do lado esquerdo da imagem há uma mesa de madeira com um notebook, um celular e um mini carrinho de super mercado em cima, sob o teclado do notebook há duas mãos, uma delas está segurando um cartão de crédito e a outra está digitando, do lado direito há uma arte em azul que está escrito: "qual a diferença entre marketplace e e-commerce? Entenda tudo sobre!"

Qual a diferença entre marketplace e e-commerce? Entenda tudo sobre!

A internet permite contato com diversas pessoas de diferentes lugares – o que possibilita o alcance de um novo público para a venda de produtos e serviços. Assim, nasceram negócios online que apresentam formas distintas de vender, isso fica nítido com a diferença entre marketplace e e-commerce.

Ao abrir um negócio online, é preciso entender a diferença entre cada um desses modelos de vendas e, assim, escolher qual faz mais sentido para o empreendimento. Por outro lado, também é possível expandir um negócio físico para o digital utilizando o modelo de e-commerce ou de marketplace para alcançar mais pessoas.

Para que você entenda quais as diferenças entre um marketplace e um e-commerce, nós preparamos esse artigo exclusivo. Confira!

O que é e-commerce?

O e-commerce, ou comércio eletrônico em português, é uma loja online em que todo o processo, desde a venda até a finalização da compra, acontece no meio digital. 

Algumas pessoas podem achar que, por conta dessa definição, qualquer venda por meio da internet é um e-commerce, mas isto é um equívoco. 

Isso porque esse tipo de comércio apresenta todo o processo de exposição (marketing), venda (contato com a equipe comercial) e pagamento (formas de pagamento) daquele serviço/produto.

De acordo com o site ecommercebrasil, “o e-commerce é uma loja online tradicional em que uma marca comercializa suas mercadorias virtualmente”. Então, a marca é comercializada e todas as etapas estão inseridas nesse contexto digital, desde a venda até a compra.

O e-commerce apresenta o contato direto entre a loja e o cliente, então estamos falando apenas sobre uma empresa que está vendendo para alguém, seja revendedor, fabricante ou o cliente final. 

Exemplos de e-commerce

Para exemplificar a teoria, podemos dar exemplos de e-commerce bastante famosos e que provavelmente você já conhece e até realizou uma compra com eles, como:

  • as Lojas Americanas;
  • as Casas Bahia e 
  • a Magazine Luiza. 

O exemplo de maior sucesso atualmente de e-commerce é a Magazine Luiza. E ela tem tudo a ver com o que queremos te contar nesse artigo: que é possível migrar do físico para o digital e obter sucesso.

Por mais que a loja tenha começado fora do ambiente digital, hoje em dia, as vendas nos canais digitais representam 53% das vendas totais da empresa, ou seja, mais da metade da receita gerada pela Magalu vem do ambiente digital. 

Expandir um negócio físico para o digital pode ser o que a sua empresa precisa para conquistar novos clientes. Caso queira saber mais sobre como dar esse passo, nós temos um artigo sobre

O mais interessante é que as vendas da empresa Magazine Luiza não se limitam ao estilo de venda do e-commerce. Isso porque a rede Magalu já abre espaço para que as transações comerciais também sejam feitas por meio de marketplace

O que é marketplace?

O marketplace é uma espécie de shopping virtual, ou seja, um espaço em que pessoas podem vender seus produtos e serviços, em que há diversas marcas e lojas e diversos tipos de públicos.

Em um marketplace, há várias lojas sendo expostas, então acontece uma oferta muito mais ampla de itens. Podemos dizer que esse tipo de modelo de negócio é uma plataforma que reúne várias empresas. 

Então, o marketplace é a conexão entre compradores e vendedores, é um meio digital e uma plataforma que serve como ponto de contato entre quem deseja vender, o que, por quanto e quem deseja comprar. 

A Magalu, por exemplo, disponibiliza uma parte de seu site para que as pessoas anunciem seus produtos (marketplace) e também realiza a venda da sua própria produção diretamente com o cliente (e-commerce).

Exemplos de marketplace

Outros exemplos de marketplace são o Mercado Livre, a OLX e a Amazon. Porém esse modelo de negócios não se limita apenas aos produtos, o Airbnb oferece um serviço de hotelaria em formato de marketplace. 


Isso porque a plataforma disponibiliza um espaço para que pessoas anunciem suas casas, pousadas, locais de descanso e lazer, para que os usuários possam avaliar se vão ou não alugar uma estadia por um determinado tempo. 

A Uber, aplicativo de locomoção, também é um bom exemplo, pois utiliza o formato de marketplace e oferece um serviço. 

Por fim, o último exemplo é o aplicativo iFood, ele também utiliza o marketplace, uma vez que é uma “ponte” entre quem deseja vender os alimentos e quem deseja comprar com maior custo benefício. 

fotografia tirada com ângulo de cima de uma mesa azul, nela há vários papéis com gráficos coloridos, duas xícaras de café, dois notebooks, dois porta lápis, um tablete e uma calculadora, ao centro da imagem há uma vaso com uma planta verde e no canto inferior direito aparecem as mãos de uma pessoa segurando uma espécie de relatório, como se estivesse em uma startup ou organizando as contas de um e-commerce e/ou marketplace
iFood e Uber são modelos de negócios que começaram como startups. Caso você queira saber mais sobre o que é startup e como tirar a sua ideia do papel,
nós temos um artigo sobre!

Diferenças entre marketplace e e-commerce

Como podemos ver, por mais que ambos estejam no meio digital, o marketplace e o e-commerce são diferentes, enquanto um é uma espécie de shopping online, o outro é uma loja virtual.

Essa pode ser entendida como a principal diferença entre marketplace e e-commerce, mas há outras como o investimento, a visibilidade e a segurança de dados.

Com o detalhamento dessas diferenças, podemos visualizar melhor os prós e contras de ambas as formas de vender pela internet. Confira abaixo os detalhes de cada uma das distinções mencionadas.

Investimento

O investimento para começar um e-commerce é diferente do marketplace, isto porque o empreendedor vai precisar contratar uma plataforma online e arcar com todos os valores de investir nesta tecnologia. 

Por outro lado, ao utilizar um marketplace, não é preciso se preocupar com essa questão, já que a responsabilidade da infraestrutura digital não fica sob a responsabilidade de quem está vendendo diretamente, e sim com quem disponibiliza a plataforma. 

Visibilidade

Muitas vezes quem começa um e-commerce pode encontrar dificuldades ao tentar alcançar um grande público rapidamente. 

Até porque ao entrar no mercado com uma loja virtual, ser notado diante de tanta concorrência é difícil e fica complicado obter visibilidade de forma rápida. 

Com o marketplace é diferente, pois é possível usufruir da presença online de outra empresa e, assim, conseguir ser visível de forma mais rápida e para um público grande, garantindo a visibilidade logo no começo do negócio.

Segurança de Dados

A segurança de dados é muito importante no atual momento devido a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. 

Então, durante as transações e pagamentos online, um e-commerce precisa garantir a segurança das informações que são coletadas do cliente.

Isso significa que é preciso investir em uma plataforma e mecanismos que protejam os dados, evitando a vulnerabilidade das informações. 

Por outro lado, em um marketplace, quem fica responsável por isso é a empresa que disponibiliza o espaço para a venda, ou seja, de quem administra o shopping virtual. 

Os prós e contras


Os benefícios, que também podemos chamar de prós, de um e-commerce, é que o site é do próprio empreendedor e o lucro fica destinado apenas a ele. 

Por outro lado, o contra é que esse retorno pode demorar para vir, devido a dificuldade de visibilidade e maior investimento com o início da empresa.

Os contras de um marketplace é que o empreendedor vai precisar pagar uma taxa de comissão a empresa que administra a plataforma, ela é referente a cada venda realizada e varia de site para site. 

Por outro lado, o pró de um marketplace é que, como percebemos, pode ser mais fácil e rápido obter lucro do que com um e-commerce.  


Em resumo…

A principal diferença entre marketplace e e-commerce é o espaço digital que vai ser vendido, enquanto um é, respectivamente, uma plataforma gerenciada por um terceiro, o outro é um site próprio do empreendedor.

Além disso, há diferença de investimento, visibilidade e responsabilidade pela segurança de dados


Por isso, caso você queira abrir um negócio, é preciso primeiro analisar quais as características da sua empresa e ver qual modelo é mais adequado para você, pensando em quanto precisará investir e qual visibilidade vai precisar nos primeiros meses de vendas. 

Agora que entendeu todas as diferenças, conheça a contabilidade online da Contabilivre, que reúne os melhores especialistas em abertura de empresas.


do lado esquerdo há uma fotografia em que aparece uma pessoa de terno segurando um tablet, deste aparelho sai duas linhas luminosas que se conectam com uma das mãos do homem, do lado direito há um espaço em azul escrito: "o que é fintech? entenda como funciona!"

O que é fintech? Entenda como funciona!

Com as mudanças tecnológicas muitas inovações vieram para aprimorar os processos das empresas, principalmente as do setor financeiro. Estas que aliam a tecnologia e as finanças são chamadas de fintechs e por mais que muitas pessoas estejam familiarizadas com o nome, é comum surgir dúvidas como o que é fintech, como ela funciona e quais são os seus benefícios


As fintechs são muito parecidas com as startups, por isso pode acontecer a confusão entre os termos, que apresentam uma diferença bastante sutil. Para entender a distinção entre eles, podemos utilizar exemplos de negócios que demonstram, também, quais produtos e serviços são oferecidos por cada uma. 

Pensando em te ajudar a diferenciar esses dois tipos de empresas e também te explicar quais são as soluções e benefícios oferecidos pelas fintechs, nós preparamos este artigo exclusivo. Confira!

O que é fintech?

Fintech é o termo utilizado para se referir às startups ou empresas que desenvolvem produtos financeiros e que são totalmente digitais, ou seja, o uso da tecnologia é primordial, sendo a origem do negócio. 

Por isso, elas são empresas chamadas de “nativas digitais”, em outras palavras, os sistemas operacionais são construídos dentro de plataformas digitais

O termo “fintech” é uma junção das palavras em inglês “financial” e “technology”, em tradução livre, tecnologia financeira. 

Portanto, as fintechs são empresas que criam soluções inovadoras para o setor financeiro, um exemplo muito recorrente são os bancos digitais que estão crescendo em números nos últimos anos. 

Mas é importante ressaltar que as fintechs não se restringem apenas aos bancos digitais, esse modelo de negócios vai muito além e oferece diversos serviços/produtos do setor financeiro, utilizando a tecnologia a seu favor.

Para entendermos mais sobre a diversidade de serviços/produtos precisamos compreender como uma fintech funciona. 

Como funciona uma fintech?

De forma resumida, uma fintech funciona utilizando avanços tecnológicos para solucionar problemas ou dores que existem em uma dada atividade tradicional, analógica e que envolve finanças.

Então, podemos entender que o serviços/produtos precisa ter uma junção do setor financeiro com a tecnologia para que possamos classificar uma empresa como fintech. 

Além dos bancos digitais, há outras empresas que podem ser classificadas como fintechs. Confira abaixo alguns exemplos.

  • Corretoras de investimentos;
  • plataformas de pagamento via meio digital, utilizando o pix;
  • plataformas de gestão financeira;
  • sites de financiamento coletivo;
  • plataformas de contabilidade online;
  • entre outros.

Exemplos de fintechs brasileiras

No Brasil, as fintechs começaram a despontar por volta de 2010, um dos pioneiros foi o GuiaBolso, em 2014. De forma resumida, ele é uma plataforma de controle financeiro que funciona por meio de site e aplicativo, ajudando os brasileiros com o controle de gastos e gestão das finanças pessoais e domésticas. 

A principal ideia da plataforma é auxiliar com o controle do orçamento pessoal de forma prática e totalmente digital, juntando finanças e tecnologia. Os bancos digitais também são exemplos de pioneirismo das fintechs. 

O Nubank, por exemplo, é atualmente uma das principais fintechs brasileiras, da América Latina e também uma das startups mais valiosas do mundo. Mas cuidado para não confundir os termos, fintechs e startups não são sinônimos.  

Diferença entre fintech e startup

Uma startup também é uma empresa que tende à inovação e seu principal objetivo é solucionar um problema utilizando a tecnologia, assim como as fintechs. 

Por isso, podemos dizer que a semelhança entre ambas é utilizar a tecnologia para solucionar problemas que processos analógicos não conseguiam resolver de forma prática. Mas a diferença está, principalmente, no segmento de atuação do mercado. 

Enquanto uma startup pode, de modo geral, atuar em qualquer segmento, as fintechs são exclusivamente voltadas para o mercado financeiro. 

Então, toda fintech é uma startup, pois utiliza a tecnologia para oferecer soluções inovadoras, replicáveis e escaláveis. Por outro lado, não é toda startup que pode ser definida como fintech, pois pode atuar em um segmento de mercado que não é o financeiro. 

Um exemplo de startup que não tem relação com o setor financeiro são os aplicativos de locomoção, como o Uber e 99 taxis. Outro segmento é o de entrega de alimentos, o aplicativo iFood, que você provavelmente já ouviu falar, começou como uma startup. 

pessoas sentadas em uma mesa de madeira clara, da esquerda para a direita há uma mulher negra, uma mulher de origem asiática, um homem branco, de pé há um homem negro e em seguida uma mulher branca. Todos estão trabalhando com notebooks, cadernos e canetas.
Caso você queira saber mais sobre o que é startups, como elas funcionam e como tirar a sua ideia do papel, nós temos um artigo sobre!

De forma geral, algumas das maiores empresas do mundo começaram como uma startup, como a Google, a Netflix, o Spotify, e a grande diferença entre elas é o segmento de mercado. A primeira está voltada para tecnologia e sistema de busca e as outras estão para o entretenimento. Há diversos outros tipos de segmentos, confira abaixo os possíveis segmentos de startups: 

  • Lawtech ou Legaltech são startups que oferecem produtos tecnológicos para a área jurídica;
  • Edtech, para a área da educação;
  • Foodtech são voltadas para o setor alimentício;
  • Proptech ou Imobtech é o setor imobiliário e
  • Fintech, o setor financeiro. 

Os benefícios das fintechs

As fintechs proporcionam diversos benefícios como agilidade, desburocratização, economia e soluções personalizadas. Para ser ágil, a empresa utiliza o meio digital e online para oferecer serviços/produtos para as pessoas físicas e jurídicas.

Os processos são desburocratizados, principalmente porque a maioria dos problemas são resolvidos de forma prática e simples, utilizando a internet para conectar a fintech e seus clientes.

Por exemplo, atualmente não é mais preciso ir a uma agência bancária para abrir conta para uma pessoa jurídica (PJ). Isto pode ser resolvido de forma fácil e prática por meio do aplicativo dos bancos digitais.

A abertura de conta para PJ, atualmente, não tem tarifas de manutenção, o que pode resultar em economia para o empreendedor, uma vez que os custos com a aquisição do serviço das fintechs são bastante reduzidos.

Há também a personalização, ou seja, no momento de entregar o serviços/ produtos é possível oferecer exatamente aquilo que o cliente precisa. Isto acontece porque há uma preocupação e foco voltados totalmente para o usuário/cliente. 


Assim, as fintechs têm o potencial de atender as mais variadas demandas. Pois, ao conhecer as necessidades dos clientes, elas conseguem oferecer serviços/produtos. Ou seja, em outras palavras, soluções tecnológicas e personalizadas sem burocracias, com agilidade e economia.

Exemplos de serviços/produtos das fintechs

Como vimos até aqui, as fintechs oferecem diferenciais ao aliar tecnologia, finanças e evitar burocracias, satisfazendo seus clientes. Mas quais são os exemplos de serviços/produtos e soluções que elas oferecem? 

Há uma variedade de serviços/produtos que aliam a tecnologia e o setor financeiro e conseguem desburocratizar processos que antes demoravam muito tempo. Confira alguns exemplos. 

  • Cartão de crédito sem anuidade;
  • maiores possibilidades de obtenção de empréstimos;
  • contas bancárias online;
  • gestão financeira; 
  • e controle da contabilidade empresarial. 

Como citamos, o controle da contabilidade empresarial é uma das soluções que uma fintech pode oferecer. Para entendermos como a contabilidade no modelo de fintech funciona e seus benefícios, explicamos abaixo.

Conheça a contabilidade online

Como já mencionamos, a tecnologia mudou as finanças e revolucionou o mercado, ao proporcionar mudanças e espaço para que empresas inovadoras ofereçam serviços/produtos de qualidade para seus clientes. Com a contabilidade não foi diferente.

Existem empresas no mercado, que são fintechs, e oferecem serviços de contabilidade online. Essa prestação de serviços já é uma realidade que muitos negócios adotaram, pois perceberam que podem agilizar processos e economizar tempo e dinheiro. 

A Contabilivre é um escritório de contabilidade online que oferece um atendimento eficiente e humanizado, com  uma plataforma amigável e intuitiva, desenvolvida para otimizar e descomplicar a rotina contábil e fiscal da sua empresa. Isso  permite que você desloque tempo para as estratégias do seu negócio, buscando a evolução dele. 

Nós oferecemos um atendimento especializado, com profissionais capacitados e proativos para atender às suas necessidades e dúvidas. Caso deseje falar com os nossos especialistas clique no botão abaixo.