificação:

  1. seções (correspondem ao primeiro número do código); 
  2. divisões (correspondem ao segundo número);
  3. grupos (terceiro número);
  4. classes (quarto número e código verificador);
  5. e subclasses (correspondem aos dois últimos números); 

A junção destes números,  formam um código específico para determinada atividade econômica. Assim, como há uma grande quantidade e variedade de atividades econômicas no Brasil, há, também, uma grande variabilidade “do CNAE”.

O pronome masculino colocado é uma questão interessante sobre a classificação. É comum ouvir, nas explicações de contadores, a classificação como “o CNAE”; isso porque, dentro do universo da contabilidade, é corriqueiro citar a classificação com o pronome masculino já que os profissionais se referem, no dia a dia, ao “código CNAE” e não a classificação em si.

Além dessa informação sobre a forma como se referir a (ou ao) CNAE, é interessante saber a origem e a função da classificação. A criação da CNAE foi feita justamente para organizar e uniformizar a grande gama de atividades econômicas de forma efetiva e, com isso, aprimorar a gestão tributária, buscando evitar ações fraudulentas. 

Isso porque a CNAE é, também, uma ferramenta para a classificação e organização dos critérios de enquadramento de impostos e é utilizada por diversos órgãos da administração tributária. Devido estas características, a classificação carrega consigo funcionalidades importantes para o enquadramento tributário e a abertura de negócios. 

CNAE: por que é tão importante escolher a correta? 

A CNAE é importante para uma empresa, em primeiro lugar, devido ao papel indispensável no processo de abertura de um CNPJ.

A informação correta da classificação na Ficha Cadastral de Pessoa Jurídica (FCPJ), ou seja, o código da CNAE, é necessária nesse procedimento de abertura da empresa, já que interfere diretamente nas  questões tributárias do negócio.  

Como mencionado acima, a definição da CNAE de uma empresa interfere nos tributos que ela precisa recolher. Portanto, se no momento de abertura de um CNPJ a classificação estiver errada, o empresário corre o risco de pagar indevidamente as contribuições. E, com isso, pode ter complicações com o Fisco.

Isso acontece porque, caso uma pessoa jurídica tenha como dever o recolhimento de determinados impostos e, por conta da classificação errada das atividades, não fizer isso devidamente, a PJ está sujeita a sonegação fiscal. 

Além disso, também pode acontecer outro cenário em que o empresário recolhe impostos que não estão imputados em suas atividades e, assim, paga contribuições além do necessário. 

A escolha correta do código é fundamental, também, para que sejam realizados adequadamente tanto o enquadramento tributário quanto o sindical. Assim, por conta dos pontos mencionados, é necessário que aconteça a escolha correta da CNAE, ou até mesmo das CNAEs.

É possível ter mais de uma CNAE no mesmo CNPJ? 

Sim, é possível ter mais de uma CNAE no mesmo CNPJ, isso porque uma empresa pode ter várias atividades e, assim, uma classificação para cada uma delas. Porém, é necessário atenção em alguns pontos.

Apenas uma CNAE será entendida como principal, ou seja, ela indica qual o ramo de atividade do negócio e, ainda, será por meio deste código principal que o empreendedor irá emitir a maioria das notas fiscais. 

Por outro lado, podem existir as demais CNAEs, compreendidas como secundárias. Esses códigos servirão como um apoio, caso, ocasionalmente, a empresa preste serviços diferentes da atividade classificada no código principal. 

É importante ressaltar que a CNAE principal e as secundárias precisam estar relacionadas. Além disso, a escolha correta de todas elas é fundamental para garantir os enquadramentos adequados já mencionados – sindical e tributário.

Isso acontece porque cada regime tributário possui as suas regras e especificidades. A empresa precisa apresentar um certo porte, faturamento, constituição societária e a atividade exercida (referente ao código) que sejam passíveis de enquadramento em dado regime.

O Simples Nacional, por exemplo, é um regime tributário e, como os outros, possui particularidades e exigências. Alguns exemplos são:

  1. limite de faturamento anual;
  2. não possuir débitos;
  3. não possuir em seu quadro societário sócios do exterior e
  4. ter sua atividade enquadrada na lista de CNAEs aceitas pelo regime.
imagem dos botões de uma calculadora, são pretos e cinzas com números brancos pintados
Entenda a relação entre a CNAE e o regime tributário Simples Nacional

Como saber se o código da CNAE se enquadra no Simples Nacional? 

Após descobrir qual a CNAE correta para a empresa, o próximo passo é saber se o código se enquadra no Simples. Neste momento, é importante ressaltar que todas as CNAEs, seja a principal ou as secundárias, precisam estar de acordo com as regras do regime tributário. 

Para saber a respeito do enquadramento no Simples Nacional, é necessário consultar a Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), nº 140 de maio de 2018, art 8º, §1º e 2º, tabelas dos anexos VI e VII.

Por meio dos anexos, é possível ter conhecimento das atividades que são impeditivas e concomitantes ao regime tributário. Em outras palavras, aquelas que estão proibidas ou as que podem ser enquadradas, mas dependem de outros fatores. Além disso, também é possível utilizar outros meios para auxiliar nesse processo. 

Existem portais e sites que disponibilizam tabelas gratuitas para consultar o código da classificação. Uma forma interessante de conseguir a informação, porém não explicam diretamente sobre as alíquotas. Nós, da Contabilivre, disponibilizamos uma tabela que traz mais informações como: o código da CNAE, a descrição, o anexo e a alíquota. 

Por fim, é perceptível que a escolha da CNAE é um processo detalhado e muito importante na abertura da empresa. Por conta disso, não hesite em contratar um contador – o profissional qualificado e essencial para tirar as suas dúvidas a respeito de todo o processo.

Para isso, entre em contato conosco! Nós da Contabilivre realizamos contabilidade online, sem burocracias e disposta a atender as suas necessidades! 

Porque o contador é essencial na escolha do CNAE correto para a empresa?

O contador é o profissional que sabe informar, de maneira exata e correta, se o código se enquadra, ou não, no Simples Nacional. Inclusive, para saber o enquadramento no regime tributário, é necessário, antes, conhecer o CNAE correto para o negócio. 

Para saber o CNAE, o empreendedor pode consultar a Comissão Nacional de Geografia e Estatística (CONCLA). Porém, compreender qual o código correto para a atividade exercida não é uma tarefa tão simples. 

É necessário ter um conhecimento técnico para identificar corretamente o CNAE, visto que este código é tão importante ao determinar o segmento de atuação da empresa e as alíquotas de tributação.

Por isso, no momento da abertura do CNPJ, é recomendado que o empreendedor contrate um contador qualificado. Esse profissional vai auxiliar na escolha do CNAE correto e garantir o enquadramento ideal para a empresa.

Nós, da Contabilivre, trabalhamos com contadores especialistas em abertura de empresas que possuem o conhecimento qualificado sobre o enquadramento no Simples e escolha do CNAE. Entre em contato conosco!


no canto esquerdo há uma mulher branca e loira vestindo uma camisa cinza, do outro lado há uma arte escrita "Venda sem Nota Fiscal: por que não é recomendada?"

Venda sem Nota Fiscal: por que não é recomendada?

Começar um empreendimento requer o conhecimento de algumas burocracias e, também, obrigatoriedades – a Nota Fiscal (NF) é uma delas. Prevista na lei, a nota é um documento obrigatório para a maioria dos empreendedores. Este é um dos motivos da prestação de serviço e venda sem Nota Fiscal não serem recomendadas. 

Por outro lado, alguns empresários, principalmente aqueles de primeira viagem, podem ter muitas dúvidas sobre a emissão da NF, a obrigatoriedade dela e o porquê a venda sem ela não ser recomendada. 

Por isso, preparamos um conteúdo exclusivo sobre a Nota Fiscal e as consequências caso sua emissão não seja realizada. Confira!

Por que a venda sem Nota Fiscal, de produtos e serviços, não é recomendada? 

A venda sem a nota é uma atitude comum, porém não  aconselhável. Isso porque a NF é um documento fiscal obrigatório, previsto na lei e que faz parte da responsabilidade fiscal tributária e das boas práticas comerciais.

O documento é de suma importância uma vez que tem como função registrar e comprovar transações comerciais que são passíveis de tributação. Por conta disso, a emissão da Nota Fiscal é uma responsabilidade de grande parte das empresas. 

Quer abrir uma empresa e não sabe como? Nós da Contabilivre podemos te ajudar com isso e com a contabilidade do seu negócio. Clique aqui para saber mais!

Quem deve emitir a nota fiscal? 

De forma geral, todas as empresas têm a obrigação de emitir o documento e, com isso, evitar a venda sem Nota Fiscal, no caso de produtos e prestação de serviços. Em outros termos, todos os negócios, independente do porte ou natureza jurídica, são aconselhados a emitir a NF.

Apenas no cenário do Microempreendedor Individual (MEI) algumas questões mudam. O MEI é obrigado a emitir a nota, porém apenas para Pessoas Jurídicas. E, ainda, caso ele venda para uma PJ que já tenha emitido uma nota de entrada, o MEI é dispensado de emitir o documento fiscal. 

Mas, de modo geral, a emissão de Nota Fiscal é uma obrigação de todas as empresas que realizam transações comerciais – sejam de produtos ou serviços. A menos que ocorra caso o caso mencionado, uma exceção à regra, acontece a isenção dessa obrigatoriedade.

Agora, quando há essa obrigatoriedade, é importante ressaltar que, como a nota é prevista em lei, a prestação de serviços e venda sem Nota Fiscal são consideradas crime.

Porque a venda sem Nota Fiscal é considerada crime? 

De acordo com a  Lei 8.137/1990, fraudar, adulterar ou deixar de fornecer a Nota Fiscal, quando obrigatória, é um crime contra a ordem tributária, ou seja, sonegação de impostos. 

Isso acontece porque o documento tem relação direta com o recolhimento de impostos, uma vez que a nota também tem como função formalizar a receita da empresa perante os órgãos públicos. 

A sonegação da NF pode ser identificada durante as auditorias da Receita Federal ou denunciada pelos consumidores. E, dependendo da investigação, a situação pode gerar algumas complicações para o empreendedor.

Entenda as complicações que a venda sem Nota Fiscal pode trazer para um negócio

Consequências da prestação de serviços e venda sem Nota Fiscal 

As complicações com a prestação de serviços e venda sem Nota Fiscal são várias, entre elas estão a imagem negativa do negócio, as multas e, dependendo do caso, até a prisão do responsável pela sonegação.

A maioria dos consumidores têm ciência de seus direitos à nota e, muitas vezes, exige o documento fiscal. Até porque os compradores sabem que o documento assegura direitos, como, por exemplo, a garantia.

Por isso, caso a empresa não forneça a Nota Fiscal de saída, denúncias podem acontecer e, com isso, prejudicar a imagem do negócio, comprometendo a relação com clientes e até parceiros. 

Além dessa consequência, há as penalidades legais. De acordo com a Secretária da Fazenda, a multa pela não emissão do documento fiscal pode variar de 10% até 100% do valor da operação – sem mencionar que a multa, dependendo do caso, pode ser cumulativa. 

No caso de reincidência de venda sem Nota Fiscal, dependendo do caso, o empresário pode ser até preso pelo crime de sonegação. De acordo com o Tribunal de Justiça, a detenção por sonegação de impostos varia de seis meses até dois anos de prisão. 

Assim, é perceptível que a prestação de serviços e venda sem Nota Fiscal acarreta muitas consequências para o empreendedor. Além das penalidades, outros fatores podem instigar o empresário a emitir documento, já que a Nota Fiscal tem funcionalidades que podem auxiliá-lo. 

Benefícios da emissão da Nota Fiscal 

Um bom motivo para emitir a NF é a organização contábil, já que a emissão do documento fiscal permite que o empreendedor crie um histórico de transações comerciais. E, por meio dele, é possível visualizar com eficiência os valores de entrada e saída do negócio. 

Outra questão é conseguir manter a empresa regularizada com o Fisco. O Fisco é a autoridade fazendária que fiscaliza os negócios em diferentes âmbitos – um deles é o recolhimento de impostos. 

Assim, com a emissão correta da NF, a Pessoa Jurídica pode ser monitorada pelos órgãos públicos e não enfrentará consequências futuras e relacionadas as obrigações fiscais.

Por fim, outro fator que pode motivar a emissão das notas fiscais é a praticidade. Isso porque, atualmente, existe a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) – com a digitalização do documento está mais prático e fácil emiti-lo.

A NF-e tem as mesmas finalidades da Nota Fiscal, mas diferencia-se por ser digital e funcionar de forma online – essas características garantem um armazenamento mais eficiente e prático desses documentos.

Como emitir Nota Fiscal Eletrônica? 

Para realizar a emissão das notas fiscais eletrônicas é preciso, primeiro, ter o conhecimento do tipo de NF que precisa ser emitida. Isso porque esse documento fiscal varia de acordo com a operação que estiver sendo realizada. 

O segundo passo, para emitir Nota Fiscal Eletrônica, é obter um certificado digital, ou seja, uma assinatura digital do remetente. Isso é necessário para que a nota tenha validade jurídica. Depois, é preciso realizar o cadastro fiscal junto ao governo. A forma de realizar o cadastramento varia de empresa para empresa. 

Por fim, o próximo passo é escolher um software emissor das notas fiscais eletrônicas. Esse passo é muito importante pois, com ele, o empresário pode começar a fazer as emissões do documento fiscal e, assim, manter a empresa regularizada. 

Em resumo…

Com essas informações, é notável como a Nota Fiscal e a emissão dela durante uma transação comercial é importante. Pois, além de ser uma obrigação do empreendedor, dependendo do caso, é um ato relevante para o registro fiscal e as boas práticas da empresa.

Além disso, a emissão da NF agrega benefícios para a rotina de um negócio, como o histórico, registro e organização dos documentos fiscais, fatores que otimizam o trabalho da empresa e mantém a mesma regularizada com os órgãos fiscalizadores.  

E, com a Nota Fiscal Eletrônica, há uma praticidade e agilidade no processo que pode otimizar os afazeres no ambiente de trabalho, facilitando o processo de emissão e armazenamento das notas. 

Por outro lado, o processo de emitir uma Nota Fiscal parece estar repleta de burocracias. As dúvidas sobre o tipo de nota fiscal, o processo de conseguir um certificado digital e o cadastramento podem ser sanadas com o auxílio de um contador. 

Esse é o profissional qualificado para orientar os empreendedores a respeito dos procedimentos mais técnicos. Por fim, é válido ressaltar que há também outras modernizações, além das Notas Fiscais Eletrônicas, no universo do empreendedorismo e uma delas é a contabilidade online. Para obter esse tipo de serviço entre em contato conosco!

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ao lado esquerdo da imagem há uma mulher branca sentada em um sofá segurando na não uma folha de papel e com a outra mão colocada na cabeça, em seu colo há um computador e sua expressão é de assustada, no lado esquerdo há uma parte em azul escrita: O que é COFINS? Entenda tudo sobre a contribuição

O que é COFINS? Entenda tudo sobre a contribuição

O Brasil é um dos países que mais cobra impostos do mundo. Essa questão pode causar muita dor de cabeça para o empresário brasileiro, já que ele acaba recebendo a desafiadora tarefa de compreender melhor cada um dos tributos. Inclusive, uma das contribuições que causa muitos questionamentos, por parte dos empreendedores de primeira viagem, é a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, ou só COFINS. 

São poucos empreendedores que conhecem mais a fundo o imposto. Alguns detalhes como: “quais negócios têm a obrigatoriedade de pagar o tributo?” e “como realizar o cálculo?” passam despercebidos. Mas essas informações são importantes para o contribuinte conhecer os seus deveres e manter o seu negócio regularizado.

Para trazer esses conhecimentos sobre o COFINS, preparamos um artigo exclusivo explicando até os pormenores sobre a contribuição. Confira!

O que é o COFINS? 

O COFINS é um tributo federal que incide na receita bruta da empresa. O destino da arrecadação é custear a seguridade social, ou seja, os serviços que abarcam a previdência, a assistência social e a saúde da população.

O valor da contribuição varia de acordo com a receita bruta mensal de cada empresa. Assim, o cálculo do imposto, muitas vezes, fica a encargo do contador contratado – ou, até do empresário, que precisa estar atento ao cálculo, também, para poder conferi-lo. Por conta disso, é importante que o empreendedor saiba se tem essa obrigatoriedade ou não de realizar o recolhimento do imposto.

Quem deve pagar o COFINS? 

Pessoas Jurídicas de direito privado precisam pagar o COFINS. Para deixar mais claro: quase todas as empresas legalmente constituídas precisam pagar o imposto. Isso porque há, algumas, exceções.  

O Microempreendedor Individual (MEI), as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP), que estão enquadradas no regime tributário Simples Nacional, não precisam realizar o recolhimento do tributo. Isso acontece porque o pagamento da contribuição é feito por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), em uma guia única de pagamento do regime tributário.  

O que é o Simples Nacional? 

Como já comentado neste artigo, o Simples Nacional é um regime tributário, que implica o recolhimento, mediante documento único de arrecadação, conforme a Lei Complementar nº 126/2006. 

Empresas de porte MEI, ME ou EPP podem optar pelo regime. Os outros portes não podem escolher pelo Simples. Por isso, os demais empresários precisam realizar o pagamento do imposto e, para saber como calcular o valor, é necessário ter o conhecimento de como a contribuição funciona

Como funciona o cálculo do COFINS?

Como dito anteriormente, antes de realizar o cálculo do COFINS, é necessário a compreensão de como o tributo funciona. Isso porque o cálculo varia de acordo com a incidência do tributo.

O governo oferece as empresas duas formas de incidência do COFINS: a cumulativa e a não-cumulativa. Esse detalhe é importante pois a alíquota – percentual que o tributo incide – muda de acordo com a incidência.

Segue, abaixo, as incidências e suas características principais:

  1. Cumulativa: presente nas companhias que adotam o regime tributário de Lucro Presumido. Nesse caso, a alíquota do cálculo é de 3%.
  2. Não-cumulativa: empresas com o regime de tributação Lucro Real. Nesse caso, o percentual é de 7,6%.

Inclusive, as atividades exercidas pela empresa e suas demais características não interferem no cálculo deste imposto, ou seja, a tributação não muda de acordo com os tipos de serviços ou vendas prestados. 

Logo, os fatores que são levados em consideração, no momento de calcular o COFINS, são a alíquota e o valor da receita bruta da empresa. 

a mesa com uma calculadora sendo segurada por duas mãos que realizam uma conta, como se estivesse calculando o COFINS, há papéis espalhados e no canto esquerdo há uma parte de um notebook e no canto direito há uma xícara de café
Entenda o passo a passo para calcular o COFINS

Como calcular o COFINS na incidência cumulativa? 

O cálculo do COFINS pode parecer complicado, mas não é tão difícil de compreender.   Entendendo o passo a passo para realizar cada conta fica mais visível como calcular este imposto. E, para uma melhor explicação, utilizaremos um exemplo em cada caso. 

No cenário das empresas que se enquadram no regime tributário Lucro Presumido, com  o recolhimento cumulativo, é importante ressaltar, antes de mais nada, que a receita utilizada no cálculo não considera créditos tributários, ou seja, aqueles que são relacionados aos custos, despesas e encargos da empresa. 

Além disso, é necessário saber, também, a respeito de outro imposto, o Programa de Seguridade Social (PIS). Isso porque é comum que PIS e COFINS sejam citados juntos e, muitas vezes, até confundidos como apenas um tributo. 

Ambos possuem finalidades parecidas, assim, são citados juntos como “PIS/COFINS”. Enquanto o COFINS é voltado para a seguridade social, o PIS é para o financiamento de programas de integração social do trabalhador como, por exemplo, o abono salarial e o seguro desemprego.

Devido a essa proximidade das contribuições, é recomendável realizar o cálculo de ambos juntos. Assim, mostraremos o cálculo do COFINS juntamente com a conta do PIS.

Com isso em mente, suponha que uma empresa tem como Receita  Bruta o valor de R$ 10.000,00 e a forma de pagamento dela é por meio do recolhimento cumulativo, ou seja, alíquota do COFINS é de 3% e a do PIS é de 0,65%.

Para realizar o cálculo basta multiplicar a alíquota e o valor da receita: 

  • COFINS = Receita Bruta (10.000) x Alíquota (3%)
  • COFINS = 10.000 x 0,03
  • COFINS = 300

Assim, o valor do imposto COFINS, neste caso, é de R$ 300,00. O cálculo do PIS segue a mesma lógica. 

  • PIS = Receita Bruta (10.000) x Alíquota (0,65%)
  • PIS = 10.000 x 0,0065
  • PIS = 65

Assim, o valor do imposto PIS, neste caso, é de R$ 65,00 Agora, caso fosse outro recolhimento, o não-cumulativo, o cálculo muda.

Como calcular o COFINS na incidência não-cumulativa? 

No caso das empresas que se enquadram no regime tributário Lucro Real, de  recolhimento não-cumulativo, a alíquota do COFINS é de 7,6%. É válido lembrar que, neste cálculo, a receita se difere do regime anterior pois, nesse caso, acontece a apropriação de créditos tributários embutidos em custos, despesas e encargos – fatores que foram desconsiderados na conta anterior. 

Dito isso, para calcular o imposto, na incidência não-cumulativa, é preciso seguir algumas etapas diferentes do que foi feito no outro. Para ilustrarmos melhor, utilizaremos um novo exemplo. 

Desta vez, a receita é de R$ 20.000,00 e o registro em compras, da empresa, é de R$ 10.000,00. A alíquota do COFINS é de 7,6% e a do PIS é 1,65%. Realizaremos, agora, a primeira parte do cálculo:

  • COFINS sobre a venda = 20.000 x 7,6% = 1.520
  • COFINS sobre a compra = 10.000 x 7,6% = 760
  • COFINS = 1.520 – 760
  • COFINS = 760

Assim, o valor do COFINS, neste caso, é de R$ 760,00. Feito isso, seguiremos para o cálculo do PIS. 

  • PIS sobre a venda =  20.000 x 1,65% = 330,00
  • PIS sobre a compra = 10.000 x 1,65% = 165,00
  • PIS = 330 – 165
  • PIS = 165,00

Portanto, o valor do PIS, neste caso, é de R$ 165,000. E, para além dos cálculos em cada regime, é importante saber, também, como realizar o pagamento mensal dessa contribuição. É necessário ressaltar essas duas questões para que o empresário mantenha a empresa sem atrasos fiscais e, com isso, regularizada com o Fisco.

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Como realizar o pagamento?

Para realizar o pagamento do COFINS é preciso emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Essa guia pode ser emitida pelo Sistema de Cálculo de Acréscimos Legais (Sicalc). 

O DARF é um documento da Receita Federal que realiza o recolhimento dos impostos, taxas e contribuições embutidas em operações comerciais. É válido ressaltar que cada guia do DARF é voltada para o pagamento de um determinado tributo.

Assim, o pagamento do COFINS é realizado separadamente do pagamento do PIS, ou seja, é gerado um DARF para cada contribuição. O prazo máximo para realizar o pagamento dos tributos é até o 25º dia de cada mês.

Por fim…  

Além do pagamento, há outros pontos sobre o COFINS que precisam ser de conhecimento do empreendedor. Detalhes como as questões que tangem produtos isentos dos impostos, como é o caso dos produtos monofásicos, por exemplo. 

Para saber mais sobre esses últimos pormenores mencionados em relação aos produtos e realizar o cálculo do PIS/COFINS com eficiência, é recomendável entrar em contato com um contador. Pois, com um serviço de contabilidade de qualidade, é possível obter o direcionamento apropriado e necessário com as demais burocracias e exceções dos tributos. 

Para isso, entre em contato conosco! Nós da Contabilivre realizamos contabilidade online, sem burocracias e disposta a atender as suas necessidades!


Quantas empresas posso abrir em meu nome?

Dentro do mundo dos negócios, novas oportunidades podem aparecer, incluindo a de uma nova sociedade ou até mesmo a abertura de mais uma empresa. Mas, neste momento, algumas dúvidas podem ficar no ar: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” ou “em quantas posso ser sócio?”. A resposta é simples, mas requer mais explicações: depende de cada caso.

Para saber se é possível ou não abrir mais uma empresa em seu nome, é preciso checar o tipo de empresa que você, empresário, tem e qual está planejando participar no futuro. Cada tipo de empresa possui suas características e regras que influenciam na abertura de outras no nome da mesma pessoa. 

Trouxemos um conteúdo exclusivo para você entender as regras que influenciam essa tomada de decisão. Confira!

Quando posso abrir mais de uma empresa no meu nome?

Só é possível abrir uma outra empresa em alguns casos específicos. Isso acontece porque, para uma nova constituição, é preciso saber qual o tipo de negócio o empresário já tem e qual pretende abrir. 

Devido aos diversos portes empresariais e naturezas jurídicas, criam-se cenários em que há possibilidade, ou não, de abrir outro negócio. Além disso, é válido ressaltar que o regime tributário, no caso o Simples Nacional, também impõe algumas regras e limitações no momento de abertura de uma nova companhia.

Há vários outros cenários e, cada um, com uma restrição ou permissão. Pensando em te explicar todos os pormenores de cada um, segue, abaixo, as respostas para cada segmento de empresa. Assim, não sobrará mais dúvidas sobre ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? “.

No caso do Microempreendedor Individual (MEl)

O Microempreendedor Individual (MEI) não tem permissão para ser proprietário de qualquer outro tipo de empresa

Para poder abrir outro negócio, ou participar como sócio do quadro societário de empresas  Limitadas, o empreendedor deve realizar o processo de desenquadramento do MEI

Após finalizar o desenquadramento, o empresário pode participar de outra empresa, seja em sua abertura ou fazendo parte do quadro societário. Assim, aparecem outras alternativas para se formalizar como Pessoa Jurídica.

São muitos detalhes no processo de desenquadramento e ele pode ser muito burocrático. Por isso, se for mudar de MEI para ME , opte por contratar um contador.   

Para isso, confira os serviços da Contabilivre! Conte com os melhores especialistas para alterar sua MEI para ME e sem burocracias!

Quantas empresas o Empresário Individual (EI) pode abrir em seu nome?

Agora, se o seu caso se enquadra no Empresário Individual (EI), a resposta para a pergunta: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” é outra, mas ainda com as suas particularidades. 

Para o Empresário Individual, é possível abrir mais de uma empresa, mas esta afirmação requer um bom entendimento para evitar erros. Quem tem uma empresa de natureza jurídica EI, não pode ter outra do mesmo tipo.

Este empresário, poderá, apenas, participar do quadro societário de empresas limitadas, e/ou abrir uma empresa EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) ou uma Sociedade Limitada Unipessoal.  

E o Empreendedor Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)?

Agora, se for o Empresário Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) , também pode surgir a pergunta: quantas empresas posso abrir em meu nome ? “

Neste caso, quem tem uma  EIRELI, não pode abrir outra empresa que seja da mesma modalidade. Porém, pode abrir um novo negócio em seu nome na categoria de Empreendedor Individual (EI). 

Além disso, poderá participar do quadro societário de quantas empresas quiser e que sejam do tipo LTDA (Limitada). Contudo, há algumas regras que precisam ser checadas antes. 

Os detalhes que precisam de atenção no momento de entrar em uma sociedade de uma (ou mais) empresa LTDA é referente aos negócios enquadrados no Simples Nacional.

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Outra pergunta frequente é: “em quantas empresas posso ser sócio?”

Outra dúvida que muitos empresários podem ter, além de “quantas empresas posso abrir em meu nome?”, é sobre a participação em quadro societário. Afinal, “em quantos posso participar?” E, a resposta, irá, novamente, depender do tipo de empresa

Se a empresa for Sociedade Anônima (S/A) ou Sociedade Limitada (LTDA), não há limitações para ser sócio. Contudo, se alguma das empresas for enquadrada no sistema de tributação simplificada, popularmente conhecido como Simples Nacional, é necessário saber que existem alguns limites. 

Simples Nacional e o quadro societário em mais de uma empresa

O Simples Nacional é um regime simplificado de recolhimento dos tributos, que são unificados em apenas uma guia de pagamento mensal (o DAS), para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), ou seja, o regime funciona em todos os entes federados

Portanto, ele abrange vários níveis: a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, reunindo tributos de impostos estaduais, municipais e federais em uma única guia. 

Então, quando um empresário possui uma empresa (EIRELI, Sociedade LTDA e EI) e pretende ser sócio de uma outra que está enquadrada no Simples, ele precisa se atentar à soma do faturamento bruto anual de todos seus negócios. 

Isso porque é possível ter duas ou mais empresas no Simples Nacional. Mas o empreendedor precisa respeitar o limite máximo de faturamento do programa para que nenhuma das empresas sejam desenquadradas do sistema.

Assim, segundo a lei, o valor máximo da soma dos faturamentos brutos anuais global das empresas não pode ultrapassar R$ 4.800.000,00. Caso a soma de todas as empresas for maior que o limite, os dois negócios são desenquadrados do Simples Nacional. 

Essa regra corresponde à participação societária em empresas optantes pelo Simples e também aquelas que não, ou seja, caso o sócio, ou titular, com participação maior que 10% da sociedade, tenha uma empresa não optante pelo Simples, o faturamento dela também conta nesta norma. 

Por isso, é preciso ficar atento se as empresas estão, ou não, cadastradas no regime tributário Simples Nacional e, também, verificar a soma do faturamento anual das empresas para não deslizar nas regras e condições para todas as empresas que você for sócio ou proprietário.

Em resumo…

Essas são as especificações referentes à participação de quadro societário e podemos perceber que não há muitas restrições, desde que os limites estabelecidos de empresas com o regime Simples Nacional sejam respeitados. 

E, referente à abertura de mais de uma empresa em seu nome, é preciso sempre ficar atento à natureza jurídica da empresa que você já possui, e seguir as regras de cada uma, conforme apontamos no conteúdo. 

Agora que você já sabe a resposta para a questão: ” quantas empresas posso abrir em meu nome ? ” e está querendo evitar burocracias (nesse processo) conheça os serviços de contabilidade online da Contabilivre. 

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Uma imagem cortada ao meio, do lado esquerdo há um homem e um mulher sentados olhando um notebook, no lado direito há um espaço em azul claro com a frase: como expandir um negócio físico para o digital?

Como expandir um negócio físico para o digital?

Expandir um negócio físico para o digital pode ser o que a sua empresa precisa para conquistar novos clientes. O ambiente online está repleto de usuários e, consequentemente, de consumidores de diversas partes do país que podem conhecer os seus serviços ou produtos independente da localização do seu empreendimento

Já era possível notar o crescimento das vendas online antes mesmo do contexto da pandemia do  coronavírus. Mas com a necessidade do isolamento social no ano de 2020, o processo foi acelerado e trouxe um “boom” muito grande para o setor. 

Então, expandir um negócio físico para o digital está se tornando cada vez mais frequente.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o número de transações efetuadas em e-commerce cresceu 65,7% em relação a 2019.

Parece ser uma boa expandir um negócio físico para o digital, não é mesmo? Mas para isso, é necessário seguir alguns passos. Acompanhe o conteúdo que preparamos a seguir e tire suas dúvidas! 

Conheça seu modelo de negócio

Antes de começar a investir em presença digital, ou seja, em expandir um negócio físico para o digital, é importante entender como o seu modelo de negócio funciona no ambiente online.

Se você tem uma loja de roupas em um espaço físico e quer levá-la para o online, por exemplo, o primeiro passo é criar uma vitrine virtual para exibir seus produtos.

Mas se a sua empresa é uma prestadora de serviços talvez você deva começar investindo em plataformas de comunicação, e por aí vai. 

Um ponto muito importante para quem deseja expandir um negócio físico para o digital é saber onde o público-alvo está para que seus produtos ou serviços cheguem até os possíveis clientes. Por isso, a presença digital é uma peça fundamental.  

Está precisando de ajuda na contabilidade da sua empresa? Entre em contato com a Contabilivre, contabilidade online e prática!

Crie um site para expandir um negócio físico para o digital

O site pode ser definido como a estrutura do seu negócio, ele é a vitrine da sua loja no ambiente online ou o escritório da sua empresa, por exemplo. Por meio de uma plataforma, os usuários encontram informações sobre os seus serviços e produtos, realizam compras e entram em contato com a sua empresa, se precisarem. 


O site precisa ser pensado para que o usuário tenha uma boa experiência e se interesse pelas mercadorias que seu negócio oferece. Independente se você irá criar o seu próprio site (existem plataformas simples e até gratuitas) ou contratará uma pessoa para isso, alguns pontos precisam ser levados em consideração: 

  1. Não esqueça de disponibilizar uma versão para dispositivos móveis;
  2. O site precisa ser atrativo, mas cuidado com os exageros. Disponibilize as informações de forma que o usuário encontre com facilidade seus serviços ou produtos principais;
  3. Você vai precisar escolher, comprar um domínio e contratar um serviço de hospedagem. 

Ter um site para a sua empresa é positivo até mesmo para o seu negócio físico. Um relatório divulgado pelo Thinkwithgoogle indicou que 63% das experiências de compra registradas no mercado mundial, em 2018, começaram online. 


Dessa forma, mesmo quando um usuário compra em uma loja física, há uma chance significativa da jornada de compra dele começar pelo site.

Use o WhatsApp Business

A comunicação com o consumidor é um dos principais fatores para determinar o sucesso de seu negócio online. Isso porque, sem o contato presencial, é preciso disponibilizar canais abertos e efetivos na qual o usuário pode tirar dúvidas, marcar uma reunião, comprar e ter um suporte à disposição.

Também é importante que os colaboradores do seu negócio estejam preparados para se relacionar com os clientes no online. Além da forma de comunicação tradicional, vale criar uma conta no WhatsApp Business, versão voltada para os negócios. 

A plataforma permite que o consumidor entre em contato de forma rápida e simples com a empresa em uma conta profissional. 

Saiba mais sobre os pagamentos online

Um desenho digital, do lado esquerdo tem uma tela de computador azul e grande com várias propagandas de promoções aparecendo e, no lado direito, tem uma mulher vestindo roupas azuis sentada olhando a tela, com uma empresa que provavelmente foi expandir um negócio físico para o digital

Ao expandir um negócio físico para o digital, o empreendedor pode ter dúvidas em relação às transações online. No entanto, não é preciso se preocupar com isso. Existem diversas empresas que atuam como intermediárias dessas transações, elas fazem o meio de campo entre o seu negócio e as bandeiras de cartão de crédito

Pesquise por empresas com credibilidade, confiança e segurança para o cliente e para você. Vale também conferir o prazo que as empresas intermediárias liberam o pagamento.

Também é possível receber pagamentos por boleto bancário, o documento pode ser gerado em plataformas digitais. Os cuidados são os mesmos, vale escolher soluções populares que tenham credibilidade no mercado. 

Há, também, o Pix, um meio de pagamento e transações sem taxas e que acontece em menos de 10s. Ele é uma opção que pretende substituir os outros tipos de transações e está disponível para ativação dentro dos aplicativos de bancos. 

Tenha presença digital 

Não adianta nada criar um site e os usuários não chegarem até ele. Por isso, é preciso usar das estratégias do marketing digital para fazer com que seus produtos e/ou serviços sejam vistos por mais pessoas. 

Diversas são as formas de fazer marketing digital, seja pelas redes sociais da empresa, por divulgação de influenciadores ou anúncios nas plataformas digitais. O ponto chave mesmo é conseguir fazer com que a sua marca tenha um alcance maior entre seu público-alvo

As redes sociais também são uma vitrine para exibir seus produtos ou serviços. Sendo assim, vale se aprofundar nos recursos que as ferramentas oferecem e usá-los para atrair mais público ao perfil comercial da sua empresa. 

Estruture a distribuição

No meio digital, é preciso que seus produtos cheguem até a casa dos consumidores. É verdade que as entregas são um fator complexo, mas elas fazem parte dos processos de um negócio online. 

Por isso, é preciso criar uma estrutura de entrega, indo desde a embalagem segura do produto até a logística de transporte. 

Você pode optar por criar essa própria logística ou usar uma transportadora parceira. Não esqueça que o cliente gosta de acompanhar as etapas da entrega. Sendo assim, é preciso fornecer um código de rastreio para cada pedido

Essa é uma etapa fundamental para a transição para o online, uma vez que os clientes se importam bastante com o prazo de entrega. 

Já prestadores de serviços, que não realizam a distribuição de um produto, mas sim oferecem um serviço, precisam prestar seu trabalho de forma online. Nesse contexto,  a comunicação com os clientes é fundamental. Disponibilize plataformas de sistemas, de armazenamento e de videoconferência. 

Uma consultoria jurídica, tributária, cursos online são exemplos de serviços que podem expandir seu negócio físico para o digital usando plataformas que auxiliem na comunicação entre colaboradores e clientes. 

Você está pronto! 

A expansão de um negócio físico para o digital é marcado por mudanças nos processos da empresa. Se antes toda venda ou serviço era realizado presencialmente, quando o cliente ia para sua loja, agora, ele pode realizar a compra sem sair de casa. Mas, para isso, o negócio precisa se adaptar ao novo comportamento do consumidor. 

Siga essas dicas e não deixe de levar seu negócio físico também para o online. Assim, você terá mais chances de conseguir clientes e aumentar suas vendas. 

Agora que você já sabe como expandir seu negócio físico para o digital, aproveite para deixar as obrigações contábeis da sua empresa com a Contabilivre! Simplificamos tudo para você focar ao máximo no desenvolvimento da sua empresa.  

imagem com divisão no meio, do lado esquerdo há uma mão, segurando uma caneta e mexendo em uma calculadora, no canto direito há um espaço em azul escrito: Principais dúvidas do Imposto de Renda 2021

Principais dúvidas sobre o Imposto de Renda 2021

Uma das principais preocupações do começo do ano é a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física e não é à toa. Até porque estar antenado aos prazos, tirar suas dúvidas e se organizar é uma forma de evitar a multa e outras consequências que podem acontecer caso o IRPF não seja declarado.

O primeiro passo é saber se você precisa declarar ou não. Não é todo mundo que tem a obrigação de declarar o IRPF daquele ano. Além disso, a declaração sempre remete ao ano anterior, então o seu IRPF de 2021 faz jus aos valores do ano de 2020. 

Para tirar suas dúvidas sobre a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2021,   preparamos esse post que vai te ajudar a entender tudo certinho. Confira!

O que é o Imposto de Renda (IRPF) ?

O Imposto de Renda é um tributo cobrado pelo governo, anualmente, sobre a receita de pessoas físicas ou jurídicas  do ano anterior. Portanto, o IRPF de 2021, por exemplo, diz respeito aos ganhos e gastos de 01 de janeiro de 2020 até 31 de dezembro de 2020

O seu valor muda de acordo com os valores declarados. Assim, após a declaração, dependendo do resultado, você poderá recolher o imposto (pagar) ou restituir (receber)

O prazo para entrega da declaração era de 01 de março a 30 de abril de 2021. Contudo a Receita Federal publicou, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa RFB nº 2.020, de 9 de abril de 2021, que altera o prazo final de entrega da Declaração de IRPF 2021 para o dia 31 de maio de 2021, as 23h59, pelo horário de Brasília.

Quem precisa declarar o IRPF em 2021?

Como já citado, a obrigatoriedade da Declaração do Imposto de Renda não é para todos os brasileiros, apenas para aqueles que se encaixam nas regras ou situações específicas. Quem precisa declarar, então? A Declaração do IRPF é obrigatória para os brasileiros que tiveram até dezembro de 2020:

  • Rendimentos tributáveis, ou seja, salário, aposentadoria, aluguel, entre outros, acima de R$ 28.559,70; 
  • Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, ou seja, rendimento da poupança ou indenização trabalhista, por exemplo, superiores a R$ 40.000; 
  • Rendimento com venda de bens, como imóveis, veículos, etc.; 
  • Receita bruta com atividade rural acima de R$ 142.798,50;
  • Bens com valor superior a R$ 300 mil; 
  • Compra ou venda de ações na Bolsa de Valores; 

Como o ano de 2020 foi atípico para todos devido a pandemia da Covid-19, novas regras entraram em vigor para a Declaração do Imposto de Renda (IRPF) em 2021, envolvendo o Auxílio Emergencial. Abaixo, segue a lista com as mudanças:

  • Quem recebeu os valores do Auxílio Emergencial e, também, teve rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76, em 2020, sem contar o auxílio, deve declarar o IRPF 2021 e devolver o valor do Auxílio Emergencial;
  • A devolução do Auxílio Emergencial se aplica, também, aos dependentes incluídos na declaração e que tenham recebido o benefício;
  • Se verificada a situação durante o envio da Declaração à Receita Federal, será disponibilizado uma DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), emitido pelo próprio programa, para devolução dos valores do auxílio.

De acordo com o Ministério da Cidadania, a devolução dos valores é referente às parcelas de R$ 600,00 e R$ 1.200,00. O valor somado das parcelas recebidas em 2020 será o valor que precisa ser devolvido ao governo.

Para evitar preocupações e burocracias, contrate um contador online! Clique e saiba como a Contabilivre pode te ajudar. 

Como declarar?

A Declaração do Imposto de Renda pode ser feita de forma digital e online. O programa chamado “Programa IRPF” é um gerador de receitas que irá facilitar a declaração de forma remota. Para acessá-lo, basta baixar o programa em seu computador.. 

Se você quiser fazer pelo celular, também é possível, com o aplicativo  “Meu Imposto de Renda”. Além disso, é possível fazer de forma 100% online ao se cadastrar no site da Receita Federal.

Contudo, para que a Declaração do Imposto de Renda 2021 seja feita sem preocupações, sem erros e da melhor forma possível, você pode   contar com o apoio de um contador, que também irá ajudar a deduzir impostos a pagar ou até mesmo aumentar as chances de restituição de valores.

Quais os documentos necessários para declarar o Imposto de Renda?

Antes de começar a declaração do IRPF 2021, é importante organizar e separar todos os documentos necessários. Segue, abaixo, os principais documentos e comprovantes para  declarar o Imposto de Renda 2021:

  • Documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência e dados bancários);
  • Informe de rendimentos (a empresa deve fornecer);
  • Documentos pessoais dos dependentes (CPF obrigatório);
  • Informe de rendimentos financeiros e de aplicações ou extrato de aplicações (fornecidos pelo banco);
  • Extrato de Previdência Privada;
  • Documentação do Plano de Saúde;
  • Documentação de imóveis e veículos (inclusive financiados);
  • Recibos de pagamento ou recebimento  de aluguel;

Vale lembrar que esses não são os únicos documentos pedidos, já que eles vão variar de caso para caso, depende do tipo de declaração, se é de pessoa física ou jurídica, e também de quais bens e recebimentos aconteceram ao longo do ano.

Assim, outros documentos podem ser  solicitados. Caso prefira, as informações detalhadas e oficiais se encontram no site da Receita Federal.

Qual o calendário de restituição do Imposto de Renda (IRPF) 2021?

 Todo ano a Receita Federal divulga o calendário das restituições, ou seja, os recebimentos do IR. Eles vão começar a partir de maio deste ano

Segue abaixo as datas das parcelas:

  1. Lote 01: 31 de maio;
  2. Lote 02: 30 de junho;
  3. Lote 03: 30 de julho;
  4. Lote 04: 31 de agosto;
  5. Lote 05: 30 de setembro.

Acompanhe o andamento da Declaração do IRPF 2021 (H2) 

Depois de fazer a declaração, é possível acompanhar o andamento do processo do seu Imposto de Renda. O acompanhamento é muito simples e acontece por meio do portal e-CAC, ou seja, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte. 

O portal está disponível tanto no site da Receita Federal quanto dentro do aplicativo de celular “Meu Imposto de Renda”. Para entrar nessa sessão, é necessário se cadastrar com CPF  , senha, código de acesso. 

Para criar o código de acesso, entre no portal da Receita Federal e saiba o passo a passo para começar o seu acompanhamento da Declaração do IRPF. 

O que acontece se não declarar o IRPF?

Caso você entre no perfil de quem deve declarar o Imposto de Renda e não realizar o procedimento, algumas consequências podem te trazer grandes dores de cabeça! 

O principal é ter o CPF bloqueado. Com isso você não poderá pedir um empréstimo em uma emergência, prestar concursos públicos e nem renovar passaporte. Há, também, as multas que você está sujeito a pagar se não declarar o IR. 

E, se a sua declaração implique em imposto a pagar e você não enviá-la, o valor pode aumentar! A cada mês de atraso, você deverá pagar 1% ao mês em cima do imposto devido. Caso sua declaração atrasada não tenha imposto devido, a multa é de R$165,74.

Agora que você já entendeu os passos e tirou suas dúvidas, fique atento às documentações e aos prazos. Não se esqueça: você tem até o dia 30 de abril para fazer a declaração.

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O que é Defis e qual o prazo de entrega?

Entre as obrigações acessórias que as empresas optantes pelo regime do Simples Nacional precisam cumprir, temos a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais, conhecida por Defis

O documento é a maneira de informar à Receita Federal os dados econômicos e fiscais do seu negócio e, assim, comprovar os impostos recolhidos durante o ano.  

No início do ano, muitas empresas procuram saber mais sobre a declaração, tendo em vista que o prazo de entrega é 31 de março. Por isso, preparamos um conteúdo para você tirar todas as suas dúvidas sobre a Defis. Confira! 

O que é Defis e para que serve?

A Defis é uma declaração enviada à Receita Federal, órgão que fiscaliza os dados econômicos e fiscais das empresas enquadradas no Simples Nacional, para verificar se o seu negócio recolheu todos os impostos necessários do regime tributário enquadrado.

Na prática, a obrigatoriedade funciona como uma versão simplificada da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ).  

Se você nunca ouviu falar da Defis, talvez já tenha escutado sobre a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), isso porque a Defis substituiu o documento, conforme determinado na Resolução CGSN 94/2011

Como o Simples Nacional foi criado com o intuito de simplificar o regime tributário e reduzir a burocracia das Micros e Pequenas Empresas, a Defis surge com o intuito de facilitar a vida do empresário. Pois, empresas enquadradas no Simples Nacional não precisam enviar o IRPJ aos órgãos fiscalizadores, apenas a Defis. 

Quais informações devem constar na declaração?

As principais informações exigidas na Defis estão relacionadas aos ganhos econômicos e dados fiscais da empresa, no início e final do período que contempla a declaração. Confira a lista completa:

  • Ganhos de capital;
  • Número de funcionários no início e no final do período que abrange a declaração; 
  • Lucro contábil, caso a ME ou EPP tenha evidenciado lucro acima do limite apontado no parágrafo 1º do art. 2 da Resolução CGSN Nº 140, de 22 de maio de 2018
  • O saldo disponível em caixa no início e final do período considerado pela declaração;
  • O total de despesas (operacionais e não-operacionais, custos, salários, entre outros) no período que contempla a declaração; 
  • Mudança de endereço, caso o estabelecimento tenha mudado no período abrangido;
  • Identificação de cada um dos sócios da empresa
  1. Rendimentos que eles apresentam;
  2. Documentos dos responsáveis pela companhia; 
  3. Dividendos referentes aos sócios;
  4. Percentual de participação individual no capital social da empresa;
  5. Pró-labore referentes aos sócios;
  6. Imposto de renda retido na fonte sobre os rendimentos pagos a cada sócio pela ME/EPP

Precisa de ajuda para preencher a Defis? Contate nossos contadores especialistas! 

Como é feita a entrega da Defis

A entrega da Defis é feita pelo Programa Gerador do Documento de Arrecadação Simples Nacional (PGDAS-D) pelo site do Simples Nacional utilizando o código de acesso ou certificado digital da empresa. 

Na plataforma, é preciso adicionar os documentos requeridos e selecionar o ano-calendário referente à declaração. 

Vale informar que a declaração é referente ao ano-calendário anterior ao do exercício fiscal, ou seja, a entrega da Defis com prazo para 31 de março de 2021 é feita com base nos dados do ano de 2020. 

Como evitar erros no preenchimento e na entrega

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Entenda tudo sobre o Defis

O preenchimento e envio da Defis no PGDAS-D é simples. No entanto, a quantidade de documentos necessários pode fazer você se perder na hora de enviar todas as informações no sistema. Fora isso, é preciso que todos os dados estejam corretos, e essa análise é feita por meio de uma assessoria contábil especializada. 

Para isso, você conta com a ajuda da Contabilivre. Nossos planos incluem a elaboração do Defis. Assim, é possível realizar a entrega da declaração no prazo e com segurança. 

Prazo e consequências por não entregar a Defis

O prazo para entregar a Defis é até o dia 31 de março do ano subsequente ao período abrangente da declaração.

Embora essa obrigação acessória não resulte em multas por atraso, a falta da entrega impedirá a apuração e geração do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) a partir de Abril do ano vigente (mês subsequente ao prazo de entrega).

O não pagamento do DAS, por sua vez, acarreta em juros e multas que podem trazer graves consequências para a sua empresa. As implicações envolvem ter o CNPJ cancelado, perda dos benefícios previdenciários e até mesmo a exclusão da empresa do regime do Simples Nacional. 

Quer saber mais sobre DAS? Confira

O DAS é uma guia de pagamento contendo todos os impostos que as empresas optantes pelo Simples Nacional precisam pagar. A guia é uma forma de simplificar a tributação de Micro e Pequenas empresas ao oferecer alíquotas menores ao negócio. 

Apesar de simplificado, o DAS engloba vários impostos, são eles:

  • IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) 
  • ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação)
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)
  • PIS (Programa de Integração Social)arrecadação voltada para o pagamento de abono salarial e seguro-desemprego;
  • CPP — (Contribuição Patronal Previdenciária)
  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza)

Por que devo enviar a Defis?

O envio adequado feito dentro do prazo garante às empresas a proteção contra penalizações aplicadas pela Receita Federal ao seu negócio. A Defis é só mais um dos documentos necessários para manter sua empresa legalizada e livre de punições. 

O envio da declaração faz parte das obrigações acessórias de uma empresa. Fugir da burocracia não é a solução, afinal, a empresa precisa ser legalizada para realizar as atividades no cumprimento da lei. 

Entender os objetivos de cada declaração e documento é a saída para organizar sua empresa. Assim, você poderá usar o seu tempo para focar no crescimento do seu negócio.

Agora que você já sabe o que é a Defis, aproveite entrar em contato com a Contabilivre. Te ajudamos com essa e outras declarações!