Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço?

O que é preciso para abrir uma empresa prestadora de serviço?

Se você chegou até este artigo, provavelmente tem interesse em abrir uma empresa de prestação de serviço. Por isso, estamos aqui para passar algumas informações essenciais e ajudá-lo em tudo que você precisar.

Saiba que o setor de serviços tem preenchido grande parte do mercado de empreendimentos no Brasil. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 70% das empresas brasileiras dispõem de oferta de serviço.

Mas você sabe realmente o que é uma empresa prestadora de serviço? Esse setor atua realizando serviços para pessoas físicas ou jurídicas, com intuito de receber valores financeiros. Vale destacar, que essa modalidade de empreendimento não realiza venda de produtos e nem fabricação, ok?!

Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço? Continue a leitura!

Veja a importância de formalizar a empresa 

Segundo o Jornal Contábil, devido ao alto índice de desemprego provocado pela pandemia, o número de empresas prestadoras de serviços cresceu mais de 54,7% entre janeiro e abril de 2021 no Brasil. Algumas das empresas de serviço mais criadas nesse período foram de:

  • encanador:
  • eletricista;
  •  instalador e limpeza de ar-condicionado;
  •  cabeleireiro;
  •  manicure.

Esse setor reúne um leque de oportunidades. Isso porque possui vários segmentos de atuação. Uma das principais vantagens deste ramo é o custo, que dependendo da atividade exercida pode ser baixo, e com isso o investimento inicial para a abertura da sua empresa pode ser menor do que você pensa.

Antes de mais nada, salientamos a importância de você ter uma empresa totalmente legalizada. Ela traz diversos confortos e vantagens para o seu negócio. Ao realizar a formalização, você vai poder estar em dia com o fisco ao pagar todos os impostos e obrigações necessárias.

A regularização é importante para ajudar no cumprimento de todas as regras trabalhistas, quando a empresa admite funcionários. Auxilia ainda, na emissão de notas fiscais para os clientes que são atendidos pelos seus serviços.

Agora que decidiu abrir a sua empresa, qual é o próximo passo? Por onde começar?

A melhor atitude é procurar um escritório de contabilidade para receber todas as informações necessárias e fazer as escolhas ideais para a sua vida de empreendedorismo.

Neste momento é importante também decidir em qual ramo de atuação você deseja trabalhar. Após tomar essa decisão, é indispensável traçar um Plano de Negócio para apontar todos os objetivos que o seu negócio pretende alcançar.

Mas para que isso aconteça de maneira certa, você precisa conhecer os portes de empresa que existem e assim, decidir qual é o ideal para a sua atuação no mundo dos negócios. 

Porte da empresa

Antes de dar início à abertura de sua empresa, você precisa saber qual tipo de negócio você vai abrir. Normalmente as empresas são instituídas de acordo com o porte de negócio que o proprietário deseja trabalhar.

a. Microempreendedor Individual (MEI)

O MEI é uma modalidade de empreendimento, que foi criado para regularizar as atividades de pessoas que atuam em trabalhos autônomos. É o tipo de negócio mais criado nos últimos anos, por apresentar diversas vantagens, como a isenção de tributos federais e o recolhimento de imposto facilitado em uma única guia. 

Ao regularizar a instituição, o proprietário recebe um CNPJ e fica apto a emitir nota fiscal de serviço e a ter direito aos benefícios prestados pela Previdência Social. Para ser MEI, o empreendedor deve ter uma renda de até R$81 mil reais ao ano, o que equivale a R$6.750 mensais.

b. Microempresa (ME)

São consideradas Microempresas (ME), as instituições que têm um faturamento de até R$360 mil por ano. Conforme o tipo de negócio, ela pode contratar de 9 a 19 funcionários e ainda tem a liberdade de escolher entre um dos tipos de regime tributário e a natureza jurídica do negócio.

c. Empresa de Pequeno Porte (EPP)

As Empresas de Pequeno Porte (EPP), são criadas por empreendedores que desejam ter uma receita bruta entre R$360 mil e R$4,8 milhões por ano, e podem contratar entre 10 e 49 funcionários.

Agora que já definiu o porte para sua empresa, chegou a hora de optar por um dos regimes tributários existentes no Brasil. Confira abaixo!

Regime de tributação 

A escolha dos tributos é uma decisão um tanto delicada, para decidir quais os valores dos impostos que a sua instituição terá de pagar. Ter um contador para fazer todos os cálculos ajuda você a cumprir as suas obrigações fiscais. Conheça os tributos que são exigidos das empresas.

a. Simples Nacional

O Simples Nacional tem a competência de simplificar os recolhimentos dos tributos, pois é pago mensalmente em uma única guia chamada DAS. Ele facilita o cumprimento das obrigações previdenciárias, trabalhistas e tributárias. No entanto, é importante atender a alguns requisitos para participar desse tipo de regime, como a tipologia da atividade (CNAE) e o limite máximo anual de renda da empresa.

b. Lucro Presumido 

Nesse tipo de regime tributário, os impostos são recolhidos em guias individuais. As organizações desse tipo tributário devem declarar IRPJ e arcar com diversas obrigações. O Lucro Presumido tem os valores do IRPJ e CSLL direcionado a uma margem de Lucro Presumido. 

c. Lucro Real 

Os tributos são calculados segundo o lucro real da empresa. Os cálculos devem ser feitos com muito cuidado para não perder alguns benefícios. Em caso de ocorrer perda no período em que os cálculos forem feitos, é possível conceder a isenção do pagamento do imposto de renda. No Lucro Real já estão embutidos: PIS, COFINS, Contribuição Social e Imposto de Renda.

Natureza jurídica da empresa

A Natureza Jurídica é outro ponto fundamental que precisa ser bem definido por quem deseja abrir uma empresa. A escolha ajuda a entender qual será o valor do capital para iniciar o negócio, quais leis serão aplicadas e se é aconselhado ter sócio ou não. Conheça os principais tipos de Natureza Jurídica que existem:

a. Empresas Individuais

As Empresas Individuais surgiram especialmente para fazer a regularização de inúmeros negócios autônomos, que aconteciam sem CNPJ, e com isso não tinham segurança jurídica, e não recebiam seus benefícios, como o INSS. Elas não necessitam de sócio para serem iniciadas, mas cada uma tem regras específicas. Estas são as modalidades de Empresas Individuais:

  • Empresas individuais (EI);
  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).

b. Sociedades

Caso você deseje ter uma organização com no mínimo dois sócios, você pode optar por uma dessas tipologias:

  •  Sociedade Limitada (LTDA): é uma modalidade de empresa que trabalha como prestador de serviços de forma geral;
  •  Sociedade Simples (SS): é um tipo de empresa voltada para área artística, intelectual e científica, como os artistas plásticos, médicos e cooperativas;
  • Sociedade Anônima (SA): tem o capital dividido em ações, ou seja, as ações pertencem aos acionistas. Elas podem ser vendidas no mercado de balcão ou nas Bolsas de Valores.

Saiba como abrir uma empresa de prestação de serviço

Agora que você conheceu os principais pontos que precisam ser definidos para abertura de sua empresa, chegou o momento principal, a criação de seu CNPJ. Mas, como isso funciona? 

Contar com o apoio de um contador é essencial para que você tenha informações de tudo que precisa ser providenciado, como algumas autorizações para iniciar o processo de regularização do seu negócio. São necessárias algumas documentações pessoais, para serem levadas à Junta Comercial do Estado ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica, conforme a atividade escolhida. Veja quais documentos são essenciais:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de endereço;
  • certidão de casamento (caso exista);
  • cópia do IPTU ou registro que contenha inscrição imobiliária, ou a indicação fiscal do imóvel do local em que a empresa será posicionada;
  • contrato social da empresa (caso tenha sócio);
  • autorização da análise prévia da viabilidade de localização.

Em seguida, é gerado o Número de Identidade do Registro de Empresa (NIRE). Esse número é um código que será utilizado para requerer o CNPJ, por meio do site da Receita Federal. Logo após, conseguirá dar entrada na regularização junto ao seu município e com isso já terá sua empresa devidamente legalizada.

Percebeu como abrir uma empresa prestadora de serviço requer ações importantes para atender a todas as normas de criação? Recorrer a um escritório de contabilidade eficiente pode ajudar a realizar todos os processos de abertura, e também a gerenciar o orçamento do seu negócio de maneira correta. Ao optar por uma empresa especialista no assunto, a abertura da sua empresa poderá ser com baixo custo, de forma rápida, sem burocracia e dentro de toda legalidade. 

A Contabilivre é especialista em Abrir Micro e Pequenas Empresas de Serviço, por isso, você pode contar com os nossos especialistas para ajudá-lo!

exclusão do simples nacional

Exclusão do simples nacional: saiba como funciona

Todo ano, muitas empresas são excluídas do Simples Nacional. Isso acontece quando a empresa deixa de cumprir algum dos requisitos para se manter enquadrada no regime, incluindo limite de faturamento, atividades impeditivas, débitos, entre outros.

O resultado é a exclusão deste regime simplificado de tributação, que pode gerar uma série de complicações fiscais e contábeis para o negócio.

Muitas empresas optam por esse regime por ele unificar o recolhimento de todos os tributos em apenas uma guia de pagamento mensal (DAS), além de facilitar o cumprimento de obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias, e claro ser uma ótima solução em termos de redução da carga tributária.

Mas é preciso se encaixar nos requisitos do programa para se manter nele e não ser excluído. Quer entender mais sobre esse assunto? Continue a seguir!

Veja como funciona a exclusão do regime

Atualmente a Receita Federal possui um vasto controle eletrônico de muitas situações que ocorrem dentro das empresas que fazem parte do Simples Nacional, não somente a situação fiscal, mas os sócios que a compõem, a regularidade junto aos municípios, entre outros.

Muitas situações que fazem a empresa entrar em desacordo com as regras do Simples Nacional são detectadas pela Receita Federal e podem ser objeto de exclusão, imediata ou não.

Quando a exclusão não é imediata e é passível de regularização, a Receita Federal envia uma notificação por e-mail, descrevendo os motivos pelos quais a empresa poderá sofrer uma exclusão futura e o prazo para regularização.  

Saiba os motivos para a exclusão do Simples Nacional

Você deve estar querendo entender melhor os motivos que podem levar à exclusão da empresa do regime simplificado. Conheça algumas delas a seguir.

Limite de faturamento

Um dos principais impedimentos é quando a empresa ultrapassa o faturamento de R$4,8 milhões anuais. Esse valor é válido para empresas abertas há mais de um ano. No caso de negócios ativos há menos de um ano, o limite de ganhos é de R$400.000,00 mensais.

Atividades impeditivas

Não são todas as atividades que podem ser realizadas por empresas sob esse regime. Contudo, de tempos em tempos o governo permite a entrada de mais CNAEs, abrindo o leque de opções.

Depois do último pacote de mudanças, por exemplo, entraram no regime as empresas do ramo de bebidas alcoólicas, sociedades cooperativas, organizações religiosas de cunho social e outras. As atividades que podem provocar a exclusão do Simples Nacional podem ser conferidas no Portal do Simples Nacional.

Sócio PJ

Toda empresa que possui um sócio Pessoa Jurídica não poderá entrar ou permanecer no Simples Nacional, seja ela nova ou antiga. Caso o quadro societário do negócio mude enquanto a empresa estiver ativa no regime, ocorrerá a exclusão imediata do Simples Nacional.

Além disso, o optante pelo Simples Nacional não poderá se associar a outra Pessoa Jurídica sob o risco de exclusão imediata. Vale destacar que qualquer alteração da situação da empresa deve ser informada à Receita Federal por meio de uma alteração contratual.

Descumprimento da lei

Caso a empresa seja condenada por fraude ou descumprir a legislação brasileira sob qualquer forma, será automaticamente excluída do Simples Nacional.

Para evitar que isso aconteça, é imprescindível emitir todas as notas fiscais necessárias nas prestações de serviços ou venda de produtos. Além disso, vale cuidar para não comercializar mercadorias contrabandeadas ou irregulares.

Empresa com dívidas

Outro impeditivo são os débitos preexistentes ou adquiridos. Para se enquadrar ou se manter no Simples Nacional, a empresa não pode estar em débito com o INSS, a Receita Federal e o município sede. Caso a organização já esteja ativa quando as dívidas forem identificadas, ela será excluída do regime.

Por isso, a recomendação é procurar meios de negociar e quitar qualquer dívida existente o quanto antes. É importante mencionar que esta exclusão não é imediata. Toda vez que a Receita Federal detecta dívidas em um CNPJ, envia uma notificação por e-mail informando os valores em aberto.

Se sua empresa possui dívidas, nós podemos orientar as possíveis formas de saná-las e isso evitará problemas futuros com o fisco.

Entenda o que acontece após a exclusão da empresa

As empresas excluídas do Simples Nacional vão automaticamente para o Lucro Presumido. Essa mudança, geralmente, acontece de forma natural, sem nenhuma avaliação das possíveis vantagens trazidas pelo novo regime tributário.

Uma das maiores diferenças entre esses regimes é a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de pagamento de funcionários e sócios. Isso impacta bastante no orçamento de uma empresa que era optante do Simples Nacional e tem um número determinado de funcionários. Além disso, a burocracia aumenta bastante; há obrigações acessórias e diversas guias de impostos a serem pagas.

Descubra se é possível voltar ao regime do Simples Nacional

A exclusão não imediata realizada por conta de débitos federais ou irregularidades municipais ocorre anualmente no dia 31 de dezembro. Isso significa que a empresa inicia o ano seguinte no Lucro Presumido, com todas as obrigações e carga tributária deste regime.

Mas isso não significa que a empresa não poderá retornar ao Simples nesse mesmo ano.

A legislação do Simples Nacional informa que todas as Pessoas Jurídicas podem solicitar entrada no regime simplificado até o dia 31 de janeiro, todos os anos. Essa regra também vale para os que foram excluídos no ano anterior.

Sendo assim, todas as empresas podem estar aptas para ingressar no Simples Nacional desde que sanem suas pendências e realizem o pedido de entrada no regime até o último dia de janeiro. E uma vez aceito o pedido pela Receita Federal, essa opção é retroativa ao dia 1º de janeiro e vale para o ano inteiro.

Portanto, se sua empresa se enquadrar em qualquer situação de exclusão e você precisar de orientação, além das informações que trouxemos neste artigo, a Contabilivre pode auxiliá-lo. Fale com nossos especialistas e tenha o suporte contábil e fiscal de que sua empresa precisa, e tudo de forma simples e online.

Acesse agora o site da Contabilivre e conheça todos os serviços e soluções que oferecemos para você e sua empresa!

principais tipos de empresa

Conheça os principais tipos de empresa antes de abrir seu negócio

Pensando em abrir uma empresa? Antes de tudo, é fundamental entender os principais tipos e enquadramentos aceitos pela legislação brasileira a fim de evitar eventuais problemas com o fisco.

No texto de hoje preparamos um guia introdutório para quem quer começar sua jornada de empreendedorismo com o pé direito. Confira agora!

Quais são os tipos de empresa existentes no Brasil?

Hoje, no Brasil, existem seis principais naturezas jurídicas para empresas: elas variam não apenas no tipo societário, mas também nas exigências e normas que regem seu funcionamento. Abaixo você confere as principais informações sobre cada tipo de empresa.

MEI

Um dos portes mais buscados nos últimos anos, o MEI, ou Microempreendedor Individual, é o modelo empresarial feito sob medida para pessoas que trabalham por conta própria e precisam do CNPJ. Um dos fatores que tornam esse modelo tão atrativo é que o imposto possui um valor fixo mensal, de acordo com o segmento da empresa, visto que há isenção de tributos federais, como Imposto de Renda (IR) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), por exemplo.

O MEI, porém, possui algumas limitações. Por ser voltado justamente para microempreendedores, esse tipo de empresa prevê um limite de faturamento anual, e existem também limitações em relação à quantidade de funcionários permitidos e para os tipos de atividade exercidas.

Empresário Individual

Como o próprio nome indica, o Empresário Individual (EI) é um tipo de natureza jurídica que assume um único proprietário, sem admitir a presença de sócios. Nesse modelo, os bens pessoais do empresário não se diferenciam dos bens da empresa aberta, podendo ser usados para sanar eventuais dívidas.

Diferentemente do MEI, o EI tem muito mais flexibilidade tanto na contratação de funcionários quanto no seu faturamento.

Sociedade Empresária Limitada

A Sociedade Empresária Limitada é um dos modelos mais populares no Brasil e garante ao titular a possibilidade de incluir um ou mais sócios sem que seus bens pessoais se misturem aos da empresa. Assim, além de terem sua participação definida pelo montante investido, nenhum dos associados seria financeiramente responsabilizado em caso de complicações financeiras na empresa.

Sociedade Simples

A Sociedade Simples, constituída por duas ou mais pessoas, volta-se para atividades não empresariais de prestação de serviço que se enquadrem em natureza intelectual ou cooperativa, como médicos, dentistas, advogados etc.

Nessa modalidade, os próprios sócios exercem a atividade para qual a sociedade se dedica, e podem ingressar diretamente com a prestação de serviço, sem demandar capital em bens ou contribuição financeira.

Sociedade Anônima

Na Sociedade Anônima (S.A) os sócios, conhecidos como acionistas, têm sua responsabilidade definida pela quantidade de ações que possuem na empresa e, assim como em outras modalidades de sociedade, na Sociedade Anônima os acionistas têm o patrimônio pessoal separado do patrimônio da empresa.

Nesse modelo, inclusive, é possível ter uma empresa tanto de capital aberto quanto de capital fechado, ou seja, uma empresa que vende, ou não, suas ações na bolsa de valores.

Sociedade Limitada Unipessoal

Na SLU não há a obrigatoriedade de haver sócios no quadro da empresa, garantindo a separação entre o patrimônio do empreendedor e do negócio. A vantagem desta natureza jurídica é que o capital social mínimo exigido é de R$1 mil reais.

Quais os principais portes?

Agora que você conhece os principais tipos de empresa, é importante entender também as variações de porte reconhecidas no Brasil. O porte, como o próprio nome indica, é um termo utilizado para referenciar o tamanho do negócio com base ou no faturamento anual, ou no número de colaboradores contratados, a depender do órgão considerado na classificação.

Microempreendedor Individual: Atualmente o MEI tem um limite anual de faturamento de R$81 mil reais e pode ter somente um colaborador contratado na empresa;

Microempresa: O faturamento anual máximo para esse modelo é de R$360 mil reais e permite até 20 colaboradores;

Empresa de Pequeno Porte: Para essa modalidade o faturamento máximo é de R$4,8 milhões, podendo ter até 100 colaboradores;

Empresa de Médio Porte: O faturamento não pode passar de R$300 milhões, devendo também ser superior a R$4,8 milhões anuais. A quantidade de colaboradores permitida depende do segmento da empresa e varia de 50 a 499 colaboradores permitidos;

Empresa de Grande Porte: Para este porte, o faturamento anual bruto deve ser maior do que R$300 milhões. Caso desenvolva atividades comerciais ou de prestação de serviços, esse porte admite mais de 100 colaboradores contratados. Já se a empresa voltar para atividades industriais, o número admitido passa a ser de pelo menos 500 colaboradores.

Agora que você já sabe os principais portes e suas definições, à frente iremos detalhar os regimes tributários existentes no Brasil.

3. Quais os regimes tributários?

Os regimes tributários trazem um conjunto de normas e leis que indicam os principais tributos devidos ao Governo por uma empresa. Esse índice varia, principalmente, com a arrecadação anual do negócio e, no Brasil, são três:

Lucro Presumido: Indicado para empresas que faturam até R$78 milhões de reais por ano, variando sua alíquota de acordo com o segmento que a empresa exerce. Aqui, o cálculo do tributo é feito com base na presunção do lucro da empresa dentro de seu faturamento bruto anual.

Lucro Real: Obrigatório para alguns negócios como instituições bancárias e cooperativas de crédito, por exemplo, o Lucro Real se vale do lucro líquido da empresa como base de cálculo para o Imposto de Renda da empresa.

Simples Nacional: Com alíquotas que variam, essa opção visa simplificar o processo de pagamentos de tributo, unificando os impostos em uma única guia, e costuma ser a mais indicada para empresas com faturamento de até R$4,8 milhões de reais ao ano.

4. Qual o melhor tipo de empresa para abrir?

Agora que você já conhece os principais tipos de empresas, portes e regimes tributários do Brasil fica fácil responder: o melhor tipo de empresa depende de uma análise cuidadosa da estrutura de negócios pretendida, juntamente com esses três fatores que apresentamos hoje.

Contar com a ajuda de um profissional de contabilidade é essencial nesse momento, já que o enquadramento errado traz risco de pagamento de impostos muito mais caros e a perda de algumas vantagens que certos enquadramentos trazem para seu tipo de negócio.

Ficou interessado? Aproveite então para conferir nosso conteúdo sobre como abrir uma empresa e conheça os primeiros passos na sua jornada de empreendedorismo!

como conseguir capital de giro

Como conseguir capital de giro? Confira 5 opções

Qualquer empresa que esteja operando no mercado atual, independentemente do seu ramo ou segmento, precisa estar pronta para enfrentar as oscilações da economia e contar com reservas financeiras para superar eventuais imprevistos. Pensando nisso, entender o que é e como conseguir capital de giro pode ser muito importante.

Felizmente, existem algumas opções para isso, bem como atitudes estratégicas e ações pontuais que podem contribuir não apenas para angariar recursos, como também para a redução de despesas e até a otimização dos processos internos. Continue lendo e descubra como fazer!

O conceito de capital de giro

O capital de giro é um conceito extremamente importante para empresas e empreendimentos de qualquer porte, uma vez que pode ajudar a garantir a sobrevivência do negócio, sobretudo em momentos difíceis financeiramente. Ele está relacionado com os valores que podem ser usados para custear e manter as despesas operacionais em dia.

Na prática, trata-se do resultado da diferença entre o dinheiro disponível e o que é gasto, seja com despesas fixas ou variáveis, necessárias para produção, comercialização ou prestação de serviços. O capital de giro, portanto, é uma reserva de rápida renovação, que pode ser direcionado para suprir as demandas da gestão econômica ao longo do tempo.

Como calcular o capital de giro necessário

Como dissemos, o capital de giro pode ser imprescindível para assegurar a continuidade do funcionamento da sua empresa, especialmente na adversidade. Por isso, você deve garantir a presença desse recurso no seu orçamento e no plano de negócios, de forma que possa sobreviver mesmo em períodos de baixa ou nos quais ocorreu alguma eventualidade.

Existem estratégias distintas para o seu cálculo e isso pode variar de acordo com o segmento. No entanto, uma fórmula simples é: CGL = AC – PC. CGL é o capital de giro líquido, quanto o AC se refere ao ativo circulante, que são o caixa, investimentos, contas a receber e outros recursos. Já o PC é o passivo circulante, ou seja, custos, fornecedores, empréstimos etc.

5 opções para conseguir dinheiro para ter um capital de giro

Agora que você já está mais familiarizado com o conceito de capital de giro e viu que ele é extremamente necessário para assegurar a sobrevivência de uma empresa, capitalizando suas operações em momentos de crise ou antes do recebimento de ativos, vamos enumerar algumas opções para que você conte com tal recurso em seu negócio. Confira.

1. Faça um planejamento financeiro

O primeiro passo para conseguir dinheiro para ter um capital de giro é fazer um bom planejamento financeiro. Inclusive, se isso não faz parte do plano de negócios da sua empresa, você já está atrasado. Afinal, é uma ferramenta importante não apenas para estruturar todas as entradas e saídas, mas também para embasar suas tomadas de decisão.  

Com isso, você ganha uma visão mais ampla do negócio, assegurando caminhos mais tranquilos e ações mais acertadas, inclusive em momentos complicados. Somente dessa maneira você conseguirá juntar recursos para compor esse fundo, que poderá ser utilizado quando houver um período de baixa ou imprevistos, garantindo suas operações.

2. Elimine despesas desnecessárias

Se você precisava de uma motivação a mais para eliminar despesas desnecessárias, a elaboração de um capital de giro para o seu negócio pode ser o que faltava. Ao cortar gastos e identificar os custos que podem ser eliminados mais facilmente, você previne futuras perdas de controle e conseguirá juntar um dinheiro a mais todos os meses. 

Dentro do contexto empresarial, isso pode ser feito de diversas maneiras, como pela promoção de sustentabilidade nas ações internas, com redução de contas de energia e similares. Também é crucial apostar no uso inteligente dos recursos humanos, alocando colaboradores de acordo com seus talentos e extraindo o melhor que podem oferecer.

3. Tenha um controle de estoque eficaz

Falando em eliminar despesas desnecessárias, você não pode abrir mão de um controle de estoque eficaz. Trata-se de um setor que, dependendo do seu segmento de mercado, pode ter uma enorme interferência sobre o capital de giro da sua empresa, fazendo com que seja indispensável atingir um ponto de equilíbrio nesse sentido.

Você pode fazer isso por meio de planilhas ou, de preferência, com alguma solução em tecnologia, como softwares de gestão. Ter itens parados por muito tempo, por exemplo, pode colocar o seu negócio em uma situação difícil em relação às finanças. Por outro lado, a falta de determinados artigos pode comprometer as vendas e, consequentemente, sua lucratividade.

4. Renegocie valores com fornecedores

Você ainda está precisando de dinheiro para a criação de capital de giro para a sua empresa? Pois renegociar com fornecedores pode ser imprescindível. Por mais desafiadora que seja essa tarefa, é a única maneira de conseguir preços melhores e mais competitivos, sobretudo quando vocês já possuem um bom relacionamento.

Tenha em mente que, se você realiza todos os pagamentos em dia, a tendência é que seus parceiros comerciais façam de tudo para manter a relação. Na prática, isso pode significar mais descontos, crédito e liberdade para negociar prazos. Por isso, foque em conseguir condições que colaborem para a estabilidade financeira do seu negócio.

5. Considere a antecipação de recebíveis

Por fim, para conseguir capital de giro, você pode cogitar a antecipação de recebíveis. Essa pode ser uma opção mais recomendada quando a sua empresa estiver em uma posição complicada ou em situações difíceis, como atrasos de salários dos colaboradores ou a necessidade de pagar alguma dívida que não pode ser negociada.  

Os empréstimos tradicionais e linhas de crédito poderiam ser uma alternativa, mas eles costumam ser mais burocráticos e demorados. Com a antecipação de recebíveis, o seu credor tem um menor risco de inadimplência, o que se reflete na redução das taxas de juros e melhores condições de pagamento.

Como você pôde ver, o capital de giro é essencial para sua empresa. Nesse sentido, o auxílio de um serviço de contabilidade é crucial, uma vez que ajuda a organizar financeiramente o negócio, evita multas por problemas com o Fisco, ajuda na tomada de decisões e reduz a burocracia na hora de conseguir crédito, como na antecipação de recebíveis.

Gostou de aprender como conseguir capital de giro? Quer contar com ajuda especializada para a sua contabilidade? Então, não perca mais tempo e entre em contato conosco!

documentos para abrir uma empresa

Documentos para abrir uma empresa: entenda quais são

Sabia que o seu sonho de ter o próprio negócio se parece com o de muitas pessoas? Nos últimos anos, empreender no Brasil tem se tornado um projeto de vida cada vez mais buscado. Isso ocorreu de forma intensa nos primeiros meses de 2020.

Segundo informações do Mapa de Empresas, apresentado pelo Ministério da Economia, o número de novas empresas foi positivo em 2020. Foram criadas cerca de 686.849 empresas, somente nos primeiros quatro meses. Dentre essas, em média, 18.466.444 estão em plena atividade. Para que você possa fazer parte dessa estatística é importante saber quais os documentos para abrir uma empresa. Acompanhe que vamos orientá-lo da melhor forma!

Quais documentos são necessários?

Para que você “dê vida ao seu negócio“, é necessário passar por um período burocrático, um tanto rápido, até que a sua instituição seja criada. Abrir a própria empresa é uma excelente estratégia para ganhar independência financeira. Os documentos solicitados para dar início a essa formação são os pessoais e os expedidos pelos órgão públicos. Observe!

Documentos pessoais

Os documentos pessoais que você deve apresentar para iniciar processo de abertura da empresa, são:

  • cópia do CPF e RG;
  • cópia de certidão de casamento (se houver)
  • cópia de comprovante de endereço residencial;
  • duas últimas declarações do Imposto de Renda (caso tenha);
  • carteira do órgão regulamentador (OAB, CORE, CFM, etc.) caso a organização tenha ligação a alguma profissão ou área unida a qualquer desses órgãos.
  • cópia do IPTU ou comprovante de locação da sede da empresa.

Documentos criados por instituições

Há também, os documentos que os próprios órgão públicos expedem para formalizar o negócio e obter o número do CNPJ. Os documento essenciais são:

  • Contrato social;
  • Registro na Junta comercial;
  • Alvará de funcionamento;
  • Inscrição estadual.

Além de apresentar os devidos registros, é importante que você escolha a razão social e o nome fantasia para o seu negócio. Você também deve selecionar a atividade que a sua empresa vai oferecer ao seu público, ou seja, escolher o código CNAE correto.

Como é o processo de abertura?

Antes de dar início ao processo de abertura da sua empresa, recomendamos que tenha decidido qual segmento de mercado quer empreender, e que conheça quais os documentos, os registros e todas as formalidades que são determinantes para que o seu negócio esteja presente no mundo empresarial.

Devido à necessidade de atender a todas as normas de criação do negócio é importante realizar tudo com muito cuidado, para que todos os procedimentos aconteçam dentro dos regulamentos, e assim, as operações posteriores da empresa aconteçam sem transtornos. Veja alguns passos que devem ser seguidos para abrir a sua empresa:

  • verificar a possibilidade em atuar no local;
  • criar um nome válido; 
  • elaborar o Contrato Social;
  • fazer registro na Junta Comercial;
  • registar no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • obter o Alvará de Funcionamento;
  • adquirir a Inscrição Estadual (caso seja necessário);
  • registro na Previdência Social;
  • solicitar autorização para emitir notas fiscais.

Custo para abrir uma empresa

Essa é uma dúvida que as pessoas que pensam em empreender normalmente possuem. O custo médio para abrir uma empresa, varia entre R$ 500,00 e R$1.500,00. O que vai determinar o valor será a modalidade do empreendimento, a cidade onde será registrada, o regime tributário e o ramo da atividade. 

 Ao abrir a sua empresa por meio de um escritório de contabilidade, você fará tudo dentro das conformidades e de forma correta, e ainda irá contar com os serviços de contabilidade que são essenciais para reduzir os futuros impostos e manter sua empresa sempre regularizada junto ao fisco.

No processo de abertura estão inclusos taxas obrigatórias para que ocorra a licença de funcionamento, certificados e consultorias. O gasto citado, é para atender aos seguintes requisitos:

  • Junta Comercial (DARE) – Documentos de arrecadação de receitas estaduais;
  • Alvará de funcionamento;
  • Certificado digital;
  • Consultoria e assessoria.

Temos uma boa informação para você: Sabia que a Contabilivre realiza todo o processo de abertura de empresas de forma gratuita e sem burocracias? Fale com nossos especialistas.

Regimes tributários

Outra dúvida que muitos empreendedores têm é sobre o regime tributário, que  vai determinar a tributação que a empresa vai se enquadrar. Desta forma, é  importante que você esteja bem informado sobre cada regime tributário e quais impostos irão incidir após sua empresa estar formalizada. Vamos apresentar os principais regimes tributários e tributos a serem pagos.

Simples Nacional

O Simples Nacional é o regime tributário mais escolhido pela maioria das empresas no Brasil, devido ao mesmo  simplificar o recolhimento dos tributos, que acontece de forma unificada em uma única guia de pagamento a cada mês (DAS).

Outro motivo da opção parte da facilidade de efetivar as obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias. Porém, para que a empresa possa participar desse programa é importante atender a alguns requisitos, entre eles: o limite máximo de receita bruta anual, enquanto o porte ME (Microempresa) tem o limite de R$ 4,8 milhões, os optantes pelo MEI (Micro Empreendedor Individual) tem o limite de R$ 81 mil. Outro requisito é que a atividade (CNAE) da empresa seja permitida pelo Simples Nacional.

LP (Lucro presumido)

O Lucro Presumido tem as alíquotas de IRPJ e CSLL incidente em uma margem de Lucro Presumido. Com o intuito de que a tributação seja simplificada, a Receita Federal faz os cálculos em cima de uma margem de lucro pré-definida. Ela sofre variação de acordo com o tipo de atividade das empresas. Vale ressaltar que, para participar desse regime, a empresa deve ter, anualmente, um faturamento de até R$ 78 milhões;

Nessa modalidade tributária, os impostos são recolhidos em guias individuais. As empresas que participam dessa tipologia de regime, têm o compromisso de declarar IRPJ e assumir inúmeras obrigações, segundo exigência do Lucro Presumido. 

LR (Lucro Real)

Normalmente as empresas que optam pelo Lucro Real são as multinacionais ou as corporações. Os tributos são calculados com referência no Lucro Real. Nesse caso, os serviços contábeis devem ser realizados com muita cautela para não perder algumas vantagens.

Para esses tipos de empresa, o Lucro Real é uma ótima opção. Caso ocorra alguma perda no decorrer do período calculado, é concedida a isenção do pagamento de imposto. Já estão inseridos no Lucro Real, a Contribuição Social, o Imposto de Renda, o PIS e o COFINS.

Agora que você já sabe quais são os documentos para abrir uma empresa, é importante também, buscar um escritório de contabilidade confiável para desfrutar de todos os benefícios, como a criação e emissão de todos os documentos exigidos pelos órgãos públicos de forma correta e sem burocracia. E claro, receber as orientações fundamentais para você estar em dias com todas as suas obrigações de empreendedor e ajudar a organizar as suas finanças. Gostou do conteúdo? Então, fale com a gente! Estamos aptos a abrir a sua empresa dentro de todas as normas legais.

como calcular o custo de um funcionário

Como calcular o custo de um funcionário

Realizar a gestão de uma empresa não é nada fácil. Esse é um desafio apenas para os fortes, já que envolve muitos aspectos que não podem deixar de ser considerados quando o assunto é a construção de uma empresa de sucesso. Um deles é a importância de saber como calcular o custo de um funcionário.

O processo de contratação da equipe perfeita é iniciado bem antes da seleção dos funcionários. Ele começa na organização das finanças e na determinação dos custos envolvidos com a manutenção daquele profissional.

E então, que tal conhecer um pouco mais sobre a importância desse processo? Continue a leitura para descobrir quais são os principais gastos envolvidos com a contratação de um novo membro da equipe, além de conhecer também a importância desse passo no dia a dia da sua empresa!

Qual é a importância de saber os custos de um funcionário?

Assim como em qualquer área da nossa vida, a gestão financeira das empresas é algo imprescindível para a sua sobrevivência. Afinal, esse dinheiro será responsável por cobrir os gastos de manutenção do seu negócio e também por fazê-lo crescer, a partir de investimentos.

A contratação de um colaborador é sempre um investimento. Por isso, é fundamental que essa decisão seja tomada de maneira consciente, com a consideração do orçamento planejado.

Quanto custa um funcionário para uma empresa?

Sabemos que os colaboradores de uma empresa são fundamentais para a sua construção, participando no dia a dia dos negócios e doando o seu tempo e qualificação em busca dos resultados esperados e, claro, do reconhecimento do negócio e/ou marca.

Sendo assim, responder à pergunta do título é algo um pouco complicado. Afinal, estamos falando sobre um conceito subjetivo. Devemos, também, salientar que há uma grande diferença entre os termos “custo” e “valor”. O primeiro, normalmente, se refere à um gasto. O segundo nos fala sobre investimentos.

  • Algumas das características que fazem um colaborador ser um investimento para a empresa são:
  •  qualificação (cursos feitos por ele, experiência anterior, boas referências, entre outros);
  • exclusividade (o fato do profissional ser essencial para a realização daquele serviço);
  • competências (alguns profissionais são extremamente preparados, dominando soft e hard skills como ninguém).

Entre outros!

Por isso, é fundamental que os colaboradores sejam valorizados em suas remunerações, na oferta de benefícios e também no tratamento oferecido a cada um deles. Não se esqueça de que eles, assim como você, batalharam muito para chegar onde chegaram!

Como calcular o custo de um funcionário?

Quais são os valores atrelados à contratação de um profissional? Eles vão bem além da remuneração mensal! Continue a leitura e descubra quais são alguns dos principais.

Férias

As férias, oferecidas normalmente uma vez por ano, geram encargos de cerca de 11% para a empresa. Elas são um direito garantido aos trabalhadores de qualquer área, desde que atuem no regime CLT.

13º salário

Ainda falando sobre o CLT, o funcionário tem direito ao 13º salário, normalmente pago ao final de cada ano vigente. O valor pago é de uma remuneração extra. Os encargos, nesse caso, são de cerca de 8%.

FGTS

Com encargos de 8%, o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é outro direito garantido aos trabalhadores do regime CLT.

Multa para rescisão

Além do FGTS, o empresário precisa arcar com multas de rescisão, caso o funcionário se desligue da empresa. Os cálculos para esses valores envolvem uma série de detalhes, já que é preciso levar em consideração o tempo de serviço, a remuneração e os outros direitos adquiridos pelo profissional.

Treinamentos

Uma das principais características das empresas de sucesso é a sua preocupação com a qualificação e atualização dos membros da sua equipe. Sendo assim, é de suma importância que o gestor invista em treinamentos frequentes, que também devem fazer parte dos cálculos de custo.

Benefícios ofertados

Além disso, é importante também levar em consideração o cálculo dos benefícios, como vale transporte, vale refeição, planos de saúde e muitos outros. Lembrando que a oferta desses serviços é uma importante ferramenta para a retenção de talentos, engajamento da equipe e, consequentemente, a redução dos custos com funcionários.

Folgas

As folgas são outro direito dos trabalhadores. No caso de funcionários que trabalham no dia de folga, há um cálculo específico de adicional além do valor que ele normalmente recebe por hora trabalhada.

Esses são apenas alguns exemplos de cálculos que devem ser feitos. Todos são bem complexos e com muitas variantes.

Como fazer a gestão de folha de pagamento tendo funcionários?

Com tantas informações, fica o questionamento: afinal, como fazer uma boa gestão da folha de pagamento? Essa é, novamente, uma pergunta que pode ter muitas respostas diferentes.

No entanto, a mais prática e realista de todas é: conte com ajuda especializada. Estamos falando sobre um processo muito complexo e que envolve o conhecimento sobre muitas áreas, algo que induz ao erro aqueles que não têm muita experiência no assunto.

E qual é o problema de errar nessas questões? A ineficiência do cálculo pode gerar sérios problemas para a empresa com a Justiça do Trabalho, além de prejudicar as finanças e o funcionamento dos processos internos do empreendimento.

Por isso, é sempre melhor prevenir do que remediar! Que tal contar com a ajuda na Contabilivre? Somos uma empresa altamente especializada no assunto, além de tratar da contabilidade de maneira digital, aliando a tecnologia à tradição nesses processos.

Alguns dos nossos diferenciais são:

  • atendimento personalizado e humanizado, com pessoas de verdade (não somos robôs!);
  • atendemos cidades de várias regiões do Brasil;
  • suporte completamente online;
  •  segurança e privacidade;
  •  redução dos custos da sua empresa com a contabilidade;
  • gama variada de serviços, todos com o objetivo de atendê-lo da melhor forma possível.

Como podemos observar, saber como calcular o custo de um funcionário é algo imprescindível para os negócios. Além de evitar problemas com a gestão, esse processo também otimiza a valorização do profissional. É, portanto, essencial para todos os que estão envolvidos na empresa!

Está pronto para levar essa teoria para a prática na sua empresa? Então, conheça melhor os serviços da Contabilivre e comece a trabalhar com a gente! Assim, a sua rotina será descomplicada e os resultados obtidos nos seus negócios se tornarão muito mais satisfatórios.

como abrir uma empresa

Como abrir uma empresa: guia para se tornar um empreendedor

Quer saber como abrir uma empresa no Brasil? Saiba que esse processo não é simples e costuma envolver muita burocracia, principalmente para quem não é familiarizado com a área.

Porém, com o suporte de profissionais experientes, você pode torná-lo menos complexo e ainda tomar as melhores decisões para o seu negócio. Com isso, é possível evitar prejuízos financeiros e problemas com o fisco.

Por esse motivo, preparamos este artigo para fornecer um guia completo sobre o processo de abertura de uma empresa. Após a leitura, você entenderá como ser um empreendedor. Vamos lá?

Quanto custa abrir uma empresa?

O custo médio de abertura de uma empresa no Brasil pode variar entre R$500 e R$1,5 mil. Alguns aspectos que influenciam nesse valor são:

  • localização, já que os órgãos de cada local têm tabelas de valores próprias;
  • complexidade da empresa, que define quais são os tributos que devem ser pagos, o porte e a atividade que será exercida;
  •  valor cobrado pelo contador, que é essencial para que o processo seja realizado de maneira adequada.

Além disso, existem outros custos para que o negócio inicie as suas atividades como:

  • aluguel;
  • contas de luz, água, internet e telefone;
  • folha de pagamentos;
  • tributos.

Agora que você já sabe quais são os principais gastos para abrir a sua empresa, abaixo iremos abordar todos os passos fundamentais para iniciar o processo, e um dos primeiros é ter conhecimento sobre a documentação necessária para abertura de seu negócio.

Quais são os documentos necessários para abrir uma empresa?

A abertura de uma empresa no Brasil ainda é um processo burocrático. Por isso, é importante entender quais são os documentos necessários para que seja realizado com sucesso. Abaixo, apresentamos os principais:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de endereço residencial e da sede da empresa;
  • última declaração do imposto de renda;
  • carteira do órgão regulamentador (como por exemplo: CREA, CRA, OAB, entre outros);
  • certidão de casamento, se houver;
  • nome fantasia da empresa;
  •  IPTU ou outro documento que comprove a inscrição imobiliária do imóvel em que a empresa será instalada;
  • atividades da empresa.

Cabe destacar que se existirem sócios, todos devem enviar os documentos pessoais para o processo de abertura da companhia.

Juntado toda a documentação necessária, o seguinte passo é definir qual será o porte para que o seu negócio se enquadre na categoria correta. No tópico a seguir, apresentamos os principais.

Quais são os portes das empresas?

Se você tem dúvidas em relação ao porte das empresas, saiba que ele é definido a partir de algumas informações como a movimentação financeira ou a capacidade produtiva do negócio. A seguir, apresentamos as principais características de cada um para que você entenda melhor sobre o assunto. Acompanhe!

Microempreendedor Individual (MEI)

Esse é o menor porte de empresa que existe no Brasil e, atualmente, o MEI pode ter um faturamento anual de até R$81mil e somente 1 empreendedor. Porém, mesmo que as receitas do seu negócio estejam dentro desse limite, é importante saber se as atividades desenvolvidas se enquadram nas ocupações permitidas, ok?

Microempresa (ME) 

As microempresas podem ter um faturamento anual de até R$360 mil e até 20 colaboradores. Esse tipo de empresa pode aderir ao regime de tributação do Simples Nacional. Além disso, podem ter acesso a linhas de crédito com custos menores e prazos maiores.

Empresa de Pequeno Porte (EPP) 

As EPPs podem ter um faturamento de até R$4,8 milhões por ano e até 100 colaboradores. Assim como as MEs, as empresas de pequeno porte podem aderir ao Simples Nacional. Porém, conforme o faturamento do negócio aumenta, pode ser que o melhor regime de tributação não seja esse. Por isso, é importante ter o auxílio de um contador de confiança para escolher as melhores opções para a sua empresa, certo?

Empresa de Médio Porte 

As empresas desse porte podem ter um faturamento bruto anual entre R$4,8 milhões e R$300 milhões. Já em relação à capacidade produtiva, podem ter:

  • entre 50 e 99 funcionários, se desenvolverem atividades comerciais ou de prestação de serviços;
  • entre 100 e 499 funcionários, se desenvolverem atividades industriais.

Empresa de Grande Porte 

As empresas de grande porte podem ter um faturamento bruto anual maior que R$300 milhões. Já em relação à capacidade produtiva, podem ter:

  •  acima de 100 colaboradores, se desenvolverem atividades comerciais ou de prestação de serviços;
  • acima de 500 colaboradores, se desenvolverem atividades industriais.

Portanto, é importante que você avalie os dados em relação ao faturamento do seu negócio e à quantidade de pessoas ocupadas para saber qual é o porte que a sua empresa deve se enquadrar. Além disso, é essencial definir a natureza jurídica do seu negócio e para entendermos cada natureza jurídica, como funcionam e seus benefícios, explicamos abaixo. 

O que é natureza jurídica e quais são as principais?

A natureza jurídica de uma empresa se refere ao seu regime jurídico, ou seja, representa os deveres, regras e exigências que os sócios devem cumprir. A seguir, apresentamos as principais. Acompanhe!

Empresário Individual

Nesse tipo de natureza jurídica, o empreendedor atua sozinho, não precisando ter sócios. O empresário não pode separar o patrimônio empresarial do pessoal e além disso, o capital exigido é de R$1.000 reais.

EIRELI 

Na Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), o patrimônio do dono é separado do empresarial e não há exigência de sócios. Além disso, o capital social necessário deve ser equivalente a 100 salários mínimos vigentes. Cabe destacar que essa natureza jurídica foi extinta, de acordo com a Lei 14.195, de 26 de agosto de 2021.

Sociedade Simples Limitada 

Esse tipo de natureza jurídica não tem uma finalidade mercantil. Em geral, é formada por dois ou mais profissionais que atuam no mesmo ramo de maneira coletiva como advogados, médicos, contadores, etc.

Agora que você já sabe o que é natureza jurídica e qual deve ser adotada, é importante escolher a atividade econômica e o regime tributário do seu negócio. Nos tópicos abaixo, faremos uma abordagem sobre o assunto.

Como escolher a atividade da sua empresa?

Você já tem em mente o que irá desempenhar na empresa, mas não sabe qual atividade é a correta para o seu negócio? Saiba que a atividade de sua organização é chamada CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que é um código formado por sete dígitos e a escolha correta do mesmo, determina quais são as obrigações tributárias e acessórias das empresas, assim como os benefícios fiscais que podem ter direito. Ressaltamos que uma empresa pode ter mais de uma CNAE, um sendo o principal da empresa e os demais como secundários, desde que todos tenham correlação. Devido à sua importância, você deve contar com o auxílio de um contador para fazer a escolha correta e evitar prejuízos para o seu negócio.

A seguir, explicamos como você pode escolher o regime tributário ideal para o seu empreendimento. 

O que é regime tributário e como escolher o ideal na hora de abrir a empresa?

O regime de tributação se refere à legislação que define a cobrança de impostos por CNPJ. A sua definição varia de acordo com o faturamento da empresa, o seu porte, o tipo de atividade exercida, além de outros aspectos relevantes. Os principais tipos são:

  • Lucro Presumido: é indicado para empresas com faturamento anual de até R$78 milhões. Além disso, também é recomendado para aquelas que têm um lucro elevado e que não devem ser enquadradas, obrigatoriamente, no regime de Lucro Real;
  • Lucro Real: é obrigatório para alguns tipos de negócios como empresas de arrendamento mercantil e cooperativas de crédito. É um regime que tem uma complexidade maior que o anterior e é indicado para empresas com margem de lucro de até 32%;
  • Simples Nacional: é indicado para microempresas e empresas de pequeno porte que têm uma receita bruta de até R$4,8 milhões por ano.

Em relação à escolha do regime tributário ideal para o seu negócio, não existe uma fórmula certa, pois a mesma empresa pode mudar o modelo utilizado de um ano para outro. Por isso, é importante contar com o suporte de um contador especializado para garantir a escolha mais adequada, ok? A seguir, falamos brevemente sobre esse assunto.

Por que contratar um contador de confiança? 

O suporte de um profissional da área é essencial para que a sua empresa evite problemas com o fisco e atue de maneira regular. Para isso, você pode contar com os serviços da Contabilivre, uma plataforma inteligente, em que os profissionais de contabilidade trabalham com total compromisso, responsabilidade e transparência focados em resolver os problemas do seu negócio.

Entender como abrir uma empresa no Brasil é essencial para quem pretende empreender. Isso porque o processo é burocrático e envolve uma série de documentos e conceitos que nem sempre são fáceis de compreender. Por isso, é essencial contar com o auxílio de profissionais especializados para garantir que tudo seja feito de maneira adequada. 

E aí, gostou deste artigo? Entendeu a importância de contar com o auxílio de um contador para abrir o seu negócio? Então, entre contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo nesse processo. Até a próxima!

desenho de duas pessoas colocando relógios dentro de um cofrinho em formato de porco, uma está apoiada no relógio do lado esquerdo e ao lado direito do cofrinho está outra pessoa, esta em cima de uma escada colocando o relógio dentro do porquinho, mais a direita há um espaço em azul e está escrito: "reserva financeira para empresas? saiba como fazer a sua!"

O que é reserva financeira para empresas? Saiba como fazer a sua!

Se você é empresário, existem grandes chances de  já ter se deparado com algum imprevisto e precisou deslocar uma quantia de dinheiro, que não estava destinada para cobrir esse custo, certo? Isso é muito comum e ter uma reserva financeira para empresa pode te ajudar a não passar por esse tipo de situação.

Imprevistos, emergências e até oportunidades não são previsíveis, mas é possível pensar de maneira estratégica, realizar um planejamento financeiro e assim estar preparado financeiramente para cada uma das situações apresentadas.

Para te ajudar a entender o que é uma reserva financeira para empresas, quais tipos existem e como ela pode ajudar o seu negócio, nós preparamos este conteúdo exclusivo. Confira!

O que é uma reserva financeira para empresas?

Reserva financeira para empresas é quando uma quantia de dinheiro é guardada para um determinado objetivo, este pode ser para situações de oportunidade, urgência ou emergência.

A reserva financeira se difere do caixa do negócio, pois ela é, como o próprio nome já diz, uma reserva de um valor específico por um determinado tempo, enquanto o caixa do negócio é referente aos valores de entrada e saída da empresa, também chamado de fluxo de caixa. Caso você queira saber mais sobre o que é fluxo de caixa operacional, nós temos um artigo sobre. Confira!

Ela também não é o mesmo que o capital de giro, este pode ser entendido como todos os recursos financeiros que a empresa possui para arcar com os custos operacionais, em outras palavras, para se sustentar. 

A reserva financeira tem outra definição, ela é um dinheiro guardado que tem a finalidade de ajudar a conquistar objetivos ou trazer segurança para situações financeiras emergenciais. 

O principal objetivo dela é a tranquilidade financeira, pois ela é um montante guardado pelo empreendedor para momentos de estabilidade, oportunidade e principalmente de crise. 

Por que fazer uma reserva financeira empresarial?

Criar uma reserva financeira empresarial é importante, principalmente, para se prevenir de imprevistos. Mas ela não se restringe apenas a isso. 

Até mesmo quando o negócio estiver prosperando economicamente, é interessante ter um planejamento financeiro para estar preparado para as possíveis mudanças do mercado. 

Por isso, recomendamos que o empreendedor guarde, ou reserve, uma quantidade viável de dinheiro para quando houver situações financeiras inesperadas. Assim, ele pode utilizar o dinheiro da reserva e não vai precisar se preocupar em alocar um valor para cobrir gastos inesperados.


Por exemplo, caso aconteça a perda de clientes ou manutenções do local haverá a reserva financeira de emergência para cobrir esses gastos. Ou também pode ser outro caso, como o de financiar oportunidades para o crescimento do negócio.

Além disso, caso o seu negócio seja sazonal, ou seja, tenha um pico de vendas em determinada época do ano e em outras passa em baixa, é mais importante ainda pensar em  desenvolver uma reserva financeira empresarial. 

Pois com ela o negócio terá tranquilidade financeira em meses do ano em que não há o lucro esperado. Podemos entender com isso que uma reserva financeira não é feita apenas para situações inesperadas, ela pode ser explorada com outras finalidades.

Quais são os tipos de reserva financeira?

Há três tipos principais de reserva: a de oportunidades, a de urgência e a de emergência, esta última mais conhecida e explorada pelos empreendedores. 

A diferença entre cada uma delas é o objetivo final. Enquanto a de oportunidade é para momentos em que o negócio estiver prosperando financeiramente, a de urgência é para situações extremamente delicadas. Além disso, há a reserva de emergência, que é para situações emergenciais. 

O que não pode acontecer é a confusão entre cada uma delas, ou seja, caso você for montar uma para cada objetivo é importante que os valores fiquem muito bem separados para que você utilize cada uma delas para os momentos planejados.

Montar uma reserva financeira de emergência para empresas pode parecer algo muito distante da realidade, mas com um passo a passo fica mais fácil visualizar como é viável fazer isso. Para te auxiliar nessa tarefa, segue estas dicas abaixo.

Como montar uma reserva financeira de emergência?

Uma reserva financeira pode ser criada a partir de uma parte do lucro do negócio ou de economias estratégicas como, por exemplo, corte de gastos e diminuição de despesas. 

Com isso em mente, podemos começar a fazer um planejamento financeiro para montar uma reserva financeira de emergência para a empresa. Segue abaixo os passos para criação de uma reserva financeira. 

Controle de contas

Nesse momento, o empreendedor precisa reavaliar todos os gastos do negócio e identificar quais podem ser eliminados ou,  pelo menos, diminuídos, isto vale para as despesas também.

Para realizar esse controle financeiro empresarial, é possível organizar os valores em planilhas ou até mesmo contratar serviços que te auxiliam com as demandas financeiras do teu negócio. 


Planejamento financeiro

Em seguida, após toda a organização dos valores da empresa, o que vai permitir a visualização de onde será possível conseguir o dinheiro, é o momento de fazer o planejamento financeiro.

De forma resumida, ele é uma forma de garantir a saúde do caixa e o cumprimento das metas financeiras de curto, médio e longo prazo

Assim, o planejamento pode ser entendido como uma lista de metas que precisam ser alcançadas para chegar no objetivo, a reserva. 

Definição de metas

Definir metas é importante para que o empreendedor consiga estabelecer quais ações tomar e, caso elas não apresentem resultados, mudá-las. Isso evita que o empresário fique “andando em círculos”, sem saber quais ações estão gerando resultados ou não. 


Um ponto importante sobre a definição de metas é que elas precisam estar de acordo com a realidade da empresa, ou seja, precisam ser exequíveis, possíveis de serem aplicadas. 

Então, é preciso estabelecer metas financeiras que estão de acordo com a realidade econômica do negócio. 

Isso porque se elas não apresentarem essa característica você corre o risco de implementar metas financeiras que não são possíveis e com isso se frustrar. 


Investimento

Após organizar e planejar as finanças, definir as metas é o momento de saber onde guardar esse dinheiro para começar a reserva financeira. 

Com um investimento bem escolhido, o empreendedor consegue separar o dinheiro e ganhar um retorno maior que o da poupança. 

É importante que o investimento escolhido para montar a reserva financeira de emergência seja de liquidez diária, em outras palavras, que seja possível sacá-lo a qualquer momento, já que o principal objetivo é cobrir despesas inesperadas e situações emergenciais.

Assim, o empresário precisa ter o acesso a reserva de forma facilitada, de nada adianta criar uma reserva financeira em um investimento que é possível sacar a quantia em dias ou semanas, é preciso ter a possibilidade de retirar o dinheiro quando for necessário. 

mesa branca com várias moedas empilhadas formando montes pequenos da direita para a esquerda até chegar em um pote transparente cheio de moedas, a fotografia simula o guardar dinheiro, que pode ser entendido como uma reserva financeira para empresas
Caso você queira saber mais sobre como investir sendo pessoa jurídica,
nós temos um artigo sobre!

Em resumo…


Podemos entender que existem vários tipos de reserva financeira e que elas possuem um objetivo final de acordo com as necessidades da empresa, podendo ser elas, situações de oportunidade, emergência e até urgência.

Para montar uma reserva financeira para uma empresa é muito simples, basta analisar os valores do negócio, identificar onde é possível explorar cortes e, por fim, investir de forma estratégica para conseguir sacar o dinheiro guardado quando for necessário.

A principal vantagem de uma reserva de emergência é a tranquilidade financeira, por mais que imprevistos apareçam, eles vão ser resolvidos sem muitos problemas. Gostou do nosso artigo? Acompanhe o nosso blog caso goste de dicas sobre empreendedorismo, tecnologia, contabilidade e finanças.



na imagem do lado esquerdo há moedas douradas, prateadas e cor de bronze com um cifrão em formato de B, analogia as moedas digitais, do lado direito há um espaço em azul escrito "Moedas digitais: o que são? Surgimento, tipos de criptomoedas e investimento"

Moedas digitais: o que são? Surgimento, tipos de criptomoedas e investimento

Moedas digitais, também conhecidas como criptomoedas ou moedas virtuais, são conceituadas como dinheiro não tangível, mas cambiável. Bitcoin, Litecoin e Ethereum são alguns exemplos das moedas digitais que conquistam cada vez mais espaço dentro do mercado e, consequentemente, estão cada vez mais presentes no horizonte de investimentos dos empreendedores

Mas, devido ao recente aparecimento delas no mercado, muitas dúvidas ainda surgem a respeito do que são moedas digitais, como surgiram, quais os tipos que existem e se é recomendável investir nelas

Para sanar suas dúvidas e te orientar sobre o mercado das criptomoedas, nós, da Contabilivre, preparamos esse conteúdo exclusivo sobre esses criptoativos. Confira!

O que são moedas digitais?

Moedas digitais, também conhecidas como criptomoedas ou moedas virtuais, são ativos financeiros que se assemelham às moedas físicas. Mas, enquanto o real, o dólar, entre outras moedas são controladas por um órgão ou governo, as moedas virtuais, em sua maioria, não possuem um órgão regulador. 

Apesar disso, as moedas digitais têm algumas finalidades parecidas com as moedas físicas, um exemplo é o conceito de meio de pagamento. Em outras palavras, as moedas virtuais podem servir tanto para contratação de serviço quanto para a compra de produtos. 

Portanto, assim como é possível comprar euros, dólares e até o ouro, é possível comprar as criptomoedas. Mas é importante ressaltar que elas possuem muitas diferenças em relação às moedas físicas e, essas características, estão relacionadas ao surgimento delas.

Como surgiram as criptomoedas? 

O surgimento das criptomoedas aconteceu por volta do final da década de 80. O programador David Chaum, nascido nos Estados Unidos, desenvolveu a primeira espécie de dinheiro eletrônico com caráter criptográfico que, anos depois, serviria como uma das bases de conhecimento para orientar o surgimento da, então, famosa Bitcoin.  

Assim, a primeira criptomoeda descentralizada, a Bitcoin, surgiu em 2009 e é a moeda digital que, atualmente, mais movimenta o mercado. Por trás da criação deste criptoativo está o nome, ou apenas pseudônimo, Satoshi Nakamoto. 

Pensadas para atuarem totalmente no meio digital, as moedas virtuais funcionam com a tecnologia de criptografia. Em outras palavras, elas são criptoativos, ou seja, todos os tipos de representação digital de valor que são transacionados eletronicamente e protegidos pela tecnologia de criptografia

Assim, podemos entender que elas são cambiáveis, ou seja, passíveis de venda e compra e, ainda, não tangíveis, ou, melhor dizendo, elas não existem fisicamente. Por fim, além dessas características mais amplas, as moedas apresentam outras particularidades. 

Os tipos de moedas virtuais e suas principais características

Existem vários tipos de criptomoedas e, estas, com diferentes características. Mas nos limitaremos a algumas das mais conhecidas no mercado financeiro: a  Bitcoin, a Litecoin e a Ethereum.

  • A Bitcoin é, como já comentado, reconhecida como a primeira criptomoeda descentralizada. Com essa característica, a Bitcoin é negociada por meio da tecnologia de  blockchain que, de forma resumida e simplificada, é um sistema que permite a transferência de moedas digitais com o modelo peer-to-peer (ponto-a-ponto). 

Em outras palavras, você negocia diretamente com outros detentores do ativo e não precisa de uma instituição intermediária, como, por exemplo, os bancos, para realizar as transações. Além disso, a Bitcoin, ou BTC, foi criada com uma oferta finita, ou seja, há um limite máximo fixo de bitcoins existentes (21 milhões). 

  • A Ethereum é uma criptomoeda e um pouco além disso. Isso porque ela é, também, uma plataforma que, entre outras funções, realiza as transações da ether (ou Ethereum), a moeda virtual. 

Criada pelo programador Vitalik Buterin em 2013, ela utiliza, também, o modelo peer-to-peer e a tecnologia blockchain. Porém, não foi projetada com a ideia de oferta finita, como foi a Bitcoin. Assim, com a Ethereum não há limitação na quantidade da moeda.

  • Por fim, a Litecoin é entendida como uma altcoin, ou seja, ela é uma criptomoeda que surgiu como alternativa à BTC. Assim, altcoins são moedas virtuais “inspiradas” na Bitcoin e, também, possuem como objetivo aprimorar os recursos oferecidos pela BTC. Porém, hoje em dia, no mercado, a Litecoin é muitas vezes chamada de prata das criptomoedas, enquanto isso, referem-se a BTC como o “ouro”  das moedas virtuais. Por fim, Litecoin tem uma quantidade limite de 84 milhões.

Compensa investir em criptomoedas?

Para compreender melhor o investimento em moedas virtuais, é necessário entender outro ponto sobre elas. As criptomoedas são entendidas como ativos multiplicadores de valor. 

Isso significa que, com o tempo, a valorização delas pode aumentar e, por meio da oferta e compra desses ativos, você pode vendê-las, aumentando o seu patrimônio. Assim, é possível investir em moedas digitais, mas é importante ter conhecimento das possibilidades e riscos que esse tipo de aplicação pode apresentar. 

Quando falamos sobre investimento, independente do ativo, é necessário ter em mente algumas questões como: planejamento, objetivos, estratégia e, principalmente, o perfil do investidor. 

Agora, a Bitcoin, e demais moedas, possuem uma característica importante quando falamos sobre investir nesses criptoativos: a alta volatilidade. Isso significa que, nos últimos anos, as moedas virtuais tiveram oscilações significativas em seus preços. 

Criptomoedas, oscilações e perfil de investidor 

Um exemplo é a própria BTC. Em abril de 2021, o ativo Bitcoin superou o valor de R$ 360 mil, sendo que, há um ano atrás, o preço era de R$ 42 mil. Mas não suponha que as moedas digitais apenas valorizam, muito pelo contrário, o preço delas pode cair também. 

Isso depende muito da lei de oferta e procura das criptomoedas. Como o mercado funciona 24 horas, as oscilações variam de acordo com a movimentação dos ativos nas transações, causando, assim, alta volatilidade. 

Por conta disso, antes de investir nas moedas virtuais, é necessário compreender o seu perfil de investidor. 

Para exemplificar e resumir, se o perfil for conservador, ou seja, ele prioriza o investimento conservado – aquele que há a priorização da preservação do capital e apresenta baixa tolerância ao risco -, não é aconselhável que esse perfil opte pelas moedas. Isso porque elas podem, em algum momento, proporcionar perdas.

Agora, se o perfil do investidor for arrojado, o objetivo maior desse tipo de investimento é a rentabilidade. Assim, é mais recomendável o investimento em criptomoedas, uma vez que esse retrato também se apresenta disposto a assumir riscos no momento de aplicar o seu dinheiro.

Em resumo…

O mundo está ficando cada vez mais digital e, o mercado está, também, inserindo cada vez mais a tecnologia em seu funcionamento. A Bolsa de Valores funciona em ambiente totalmente digital e as criptomoedas já são utilizadas como um meio de pagamento. 

Assim, parece que o rumo do mercado, futuramente, é uma digitalização cada vez maior. Por conta disso, é interessante pensar em comprar moedas digitais e, assim, investir nelas. Desde que o investimento, antes, seja pensado com objetivos e, principalmente, planejamento. 

Por isso, é aconselhável que, antes de aplicar capital nas criptomoedas, você planeje seus investimentos, se prevenindo de imprevistos (criando uma reserva de emergência, por exemplo), conhecendo o seu perfil de investidor e, também, adquirindo conhecimento sobre os ativos, ou criptoativos, que deseja aplicar o seu dinheiro.

Nosso blog aborda diversos assuntos como contabilidade, empreendedorismo e tecnologia. Se você gostou desse conteúdo, continue nos acompanhando para mais informações sobre esses temas. 

Imagem com uma computador no canto esquerdo mostrando a alta e queda das ações da Bolsa de Valores e no canto direito uma parte em azul claro escrito: Bolsa de Valores: como funciona e como investir?

Bolsa de Valores: como funciona e como investir?

A maioria das pessoas ainda encara a Bolsa de Valores como algo muito distante e caro. Mas, será que é mesmo? Cada dia que passa, ela se populariza mais, seja porque um conhecido começou a investir ou porque apareceu nos jornais uma notícia sobre a queda ou alta das ações. Afinal, o que é a Bolsa de Valores, como funciona e como investir?

Pensando nisso, preparamos um conteúdo para você tirar todas as suas dúvidas e começar a investir, acompanhe!

O que é a Bolsa de Valores?

A Bolsa de Valores é um  ambiente de negociações para quem pretende vender e quem pretende comprar títulos e ações, ou seja, ela é uma espécie de ponto de encontro seguro no qual os investidores podem negociar títulos e ações de empresas com capitais públicos, mistos e privados.

O objetivo principal da Bolsa, além de realizar as transações de ações e títulos, é proporcionar um ambiente seguro e prático para que as negociações dos acionistas aconteçam de forma eficiente e rápida. Além disso, tem um papel fundamental no momento em que uma empresa decide abrir seu capital, ao gerir as vendas e compras de ações.

Como ela funciona? 

Antigamente, a Bolsa de Valores funcionava dentro de escritórios barulhentos e cheios de funcionários que atendiam e faziam ligações apressadas. Essa visão encontrada em filmes que mostram como era a Bolsa de Nova York, em Wall Street, na década de 20, por exemplo, não existe mais na prática.

Agora, a Bolsa funciona em ambiente totalmente digital, de forma ainda mais rápida e também calma. 

Além disso, em um primeiro momento, é preciso entender que o funcionamento da Bolsa de Valores se divide entre dois tipos de processos, ou “ambientes”, aquele que é do Mercado Primário e outro que é do Secundário

O Mercado Primário é quando uma empresa disponibiliza pela primeira vez suas ações  para venda. Ela realiza, então, a captação de seus recursos para fazer a sua Oferta Pública Inicial (sigla em inglês: IPO) dentro da Bolsa. É nesse momento que os compradores investem de forma mais direta na empresa, comprando “partes” (ações) maiores da mesma.

O Mercado Secundário, porém, é quando a compra acontece de forma meio “indireta”. No momento que não há mais ações para serem compradas diretamente com a companhia, resta, então, tentar negociar com os acionistas. A negociação é feita entre os investidores nesse momento. 

Assim, após ocorrer a venda ou compra, em qualquer um dos mercados (primário: diretamente com a empresa, secundário: diretamente com os acionistas), essa aplicação de investimento é documentada, e os papéis ficam sob tutela da Bolsa. 

O que posso fazer sendo acionista?

Bom, isso depende do tipo de ação que você pretende comprar. As ações chamadas de Ações Ordinárias dão ao investidor o direito ao voto e participações nas operações da empresa. Agora, se você tem um tipo de ação chamada Preferencial, terá o recebimento dos dividendos e juros pagos pela companhia. 

Contudo, o que mais motiva as pessoas a investirem na Bolsa de Valores é comprar ações apenas para vender depois. Parece um pouco contraditório, mas não é. O maior objetivo dos investidores dentro da Bolsa de Valores é conseguir lucrar com suas ações

Eles compram para, depois, venderem por um preço maior do que pagaram. Isso só é possível por conta da queda e da alta das ações do mercado.

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Índices da Bolsa de Valores

Para visualizar melhor como funciona a queda ou a alta das ações, é preciso conhecer os índices da Bolsa de Valores. Eles que vão indicar se as ações estão caindo ou não. 

A Bolsa brasileira, chamada de B3 (antiga Bovespa), possui um índice principal que indica a movimentação das ações, chamado Ibovespa. Ele é uma espécie de “termômetro” das principais ações da Bolsa de Valores brasileira.

Quando você ouve que a Bolsa caiu X%, na verdade está ouvindo que o Ibovespa caiu X%. Por ser o índice de referência da B3, e ser composto pelas ações mais negociadas, ele indica as oscilações. 

Em resumo, se as ações mais negociadas estão caindo (Ibovespa),  a tendência é que as outras caiam também (Bolsa de Valores), se estiverem subindo, seguem a mesma lógica. 

Aliás, esse movimento da Bolsa é determinado por fatores internos do mercado, e das empresas e, também, muitas vezes, por fatores externos como a geopolítica do país, a economia mundial e as notícias a respeito das grandes companhias.  

É por isso, por exemplo, que em março de 2020 aconteceram diversas pautas nas negociações da Bolsa, em todo o mundo. Até porque, nesse momento, acontecia o começo da pandemia da covid-19 e, assim, as mudanças e os acontecimentos, como a queda do preço do petróleo e o isolamento social, influenciaram nas oscilações das ações.  

Como investir? 

Primeiro, você precisa conhecer mais a fundo alguns pontos da Bolsa de Valores como: os horários das negociações, saber quanto investir, conhecer as vantagens e desvantagens de investir na Bolsa de Valores. 

Além dos pontos mencionados, é preciso estudos profundos de mercado, os quais   você pode adquirir com muita cautela e tempo. Até porque é necessário um olhar crítico e aguçado sobre o mercado financeiro para saber quando vender e quando comprar

Investir na Bolsa requer prática e tempo. A maior ilusão dos investidores que acabaram de começar é a pressa para ficar muito rico sem estudos de mercado e prática nas vendas e compras de ações.

A Bolsa de Valores trabalha com renda variável, então, a alegria de hoje pode ser a tristeza de amanhã, as mudanças estão sempre acontecendo. 

Horários de negociações: Pregão Regular

Se você é novo no mercado acionário, não deve conhecer o Pregão Regular. Esse é o nome do horário de funcionamento das negociações de ações dentro da Bolsa de Valores.

No caso da B3, o Pregão Regular começa às 10h da manhã e vai até às 17h da tarde, no horário de Brasília. Esse tempo é das negociações em si, sem contar os momentos de pré-abertura e o after market. 

  1. Leilão de Pré- abertura (9h45-10h): as ofertas podem começar, não podem ser canceladas, porém as transações não são concretizadas. 
  2. Negociações (10h-17h): ao coletar as ofertas feitas 15min antes da abertura, a Bolsa de Valores faz uma média dos preços das ofertas para estabelecer o valor de abertura dos ativos; começam as negociações e confirmações;
  3. Call de Fechamento (16h55-17h): acontece um leilão para fechar o valor dos preços dos ativos;
  4. After Market (17h25-18h): cancelamentos de ofertas que não foram concretizadas; negociações com várias restrições; 

Começando a investir…

Para entrar no mercado de ações, primeiro é preciso abrir uma conta em banco ou corretora, transferir o dinheiro que deseja aplicar e começar as negociações. As transações são feitas pela plataforma digital Home Broker. 

Após isso, a questão a ser pensada é o quanto investir. Não há um valor mínimo para investir na Bolsa. Pode-se, por exemplo, começar com menos de cem reais no mercado fracionário – compra de uma ou duas ações apenas, ao invés de um lote completo com 100 ações, por exemplo.

Por outro lado, recomenda-se fazer uma reserva de emergência com uma quantia significativa antes de começar a investir no mercado acionário. Já que o risco de perda é maior, por ele ser um investimento de alto risco. 

Agora, para definir o quanto investir, é interessante fazer uma conta dos seus gastos e ganhos e ver o quanto do seu recebimento seria bom aplicar, isso vai variar do perfil de cada pessoa e seus objetivos com as aplicações.

Depois disso, é preciso ficar atento às taxas cobradas em cada negociação, para que elas não consumam boa parte de seu investimento. Por fim, é recomendado usar uma reserva para aplicar na Bolsa de Valores. 

Isso porque os investimentos na Bolsa podem demorar para dar o retorno esperado ou os valores de ganhos podem virar perdas do dia pra noite, devido a volatilidade do mercado de ações. 

Quais as vantagens de investir na Bolsa de Valores?

O ato de investir na Bolsa de Valores traz, consigo, muitas vantagens para o empreendedor. A primeira delas, e talvez mais importante, seja a possibilidade de grandes ganhos e rendas, já que a Bolsa opera com renda variável. 

Assim, a alta variação do preço das ações, em um curto período de tempo, permite que o investimento gere ganhos muito maiores em menos tempo se comparados aos investimento de renda fixa, por exemplo. 

Além disso, existem os proventos, parte dos lucros do negócio, que são repassados para os acionistas. Com isso, o lucro não vem só das negociações durante o Pregão Regular, mas, também, da posse das ações. 

Há outras vantagens como por exemplo: 

  1. Rentabilidade: cenário de juros baixos no Brasil;
  2. Acessibilidade: não precisa de muito dinheiro para começar a investir;
  3. Oportunidade: ser sócio de uma empresa;

E as desvantagens?

Por outro lado, há sim as desvantagens de investir na bolsa. O primeiro deles é o alto risco. Por ser de caráter variável, e com mercado muito volátil, os investimentos na Bolsa de Valores podem acarretar em grandes prejuízos para os investidores se as ações caem.

Por isso é muito importante estudar e conhecer a fundo o mercado, seus negócios, negociações e até futuras ações, para estar preparado e conhecer o seu perfil de risco. 

Agora que você já entende sobre o mercado de ações, aproveite para deixar as obrigações contábeis da sua empresa com a Contabilivre! Simplificamos tudo para você poder focar no desenvolvimento da sua empresa.