Contabilidade para empresas de TI: entenda as particularidades

Contabilidade para empresas de TI: entenda as particularidades

Para além das questões do cotidiano relacionadas com o core business das empresas de TI, há uma série de detalhes importantes que precisam ser observados no dia a dia para garantir que a empresa esteja alinhada com as legislações vigentes.

E um dos pontos que demanda muita atenção é a contabilidade para empresas de TI. E, por isso, é fundamental que você esteja atento para as particularidades da área e, também, de que forma é possível reduzir as chances de pagamento de impostos desnecessários ou, então, ser sancionado pela Receita Federal.

Quer saber mais? Continue lendo e tire suas dúvidas a seguir.

Saiba como escolher os CNAEs

O processo de abertura de um negócio exige, de antemão, que você já tenha algumas decisões tomadas. Um dos pontos fundamentais, é definir quais CNAEs, ou seja,  atividades de atuação que seu negócio vai exercer. Se você tem dúvidas sobre isso, o ideal é contar com um contador para ajudá-lo nesse momento.

Abaixo iremos explicar o que é CNAE e o impacto que ela tem na legalização de sua empresa.

As CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) são uma forma de categorizar e registrar as atividades econômicas realizadas por determinada empresa e é uma padronização nacional.

A informação correta da CNAE é necessária, já que interfere diretamente nas questões tributárias do negócio. Portanto, se no momento de abertura de um CNPJ a classificação estiver errada, a empresa corre o risco de pagar indevidamente as contribuições. E, com isso, pode ter complicações com o Fisco.

Boa parte das CNAEs voltadas para tecnologia não são permitidas ao MEI e, portanto, é preciso estar atento se a atividade que irá exercer se enquadra ou não neste porte de empresa. Para saber quais os principais CNAEs utilizados neste segmento, leia nosso artigo sobre abertura de empresas para profissionais de TI. 

É importante lembrar que as empresas podem escolher mais de um CNAE. Então se, por exemplo, seu negócio vai trabalhar tanto com ensino de TI quanto com desenvolvimento de software, você pode contar com mais de um CNAE. 

Escolha o regime tributário adequado

Outra dúvida comum que pode afetar consideravelmente a contabilidade para empresas de TI é a escolha do regime tributário. Isso é importante, pois pode impactar, por exemplo, no pagamento de alíquotas além do necessário.

Trata-se, assim, das normas que regulamentam cobranças de impostos nas organizações e que estão relacionadas tanto com o Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica (IRPJ) quanto à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

O regime tributário, portanto, tem impacto direto sobre a contabilidade para empresas de TI. Por isso é importante conhecer sobre os três regimes que temos disponíveis, segundo a legislação tributária atual. Vejamos mais a seguir.

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime que, como o próprio nome sugere, tem por objetivo facilitar o pagamento de tributos para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que tenham faturamento líquido de menos de R$ 4,8 milhões por ano (ou, então, R$ 400 mil por mês). Nesse regime tributário, todos os impostos são unificados em uma única guia chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Lucro Presumido

Diferentemente do que acontece no Simples Nacional, no regime tributário Lucro Presumido, o recolhimento dos impostos é individualizado. Esse regime incide sobre uma receita bruta prevista, pré-fixada por lei. As alíquotas também são pré-determinadas. Por exemplo, PIS e Cofins incidem, de forma cumulativa, 3,65% sobre o faturamento.

Lucro Real

Já no regime tributário Lucro Real, o valor do imposto a ser recolhido incide sobre o valor do lucro líquido declarado na demonstração contábil. O valor atual é de 15% sobre o lucro real bruto.

É um regime mais complexo e que demanda maior atenção, sobre o assunto,  por parte dos gestores das empresas de TI. Normalmente esse regime tributário é adotado por empresas do mercado financeiro e se torna obrigatório também para empresas que possuem faturamento superior a R$ 78 milhões.

Saiba sobre o Simples Nacional

Conforme abordamos acima, o Simples Nacional tem por objetivo facilitar a vida dos empreendedores, pois unifica todos os impostos em uma única guia. Deste modo, é o regime tributário mais escolhido no Brasil. 

Atualmente são cerca de 19 milhões de pequenos negócios que optam por esse regime, segundo dados do Sebrae – o que corresponde a, aproximadamente, 99% das empresas brasileiras.

Isso acontece porque é um regime com alíquota menor comparado com as demais (como o próprio nome já indica, é um regime de alíquota simples).

Ah, e outro ponto, é importante também conferir se as suas escolhas de CNAE se enquadram no Simples Nacional. Isso porque algumas delas não podem ser registradas sob esse regime tributário.

Mas se você tem dúvidas, pode consultar a Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional. Na resolução você pode conferir quais são as atividades que são proibidas neste regime e quais podem ser enquadradas. 

A contabilidade para empresas de TI tem, assim, um papel fundamental para evitar falhas que possam gerar problemas futuros devido a erros nas escolhas realizadas. Afinal, a escolha do regime tributário deve considerar questões como CNAE, faturamento, entre outros pontos.

O profissional de contabilidade poderá analisar qual regime tributário poderá ser melhor enquadrado. É fundamental ter atenção neste ponto para não cometer falhas no processo de registro.

Veja como fator R pode ajudar a diminuir a alíquota do imposto 

Se a sua empresa de TI é optante pelo Simples Nacional, o regime conta com seis faixas de faturamento. Delas, algumas podem ser relacionadas com os negócios na área de tecnologia e uma parte delas (Anexos III e V) podem ter uma tributação diferenciada, gerada pelo fator R, que nada mais é do que um cálculo que irá definir se uma empresa prestadora de serviços será tributada pelo Anexos III ou V.  

Neste caso, o fator R influencia sobre a folha salarial. Se os pagamentos estiverem acima de 28% da receita, há uma tributação diferenciada em comparação com outra modalidade.

Como calcular o fator R?

Não tem segredo com o fator R, você irá dividir o valor da sua folha de pagamento (pró-labore, salários e FGTS) pela receita bruta mensal nos últimos 12 meses. A fórmula é simples:

Fator R = Folha de pagamento em 12 meses / Receita bruta em 12 meses

Quando o resultado do fator R for igual ou superior a 28%, as empresas devem ser tributadas pelo Anexo III, que tem alíquotas mais baixas (a partir de 6%). Quando o resultado for inferior a 28%, a tributação é feita pelo Anexo V, cujas alíquotas são mais altas (a partir de 15,5%).

Depois de identificar em qual anexo a sua empresa se encaixa, basta conferir a faixa de faturamento na tabela (receita bruta nos últimos 12 meses) e descobrir qual é a alíquota exata e o valor a deduzir.

Por fim…

Sabemos que a contabilidade para empresas de TI possui muitos detalhes que exigem muita atenção por parte do profissional para que não ocorram erros que possam comprometer a saúde financeira da empresa, que ainda poderá ser caracterizada por sonegação fiscal e trazer sérios prejuízos para sua empresa.

Se você tem dúvidas sobre o assunto, pode ser fundamental contar com o apoio de quem realmente entende do assunto, não é mesmo? Com isso você pode focar no seu core business sem maiores problemas.

Para isso, conte com a Contabilivre. Somos verdadeiramente apaixonados por contabilidade e já ajudamos mais de 7.000 empresas a garantir um funcionamento sem problemas, com maior economia, agilidade e oferecendo o suporte que você merece. Nós temos os melhores especialistas que podem entender melhor a sua necessidade.

Entre em nosso site e conheça nosso trabalho.

Quer empreender? Entenda como lançar uma marca

Quer empreender? Entenda como lançar uma marca

Quando falamos em como lançar uma marca, vamos muito além da criação de um CNPJ. Mas você sabe quais são os verdadeiros impactos disso?

Definitivamente, não é uma tarefa impossível, mas com certeza exige esforço, atenção e compromisso do empreendedor e acima de tudo, organização.

Dessa forma, desenvolvemos um artigo com os passos selecionados e aprimorados de como lançar uma marca do zero e vencer os desafios de início de projeto. Confira!

O que faz uma marca ser forte?

Nesse caso, não basta só criar o CNPJ, é preciso considerar várias características vitais como diferenciais competitivos, potencial de mercado e valor dos produtos ou serviços.

Além disso, um ponto que conta demais é a credibilidade empresarial. Por exemplo, se você cria uma marca, mas não conta com as principais exigências tributárias e legais, fatalmente não terá base para crescer e evoluir.

Finalmente, as estratégias de lançamento, o esforço e o compromisso com as ações convergem para que você crie uma marca imbatível e conquiste liderança de mercado em pouco tempo.

Quais os principais passos de como lançar uma marca?

Todos esses pontos iniciais compartilhados no tópico anterior formam o mindset fundamental para a criação de uma marca forte. Veja agora, os principais pontos de atenção para criação da marca desde o zero.

1. Faça um planejamento completo

O primeiro passo é o mais importante. É, com certeza, pensar no que você quer fazer. Não adianta ter ideias de pouca força e muito menos não organizá-las. Entenda que até um projeto fraco com um empreendedor comprometido e organizado pode evoluir, no entanto, um projeto forte sem um empreendedor responsável por trás, não subsiste.

Em um planejamento, você leva ao papel a sua ideia, organiza os passos, cria um cronograma de ação e levanta os recursos disponíveis para começar.

Outro aspecto fundamental do planejamento é considerar a previsibilidade de acontecimentos. Situações inesperadas podem acontecer e dificultar o andamento do projeto. Por isso, é fundamental que o plano conte com tudo que for necessário para começar o negócio. Pense:

●        no nicho de mercado ideal;

●        na definição do produto ou serviço a ser oferecido;

●        nos diferenciais competitivos;

●        nos meios de disponibilização para clientes;

●        na legalização do negócio; 

●        no orçamento total.

2. Identifique o seu público-alvo

Aqui vai outro passo crucial: o alvo dos seus serviços ou produtos. Clientes de alto poder aquisitivo são mais escassos e permitem ticket médio alto, no entanto, geram maior esforço de venda. Já perfis de baixo poder aquisitivo são encontrados em grande escala e geram menor esforço de venda, porém, com produtos de ticket médio baixo.

Você verá, à frente, que é necessário balancear essas informações para encontrar a melhor configuração para o seu projeto. Mais especificamente em relação ao público, o ideal é que você assuma a estratégia de definição de persona que é muito mais detalhada que o público-alvo.

Enquanto o público-alvo é muito mais genérico contendo informações gerais da pessoa como faixa etária, sexo e classe social, uma persona vai além, definindo interesses sociais, cargo mais comum e até informações sobre família e um nome fictício.

3. Estabeleça os melhores canais de atendimento

A partir da definição da persona, você consegue, por exemplo, identificar se ela é mais propensa a acessar o LinkedIn ou Instagram e focar todas as suas estratégias nessas redes sociais.

Da mesma forma, um perfil que prefere o Telegram é com certeza diverso de quem prioriza o WhatsApp. Aqui, não queremos dizer que um é melhor que o outro. Quem definirá isso para você será o seu cliente.

4. Faça um balanceamento dos objetivos com o investimento

Definidos esses pontos, você precisa balancear o retorno do projeto. Uma ideia maravilhosa para você, não necessariamente significa ser assim também para o público.

Dessa forma, é preciso que você mensure o potencial do investimento e descubra o quanto ele pode retornar para você. Para ter certeza em relação a isso, é preciso:

●        estudar o mercado e suas estatísticas;

●        conhecer potenciais concorrentes e descobrir seus resultados; 

●        quantificar o valor investido e o provável retorno para atestar a viabilidade do projeto.

5. Faça uma legalização perfeita

Como falamos, todos os passos são vitais, e o processo de legalização não foge disso. Como criar uma marca forte se ela não tem possibilidade de emitir notas fiscais, por exemplo? Ou se ainda, o enquadramento tributário gera uma carga muito alta para a lucratividade do negócio?

Para responder a essas perguntas com excelência, só um serviço de contabilidade. Não tem saída! Ou então é necessário você estudar a área e perder tempo com outras situações importantes como a rentabilidade do projeto.

6. Invista em Marketing

Uma marca forte também precisa, necessariamente, ser visível, atrativa e envolvente. Tudo não avança se não há público interessado em interagir com a marca antes de comprar. Isso envolve:

●        precisão nas estratégias de alcance;

●        logomarca inteligente e interessante;

●        marketing digital, dentre outras práticas.

Por que a Contabilivre é a sua melhor parceira para lançar uma marca?

A Contabilivre é uma empresa especializada em serviços contábeis. Com garantia de qualidade e precisão nas contas, o objetivo da marca é ter clientes totalmente livres para desenvolver estratégias de negócios poderosas.

Após um boom de tecnologia, responsabilidade e inteligência administrativa, podemos ter o orgulho de dizer que somos uma marca extremamente forte e competente para assumir a contabilidade de sua empresa. É possível tanto abrir um novo CNPJ como trocar o seu serviço de contabilidade em passos simples e rápidos:

  1. faça o seu cadastro no site, informando seu dados e as  principais informações da empresa;
  2. conte com apoio especializado para escolher o melhor formato tributário;
  3. preparamos toda a documentação para que sejam protocoladas nos órgãos responsáveis;
  4. aguarde a finalização do processo e comece a faturar. 

Por fim, a Contabilivre vai além dos serviços contábeis para fornecer importantes funções de negócios, nós possuímos um time de especialistas com uma cultura de inovação e agilidade, que buscam oferecer soluções sempre de maneira rápida e efetiva para que você possa se concentrar no seu negócio sem medo de deixar de cumprir suas obrigações fiscais. Agora, que você tem uma boa base de como lançar uma marca, lembre-se de que é fundamental adaptar e gerar sua própria documentação de criação.

Neste artigo, você aprendeu os passos básicos para o sucesso de uma ideia. A próxima etapa é começar e manter seu negócio funcionando. E agora que você já sabe como lançar uma marca e qual é o caminho, faça o seu sonho acontecer com a Contabilivre.

Crédito para abrir empresa: confira algumas dicas e sugestões

Crédito para abrir empresa: confira algumas dicas e sugestões

Ao abrir um negócio é fundamental que tenhamos o capital para o seu investimento. Para isso, muitas pessoas recorrem aos empréstimos concedidos pelas instituições bancárias para o pleno desenvolvimento da empresa. Contudo, existem inúmeras regras para que esses créditos sejam liberados e é essencial que o administrador tome alguns cuidados a fim de conseguir cumprir com as suas obrigações junto ao banco.

Levando em consideração essas informações, este artigo se propõe a oferecer algumas dicas a quem está começando um novo empreendimento e necessita recorrer à concessão de crédito para conquistar os seus objetivos. Confira a seguir.

Por que pedir um empréstimo para abrir um negócio próprio?

Independentemente do porte da organização, é necessário que o proprietário detenha um capital de giro que garantirá o pleno funcionamento do negócio até que ele comece a dar retorno financeiro. Então, o empréstimo funciona como uma ótima alternativa que ajudará a otimizar os resultados do empreendimento. Esses valores disponibilizados pelas instituições financeiras poderão ajudar a:

  • Quitar possíveis dívidas;
  • Investir em capacitação dos colaboradores;
  • Adquirir o maquinário necessário;
  • Automatizar processos;
  • Executar ideias e solidificá-las.

Quando começamos um empreendimento com dinheiro no caixa, as limitações de cunho econômico podem ser superadas, criando inúmeras possibilidades de inovação. Isso é crucial para gerar estabilidade nos primeiros meses de funcionamento da empresa, já que o capital de giro suprirá as demandas iniciais até que os lucros comecem a surgir.

O que saber antes de fazer um empréstimo?

Embora as vantagens de se fazer um empréstimo sejam inúmeras, é crucial que o investidor tome uma série de cuidados, visando ao cumprimento das suas obrigações, junto ao banco, e ao sucesso do seu negócio em longo prazo. Veja abaixo, o que devemos saber antes de solicitar crédito para abrir uma empresa.

1. Entenda suas necessidades financeiras

Antes de qualquer decisão, é preciso avaliar a sua realidade financeira, verificando em que fase seu empreendimento se encontra. Portanto, elaborar um planejamento financeiro, levando em consideração o que é necessário para investir nesse exato momento, fará parte desse processo de análise.

Outro ponto fundamental é calcular a entrada de capital nos primeiros meses de funcionamento, a fim de não contrair mais dívidas. O estudo de mercado, nesse aspecto, constitui-se parte importante da avaliação. Além disso, é preciso saber se o valor da parcela do empréstimo se enquadra na realidade financeira do seu empreendimento.

2. Conheça as formas de crédito

Hoje, é possível ter acesso a diversas formas de crédito, cada um com suas taxas, juros e valores. Para que seja escolhido o ideal para você, é preciso levar em consideração as necessidades do seu negócio, pois, cada um deles possui vantagens e desvantagens.

Dessa forma, antes de solicitar crédito para a abertura do seu negócio, esteja a par das possibilidades, fazendo pesquisas nas instituições bancárias, escolhendo a modalidade mais atrativa. É importante salientar que quanto melhor for seu histórico de relacionamento com o banco, maior será a possibilidade de concessão de empréstimo.

3. Desenvolva um plano de negócio

Para que uma instituição libere um crédito para um administrador, é essencial que ela acredite na ideia do negócio.

Ou seja, é preciso que os bancos estejam convencidos que o seu empreendimento é viável, do ponto de vista financeiro. Nesse caso, a elaboração de um plano de negócio estruturado poderá cumprir esse requisito.

Assim, apresente de maneira objetiva e organizada os resultados esperados para o seu empreendimento, além dos planos que visem ao seu crescimento. Mostre também de que forma será possível quitar as parcelas, entre outras informações.

O plano de negócio se mostra fundamental, inclusive, para que você consiga antever as ameaças e oportunidades às quais a sua empresa estará sujeita, melhorando a tomada de decisão e, consequentemente, potencializando os lucros.

Quais são as opções de concessão de crédito para abrir empresa?

Agora que sabemos a importância do empréstimo e o que é necessário saber antes de solicitá-lo, falaremos sobre algumas das opções de concessão de crédito disponíveis para quem deseja abrir uma empresa. Confira a seguir.

1. Empréstimo Pessoal

Esse tipo de empréstimo consiste em solicitar uma quantia a determinada instituição financeira, que precisará ser paga com acréscimo de juros, dentro de um prazo predeterminado. É também conhecido como crédito pessoal e é a modalidade ideal para quem precisa de crédito sem precisar justificar a sua utilidade.

2. Crédito para capital de giro

O crédito para capital de giro, como o próprio nome sugere, é ideal para os novos empreendedores que não possuem capital para desenvolver a sua empresa, ou seja, para “tirá-la do papel”. Sabemos que leva um tempo até que o investimento retorne em forma de lucros, portanto, esse crédito se faz fundamental até a empresa se estabilizar.

Para ter acesso a esse crédito, não é necessário apresentar a sua finalidade, bastando solicitá-lo em uma instituição financeira, onde serão ofertadas algumas opções de pagamento, podendo ser efetuada de maneira bimestral, semestral ou integral ou quando findo o contrato.

3. Microfinanças

O microfinanciamento é um tipo de empréstimo para pessoas físicas ou empreendedores que desejam iniciar ou expandir um negócio. O modelo é voltado tanto para empreendedores formais – quanto para empreendedores informais que não têm fácil acesso a empréstimos ou crédito tradicionais.

Por meio do microfinanciamento, cada empreendedor pode arrecadar até R$ 20 mil. As vantagens dessa operação incluem juros mais baixos, isenção de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e facilidade de aprovação.

Os empreendedores também podem empregar o Microfinanciamento Produtivo (MPO) para Pequenas Empresas (EPP) e Microempreendedores Individuais (MEI) com renda anual de até R$ 200 mil. Nesse caso, os agentes financeiros orientam os empreendedores sobre o uso consciente do dinheiro, com foco na expansão dos negócios e na saúde financeira.

4. Financiamento coletivo

Muito famosa na internet, a “vaquinha” como é popularmente conhecida, refere-se a doações realizadas por plataformas específicas, em que você publicará a sua ideia e estipulará uma meta de arrecadação, durante um determinado período. Desse modo, os doadores poderão receber, em troca, brindes ou outros bônus.

No entanto, para que o público se convença da relevância e necessidade do empreendimento, é preciso garantir uma boa apresentação da proposta. Para tanto, você pode se valer da produção de vídeos, apostando em uma comunicação direta, clara e criativa. Além disso, as redes sociais podem ser aliadas no processo de divulgação e engajamento da sua ideia.

5. Investidores-anjo

Os investidores-anjo é uma solução implantada pela Lei Complementar 155/2016, que os coloca em posição similar a de sócio. Nesse sentido, eles podem investir com valores entre 50 a 600 mil reais e terão direito a, no máximo, 50% dos lucros do empreendimento — empresas de pequeno porte e microempresa — , pelo período de cinco anos.

Para optar por esse tipo de crédito, é necessário enviar a sua ideia para o site “Anjos do Brasil”, e, com ela, um plano de negócio elaborado de maneira criteriosa — contendo, por exemplo, previsão de lucros e estudo de mercado —, já que não basta apenas ter um projeto original para garantir um investidor.

Por fim…

A solicitação de crédito junto às instituições financeiras pode ser uma ótima alternativa para as pessoas que desejam abrir o próprio negócio, mas não possuem o capital suficiente para o seu desenvolvimento. No entanto, é preciso fazer uma análise minuciosa das propostas, considerando sua capacidade financeira. Além disso, por existirem diversas opções no mercado, é preciso também verificar qual a que melhor supre as necessidades do seu negócio.

Então, o empréstimo é algo a se considerar, visto que, um novo empreendimento necessita de estrutura financeira suficiente capaz de atender às demandas relacionadas às atividades-fim e outras despesas, que o fará funcionar de modo estável e com menos risco possível.

Gostou do nosso artigo? Então continue por aqui e entenda a importância da informatização para as pequenas empresas!

Informalidade empresarial: conheça os riscos para seu negócio

Informalidade empresarial: conheça os riscos para seu negócio

Abrir seu próprio negócio pode ser uma excelente alternativa para quem deseja trabalhar de modo independente.

Nesse sentido, o trabalho autônomo contribui significativamente para a melhoria do cenário econômico nacional e ganhou muita força nos últimos anos, principalmente depois da pandemia causada pelo Coronavírus, em que o país viu a sua taxa de desemprego aumentar exponencialmente.

Contudo, muitas pessoas ainda seguem na informalidade e assim não conseguem ter acesso a alguns benefícios e realizar algumas de suas obrigações, que caso estivessem com a empresa em formalidade não estaria ocorrendo. Além disso, a informalidade acarreta em prejuízos e consequências negativas para a própria empresa.

Por isso, preparamos este artigo, onde iremos mostrar a você os riscos que a informalidade empresarial pode representar para o seu negócio. Acompanhe!

As vantagens de regularizar um negócio

Quando abrimos um negócio, existem obrigações a serem cumpridas como também alguns direitos impostos pela legislação.

O processo de formalização é um procedimento que visa dar validade à existência da empresa, regularizando a sua situação enquanto pessoa jurídica para os órgãos competentes — sejam eles estaduais, municipais ou federais.

Portanto, a formalização comunica que o seu negócio respeita as exigências legais e possui uma chance muito grande de crescer e se firmar no mercado, uma vez que são oferecidas às empresas formais uma série de benefícios. Confira a seguir.

Acesso ao microcrédito

Capital é essencial para o crescimento de qualquer empresa. E, para aquelas pessoas que estão com a situação da sua empresa em dia, é oferecido o benefício do microcrédito, cedido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES), por meio de uma política de linha de créditos especiais para os pequenos empresários.

Assim, caso sua empresa esteja precisando de suporte financeiro, essa alternativa pode ser muito útil, pois possui taxas de juros inferiores aos empréstimos pessoais, já que a ideia do governo ao criar essa alternativa era promover o crescimento econômico do país.

Inscrição em associações de classe e sindicatos

Hoje, no Brasil contamos com dois tipos de sindicatos: aqueles que representam os trabalhadores e os que representam a classe patronal.

Essas representações são muito importantes, pois visam defender aos interesses da classe junto ao governo, viabilizando as negociações entre empresários e trabalhadores.

No entanto, apenas as empresas que possuem registro estão aptas a se inscreverem nessas entidades para receberem proteção aos benefícios a que possuem direito.

Poder participar de licitações públicas

Ter a possibilidade de contratar com a administração pública é uma excelente oportunidade de crescimento empresarial, além de melhorar sua imagem e credibilidade no mercado. 

Porém, para tanto, é preciso antes ter passado por um processo licitatório, em que só é possível participar se o negócio estiver formalizado, ou seja, sua empresa deve possuir CNPJ.

Conseguir comprar diretamente com fabricantes

Quando compramos direto da fábrica, temos acesso a grandes descontos, algo muito importante para a atuação em um mercado, cada vez mais competitivo. Contudo, as empresas informais não podem realizar essa transação e ficam de fora desse tipo de negociação.

Ter mais segurança para atuar

O Brasil possui órgãos responsáveis pela realização de fiscalizações que visam aplicar sanções a estabelecimentos que funcionam de modo irregular. Isso pode desencadear a apreensão de mercadorias, aplicação de multas e interdições.

Desse modo, a formalização confere às empresas maior segurança para a sua atuação, uma vez que os prejuízos da informalidade podem representar o fim do negócio.

Quais os riscos da informalidade empresarial para o seu negócio?

Como você pode notar, formalizar a situação empresarial pode significar muitas vantagens para o seu negócio, sobretudo pelo fato de você estar cumprindo uma obrigação prevista em lei, que dará à empresa segurança para que possa atuar.

No entanto, caso ainda atue de forma informal, conheça a seguir os problemas e alguns prejuízos que você pode vir a enfrentar pela informalidade de seu empreendimento. Veja!

Impossibilidade de assinar a carteira dos funcionários

Quando uma empresa está atuando na informalidade, consequentemente os seus colaboradores também estarão.

E isso representa danos graves ao trabalhador, que não poderá gozar de alguns direitos como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego, previdência social, entre outros.

Além disso, sua empresa incorrerá em descumprimento de obrigação legalmente imposta, o que pode acarretar pagamento de multas e até mesmo fechamento do negócio. Ou seja, a informalidade pode custar caro ao empreendimento.

Impossibilidade de emissão de nota fiscal

Quando consumimos algum bem ou serviço, precisamos de garantias que serão resguardadas com a apresentação da nota fiscal.

Esse documento é uma comprovação de que o produto foi comprado respeitando todas as obrigações fiscais e assegura proteção, tanto ao consumidor, quanto ao empresário.

No entanto, enquanto estiver na informalidade, a empresa não poderá emitir notas fiscais, nem mesmo as eletrônicas. E isso acaba prejudicando a imagem do empreendimento, já que potenciais clientes podem deixar de fazer negócio com você por não possuírem essa segurança.

Ausência de proteção aos bens do empresário

A informalidade empresarial significa que o estabelecimento comercial atua ilegalmente.

Por essa razão, o empreendedor acaba abrindo mão de uma importante proteção, pois, juridicamente, como não há a separação entre pessoa física ou jurídica, não haverá também diferença entre os bens do empresário e os bens da empresa.

Nessa conjuntura, existe uma possibilidade significativa de perda de bens pessoais, que poderão ser penhorados em razão de dívidas contraídas pela empresa.

Ou seja, a informalidade representa um grave risco para a saúde financeira da sua família e do seu empreendimento.

Limitação de expansão do negócio

A informalidade pode colocar uma empresa em situação de estagnação, devido todas às limitações que já vimos até aqui.

É importante salientar que, caso a sua empresa permaneça ilegal, mas, mesmo assim, continue crescendo, ela acabará chamando a atenção dos concorrentes e dos órgãos responsáveis pela fiscalização.

Isso pode acarretar em uma série de transtornos, como interdição do negócio, aplicação de multas e diversas sanções derivadas de denúncias que podem, até mesmo, partir dos seus clientes, ao se sentirem lesados pela falta de segurança ao adquirir seu produto ou serviço.

Por fim…

Como você pode perceber, abrir uma empresa, principalmente no contexto atual, pode ser uma ótima alternativa de crescimento profissional e expansão de renda. Contudo, com todas essas vantagens, vêm também uma série de obrigações que devem ser cumpridas, ou gerará grandes prejuízos para a sua empresa.

Além disso, a formalização empresarial traz segurança e uma série de benefícios e facilidades para a classe empresarial.

O processo de formalização envolve algumas etapas e é crucial poder contar com parceiros que possam te ajudar nesse processo, como a Contabilivre, que pode fazer a diferença no seu negócio!

Aqui você começa seu negócio de maneira simples, segura e conta uma equipe de profissionais especializados em contabilidade que vão auxiliá-lo em todos os processos. Acesse o nosso site e veja como é fácil abrir sua empresa!

pode o usar o fgts para abrir uma empresa

Posso usar o FGTS para abrir uma empresa?

É possível usar o FGTS para abrir uma empresa. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi criado com o objetivo de proteger financeiramente os trabalhadores nos casos de demissão sem justa causa, entretanto, o uso do valor depositado na conta da Caixa Econômica Federal vinculada ao contrato de trabalho regido pela CLT também pode ser usado pelo empregado em situações diversas, inclusive na abertura de um negócio.

Por isso, além das situações mais conhecidas para a movimentação da conta vinculada ao FGTS, como aposentadoria, aquisição de um imóvel próprio, morte ou situações de emergência, na abertura de uma empresa também é possível sacar o valor depositado para aplicar no novo negócio, reduzindo assim os riscos associados ao início das operações corporativas. 

Neste artigo, orientamos sobre a possibilidade de sacar o FGTS para abrir uma empresa e trazemos todas as informações necessárias para que você inicie o seu negócio sem comprometer a sua capacidade de investimento ou capital de giro. Confira!

Como dar início a esse processo?

É possível dar início ao processo de duas formas: por meio da chave obtida junto ao empregador ou a partir de um alvará judicial. Veja mais detalhes a seguir.

Rescisão contratual — por chave de acesso

A chave de acesso é emitida pelo empregador pela Conectividade Social em caso de rescisão contratual. De posse desse número, o beneficiário deve comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal depois do 5º dia útil contado da data de quitação da multa rescisória.

O pagamento da multa rescisória também é feito pelo empregador, por meio de uma Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS — GRRF, e o valor integra o total que será transferido ou sacado pelo trabalhador. 

Em casos de rescisão por acordo, entre o empregador e o empregado, o valor a ser retirado da conta vinculada será correspondente a 80% do valor total disponível.

O saque de valores inferiores a R$3 mil pode ser feito com o cartão cidadão e a senha de acesso à conta, pessoalmente pelo trabalhador, em qualquer unidade lotérica, postos de atendimento, autoatendimento eletrônico e correspondente Caixa Aqui.

O saque inferior a R$1,5 mil pode ser realizado nos mesmos locais, sem o cartão cidadão, mas com o número do PIS/PASEP/NIT/NIS e senha de acesso à conta.

Demais casos permitidos para saque do FGTS

Nos demais casos em que o saque do FGTS é permitido por Lei, o interessado deve apresentar documentos pessoais e outros, solicitados conforme cada caso, no setor responsável em uma agência da Caixa Econômica Federal:

  • término do contrato por prazo determinado;
  • rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato;
  • rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • aposentadoria;
  • necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
  • suspensão do Trabalho Avulso;
  • falecimento do trabalhador;
  • idade igual ou superior a 70 anos;
  • portador de HIV — SIDA/AIDS (trabalhador ou dependente);
  • neoplasia maligna (trabalhador ou dependente);
  • estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente);
  • permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990;
  • permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990, inclusive;
  • doenças Graves — alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, estado avançado da doença de Paget, hanseníase, hepatopatia grave, nefropatia grave, paralisia irreversível e incapacitante e tuberculose ativa (trabalhador ou dependente);
  • aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.

Consulte qual documentação deve ser apresentada em cada situação. Nesses casos, o saque também é liberado em até cinco dias úteis.

Alvará judicial

Há casos em que é possível solicitar um alvará judicial, documento emitido por uma autoridade judiciária em favor do solicitante, para o saque do valor residual de FGTS.

O solicitante deve apresentar documentos como identidade, CPF, comprovante de residência, certidões (nascimento, casamento ou óbito), cópia simples da carteira de trabalho e advogado devidamente constituído por meio de uma procuração.

De posse de todos os documentos necessários para o peticionamento, o Poder Judiciário pode despachar rapidamente o alvará, exceto se houver a necessidade de apresentação de outros documentos ou o devido esclarecimento do caso.

Por que o uso do FGTS pode ser um bom investimento no início de um empreendimento?

O recurso próprio é uma excelente opção para iniciar um novo negócio, principalmente porque o empreendedor não precisa buscar capital em instituições bancárias ou com terceiros para financiar as atividades nos primeiros dias ou meses de funcionamento da empresa.

Além disso, ao ser incorporado ao capital de giro, o FGTS garante um fôlego extra enquanto a empresa não tem credibilidade no mercado, uma carteira de clientes formada ou estabilidade financeira. 

Antes de tomar qualquer decisão, consulte o seu saldo de FGTS, principalmente para fazer um planejamento financeiro com base no seu plano de negócios

Essa consulta pode ser viabilizada no site da Caixa Econômica Federal e no app do FGTS, disponível para Android e iOS, basta que o trabalhador informe o seu NIS/PIS (sequência numérica presente no Cartão Cidadão e na Carteira de Trabalho).

O planejamento financeiro é essencial para garantir a viabilidade do seu negócio. Além disso, é importante que você escolha adequadamente a natureza jurídica e o regime de tributação da empresa, tome as melhores decisões baseadas nas expectativas de mercado, saiba quais as características do seu público, nível de demanda de produtos ou serviços, entre outras informações que devem ser analisadas estrategicamente. 

Para isso, conte com ajuda profissional: uma consultoria contábil é um grande diferencial, principalmente nos estágios iniciais dos novos empreendimentos.

Conte com a Contabilivre neste processo! Nós possuímos especialistas qualificados e motivados, que o auxiliarão em todo o processo de abertura de seu negócio, e tudo por meio de uma plataforma online intuitiva e de fácil acesso.

Agora que você sabe que pode usar o FGTS para abrir uma empresa e como fazê-lo, entre em contato conosco e abra agora sua empresa!

o que vender pela internet

O que vender pela internet? Dicas para empreender em 2022

Se você está buscando independência financeira e controle da própria rotina, empreender pode ser o melhor caminho a seguir. O processo de transformação digital contribuiu para encurtar a jornada de quem deseja criar o próprio negócio e a internet atualmente se tornou um meio de conexão de pessoas.

Além disso, o comércio online cresce a cada ano, tanto no Brasil, quanto mundialmente. Sabendo dessas possibilidades que o mercado oferece, você agora deve se perguntar, o que vender pela internet para ter sucesso?

Essa ferramenta permite anunciar produtos e serviços para todo Brasil e é comum sentir muita insegurança na hora de estabelecer quais são as oportunidades para empreender no ambiente digital. Para facilitar sua missão, preparamos um artigo completo sobre as melhores alternativas para empreender. Siga com a leitura e confira!

Quais são as vantagens de vender pela internet?

A internet é o meio mais democrático e acessível para abrir uma empresa e fazer qualquer negócio dar certo. Quando você abre um comércio, fica restrito ao bairro ou, na melhor das hipóteses, a sua cidade.

Toda essa restrição não se aplica ao ambiente digital. Além de atender a pessoas em todo país, você dispensa a abertura de um ponto comercial, a contratação de funcionários e diversos outros custos que afetam drasticamente a competitividade de seus produtos.

Com menos gastos e demandas, os esforços podem ser centrados na distribuição dos itens e criação de conteúdo digital para ampliar a base de clientes. Seja por meio das redes sociais, sites ou blogs próprios, você consegue engajar o público e atender às suas dores e necessidades.

O que vender para começar a empresa?

Agora que você já sabe como a internet é uma ótima alternativa para você conquistar o seu espaço no mundo empreendedor, que tal descobrir algumas boas opções para investir nesse meio? Para ajudá-lo, preparamos os principais nichos.

Aparelhos eletrônicos

O nicho de aparelhos eletrônicos oferece algumas oportunidades para quem deseja empreender na internet. Por exemplo, você pode investir em smartphones para revender, utilizando as estruturas de um marketplace para aumentar seus resultados.

Ainda é viável ter um bom e-commerce e fazer anúncios no Google para chegar até o seu público-alvo. É possível utilizar o meio digital para atrair clientes e prestar serviços.Tal como, você pode oferecer assistência técnica para arrumar celulares quebrados.

Ou seja, há diversas opções para conquistar o seu espaço e obter sucesso na sua jornada empreendedora. É viável oferecer desde celulares e acessórios, até GPS e equipamentos para quem utiliza o carro para trabalhar.

Acessórios de moda

Outra alternativa que encanta muita gente é o nicho de moda e acessórios. Com um bom posicionamento na internet você alcança lucros significativos para reinvestir em sua empresa para crescer.

E o melhor, você pode trabalhar em diferentes frentes. Por exemplo, se você gosta de esportes, optar por esse ramo é uma opção. Agora, se os eventos são o seu forte, consegue oferecer roupas para eles, alugar vestimentas para casamentos e por aí vai.

Ainda pode usar estratégias para aumentar as vendas no segmento. Nesse sentido, utilizar um bom marketing no Instagram potencializa muito seus resultados. Para isso, abuse de fotos bonitas e engajamento com o público.

Serviço de viagens

Há diversas oportunidades para quem quer empreender, como serviços e produtos para o turismo. Por exemplo, você pode oferecer pacotes de viagens para os principais destinos no Brasil. Ou, se preferir, para lugares muito atraentes no exterior, como a Disney.

Ainda é viável oferecer produtos para quem gosta de viajar, como malas para guardar as bagagens, roupas apropriadas para lugares frios e muito mais. Portanto, caso o turismo lhe chame a atenção, pode ser uma boa opção escolher este ramo, ao definir o que vender na internet.

Beleza e perfumaria

Vender cosméticos e itens de perfumaria sempre é uma opção interessante. Mesmo em períodos de crise, esse segmento tende a se sair bem e dar bons retornos para seus investidores.

Portanto, se você está em dúvida sobre o que vender na internet, considere esse nicho. Você pode ofertar perfumes, cremes e utensílios para cabelos, dermocosméticos e diversos itens relacionados aos cuidados de beleza diários.

Infoprodutos

Os infoprodutos também são ótimas alternativas. Eles possuem um custo marginal de produção muito baixo e tem potencial de gerar um retorno bem grande devido à sua escalabilidade.

Nesse sentido, você pode oferecer cursos digitais gravados, webinários, e outros conteúdos educacionais que agreguem valor. Assim, você pode gravar aulas sobre um assunto que domine ou optar por uma sociedade com pessoas que você conhece para dividir o trabalho e obter bons resultados.

Camisetas personalizadas

Oferecer itens personalizados para um público específico é outra alternativa a ser considerada. Nesse caso, vale contar com um profissional especialista e realizar uma pesquisa de mercado.

Assim, você define em qual frente seguir de forma estratégica para conquistar mercado e se posicionar de maneira otimizada. 

Agora que você já descobriu quais são as boas opções, que tal aprender como começar a empreender de forma regular.

Por que é importante regularizar a empresa?

Ainda que o ambiente digital ofereça toda flexibilidade, é necessário manter o profissionalismo e o comprometimento, mesmo em uma estrutura totalmente diferente de uma empresa tradicional.

É necessário contar com o suporte de profissionais qualificados para o pagamento de impostos, enquadramento do regime tributário e toda a prestação de contas. 

Seja para fazer o repasse correto de informações para o fisco ou para auxiliar na gestão financeira do negócio, é importante buscar um contador qualificado para otimizar o seu desempenho e evitar problemas como multas e sanções fiscais.

Assim, você consegue se concentrar em desenvolver novos produtos e serviços para a sua audiência e não se preocupa com os aspectos burocráticos da empresa.

Como um contador pode ajudar?

Dado que a internet reduz drasticamente diversos custos do seu negócio, você pode aproveitar essa folga no orçamento para contratar um contador para sua empresa,  para dar todo apoio quanto às questões fiscais e burocráticas.

Com o suporte de uma consultoria fiscal e tributária, você previne o surgimento de multas, processos, e ainda evita a perda de autorizações para o exercício de sua atividade. Além disso, com a ajuda de um bom contabilista, é possível aproveitar subsídios e demais benefícios para a sua área de atuação.

Viu como existem diversas opções sobre o que vender pela internet? Com o suporte de um profissional contábil,  você consegue focar apenas em questões operacionais do seu negócio. Além de otimizar a gestão estratégica, ele pode auxiliar no pagamento de todos os impostos relacionados à empresa, resolvendo tudo de forma online e totalmente descomplicada.

Na Contabilivre, é fácil abrir seu negócio e desburocratizar processos com uma equipe de profissionais especializados em contabilidade.

Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço?

O que é preciso para abrir uma empresa prestadora de serviço?

Se você chegou até este artigo, provavelmente tem interesse em abrir uma empresa de prestação de serviço. Por isso, estamos aqui para passar algumas informações essenciais e ajudá-lo em tudo que você precisar.

Saiba que o setor de serviços tem preenchido grande parte do mercado de empreendimentos no Brasil. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 70% das empresas brasileiras dispõem de oferta de serviço.

Mas você sabe realmente o que é uma empresa prestadora de serviço? Esse setor atua realizando serviços para pessoas físicas ou jurídicas, com intuito de receber valores financeiros. Vale destacar, que essa modalidade de empreendimento não realiza venda de produtos e nem fabricação, ok?!

Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço? Continue a leitura!

Veja a importância de formalizar a empresa 

Segundo o Jornal Contábil, devido ao alto índice de desemprego provocado pela pandemia, o número de empresas prestadoras de serviços cresceu mais de 54,7% entre janeiro e abril de 2021 no Brasil. Algumas das empresas de serviço mais criadas nesse período foram de:

  • encanador:
  • eletricista;
  •  instalador e limpeza de ar-condicionado;
  •  cabeleireiro;
  •  manicure.

Esse setor reúne um leque de oportunidades. Isso porque possui vários segmentos de atuação. Uma das principais vantagens deste ramo é o custo, que dependendo da atividade exercida pode ser baixo, e com isso o investimento inicial para a abertura da sua empresa pode ser menor do que você pensa.

Antes de mais nada, salientamos a importância de você ter uma empresa totalmente legalizada. Ela traz diversos confortos e vantagens para o seu negócio. Ao realizar a formalização, você vai poder estar em dia com o fisco ao pagar todos os impostos e obrigações necessárias.

A regularização é importante para ajudar no cumprimento de todas as regras trabalhistas, quando a empresa admite funcionários. Auxilia ainda, na emissão de notas fiscais para os clientes que são atendidos pelos seus serviços.

Agora que decidiu abrir a sua empresa, qual é o próximo passo? Por onde começar?

A melhor atitude é procurar um escritório de contabilidade para receber todas as informações necessárias e fazer as escolhas ideais para a sua vida de empreendedorismo.

Neste momento é importante também decidir em qual ramo de atuação você deseja trabalhar. Após tomar essa decisão, é indispensável traçar um Plano de Negócio para apontar todos os objetivos que o seu negócio pretende alcançar.

Mas para que isso aconteça de maneira certa, você precisa conhecer os portes de empresa que existem e assim, decidir qual é o ideal para a sua atuação no mundo dos negócios. 

Porte da empresa

Antes de dar início à abertura de sua empresa, você precisa saber qual tipo de negócio você vai abrir. Normalmente as empresas são instituídas de acordo com o porte de negócio que o proprietário deseja trabalhar.

a. Microempreendedor Individual (MEI)

O MEI é uma modalidade de empreendimento, que foi criado para regularizar as atividades de pessoas que atuam em trabalhos autônomos. É o tipo de negócio mais criado nos últimos anos, por apresentar diversas vantagens, como a isenção de tributos federais e o recolhimento de imposto facilitado em uma única guia. 

Ao regularizar a instituição, o proprietário recebe um CNPJ e fica apto a emitir nota fiscal de serviço e a ter direito aos benefícios prestados pela Previdência Social. Para ser MEI, o empreendedor deve ter uma renda de até R$81 mil reais ao ano, o que equivale a R$6.750 mensais.

b. Microempresa (ME)

São consideradas Microempresas (ME), as instituições que têm um faturamento de até R$360 mil por ano. Conforme o tipo de negócio, ela pode contratar de 9 a 19 funcionários e ainda tem a liberdade de escolher entre um dos tipos de regime tributário e a natureza jurídica do negócio.

c. Empresa de Pequeno Porte (EPP)

As Empresas de Pequeno Porte (EPP), são criadas por empreendedores que desejam ter uma receita bruta entre R$360 mil e R$4,8 milhões por ano, e podem contratar entre 10 e 49 funcionários.

Agora que já definiu o porte para sua empresa, chegou a hora de optar por um dos regimes tributários existentes no Brasil. Confira abaixo!

Regime de tributação 

A escolha dos tributos é uma decisão um tanto delicada, para decidir quais os valores dos impostos que a sua instituição terá de pagar. Ter um contador para fazer todos os cálculos ajuda você a cumprir as suas obrigações fiscais. Conheça os tributos que são exigidos das empresas.

a. Simples Nacional

O Simples Nacional tem a competência de simplificar os recolhimentos dos tributos, pois é pago mensalmente em uma única guia chamada DAS. Ele facilita o cumprimento das obrigações previdenciárias, trabalhistas e tributárias. No entanto, é importante atender a alguns requisitos para participar desse tipo de regime, como a tipologia da atividade (CNAE) e o limite máximo anual de renda da empresa.

b. Lucro Presumido 

Nesse tipo de regime tributário, os impostos são recolhidos em guias individuais. As organizações desse tipo tributário devem declarar IRPJ e arcar com diversas obrigações. O Lucro Presumido tem os valores do IRPJ e CSLL direcionado a uma margem de Lucro Presumido. 

c. Lucro Real 

Os tributos são calculados segundo o lucro real da empresa. Os cálculos devem ser feitos com muito cuidado para não perder alguns benefícios. Em caso de ocorrer perda no período em que os cálculos forem feitos, é possível conceder a isenção do pagamento do imposto de renda. No Lucro Real já estão embutidos: PIS, COFINS, Contribuição Social e Imposto de Renda.

Natureza jurídica da empresa

A Natureza Jurídica é outro ponto fundamental que precisa ser bem definido por quem deseja abrir uma empresa. A escolha ajuda a entender qual será o valor do capital para iniciar o negócio, quais leis serão aplicadas e se é aconselhado ter sócio ou não. Conheça os principais tipos de Natureza Jurídica que existem:

a. Empresas Individuais

As Empresas Individuais surgiram especialmente para fazer a regularização de inúmeros negócios autônomos, que aconteciam sem CNPJ, e com isso não tinham segurança jurídica, e não recebiam seus benefícios, como o INSS. Elas não necessitam de sócio para serem iniciadas, mas cada uma tem regras específicas. Estas são as modalidades de Empresas Individuais:

  • Empresas individuais (EI);
  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).

b. Sociedades

Caso você deseje ter uma organização com no mínimo dois sócios, você pode optar por uma dessas tipologias:

  •  Sociedade Limitada (LTDA): é uma modalidade de empresa que trabalha como prestador de serviços de forma geral;
  •  Sociedade Simples (SS): é um tipo de empresa voltada para área artística, intelectual e científica, como os artistas plásticos, médicos e cooperativas;
  • Sociedade Anônima (SA): tem o capital dividido em ações, ou seja, as ações pertencem aos acionistas. Elas podem ser vendidas no mercado de balcão ou nas Bolsas de Valores.

Saiba como abrir uma empresa de prestação de serviço

Agora que você conheceu os principais pontos que precisam ser definidos para abertura de sua empresa, chegou o momento principal, a criação de seu CNPJ. Mas, como isso funciona? 

Contar com o apoio de um contador é essencial para que você tenha informações de tudo que precisa ser providenciado, como algumas autorizações para iniciar o processo de regularização do seu negócio. São necessárias algumas documentações pessoais, para serem levadas à Junta Comercial do Estado ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica, conforme a atividade escolhida. Veja quais documentos são essenciais:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de endereço;
  • certidão de casamento (caso exista);
  • cópia do IPTU ou registro que contenha inscrição imobiliária, ou a indicação fiscal do imóvel do local em que a empresa será posicionada;
  • contrato social da empresa (caso tenha sócio);
  • autorização da análise prévia da viabilidade de localização.

Em seguida, é gerado o Número de Identidade do Registro de Empresa (NIRE). Esse número é um código que será utilizado para requerer o CNPJ, por meio do site da Receita Federal. Logo após, conseguirá dar entrada na regularização junto ao seu município e com isso já terá sua empresa devidamente legalizada.

Percebeu como abrir uma empresa prestadora de serviço requer ações importantes para atender a todas as normas de criação? Recorrer a um escritório de contabilidade eficiente pode ajudar a realizar todos os processos de abertura, e também a gerenciar o orçamento do seu negócio de maneira correta. Ao optar por uma empresa especialista no assunto, a abertura da sua empresa poderá ser com baixo custo, de forma rápida, sem burocracia e dentro de toda legalidade. 

A Contabilivre é especialista em Abrir Micro e Pequenas Empresas de Serviço, por isso, você pode contar com os nossos especialistas para ajudá-lo!

Importância da análise SWOT na hora de abrir uma empresa

Importância da análise SWOT na hora de abrir uma empresa

Você consegue identificar os maiores pontos fortes e fracos de sua empresa? Um dos principais erros de um negócio é não conseguir reconhecer os fatores internos e externos que exercem força na rotina e nos resultados alcançados. É por isso que a análise SWOT se mostra como uma excelente ferramenta para conhecer melhor o próprio empreendimento. 

Essa é uma ferramenta essencial para qualquer empresa, mesmo aquelas que estão no início da jornada, pois permite ter acesso a informações fundamentais para o planejamento do negócio, tal como ajuda a prevenir erros. 

Neste artigo, vamos apresentar mais sobre o conceito da análise SWOT e mostrar os benefícios que a metodologia oferece para as empresas. Acompanhe e saiba mais! 

O que é a análise SWOT? 

Muito utilizada no processo de montagem do planejamento estratégico, a análise SWOT representa um esquema que permite analisar as forças (strengths), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) de um negócio. 

São essas palavras-chave que formam a sigla e representam a ideia da ferramenta. Além disso, você pode encontrar essa ideia com o nome de FOFA, que significa Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças. 

Por meio desses conceitos, é possível conhecer melhor a empresa, antes mesmo de ser lançada no mercado. Afinal, é necessário fazer um estudo sobre os seus principais pontos, considerando tanto os aspectos positivos quanto os negativos. 

Ao mesmo tempo, a análise SWOT oferece a oportunidade de entender como os elementos externos podem interferir no sucesso de uma empresa. Isso porque, a ferramenta busca compreender também as ameaças do mercado, como concorrentes, mudanças e crises, assim como as oportunidades, por exemplo, tendências, demandas e crescimento. 

Como essa ferramenta funciona? 

Para utilizar esse método durante o planejamento do seu negócio, é fundamental dividir uma folha em quatro partes. Cada uma dessas seções será destinada para uma letra da sigla e para a análise de um componente do conceito. 

No segmento das forças, o que deve ser observado é o que a sua empresa pode oferecer de positivo para o mercado. Pense nos processos internos que fazem a diferença, como produtos ou serviços inovadores, equipe capacitada, liderança inspiradora e demais aspectos relevantes. 

Já na parte das fraquezas, chega a hora de avaliar o que ainda não está como deveria. Pontos fracos, como problemas de logística, falta de profissionais para todos os setores, dívidas, entre outros, prejudicam o andamento da empresa. 

Dando sequência à elaboração da análise SWOT, é necessário observar também as oportunidades. Por ser um fator externo, considere estudar o mercado e identificar aspectos positivos que ajudam a alavancar o negócio. É possível pensar, por exemplo, em vendas sazonais, aumento da procura por determinados serviços, baixa nos preços dos materiais etc. 

Para fechar com chave de ouro, é hora de considerar as ameaças. Reflita sobre as táticas utilizadas pelos concorrentes, confira se alguma legislação requer mudanças nas atividades, observe como está o mercado da área de atuação, entre outros quesitos importantes. 

Ao concluir a análise, tente lançar estratégias que fortaleçam os aspectos negativos da empresa, aumentando suas forças. Além disso, garanta que os pontos fortes se mantenham, para que haja o crescimento sustentável do negócio

Por que é importante fazer a análise SWOT ao abrir uma empresa? 

Será que o uso da análise SWOT só é importante para as empresas que já estão no mercado? A resposta é: não! Essa ferramenta pode ser de grande utilidade para quem está começando, viabilizando um rápido retorno positivo. 

Veja só as vantagens de utilizar essa técnica na hora de abrir uma empresa

Permite conhecer melhor o mercado

Uma das maiores vantagens que a análise SWOT proporciona é a de conhecer o mercado em que você vai se inserir. Afinal, com a avaliação de aspectos externos, como as ameaças e oportunidades, é possível identificar a atuação dos concorrentes e as tendências da área

Ao entender como funciona o mercado, também é possível conhecer melhor o perfil de compra dos clientes. Isso garante a definição de estratégias mais eficientes de atração e retenção do público. 

Ajuda a fortalecer os pontos fracos da empresa

Como visto, é possível encontrar brechas que pedem por melhorias no seu plano de negócios. Dessa maneira, a sua empresa chega ao mercado com menos falhas e muito mais força, permitindo um ótimo desenvolvimento. 

É interessante destacar que os pontos fracos da empresa, quando não recebem a devida atenção, podem gerar uma série de prejuízos, tanto no que diz respeito às finanças quanto à reputação no mercado. Por esse motivo, é importante mantê-los sob controle antes de dar início ao negócio. 

Reduz riscos

Mais uma das vantagens de utilizar a análise SWOT durante a fase de planejamento de abertura da empresa, é a redução de riscos. Vale ressaltar também que diminuir as chances de um investimento dar errado é essencial para que a empresa continue tomando decisões assertivas. 

Contribui para a definição de metas

Quando o negócio tem objetivos bem definidos, todos os processos internos se voltam para a realização dessas metas. Desse modo, é possível conquistar resultados mais expressivos e trabalhar de acordo com planejamentos bem elaborados

Ao identificar as forças e fraquezas de uma empresa, você consegue definir metas para aplicar melhorias e incrementar o plano de negócio. Quanto mais engajadas forem essas ações, maiores as chances de conquistar o sucesso logo nos primeiros anos. 

Garante um planejamento mais estratégico

O planejamento deve ser uma das principais preocupações na hora de montar uma empresa. Afinal, quanto mais estratégias forem lançadas, mais oportunidades o empreendimento tem de alcançar os resultados esperados e de marcar presença no mercado. 

No entanto, é essencial que essas táticas estejam adequadas para o nicho de atuação e para o tipo de negócio. Por esse motivo, é fundamental conhecer a empresa para alinhar os planos com a proposta organizacional. 

Entendeu por que a análise SWOT é uma ferramenta tão utilizada no mundo dos negócios? Como você viu, dar atenção a alguns conceitos-chave é uma excelente saída para montar um planejamento eficiente e garantir o sucesso das ações da sua empresa, independentemente do tempo e da posição da marca no mercado. 

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principais tipos de empresa

Conheça os principais tipos de empresa antes de abrir seu negócio

Pensando em abrir uma empresa? Antes de tudo, é fundamental entender os principais tipos e enquadramentos aceitos pela legislação brasileira a fim de evitar eventuais problemas com o fisco.

No texto de hoje preparamos um guia introdutório para quem quer começar sua jornada de empreendedorismo com o pé direito. Confira agora!

Quais são os tipos de empresa existentes no Brasil?

Hoje, no Brasil, existem seis principais naturezas jurídicas para empresas: elas variam não apenas no tipo societário, mas também nas exigências e normas que regem seu funcionamento. Abaixo você confere as principais informações sobre cada tipo de empresa.

MEI

Um dos portes mais buscados nos últimos anos, o MEI, ou Microempreendedor Individual, é o modelo empresarial feito sob medida para pessoas que trabalham por conta própria e precisam do CNPJ. Um dos fatores que tornam esse modelo tão atrativo é que o imposto possui um valor fixo mensal, de acordo com o segmento da empresa, visto que há isenção de tributos federais, como Imposto de Renda (IR) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), por exemplo.

O MEI, porém, possui algumas limitações. Por ser voltado justamente para microempreendedores, esse tipo de empresa prevê um limite de faturamento anual, e existem também limitações em relação à quantidade de funcionários permitidos e para os tipos de atividade exercidas.

Empresário Individual

Como o próprio nome indica, o Empresário Individual (EI) é um tipo de natureza jurídica que assume um único proprietário, sem admitir a presença de sócios. Nesse modelo, os bens pessoais do empresário não se diferenciam dos bens da empresa aberta, podendo ser usados para sanar eventuais dívidas.

Diferentemente do MEI, o EI tem muito mais flexibilidade tanto na contratação de funcionários quanto no seu faturamento.

Sociedade Empresária Limitada

A Sociedade Empresária Limitada é um dos modelos mais populares no Brasil e garante ao titular a possibilidade de incluir um ou mais sócios sem que seus bens pessoais se misturem aos da empresa. Assim, além de terem sua participação definida pelo montante investido, nenhum dos associados seria financeiramente responsabilizado em caso de complicações financeiras na empresa.

Sociedade Simples

A Sociedade Simples, constituída por duas ou mais pessoas, volta-se para atividades não empresariais de prestação de serviço que se enquadrem em natureza intelectual ou cooperativa, como médicos, dentistas, advogados etc.

Nessa modalidade, os próprios sócios exercem a atividade para qual a sociedade se dedica, e podem ingressar diretamente com a prestação de serviço, sem demandar capital em bens ou contribuição financeira.

Sociedade Anônima

Na Sociedade Anônima (S.A) os sócios, conhecidos como acionistas, têm sua responsabilidade definida pela quantidade de ações que possuem na empresa e, assim como em outras modalidades de sociedade, na Sociedade Anônima os acionistas têm o patrimônio pessoal separado do patrimônio da empresa.

Nesse modelo, inclusive, é possível ter uma empresa tanto de capital aberto quanto de capital fechado, ou seja, uma empresa que vende, ou não, suas ações na bolsa de valores.

Sociedade Limitada Unipessoal

Na SLU não há a obrigatoriedade de haver sócios no quadro da empresa, garantindo a separação entre o patrimônio do empreendedor e do negócio. A vantagem desta natureza jurídica é que o capital social mínimo exigido é de R$1 mil reais.

Quais os principais portes?

Agora que você conhece os principais tipos de empresa, é importante entender também as variações de porte reconhecidas no Brasil. O porte, como o próprio nome indica, é um termo utilizado para referenciar o tamanho do negócio com base ou no faturamento anual, ou no número de colaboradores contratados, a depender do órgão considerado na classificação.

Microempreendedor Individual: Atualmente o MEI tem um limite anual de faturamento de R$81 mil reais e pode ter somente um colaborador contratado na empresa;

Microempresa: O faturamento anual máximo para esse modelo é de R$360 mil reais e permite até 20 colaboradores;

Empresa de Pequeno Porte: Para essa modalidade o faturamento máximo é de R$4,8 milhões, podendo ter até 100 colaboradores;

Empresa de Médio Porte: O faturamento não pode passar de R$300 milhões, devendo também ser superior a R$4,8 milhões anuais. A quantidade de colaboradores permitida depende do segmento da empresa e varia de 50 a 499 colaboradores permitidos;

Empresa de Grande Porte: Para este porte, o faturamento anual bruto deve ser maior do que R$300 milhões. Caso desenvolva atividades comerciais ou de prestação de serviços, esse porte admite mais de 100 colaboradores contratados. Já se a empresa voltar para atividades industriais, o número admitido passa a ser de pelo menos 500 colaboradores.

Agora que você já sabe os principais portes e suas definições, à frente iremos detalhar os regimes tributários existentes no Brasil.

3. Quais os regimes tributários?

Os regimes tributários trazem um conjunto de normas e leis que indicam os principais tributos devidos ao Governo por uma empresa. Esse índice varia, principalmente, com a arrecadação anual do negócio e, no Brasil, são três:

Lucro Presumido: Indicado para empresas que faturam até R$78 milhões de reais por ano, variando sua alíquota de acordo com o segmento que a empresa exerce. Aqui, o cálculo do tributo é feito com base na presunção do lucro da empresa dentro de seu faturamento bruto anual.

Lucro Real: Obrigatório para alguns negócios como instituições bancárias e cooperativas de crédito, por exemplo, o Lucro Real se vale do lucro líquido da empresa como base de cálculo para o Imposto de Renda da empresa.

Simples Nacional: Com alíquotas que variam, essa opção visa simplificar o processo de pagamentos de tributo, unificando os impostos em uma única guia, e costuma ser a mais indicada para empresas com faturamento de até R$4,8 milhões de reais ao ano.

4. Qual o melhor tipo de empresa para abrir?

Agora que você já conhece os principais tipos de empresas, portes e regimes tributários do Brasil fica fácil responder: o melhor tipo de empresa depende de uma análise cuidadosa da estrutura de negócios pretendida, juntamente com esses três fatores que apresentamos hoje.

Contar com a ajuda de um profissional de contabilidade é essencial nesse momento, já que o enquadramento errado traz risco de pagamento de impostos muito mais caros e a perda de algumas vantagens que certos enquadramentos trazem para seu tipo de negócio.

Ficou interessado? Aproveite então para conferir nosso conteúdo sobre como abrir uma empresa e conheça os primeiros passos na sua jornada de empreendedorismo!

o que é nire e para que serve

O que é nire e para que serve?

Ter o próprio negócio é algo com o qual muitas pessoas sonham. Afinal, isso representa certa independência financeira e abre, sem dúvidas, muitas portas para a vida profissional. O que poucas pessoas consideram antes de dar esse passo, no entanto, é a responsabilidade do processo.

Para nos tornarmos bons empreendedores, precisamos também focar em uma educação de qualidade. Ela envolve conhecimentos sobre gestão, finanças e, claro, termos relacionados a esse universo. Um bom exemplo é o NIRE.

Não sabe o que é NIRE? Ao longo da nossa conversa, explicaremos o que é essa sigla, qual é a sua importância para os negócios, como descobrir o seu número e muito mais. Além disso, daremos algumas dicas para tornar mais simples o processo de abertura da sua empresa. Boa leitura!

O que é NIRE?

A sigla NIRE corresponde ao Número de Identificação do Registro de Empresas. Ele é um cadastro emitido pela Junta Comercial dos estados brasileiros, sendo um comprovante de que a empresa em questão é válida e segue todas as normas estaduais e federais para o seu funcionamento.

De modo geral, o NIRE é composto por 11 números. Eles servem como um “documento de identidade” das empresas, e serão utilizados pelos órgãos competentes para identificá-las nos registros oficiais.

Você pode encontrá-lo de duas formas:

  •  No Contrato Social, Estatuto Social ou Certidões Simplificadas no caso das empresas registradas na Junta Comercial.
  •  No selo dos órgãos responsáveis (disponibilizados no ato do registro), no caso de empresas que foram registradas em cartórios ou na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Como fazer a consulta do número do NIRE?

A consulta do número NIRE muda de Estado para Estado. Infelizmente, nem todos disponibilizam essa informação de maneira simplificada, mas em alguns casos a obtenção da numeração é bem intuitiva.

O primeiro passo para conseguir acesso a esse número é entrar no portal da Junta Comercial do seu Estado. Procure a sessão “pesquisar empresas” e preencha as informações solicitadas: razão social, CNPJ, entre outros.

Outra alternativa para consultar o NIRE é a partir da emissão do seu Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI), caso a sua empresa seja do tipo MEI. Neste documento, estarão presentes todas as informações da sua empresa, incluindo o número em questão.

Para obtê-lo, é simples. Você precisa acessar o Portal do Empreendedor, clicar na opção “Já sou MEI” e selecionar a alternativa “Emissão de Comprovante (CCMEI)”. Preencha os dados solicitados e pronto! Depois, o usuário é redirecionado para o download do arquivo em formato PDF.

No entanto, fique atento: os novos registros não têm a obrigatoriedade de conter essa informação, após a publicação da Lei n° 13.874/2019. Nesses casos, é necessário que o MEI solicite a informação à Junta Comercial.

Quais são as diferenças entre NIRE e Inscrição Estadual (IE)?

Esses termos costumam gerar muita dúvida entre os novos empreendedores. Afinal, qual é a diferença entre os conceitos acima citados?

A Inscrição Estadual corresponde a um número de cadastro no ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviço). É uma liberação para que a empresa possa funcionar dentro da unidade federativa em que a sede esteja implementada.

O NIRE, por sua vez, é um cadastro feito com a Junta Comercial. Seu objetivo é comprovar a existência da empresa.

Quais são os objetivos do NIRE?

Além de comprovar que a sua empresa realmente existe e está válida, o NIRE tem uma série de funções. A principal delas é possibilitar a obtenção do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), com a Receita Federal Brasileira.

Em seguida, a partir da emissão do seu CNPJ, é possível obter a Inscrição Estadual em seu estado e garantir que os seus serviços estão liberados para serem prestados. Assim, você tem segurança e estabilidade, garantindo que não estará à mercê de fiscalizações ou outros problemas jurídicos com o seu empreendimento.

O NIRE também é fundamental para:

  • emitir notas fiscais;
  • participar de licitações;
  • preencher formulários para compra de mercadorias e muito mais.

Sendo assim, a emissão do NIRE é o pontapé inicial para que a sua empresa possa funcionar!

Como tornar o processo de abertura da empresa mais simples?

Para finalizar, é hora de conhecermos algumas dicas para facilitar o processo de abertura da sua empresa. Confira a seguir!

Saiba o que você realmente quer

O que você deseja para a sua empresa? Quais são os objetivos? Qual será o nicho? Como está o mercado? Qual é o seu público-alvo? Antes de qualquer passo, é fundamental que você tenha tudo isso bem definido. A elaboração de um plano de negócios é essencial para o processo.

Leia bastante sobre o assunto

Com tudo em mente, é hora de adquirir conhecimento. Ler sobre o assunto é uma das melhores formas de aprender. Ao abrir este artigo, você já se comprometeu em conhecer melhor os termos envolvidos no processo de abertura de empresas e já deu um grande passo rumo ao sucesso!

Escolha o seu tipo de empresa e os CNAEs corretos

Depois, é hora de determinar o porte empresarial em que sua empresa irá se enquadrar, como MEI, ME, EPP. Qual a natureza jurídica, como EI, Ltda, SLU, entre outros e os CNAEs corretos (atividades). Pesquise sobre cada um deles e descubra qual atende melhor às suas necessidades e particularidades!

Faça cursos, se possível

Outra maneira de aprender mais sobre o tema é fazendo cursos. Eles podem ser na área administrativa, na de finanças, em gestão ou em vários outros assuntos. Lembrando que você não precisa ser formado em uma graduação para empreender e que esses cursos podem ser feitos até mesmo online.

Busque ajuda, se necessário

Nenhum homem é uma ilha, certo? Por isso, muitas vezes, você precisará contar com alguma ajuda especializada para dar segmento ao seu propósito. Informe-se com as autoridades competentes e tire as suas dúvidas sempre que for necessário!

Conte com uma assessoria contábil

Por fim, não deixe de contar com a ajuda de uma boa assessoria contábil. O processo de abertura de empresas envolve muitos detalhes que podem passar despercebidos para quem não tem muita experiência no assunto. A boa notícia é que esse tipo de serviço pode ser oferecido inteiramente online, facilitando muito a sua vida.

Como podemos ver, o conceito de NIRE é simples, mas muito importante para quem tem uma empresa. Conhecer termos como esse é algo imprescindível para qualquer novo empresário. Você está no caminho certo, ou seja, se informando. Mas não pare por aí e continue na sua jornada de conhecimento!

Quer saber mais sobre assuntos muito importantes para quem vai abrir o próprio negócio? Confira outro artigo do nosso blog e saiba como calcular o custo de um funcionário. Boa leitura!