desenho em tons de verde do lado esquerdo da imagem, nele há um homem desenhado de costas encarando um poste que tem setas para a direita e para a esquerda. do lado direito há uma parte em azul escrito: O que é tomada de decisão e por que é tão importante?

O que é tomada de decisão e por que é tão importante?

No mundo dos negócios, assim como na vida como um todo, tomar decisões não é tarefa fácil pois envolve escolhas e consequências. A tomada de decisão, dentro de uma empresa, é um processo de escolhas entre alternativas, seja em momentos que a empresa enfrenta um problema ou até uma oportunidade. Esta ação tem grande impacto no momento presente e futuro da organização.

Em razão disso, preparamos esse artigo exclusivo para te informar sobre a tomada de decisão, a importância dela e como ela funciona. Confira! 

 O que é tomada de decisão e qual sua importância? 

A tomada de decisão, ou processo decisório, é um procedimento de escolha entre alternativas. Elas podem ser de oportunidades ou de resoluções para adversidades que o negócio enfrenta. 

O objetivo principal da tomada de decisão é tentar mitigar as incertezas do empreendedor visando um crescimento saudável do negócio e mantê-lo competitivo no mercado.  

O processo de escolha é importante pois atua para que a organização obtenha a melhor das oportunidades apresentadas ou a mais eficiente solução das dificuldades notadas. 

É fundamental salientar que esse processo não garante que a escolha seja totalmente eficiente, ele apenas auxilia para que o momento de tomada de decisão seja o mais racional e estratégico possível. 

Segundo Herbert Alexander Simon, economista que em 1978 ganhou o Prêmio Nobel de economia pela teoria da Tomada de Decisão, “o papel das técnicas é estruturar o processo decisório, ajudando os gerentes a eliminar a improvisação e aumentar o grau de certeza na tomada de decisões”. 

Portanto, a tomada de decisão consiste em fazer uma escolha analisando as possibilidades e optando por aquela que mais faz sentido para o negócio. Isso porque cada processo de tomada de decisão resulta em uma escolha que pode gerar consequências, sejam elas positivas ou negativas. 

Desta forma,  é recomendável que os responsáveis pela tomada de decisão sigam um passo a passo com as 5 etapas do processo, para que este ocorra da forma mais eficiente possível.  


Como funciona um processo de tomada de decisão? Passo a passo

mulher branca sentada em uma mesa segurando um papel e colocando a mão no rosto com tom de dúvida, na mesa que ela está sentada há um laptop, papéis, xícara de café, óculos e canela, a foto está em tons de bege
Aplique o passo a passo a seguir para tomar decisões estratégicas

Todo processo decisório apresenta etapas que, ao serem seguidas, podem levar a uma escolha eficiente. É interessante ressaltar que toda tomada de decisão assertiva, ou seja, aquela que visa a evolução da instituição, é precedida por uma visão analítica e plural. 

Assim, é válido que o empresário siga, na medida do possível, as etapas a seguir com o foco no pensamento crítico e diverso. Com isso, no momento de tomar uma decisão, o empreendedor pode encontrar mais alternativas para analisar.

Como já mencionado, dentro de uma organização o processo de tomada de decisão envolve tanto a solução de problemas quanto a escolha de oportunidades. Contudo, o procedimento geralmente é aplicado quando um entrave surge na companhia. 

Por conta disso, o passo a passo abaixo é explicado para resolução de problemáticas, mas o processo é o mesmo caso a escolha seja entre oportunidades e não resoluções. 

Confira as cinco principais etapas do processo de tomada de decisão com base em uma problemática. Segue, abaixo, o passo a passo.

1. Identificação do problema 

O primeiro passo é identificar a causa do problema, ou seja, a origem. Pois, descrever de forma detalhada o problema e os motivos que o levaram a acontecer, facilita e guia o restante das etapas. Além disso, norteia de forma estratégica o responsável, ou responsáveis, pela tomada de decisão. 

O começo de uma problemática pode ter diversos motivos como, por exemplo, frustração, interesse ou desafio perante as dificuldades para atingir objetivos da companhia. Por meio da identificação dessas causas, é possível avaliar a gravidade e a urgência e, assim, começar a priorizar as problemáticas.

É válido ressaltar que o processo de priorização é quando há a identificação de mais de uma situação que precisa ser resolvida. Em caso de identificação de apenas uma situação,  é possível ir direto para a etapa de coleta e diagnóstico da tomada de decisão. 

2. Coleta de dados e diagnóstico

A coleta de dados é a segunda parte do processo decisório e envolve o estudo da situação por meio de informações e dados. Com isso, será possível realizar um diagnóstico da problemática e entender mais a fundo o cenário que ela está inserida. Para isso é recomendado procurar fontes de informação dentro da empresa.

A forma de coleta dessas informações irá depender do problema identificado e contexto. Segue, abaixo, alguns exemplos de técnicas que podem ser usadas para a coleta desses dados. 

  • entrevistar colaboradores, clientes e/ou fornecedores que estejam diretamente ligados ao problema;
  • analisar relatórios e acompanhamento de períodos anteriores; 
  • rever processos internos;
  • conhecer e buscar serviços de pesquisas de mercado. 

Além das opções apresentadas, há outro conceito e processo interessante e que está ganhando espaço dentro das empresas, o BI. 

O Business Intelligence é um processo de coleta e análise de dados. Um dos objetivos dele é justamente transformar os dados da sua empresa em um direcionamento para solucionar problemas ou sugerir melhorias nos processos. 

Após conseguir o conhecimento detalhado do contexto que precisa de uma tomada de decisão, o empresário pode seguir para a próxima etapa. Com a identificação e conhecimento mais aprofundado, é necessário começar a pensar nas alternativas. 

2. Identificação das alternativas

O terceiro passo envolve identificar opções para a resolução do problema. Para isso, a empresa pode reunir seus colaboradores e/ou equipes para que eles possam contribuir com experiências, conhecimento ou até mesmo por ter maior proximidade com a problemática. 

Nesse momento, algumas técnicas são recomendadas para que as ideias fluam e, assim, o responsável pela tomada de decisão consiga achar a melhor resposta. O Brainstorming é uma das técnicas recomendadas para isso. 

Essa técnica consiste em solicitar e escrever todas as ideias e palavras-chaves de sugestões dos colaboradores em um papel. Após isso, é possível analisar quais são as mais viáveis e que atenderão as necessidades da empresa. 

4. Análise das alternativas 

Após identificar as possíveis alternativas, é interessante que o empreendedor identifique os critérios que irá utilizar para analisar cada  uma e verificar qual é a mais válida. Esta é uma das mais importantes etapas do processo decisório. Por conta disso, é válido traçar  cenários de consequência e resultado que as alternativas levantadas podem gerar.

Nesta etapa é necessário avaliar as consequências que cada opção pode trazer, sejam elas positivas ou negativas, para assim, decidir qual a melhor para o contexto ou para o resultado que se deseja alcançar. 

Por fim, é importante salientar que essa etapa do processo precisa ter como objetivo principal entender quais são as melhores alternativas, ou seja, aquelas que atendam às necessidades da empresa. Este é o ponto chave para avaliar qual a decisão mais eficiente a tomar. 

5. Decisão e acompanhamento

Após identificar o problema, estudá-lo por meio de dados, identificar e analisar as alternativas, a tomada de decisão pode ser feita sem muitas preocupações. Isso porque os cenários foram estudados e as perspectivas analisadas de maneira estratégica. 

Por fim, é necessário fazer o acompanhamento dos resultados da tomada de decisão para verificar a eficiência do que foi escolhido. Isso pode ser feito por meio de pesquisas internas e também avaliações do impacto da decisão tomada. 

Algumas vezes podemos, mesmo com o procedimento, tomar decisões equivocadas que não vão resolver as problemáticas do negócio. Contudo, com acompanhamento e olhar crítico a respeito de todo o processo, é possível identificar os erros cometidos para que, assim, consigamos obter os melhores resultados do processo de tomada de decisão


na imagem do lado esquerdo há moedas douradas, prateadas e cor de bronze com um cifrão em formato de B, analogia as moedas digitais, do lado direito há um espaço em azul escrito "Moedas digitais: o que são? Surgimento, tipos de criptomoedas e investimento"

Moedas digitais: o que são? Surgimento, tipos de criptomoedas e investimento

Moedas digitais, também conhecidas como criptomoedas ou moedas virtuais, são conceituadas como dinheiro não tangível, mas cambiável. Bitcoin, Litecoin e Ethereum são alguns exemplos das moedas digitais que conquistam cada vez mais espaço dentro do mercado e, consequentemente, estão cada vez mais presentes no horizonte de investimentos dos empreendedores

Mas, devido ao recente aparecimento delas no mercado, muitas dúvidas ainda surgem a respeito do que são moedas digitais, como surgiram, quais os tipos que existem e se é recomendável investir nelas

Para sanar suas dúvidas e te orientar sobre o mercado das criptomoedas, nós, da Contabilivre, preparamos esse conteúdo exclusivo sobre esses criptoativos. Confira!

O que são moedas digitais?

Moedas digitais, também conhecidas como criptomoedas ou moedas virtuais, são ativos financeiros que se assemelham às moedas físicas. Mas, enquanto o real, o dólar, entre outras moedas são controladas por um órgão ou governo, as moedas virtuais, em sua maioria, não possuem um órgão regulador. 

Apesar disso, as moedas digitais têm algumas finalidades parecidas com as moedas físicas, um exemplo é o conceito de meio de pagamento. Em outras palavras, as moedas virtuais podem servir tanto para contratação de serviço quanto para a compra de produtos. 

Portanto, assim como é possível comprar euros, dólares e até o ouro, é possível comprar as criptomoedas. Mas é importante ressaltar que elas possuem muitas diferenças em relação às moedas físicas e, essas características, estão relacionadas ao surgimento delas.

Como surgiram as criptomoedas? 

O surgimento das criptomoedas aconteceu por volta do final da década de 80. O programador David Chaum, nascido nos Estados Unidos, desenvolveu a primeira espécie de dinheiro eletrônico com caráter criptográfico que, anos depois, serviria como uma das bases de conhecimento para orientar o surgimento da, então, famosa Bitcoin.  

Assim, a primeira criptomoeda descentralizada, a Bitcoin, surgiu em 2009 e é a moeda digital que, atualmente, mais movimenta o mercado. Por trás da criação deste criptoativo está o nome, ou apenas pseudônimo, Satoshi Nakamoto. 

Pensadas para atuarem totalmente no meio digital, as moedas virtuais funcionam com a tecnologia de criptografia. Em outras palavras, elas são criptoativos, ou seja, todos os tipos de representação digital de valor que são transacionados eletronicamente e protegidos pela tecnologia de criptografia

Assim, podemos entender que elas são cambiáveis, ou seja, passíveis de venda e compra e, ainda, não tangíveis, ou, melhor dizendo, elas não existem fisicamente. Por fim, além dessas características mais amplas, as moedas apresentam outras particularidades. 

Os tipos de moedas virtuais e suas principais características

Existem vários tipos de criptomoedas e, estas, com diferentes características. Mas nos limitaremos a algumas das mais conhecidas no mercado financeiro: a  Bitcoin, a Litecoin e a Ethereum.

  • A Bitcoin é, como já comentado, reconhecida como a primeira criptomoeda descentralizada. Com essa característica, a Bitcoin é negociada por meio da tecnologia de  blockchain que, de forma resumida e simplificada, é um sistema que permite a transferência de moedas digitais com o modelo peer-to-peer (ponto-a-ponto). 

Em outras palavras, você negocia diretamente com outros detentores do ativo e não precisa de uma instituição intermediária, como, por exemplo, os bancos, para realizar as transações. Além disso, a Bitcoin, ou BTC, foi criada com uma oferta finita, ou seja, há um limite máximo fixo de bitcoins existentes (21 milhões). 

  • A Ethereum é uma criptomoeda e um pouco além disso. Isso porque ela é, também, uma plataforma que, entre outras funções, realiza as transações da ether (ou Ethereum), a moeda virtual. 

Criada pelo programador Vitalik Buterin em 2013, ela utiliza, também, o modelo peer-to-peer e a tecnologia blockchain. Porém, não foi projetada com a ideia de oferta finita, como foi a Bitcoin. Assim, com a Ethereum não há limitação na quantidade da moeda.

  • Por fim, a Litecoin é entendida como uma altcoin, ou seja, ela é uma criptomoeda que surgiu como alternativa à BTC. Assim, altcoins são moedas virtuais “inspiradas” na Bitcoin e, também, possuem como objetivo aprimorar os recursos oferecidos pela BTC. Porém, hoje em dia, no mercado, a Litecoin é muitas vezes chamada de prata das criptomoedas, enquanto isso, referem-se a BTC como o “ouro”  das moedas virtuais. Por fim, Litecoin tem uma quantidade limite de 84 milhões.

Compensa investir em criptomoedas?

Para compreender melhor o investimento em moedas virtuais, é necessário entender outro ponto sobre elas. As criptomoedas são entendidas como ativos multiplicadores de valor. 

Isso significa que, com o tempo, a valorização delas pode aumentar e, por meio da oferta e compra desses ativos, você pode vendê-las, aumentando o seu patrimônio. Assim, é possível investir em moedas digitais, mas é importante ter conhecimento das possibilidades e riscos que esse tipo de aplicação pode apresentar. 

Quando falamos sobre investimento, independente do ativo, é necessário ter em mente algumas questões como: planejamento, objetivos, estratégia e, principalmente, o perfil do investidor. 

Agora, a Bitcoin, e demais moedas, possuem uma característica importante quando falamos sobre investir nesses criptoativos: a alta volatilidade. Isso significa que, nos últimos anos, as moedas virtuais tiveram oscilações significativas em seus preços. 

Criptomoedas, oscilações e perfil de investidor 

Um exemplo é a própria BTC. Em abril de 2021, o ativo Bitcoin superou o valor de R$ 360 mil, sendo que, há um ano atrás, o preço era de R$ 42 mil. Mas não suponha que as moedas digitais apenas valorizam, muito pelo contrário, o preço delas pode cair também. 

Isso depende muito da lei de oferta e procura das criptomoedas. Como o mercado funciona 24 horas, as oscilações variam de acordo com a movimentação dos ativos nas transações, causando, assim, alta volatilidade. 

Por conta disso, antes de investir nas moedas virtuais, é necessário compreender o seu perfil de investidor. 

Para exemplificar e resumir, se o perfil for conservador, ou seja, ele prioriza o investimento conservado – aquele que há a priorização da preservação do capital e apresenta baixa tolerância ao risco -, não é aconselhável que esse perfil opte pelas moedas. Isso porque elas podem, em algum momento, proporcionar perdas.

Agora, se o perfil do investidor for arrojado, o objetivo maior desse tipo de investimento é a rentabilidade. Assim, é mais recomendável o investimento em criptomoedas, uma vez que esse retrato também se apresenta disposto a assumir riscos no momento de aplicar o seu dinheiro.

Em resumo…

O mundo está ficando cada vez mais digital e, o mercado está, também, inserindo cada vez mais a tecnologia em seu funcionamento. A Bolsa de Valores funciona em ambiente totalmente digital e as criptomoedas já são utilizadas como um meio de pagamento. 

Assim, parece que o rumo do mercado, futuramente, é uma digitalização cada vez maior. Por conta disso, é interessante pensar em comprar moedas digitais e, assim, investir nelas. Desde que o investimento, antes, seja pensado com objetivos e, principalmente, planejamento. 

Por isso, é aconselhável que, antes de aplicar capital nas criptomoedas, você planeje seus investimentos, se prevenindo de imprevistos (criando uma reserva de emergência, por exemplo), conhecendo o seu perfil de investidor e, também, adquirindo conhecimento sobre os ativos, ou criptoativos, que deseja aplicar o seu dinheiro.

Nosso blog aborda diversos assuntos como contabilidade, empreendedorismo e tecnologia. Se você gostou desse conteúdo, continue nos acompanhando para mais informações sobre esses temas. 

empreendedorismo e contabilidade

Empreendedorismo e contabilidade: veja como o serviço pode ajudar o seu negócio

O início de um novo negócio vem repleto de desafios: atendimento ao cliente, manter seu serviço e/ou produto, além das preocupações administrativas financeiras. A margem de lucro e burocracias do setor também se tornam motivos de noites mal dormidas. E é nesse momento que empreendedorismo e contabilidade precisam andar juntos!

Diante dos desafios iniciais para seu negócio funcionar, o apoio da contabilidade é um pilar fundamental. Além disso, nada como quem entende e te ajuda no crescimento do seu negócio, não é?

Pensando em te mostrar a importância do serviço na rotina da sua empresa, preparamos um conteúdo exclusivo para ajudar o seu negócio!

Meu negócio precisa de contabilidade?

Com exceção de MEIs, a contabilidade é um serviço obrigatório em todas as empresas, uma vez que o cumprimento das obrigações tributárias é essencial para que seu negócio cumpra a lei e se mantenha em situação regular junto ao Fisco

E, caso não aconteça, a pendência pode ocasionar inadimplência e, consequentemente, multas para o seu negócio.

Por isso, contratar um serviço contábil qualificado para essa função é de muita importância, assim, seu empreendimento terá um crescimento saudável e se manterá juridicamente legal

Além disso, alguns documentos contábeis como balanços e balancetes devem, obrigatoriamente, ser registrados pelo conselho da classe. Imagina dever um documento obrigatório por não ter um contador?

Vale lembrar que as empresas podem optar por contratar contadores ou escritórios de contabilidade para auxiliar no cumprimento das obrigações.

Não quer passar por isso? Conheça a Contabilivre e descubra como podemos te ajudar!

botão para contato da home do site

Qual a função da contabilidade?

Indiferente do tamanho do seu negócio, sua empresa precisa prestar contas ao governo. Além dos impostos, alguns documentos e informações são necessários para que você mantenha seu empreendimento de portas abertas. 

Auditoria, seguro, previdência e controladoria também são algumas das funções que englobam os serviços contábeis. Para entender melhor como a contabilidade pode auxiliar  o seu negócio, separamos alguns serviços desempenhados.

Empreendedorismo e contabilidade: como o serviço pode ajudar o meu negócio?

Além de deixar o seu negócio regularizado, a contabilidade faz com que sua empresa esteja mais segura e eficiente. Com exceção dos Microempreendedores Individuais (MEI), sua empresa precisa do serviço de contabilidade e, agora, listamos os porquês. 

empreendedorismo e contabilidade
O serviço de contabilidade auxilia a rotina fiscal e administrativa de uma empresa

Abertura da empresa

Até mesmo para abrir o seu negócio você precisará do auxílio dos serviços contábeis. Isso porque o processo para abertura de empresa envolve detalhes, como definição do porte,  capital social, CNAEs, regime de tributação e registro na junta comercial.

E além da contabilidade ajudar você a escolher essas particularidades, o serviço contábil providencia os documentos necessários para você abrir sua empresa. 

Gestão e planejamento financeiro

A rotina contábil de uma empresa engloba análises financeiras que envolvem realização de balanços, demonstração de resultados, controle de caixa, margem de lucro e administração de bens.

A partir de relatórios, o contador administra todas essas informações, que não são apenas para exigências legais, mas também essenciais para o futuro da empresa.

O apoio de um contador é imprescindível para a saúde financeira da sua empresa. Saiba como a Contabilivre pode te ajudar!

Equilíbrio financeiro

Com cálculos mais confiáveis dos pagamentos e obrigações da empresa, junto ao acompanhamento da margem de lucro, sua empresa pode manter uma saúde financeira muito mais equilibrada, podendo ter perspectivas de crescimento e estabilidade para momentos de crise. 

Regime de tributação para pequenas empresas

Toda empresa precisa pagar impostos para manter o negócio legalizado. MEs e EPPs podem optar por três regimes de tributação, são eles Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. 

O Simples Nacional é administrado pela Receita Federal, mais o ICMS e o ISS e norteado por leis vigentes desde 2007. Esse regime tributário simplifica a apuração dos valores e recolhe através de uma única guia

Mas, mesmo que seja um regime tributário de facilitação, a necessidade de avaliação de alíquota de impostos, a partir da atividade da sua empresa ainda é necessária. E aqui o seu parceiro contador pode te ajudar!

Já o Lucro Presumido, como o nome indica, é determinado pelo percentual da margem de lucro presumida definido pela legislação. Nessa opção, os impostos são recolhidos em guias individuais, tornando a arrecadação mais complexa do que o Simples Nacional, por exemplo. 

Temos também o Lucro Real, que apesar de ser um regime mais complexo, dependendo do cenário da sua empresa, nele, seu negócio pode acabar pagando um valor total menor referente aos impostos devido a sua configuração

Atenção! Para a sua empresa optar pelo Simples Nacional, é necessário consultar se sua atividade é permitida e se seu negócio tem o faturamento teto. Hoje, ainda existem algumas restrições e modelos empresariais que impossibilita a inclusão no regime.

Como escolher o melhor regime de tributação

O uso da contabilidade para auxiliar na escolha do melhor regime tributário da sua empresa é fundamental, isso porque o contador realiza uma análise tributária. A pesquisa consiste em cálculos de faturamentos, obrigações fiscais e despesas.

Com isso, o profissional consegue identificar em qual regime o seu negócio paga um valor total de impostos menor, ou seja, juntos, vocês podem optar pelo modelo mais vantajoso. 

Precisa do apoio de um consultor para identificar qual o melhor regime tributário para sua empresa? Clique aqui e saiba mais!

Obrigações fiscais para pequenas empresas 

A rotina fiscal de uma empresa engloba uma série de obrigações fiscais. Se você está empreendendo e começando o seu negócio, a contabilidade deve ser sua preocupação. Por isso, listamos as principais obrigações fiscais para pequenos negócios.

  • ICMS

O ICMS é o imposto correspondente à circulação de mercadorias e prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e comunicação. É competência estadual a sua cobrança e instituição de valores. 

  • IRPJ

O Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) é uma tributação federal obrigatória a todos que possuem CNPJ ativo, no caso de exceções, consulte seu contador.

  • Contribuição para o PIS/Pasep;

Corresponde a contribuição realizada à Previdência Social, referente ao pagamento do Seguro Desemprego e abono anual.

  • ISS

É o Imposto Sobre Serviços (ISS) que corresponde àqueles que incidem na prestação de serviços realizadas por empresas ou profissionais autônomos e de nível municipal

  • IPI

Uma tributação federal e arrecadado para o tesouro nacional. O Imposto sobre Produtos Industrializados é cobrado a partir do momento que o produto sai da fábrica e abrange produção nacional e importações.

  • COFINS

A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Nacional é uma contribuição de nível federal, que incide sobre a receita bruta, que é direcionada à previdência social, saúde e assistência social.

  • CPP

A Contribuição Patronal Previdenciária é outro imposto destinado à previdência social, porém é calculado a partir da remuneração total concedida aos colaboradores. 

  • CSLL

Incidido sobre o lucro líquido, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido é uma tributação federal que antecede o Imposto de Renda.

Como organizar e cumprir todas as obrigações da minha empresa

Empreender não é fácil. Por isso, a organização contábil é um tópico para você se atentar. Algumas rotinas como conciliação bancária, integração em softwares, auditorias, controle em planilhas e desenvolvimento de planejamento das despesas podem te ajudar a tornar esse processo mais fácil.

Reduza os custos e aumente a produtividade contábil da sua empresa contratando um especialista, aposte em um planejamento organizado e com responsáveis pelas demandas fiscais. 

Parece bem difícil, mas a Contabilivre está aqui para te ajudar! Saiba como desburocratizar processos, gerando economia e agilidade com a contabilidade online!

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