Quer empreender? Entenda como lançar uma marca

Quer empreender? Entenda como lançar uma marca

Quando falamos em como lançar uma marca, vamos muito além da criação de um CNPJ. Mas você sabe quais são os verdadeiros impactos disso?

Definitivamente, não é uma tarefa impossível, mas com certeza exige esforço, atenção e compromisso do empreendedor e acima de tudo, organização.

Dessa forma, desenvolvemos um artigo com os passos selecionados e aprimorados de como lançar uma marca do zero e vencer os desafios de início de projeto. Confira!

O que faz uma marca ser forte?

Nesse caso, não basta só criar o CNPJ, é preciso considerar várias características vitais como diferenciais competitivos, potencial de mercado e valor dos produtos ou serviços.

Além disso, um ponto que conta demais é a credibilidade empresarial. Por exemplo, se você cria uma marca, mas não conta com as principais exigências tributárias e legais, fatalmente não terá base para crescer e evoluir.

Finalmente, as estratégias de lançamento, o esforço e o compromisso com as ações convergem para que você crie uma marca imbatível e conquiste liderança de mercado em pouco tempo.

Quais os principais passos de como lançar uma marca?

Todos esses pontos iniciais compartilhados no tópico anterior formam o mindset fundamental para a criação de uma marca forte. Veja agora, os principais pontos de atenção para criação da marca desde o zero.

1. Faça um planejamento completo

O primeiro passo é o mais importante. É, com certeza, pensar no que você quer fazer. Não adianta ter ideias de pouca força e muito menos não organizá-las. Entenda que até um projeto fraco com um empreendedor comprometido e organizado pode evoluir, no entanto, um projeto forte sem um empreendedor responsável por trás, não subsiste.

Em um planejamento, você leva ao papel a sua ideia, organiza os passos, cria um cronograma de ação e levanta os recursos disponíveis para começar.

Outro aspecto fundamental do planejamento é considerar a previsibilidade de acontecimentos. Situações inesperadas podem acontecer e dificultar o andamento do projeto. Por isso, é fundamental que o plano conte com tudo que for necessário para começar o negócio. Pense:

●        no nicho de mercado ideal;

●        na definição do produto ou serviço a ser oferecido;

●        nos diferenciais competitivos;

●        nos meios de disponibilização para clientes;

●        na legalização do negócio; 

●        no orçamento total.

2. Identifique o seu público-alvo

Aqui vai outro passo crucial: o alvo dos seus serviços ou produtos. Clientes de alto poder aquisitivo são mais escassos e permitem ticket médio alto, no entanto, geram maior esforço de venda. Já perfis de baixo poder aquisitivo são encontrados em grande escala e geram menor esforço de venda, porém, com produtos de ticket médio baixo.

Você verá, à frente, que é necessário balancear essas informações para encontrar a melhor configuração para o seu projeto. Mais especificamente em relação ao público, o ideal é que você assuma a estratégia de definição de persona que é muito mais detalhada que o público-alvo.

Enquanto o público-alvo é muito mais genérico contendo informações gerais da pessoa como faixa etária, sexo e classe social, uma persona vai além, definindo interesses sociais, cargo mais comum e até informações sobre família e um nome fictício.

3. Estabeleça os melhores canais de atendimento

A partir da definição da persona, você consegue, por exemplo, identificar se ela é mais propensa a acessar o LinkedIn ou Instagram e focar todas as suas estratégias nessas redes sociais.

Da mesma forma, um perfil que prefere o Telegram é com certeza diverso de quem prioriza o WhatsApp. Aqui, não queremos dizer que um é melhor que o outro. Quem definirá isso para você será o seu cliente.

4. Faça um balanceamento dos objetivos com o investimento

Definidos esses pontos, você precisa balancear o retorno do projeto. Uma ideia maravilhosa para você, não necessariamente significa ser assim também para o público.

Dessa forma, é preciso que você mensure o potencial do investimento e descubra o quanto ele pode retornar para você. Para ter certeza em relação a isso, é preciso:

●        estudar o mercado e suas estatísticas;

●        conhecer potenciais concorrentes e descobrir seus resultados; 

●        quantificar o valor investido e o provável retorno para atestar a viabilidade do projeto.

5. Faça uma legalização perfeita

Como falamos, todos os passos são vitais, e o processo de legalização não foge disso. Como criar uma marca forte se ela não tem possibilidade de emitir notas fiscais, por exemplo? Ou se ainda, o enquadramento tributário gera uma carga muito alta para a lucratividade do negócio?

Para responder a essas perguntas com excelência, só um serviço de contabilidade. Não tem saída! Ou então é necessário você estudar a área e perder tempo com outras situações importantes como a rentabilidade do projeto.

6. Invista em Marketing

Uma marca forte também precisa, necessariamente, ser visível, atrativa e envolvente. Tudo não avança se não há público interessado em interagir com a marca antes de comprar. Isso envolve:

●        precisão nas estratégias de alcance;

●        logomarca inteligente e interessante;

●        marketing digital, dentre outras práticas.

Por que a Contabilivre é a sua melhor parceira para lançar uma marca?

A Contabilivre é uma empresa especializada em serviços contábeis. Com garantia de qualidade e precisão nas contas, o objetivo da marca é ter clientes totalmente livres para desenvolver estratégias de negócios poderosas.

Após um boom de tecnologia, responsabilidade e inteligência administrativa, podemos ter o orgulho de dizer que somos uma marca extremamente forte e competente para assumir a contabilidade de sua empresa. É possível tanto abrir um novo CNPJ como trocar o seu serviço de contabilidade em passos simples e rápidos:

  1. faça o seu cadastro no site, informando seu dados e as  principais informações da empresa;
  2. conte com apoio especializado para escolher o melhor formato tributário;
  3. preparamos toda a documentação para que sejam protocoladas nos órgãos responsáveis;
  4. aguarde a finalização do processo e comece a faturar. 

Por fim, a Contabilivre vai além dos serviços contábeis para fornecer importantes funções de negócios, nós possuímos um time de especialistas com uma cultura de inovação e agilidade, que buscam oferecer soluções sempre de maneira rápida e efetiva para que você possa se concentrar no seu negócio sem medo de deixar de cumprir suas obrigações fiscais. Agora, que você tem uma boa base de como lançar uma marca, lembre-se de que é fundamental adaptar e gerar sua própria documentação de criação.

Neste artigo, você aprendeu os passos básicos para o sucesso de uma ideia. A próxima etapa é começar e manter seu negócio funcionando. E agora que você já sabe como lançar uma marca e qual é o caminho, faça o seu sonho acontecer com a Contabilivre.

Como regularizar empresa inapta? Entenda mais sobre o assunto!

Como regularizar empresa inapta? Entenda mais sobre o assunto!

Uma empresa tem diversas obrigações e o não cumprimento delas pode causar grandes transtornos para o negócio. Aliás, muitas delas não são do conhecimento de grande parte dos gestores e, assim, são pegos de surpresa.

Ao fazer alguma consulta na Receita Federal ou tentar fazer algum cadastro, muitos empreendedores são informados de que o seu CNPJ está inapto. Mas, o que isso significa de fato e como regularizar uma empresa inapta?

Se você também tem essa dúvida, continue com a gente para saber tudo sobre o assunto!

Afinal, o que é uma empresa inapta?

De acordo com a Receita Federal, uma empresa é considerada inapta quando não apresenta demonstrativos e declarações por, pelo menos, dois anos consecutivos. Quando isso ocorre, ela fica incapacitada de realizar transações comerciais e traz diversos outros riscos.

A seguir, conheça melhor os tipos de situação cadastral em que as empresas podem se encontrar:

  • ativa — o CNPJ está regular, não há problemas judiciais nem débitos pertinentes em aberto;
  • suspensa — alguma obrigação fiscal ou jurídica não foi cumprida;
  • baixada — a empresa foi fechada pelo empreendedor ou, até mesmo, pela Receita Federal após 5 anos sem apresentação de informações jurídicas e fiscais;
  • nula — há inconformidade de dados, duplicidade na Inscrição Municipal ou Estadual, suspeita de fraudes, ou outros fatores;
  • inapta — a empresa deixou de cumprir com suas obrigações legais por 2 ou mais anos consecutivos.

Para saber como está a situação cadastral da sua empresa, basta acessar o site da Receita Federal, informar o seu CNPJ e clicar em “consultar”.

É importante frisar que uma empresa com CNPJ suspenso ou inapto pode ser regularizada, enquanto a baixada ou nula não há como regularizar sua situação.

O que torna um CNPJ inapto?

Como você viu, quando uma empresa deixa de apresentar demonstrativos e declarações por 2 ou mais anos consecutivos, ela é considerada inapta. Mas que documentos são esses? Abaixo, veja a lista de documentos que, quando não entregues no período correto, tornam uma empresa inapta:

  • Declaração Simplificada de Pessoa Jurídica — DSPJ;
  • Declaração de Créditos e Débitos Tributários — DCTF;
  • Escrituração Contábil e Fiscal — ECF;
  • Relação Anual de Informações e Salários — RAIS;
  • Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP);
  • Programa Gerador de Documento de Arrecadação do Simples – Declaratório — PGDAS-D);
  • Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (para os optantes pelo Simples Nacional) — DEFIS;
  • Declaração Anual Simplificada do Microempreendedor Individual (para quem é MEI) — DASN-SIMEI.

Qual a diferença entre CNPJ inapto e CNPJ inativo?

A semelhança dos termos causa confusão e dúvidas em muitos empreendedores, mas são situações diferentes. Como já vimos, uma empresa inapta é aquela que não apresenta demonstrativos e declarações de contabilidade por 2 anos consecutivos.

Por sua vez, uma empresa inativa é aquela que passa um mês sem realizar as seguintes atividades:

  • financeiras;
  • operacionais;
  • não operacionais;
  • patrimoniais.

Ou seja, uma empresa inativa é aquela sem movimentação por ao menos um mês. Logo, um negócio que eventualmente não realizar alguma transação por esse período será classificado como inativo.

Quais são as consequências de manter um CNPJ inapto?

A norma mais importante que estabelece orientações sobre uma empresa inapta é a Instrução Normativa RFB 18638/2018. Segundo essa legislação, há as seguintes restrições para um CNPJ inapto:

  • impedimento de participar de novas inscrições;
  • nulidade de documentos fiscais;
  • possibilidade de baixa de ofício de inscrição;
  • responsabilidade dos sócios pelos débitos em cobrança;
  • invalidade da utilização da inscrição para fins cadastrais.

Desse modo, uma empresa com CNPJ inapto não consegue cumprir com suas atividades regulares, pois fica incapacitada de emitir notas fiscais, movimentar contas bancárias e realizar operações comerciais.

Além disso, o empreendedor pode perder o CNPJ e ter a empresa inscrita no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados de Órgãos e Entidades Federais — Cadin —, que impede que negócios inadimplentes funcionem.

Outro ponto importante é que um CNPJ inapto traz prejuízos financeiros e de imagem ao negócio, bem como aos que fazem parceria e negociam com ele. Por esse motivo, é fundamental estar sempre com as obrigações em dia.

Então, como regularizar uma empresa inapta?

Estar com a situação cadastral da empresa como inapta é algo que traz grandes transtornos para o negócio. Mas, como regularizar essa situação? Nós elaboramos um passo a passo. Confira!

1. Descubra quais são as pendências

O primeiro passo é saber, especificamente, quais são as pendências legais que fizeram com que o CNPJ se tornasse inapto. Para isso, o contador ou o responsável pelo registro pode acessar o portal do e-CAC para analisar a situação e saber quais documentos devem ser apresentados ao órgão regulador para normalizar a situação. Outra opção é solicitar um extrato de pendências diretamente no site da Receita Federal ou de forma presencial, no domicílio fiscal em que a empresa está registrada.

2. Providencie a documentação

Depois de saber o que levou o seu CNPJ a ser classificado como inapto, é preciso providenciar os demonstrativos e declarações em atraso e enviar à Receita Federal. Isso pode ser feito pelo próprio site do órgão.

Se você é um MEI, então você mesmo pode regularizar a situação do seu cadastro pelo site do Simples Nacional. Porém, quem for enquadrado no regime tributário do Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido, o ideal é contar com os serviços de um contador, pois as declarações e obrigações legais são mais complexas.

3. Pague os débitos em atraso

O último passo é quitar os débitos junto à Receita Federal. Vale ressaltar que somente após o processamento dos pagamentos é que o cadastro será considerado ativo novamente.

Além dos débitos da documentação encaminhada, há multa para entregas fora do prazo. Em geral, o valor é de R$ 200, mas pode variar dependendo do tipo de empresa e da situação fiscal.

Contudo, a Receita Federal oferece um desconto de até 50% caso o pagamento seja realizado dentro de 30 dias.

Pronto, agora você já sabe como regularizar uma empresa inapta! Como você viu, é importante fazer isso o quanto antes, pois até a sua conclusão, sua empresa não poderá operar normalmente, trazendo grandes prejuízos e, até mesmo, risco de perder o CNPJ.

E para evitar que esse e outros transtornos surjam, é fundamental contar com o auxílio de especialistas no assunto. Aqui na Contabilivre nós cuidamos de toda gestão contábil e fiscal de sua empresa e regularizamos sua empresa, caso esteja com a situação de inaptidão. Então, entre em contato conosco agora mesmo e saiba como nós da Contabilivre podemos ajudar o seu negócio!

Crédito para abrir empresa: confira algumas dicas e sugestões

Crédito para abrir empresa: confira algumas dicas e sugestões

Ao abrir um negócio é fundamental que tenhamos o capital para o seu investimento. Para isso, muitas pessoas recorrem aos empréstimos concedidos pelas instituições bancárias para o pleno desenvolvimento da empresa. Contudo, existem inúmeras regras para que esses créditos sejam liberados e é essencial que o administrador tome alguns cuidados a fim de conseguir cumprir com as suas obrigações junto ao banco.

Levando em consideração essas informações, este artigo se propõe a oferecer algumas dicas a quem está começando um novo empreendimento e necessita recorrer à concessão de crédito para conquistar os seus objetivos. Confira a seguir.

Por que pedir um empréstimo para abrir um negócio próprio?

Independentemente do porte da organização, é necessário que o proprietário detenha um capital de giro que garantirá o pleno funcionamento do negócio até que ele comece a dar retorno financeiro. Então, o empréstimo funciona como uma ótima alternativa que ajudará a otimizar os resultados do empreendimento. Esses valores disponibilizados pelas instituições financeiras poderão ajudar a:

  • Quitar possíveis dívidas;
  • Investir em capacitação dos colaboradores;
  • Adquirir o maquinário necessário;
  • Automatizar processos;
  • Executar ideias e solidificá-las.

Quando começamos um empreendimento com dinheiro no caixa, as limitações de cunho econômico podem ser superadas, criando inúmeras possibilidades de inovação. Isso é crucial para gerar estabilidade nos primeiros meses de funcionamento da empresa, já que o capital de giro suprirá as demandas iniciais até que os lucros comecem a surgir.

O que saber antes de fazer um empréstimo?

Embora as vantagens de se fazer um empréstimo sejam inúmeras, é crucial que o investidor tome uma série de cuidados, visando ao cumprimento das suas obrigações, junto ao banco, e ao sucesso do seu negócio em longo prazo. Veja abaixo, o que devemos saber antes de solicitar crédito para abrir uma empresa.

1. Entenda suas necessidades financeiras

Antes de qualquer decisão, é preciso avaliar a sua realidade financeira, verificando em que fase seu empreendimento se encontra. Portanto, elaborar um planejamento financeiro, levando em consideração o que é necessário para investir nesse exato momento, fará parte desse processo de análise.

Outro ponto fundamental é calcular a entrada de capital nos primeiros meses de funcionamento, a fim de não contrair mais dívidas. O estudo de mercado, nesse aspecto, constitui-se parte importante da avaliação. Além disso, é preciso saber se o valor da parcela do empréstimo se enquadra na realidade financeira do seu empreendimento.

2. Conheça as formas de crédito

Hoje, é possível ter acesso a diversas formas de crédito, cada um com suas taxas, juros e valores. Para que seja escolhido o ideal para você, é preciso levar em consideração as necessidades do seu negócio, pois, cada um deles possui vantagens e desvantagens.

Dessa forma, antes de solicitar crédito para a abertura do seu negócio, esteja a par das possibilidades, fazendo pesquisas nas instituições bancárias, escolhendo a modalidade mais atrativa. É importante salientar que quanto melhor for seu histórico de relacionamento com o banco, maior será a possibilidade de concessão de empréstimo.

3. Desenvolva um plano de negócio

Para que uma instituição libere um crédito para um administrador, é essencial que ela acredite na ideia do negócio.

Ou seja, é preciso que os bancos estejam convencidos que o seu empreendimento é viável, do ponto de vista financeiro. Nesse caso, a elaboração de um plano de negócio estruturado poderá cumprir esse requisito.

Assim, apresente de maneira objetiva e organizada os resultados esperados para o seu empreendimento, além dos planos que visem ao seu crescimento. Mostre também de que forma será possível quitar as parcelas, entre outras informações.

O plano de negócio se mostra fundamental, inclusive, para que você consiga antever as ameaças e oportunidades às quais a sua empresa estará sujeita, melhorando a tomada de decisão e, consequentemente, potencializando os lucros.

Quais são as opções de concessão de crédito para abrir empresa?

Agora que sabemos a importância do empréstimo e o que é necessário saber antes de solicitá-lo, falaremos sobre algumas das opções de concessão de crédito disponíveis para quem deseja abrir uma empresa. Confira a seguir.

1. Empréstimo Pessoal

Esse tipo de empréstimo consiste em solicitar uma quantia a determinada instituição financeira, que precisará ser paga com acréscimo de juros, dentro de um prazo predeterminado. É também conhecido como crédito pessoal e é a modalidade ideal para quem precisa de crédito sem precisar justificar a sua utilidade.

2. Crédito para capital de giro

O crédito para capital de giro, como o próprio nome sugere, é ideal para os novos empreendedores que não possuem capital para desenvolver a sua empresa, ou seja, para “tirá-la do papel”. Sabemos que leva um tempo até que o investimento retorne em forma de lucros, portanto, esse crédito se faz fundamental até a empresa se estabilizar.

Para ter acesso a esse crédito, não é necessário apresentar a sua finalidade, bastando solicitá-lo em uma instituição financeira, onde serão ofertadas algumas opções de pagamento, podendo ser efetuada de maneira bimestral, semestral ou integral ou quando findo o contrato.

3. Microfinanças

O microfinanciamento é um tipo de empréstimo para pessoas físicas ou empreendedores que desejam iniciar ou expandir um negócio. O modelo é voltado tanto para empreendedores formais – quanto para empreendedores informais que não têm fácil acesso a empréstimos ou crédito tradicionais.

Por meio do microfinanciamento, cada empreendedor pode arrecadar até R$ 20 mil. As vantagens dessa operação incluem juros mais baixos, isenção de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e facilidade de aprovação.

Os empreendedores também podem empregar o Microfinanciamento Produtivo (MPO) para Pequenas Empresas (EPP) e Microempreendedores Individuais (MEI) com renda anual de até R$ 200 mil. Nesse caso, os agentes financeiros orientam os empreendedores sobre o uso consciente do dinheiro, com foco na expansão dos negócios e na saúde financeira.

4. Financiamento coletivo

Muito famosa na internet, a “vaquinha” como é popularmente conhecida, refere-se a doações realizadas por plataformas específicas, em que você publicará a sua ideia e estipulará uma meta de arrecadação, durante um determinado período. Desse modo, os doadores poderão receber, em troca, brindes ou outros bônus.

No entanto, para que o público se convença da relevância e necessidade do empreendimento, é preciso garantir uma boa apresentação da proposta. Para tanto, você pode se valer da produção de vídeos, apostando em uma comunicação direta, clara e criativa. Além disso, as redes sociais podem ser aliadas no processo de divulgação e engajamento da sua ideia.

5. Investidores-anjo

Os investidores-anjo é uma solução implantada pela Lei Complementar 155/2016, que os coloca em posição similar a de sócio. Nesse sentido, eles podem investir com valores entre 50 a 600 mil reais e terão direito a, no máximo, 50% dos lucros do empreendimento — empresas de pequeno porte e microempresa — , pelo período de cinco anos.

Para optar por esse tipo de crédito, é necessário enviar a sua ideia para o site “Anjos do Brasil”, e, com ela, um plano de negócio elaborado de maneira criteriosa — contendo, por exemplo, previsão de lucros e estudo de mercado —, já que não basta apenas ter um projeto original para garantir um investidor.

Por fim…

A solicitação de crédito junto às instituições financeiras pode ser uma ótima alternativa para as pessoas que desejam abrir o próprio negócio, mas não possuem o capital suficiente para o seu desenvolvimento. No entanto, é preciso fazer uma análise minuciosa das propostas, considerando sua capacidade financeira. Além disso, por existirem diversas opções no mercado, é preciso também verificar qual a que melhor supre as necessidades do seu negócio.

Então, o empréstimo é algo a se considerar, visto que, um novo empreendimento necessita de estrutura financeira suficiente capaz de atender às demandas relacionadas às atividades-fim e outras despesas, que o fará funcionar de modo estável e com menos risco possível.

Gostou do nosso artigo? Então continue por aqui e entenda a importância da informatização para as pequenas empresas!

Indicadores financeiros de uma empresa: veja os principais

Indicadores financeiros de uma empresa: veja os principais

Para empresas que visam ao crescimento, é fundamental entender como analisar os resultados que a empresa vem obtendo. Para isso, um ótimo aliado são  os indicadores financeiros, sejam eles administrativos ou operacionais, pois com eles é possível realizar uma análise minuciosa dos setores de uma organização. Por meio deles é preciso ter mais controle sobre gastos e faturamento, identificando possíveis erros e elaborando estratégias para superá-los.

Levando em consideração essas informações, preparamos este artigo, em que iremos abordar o conceito, a importância e alguns tipos de indicadores para você utilizar em sua empresa. Confira a seguir.

O que são indicadores financeiros?

Os indicadores financeiros são informações de cunho quantitativo, capazes de mostrar aos gestores a real situação de uma organização, por meio de resultados contábeis. Portanto, são excelentes recursos que auxiliam na tomada de decisão e ajudam a reduzir os riscos.

Nesse sentido, os indicadores financeiros se valem de dados históricos que revelarão se a empresa consegue dar lucros, se essa margem é alta ou se está endividada. Essas informações possibilitam o embasamento da tomada de decisão dentro de uma organização, fazendo dessa uma ação mais consciente e precisa.

Qual a importância dos indicadores financeiros?

Como percebemos até aqui, os indicadores financeiros cumprem um papel essencial em uma organização, pois eles oferecem informações valiosas para um negócio.

Quando um produto está com um aumento de vendas significativo, isso pode indicar uma boa notícia, mas apenas com a utilização dos indicadores que teremos uma visão mais global da situação.

Além disso, essas ferramentas permitem que vejamos com detalhes as potencialidades e as fraquezas existentes na administração de uma empresa. A partir dessa análise, será possível traçar estratégias visando à melhoria dos resultados e à correção de erros.

Dessa forma, os indicadores ajudam a organização na conquista dos seus objetivos, propiciando uma melhoria constante. Outro fato importante sobre eles, é o fato de se constituírem fontes de informações essenciais para possíveis investidores.

Quais são os principais indicadores financeiros?

Agora que já dominamos o conceito e a importância dos indicadores financeiros, tratamos os principais indicadores para uma organização acompanhar. Confira:

  1. Margem Bruta

A margem bruta afere o lucro bruto de um negócio em valor percentual. Desse modo, o seu cálculo leva em consideração o faturamento total e o custo das mercadorias vendidas (CMV) ou do produto vendido (CPV). Nesse caso, é utilizada a seguinte fórmula:

  • MB Lucro Bruto / Faturamento * 100.

Assim, para encontrar o valor do lucro, é preciso diminuir do faturamento o custo dos itens vendidos. Depois, é preciso dividir o lucro pelo faturamento e multiplicar por 100 encontrando, assim, o valor em forma de percentual.

2. Margem Líquida

A margem líquida, como o nome sugere, afere o lucro líquido de uma empresa. Ao contrário da margem bruta, ela considera todas as despesas, sejam elas diretas ou não, que se relacionam com os gastos de prestação de serviços e produção ou venda de produtos. Para encontrar esse valor, devemos utilizar a seguinte fórmula:

  • Margem Líquida = Lucro Líquido / Receita Líquida * 100.

3. Custos Fixos e Custos Variáveis

Os custos de uma empresa, considerados também como custos essenciais às suas operações, podem ser fixos ou variáveis. Os custos fixos são despesas que permanecem iguais mês a mês, independentemente das flutuações na produção ou nas vendas. Por exemplo, os salários dos trabalhadores da linha de produção são um custo fixo, assim como o aluguel da fábrica.

Mesmo que a produção caia em alguns períodos e aumente em outros, a massa salarial permanecerá sem novas contratações. O mesmo vale para aluguéis em propriedades de fábrica. Por outro lado, o custo de obtenção de uma mercadoria ou matéria-prima é variável. Se a empresa vende ou produz mais, também precisa gastar mais para reabastecer seu estoque.

4. Ponto de Equilíbrio

O ponto de equilíbrio marca o momento em que a receita se iguala a custos e despesas. Representa o valor mínimo de receita que a empresa precisa para cobrir todos os custos sem registrar perdas. O resultado deve ser sempre o menor possível, ao contrário das margens de lucro (quanto maior, melhor).

Além disso, quanto mais rápido uma empresa atingir o ponto de equilíbrio, mais rápido as vendas começarão a ser contabilizadas nos lucros. O cálculo do ponto de equilíbrio requer três informações:

  • Margem de contribuição em percentual;
  • Custos fixos;
  • Despesas fixas.

Para tanto, é utilizada a seguinte fórmula:

  • PE = (custos fixos + despesas fixas) / margem de contribuição em percentual.

5. Retorno sobre Investimentos (ROI)

O retorno sobre o investimento (ROI), também conhecido como taxa de retorno, mede o retorno de um investimento em um determinado período de tempo. É uma métrica usada tanto por investidores quanto por gestores de empresas. A fórmula para calcular o ROI é a seguinte:

  • ROI = Resultado Obtido subtraído pelo Investimento Aportado/ Investimento Aportado * 100.

Esse indicador pode ser utilizado em inúmeras situações, tais quais: ativos financeiros, campanhas de marketing ou negócio próprio.

Em resumo…

Podemos concluir que os indicadores financeiros são fundamentais para o controle econômico de qualquer organização, independentemente do porte, e devem ser acompanhados constantemente a fim de detectar falhas ou prejuízos. Desse modo, a tomada de decisão em direção às melhorias da empresa serão mais assertivas e embasadas em informações objetivas e precisas.

A tecnologia a seu favor

Sabemos que as novas tecnologias têm propiciado facilidade aos processos, otimização do trabalho, que estarão menos suscetíveis a falhas, já que conta com processos automatizados, que prezam pela segurança dos dados.

A contabilidade online torna possível ao empresário aproveitar melhor o seu tempo e ter mais controle sobre a empresa. A Contabilivre está apta a cuidar de toda gestão contábil e fiscal fazendo uso das novas tecnologias disponíveis no mercado.

Agora que você sabe um pouco mais sobre indicadores financeiros, que tal conhecer um pouco mais sobre a Contabilivre? Acesse o nosso site e veja como podemos descomplicar a contabilidade da sua empresa!

Informalidade empresarial: conheça os riscos para seu negócio

Informalidade empresarial: conheça os riscos para seu negócio

Abrir seu próprio negócio pode ser uma excelente alternativa para quem deseja trabalhar de modo independente.

Nesse sentido, o trabalho autônomo contribui significativamente para a melhoria do cenário econômico nacional e ganhou muita força nos últimos anos, principalmente depois da pandemia causada pelo Coronavírus, em que o país viu a sua taxa de desemprego aumentar exponencialmente.

Contudo, muitas pessoas ainda seguem na informalidade e assim não conseguem ter acesso a alguns benefícios e realizar algumas de suas obrigações, que caso estivessem com a empresa em formalidade não estaria ocorrendo. Além disso, a informalidade acarreta em prejuízos e consequências negativas para a própria empresa.

Por isso, preparamos este artigo, onde iremos mostrar a você os riscos que a informalidade empresarial pode representar para o seu negócio. Acompanhe!

As vantagens de regularizar um negócio

Quando abrimos um negócio, existem obrigações a serem cumpridas como também alguns direitos impostos pela legislação.

O processo de formalização é um procedimento que visa dar validade à existência da empresa, regularizando a sua situação enquanto pessoa jurídica para os órgãos competentes — sejam eles estaduais, municipais ou federais.

Portanto, a formalização comunica que o seu negócio respeita as exigências legais e possui uma chance muito grande de crescer e se firmar no mercado, uma vez que são oferecidas às empresas formais uma série de benefícios. Confira a seguir.

Acesso ao microcrédito

Capital é essencial para o crescimento de qualquer empresa. E, para aquelas pessoas que estão com a situação da sua empresa em dia, é oferecido o benefício do microcrédito, cedido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES), por meio de uma política de linha de créditos especiais para os pequenos empresários.

Assim, caso sua empresa esteja precisando de suporte financeiro, essa alternativa pode ser muito útil, pois possui taxas de juros inferiores aos empréstimos pessoais, já que a ideia do governo ao criar essa alternativa era promover o crescimento econômico do país.

Inscrição em associações de classe e sindicatos

Hoje, no Brasil contamos com dois tipos de sindicatos: aqueles que representam os trabalhadores e os que representam a classe patronal.

Essas representações são muito importantes, pois visam defender aos interesses da classe junto ao governo, viabilizando as negociações entre empresários e trabalhadores.

No entanto, apenas as empresas que possuem registro estão aptas a se inscreverem nessas entidades para receberem proteção aos benefícios a que possuem direito.

Poder participar de licitações públicas

Ter a possibilidade de contratar com a administração pública é uma excelente oportunidade de crescimento empresarial, além de melhorar sua imagem e credibilidade no mercado. 

Porém, para tanto, é preciso antes ter passado por um processo licitatório, em que só é possível participar se o negócio estiver formalizado, ou seja, sua empresa deve possuir CNPJ.

Conseguir comprar diretamente com fabricantes

Quando compramos direto da fábrica, temos acesso a grandes descontos, algo muito importante para a atuação em um mercado, cada vez mais competitivo. Contudo, as empresas informais não podem realizar essa transação e ficam de fora desse tipo de negociação.

Ter mais segurança para atuar

O Brasil possui órgãos responsáveis pela realização de fiscalizações que visam aplicar sanções a estabelecimentos que funcionam de modo irregular. Isso pode desencadear a apreensão de mercadorias, aplicação de multas e interdições.

Desse modo, a formalização confere às empresas maior segurança para a sua atuação, uma vez que os prejuízos da informalidade podem representar o fim do negócio.

Quais os riscos da informalidade empresarial para o seu negócio?

Como você pode notar, formalizar a situação empresarial pode significar muitas vantagens para o seu negócio, sobretudo pelo fato de você estar cumprindo uma obrigação prevista em lei, que dará à empresa segurança para que possa atuar.

No entanto, caso ainda atue de forma informal, conheça a seguir os problemas e alguns prejuízos que você pode vir a enfrentar pela informalidade de seu empreendimento. Veja!

Impossibilidade de assinar a carteira dos funcionários

Quando uma empresa está atuando na informalidade, consequentemente os seus colaboradores também estarão.

E isso representa danos graves ao trabalhador, que não poderá gozar de alguns direitos como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego, previdência social, entre outros.

Além disso, sua empresa incorrerá em descumprimento de obrigação legalmente imposta, o que pode acarretar pagamento de multas e até mesmo fechamento do negócio. Ou seja, a informalidade pode custar caro ao empreendimento.

Impossibilidade de emissão de nota fiscal

Quando consumimos algum bem ou serviço, precisamos de garantias que serão resguardadas com a apresentação da nota fiscal.

Esse documento é uma comprovação de que o produto foi comprado respeitando todas as obrigações fiscais e assegura proteção, tanto ao consumidor, quanto ao empresário.

No entanto, enquanto estiver na informalidade, a empresa não poderá emitir notas fiscais, nem mesmo as eletrônicas. E isso acaba prejudicando a imagem do empreendimento, já que potenciais clientes podem deixar de fazer negócio com você por não possuírem essa segurança.

Ausência de proteção aos bens do empresário

A informalidade empresarial significa que o estabelecimento comercial atua ilegalmente.

Por essa razão, o empreendedor acaba abrindo mão de uma importante proteção, pois, juridicamente, como não há a separação entre pessoa física ou jurídica, não haverá também diferença entre os bens do empresário e os bens da empresa.

Nessa conjuntura, existe uma possibilidade significativa de perda de bens pessoais, que poderão ser penhorados em razão de dívidas contraídas pela empresa.

Ou seja, a informalidade representa um grave risco para a saúde financeira da sua família e do seu empreendimento.

Limitação de expansão do negócio

A informalidade pode colocar uma empresa em situação de estagnação, devido todas às limitações que já vimos até aqui.

É importante salientar que, caso a sua empresa permaneça ilegal, mas, mesmo assim, continue crescendo, ela acabará chamando a atenção dos concorrentes e dos órgãos responsáveis pela fiscalização.

Isso pode acarretar em uma série de transtornos, como interdição do negócio, aplicação de multas e diversas sanções derivadas de denúncias que podem, até mesmo, partir dos seus clientes, ao se sentirem lesados pela falta de segurança ao adquirir seu produto ou serviço.

Por fim…

Como você pode perceber, abrir uma empresa, principalmente no contexto atual, pode ser uma ótima alternativa de crescimento profissional e expansão de renda. Contudo, com todas essas vantagens, vêm também uma série de obrigações que devem ser cumpridas, ou gerará grandes prejuízos para a sua empresa.

Além disso, a formalização empresarial traz segurança e uma série de benefícios e facilidades para a classe empresarial.

O processo de formalização envolve algumas etapas e é crucial poder contar com parceiros que possam te ajudar nesse processo, como a Contabilivre, que pode fazer a diferença no seu negócio!

Aqui você começa seu negócio de maneira simples, segura e conta uma equipe de profissionais especializados em contabilidade que vão auxiliá-lo em todos os processos. Acesse o nosso site e veja como é fácil abrir sua empresa!

pode o usar o fgts para abrir uma empresa

Posso usar o FGTS para abrir uma empresa?

É possível usar o FGTS para abrir uma empresa. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi criado com o objetivo de proteger financeiramente os trabalhadores nos casos de demissão sem justa causa, entretanto, o uso do valor depositado na conta da Caixa Econômica Federal vinculada ao contrato de trabalho regido pela CLT também pode ser usado pelo empregado em situações diversas, inclusive na abertura de um negócio.

Por isso, além das situações mais conhecidas para a movimentação da conta vinculada ao FGTS, como aposentadoria, aquisição de um imóvel próprio, morte ou situações de emergência, na abertura de uma empresa também é possível sacar o valor depositado para aplicar no novo negócio, reduzindo assim os riscos associados ao início das operações corporativas. 

Neste artigo, orientamos sobre a possibilidade de sacar o FGTS para abrir uma empresa e trazemos todas as informações necessárias para que você inicie o seu negócio sem comprometer a sua capacidade de investimento ou capital de giro. Confira!

Como dar início a esse processo?

É possível dar início ao processo de duas formas: por meio da chave obtida junto ao empregador ou a partir de um alvará judicial. Veja mais detalhes a seguir.

Rescisão contratual — por chave de acesso

A chave de acesso é emitida pelo empregador pela Conectividade Social em caso de rescisão contratual. De posse desse número, o beneficiário deve comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal depois do 5º dia útil contado da data de quitação da multa rescisória.

O pagamento da multa rescisória também é feito pelo empregador, por meio de uma Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS — GRRF, e o valor integra o total que será transferido ou sacado pelo trabalhador. 

Em casos de rescisão por acordo, entre o empregador e o empregado, o valor a ser retirado da conta vinculada será correspondente a 80% do valor total disponível.

O saque de valores inferiores a R$3 mil pode ser feito com o cartão cidadão e a senha de acesso à conta, pessoalmente pelo trabalhador, em qualquer unidade lotérica, postos de atendimento, autoatendimento eletrônico e correspondente Caixa Aqui.

O saque inferior a R$1,5 mil pode ser realizado nos mesmos locais, sem o cartão cidadão, mas com o número do PIS/PASEP/NIT/NIS e senha de acesso à conta.

Demais casos permitidos para saque do FGTS

Nos demais casos em que o saque do FGTS é permitido por Lei, o interessado deve apresentar documentos pessoais e outros, solicitados conforme cada caso, no setor responsável em uma agência da Caixa Econômica Federal:

  • término do contrato por prazo determinado;
  • rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato;
  • rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • aposentadoria;
  • necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
  • suspensão do Trabalho Avulso;
  • falecimento do trabalhador;
  • idade igual ou superior a 70 anos;
  • portador de HIV — SIDA/AIDS (trabalhador ou dependente);
  • neoplasia maligna (trabalhador ou dependente);
  • estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente);
  • permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990;
  • permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990, inclusive;
  • doenças Graves — alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, estado avançado da doença de Paget, hanseníase, hepatopatia grave, nefropatia grave, paralisia irreversível e incapacitante e tuberculose ativa (trabalhador ou dependente);
  • aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.

Consulte qual documentação deve ser apresentada em cada situação. Nesses casos, o saque também é liberado em até cinco dias úteis.

Alvará judicial

Há casos em que é possível solicitar um alvará judicial, documento emitido por uma autoridade judiciária em favor do solicitante, para o saque do valor residual de FGTS.

O solicitante deve apresentar documentos como identidade, CPF, comprovante de residência, certidões (nascimento, casamento ou óbito), cópia simples da carteira de trabalho e advogado devidamente constituído por meio de uma procuração.

De posse de todos os documentos necessários para o peticionamento, o Poder Judiciário pode despachar rapidamente o alvará, exceto se houver a necessidade de apresentação de outros documentos ou o devido esclarecimento do caso.

Por que o uso do FGTS pode ser um bom investimento no início de um empreendimento?

O recurso próprio é uma excelente opção para iniciar um novo negócio, principalmente porque o empreendedor não precisa buscar capital em instituições bancárias ou com terceiros para financiar as atividades nos primeiros dias ou meses de funcionamento da empresa.

Além disso, ao ser incorporado ao capital de giro, o FGTS garante um fôlego extra enquanto a empresa não tem credibilidade no mercado, uma carteira de clientes formada ou estabilidade financeira. 

Antes de tomar qualquer decisão, consulte o seu saldo de FGTS, principalmente para fazer um planejamento financeiro com base no seu plano de negócios

Essa consulta pode ser viabilizada no site da Caixa Econômica Federal e no app do FGTS, disponível para Android e iOS, basta que o trabalhador informe o seu NIS/PIS (sequência numérica presente no Cartão Cidadão e na Carteira de Trabalho).

O planejamento financeiro é essencial para garantir a viabilidade do seu negócio. Além disso, é importante que você escolha adequadamente a natureza jurídica e o regime de tributação da empresa, tome as melhores decisões baseadas nas expectativas de mercado, saiba quais as características do seu público, nível de demanda de produtos ou serviços, entre outras informações que devem ser analisadas estrategicamente. 

Para isso, conte com ajuda profissional: uma consultoria contábil é um grande diferencial, principalmente nos estágios iniciais dos novos empreendimentos.

Conte com a Contabilivre neste processo! Nós possuímos especialistas qualificados e motivados, que o auxiliarão em todo o processo de abertura de seu negócio, e tudo por meio de uma plataforma online intuitiva e de fácil acesso.

Agora que você sabe que pode usar o FGTS para abrir uma empresa e como fazê-lo, entre em contato conosco e abra agora sua empresa!

o que vender pela internet

O que vender pela internet? Dicas para empreender em 2022

Se você está buscando independência financeira e controle da própria rotina, empreender pode ser o melhor caminho a seguir. O processo de transformação digital contribuiu para encurtar a jornada de quem deseja criar o próprio negócio e a internet atualmente se tornou um meio de conexão de pessoas.

Além disso, o comércio online cresce a cada ano, tanto no Brasil, quanto mundialmente. Sabendo dessas possibilidades que o mercado oferece, você agora deve se perguntar, o que vender pela internet para ter sucesso?

Essa ferramenta permite anunciar produtos e serviços para todo Brasil e é comum sentir muita insegurança na hora de estabelecer quais são as oportunidades para empreender no ambiente digital. Para facilitar sua missão, preparamos um artigo completo sobre as melhores alternativas para empreender. Siga com a leitura e confira!

Quais são as vantagens de vender pela internet?

A internet é o meio mais democrático e acessível para abrir uma empresa e fazer qualquer negócio dar certo. Quando você abre um comércio, fica restrito ao bairro ou, na melhor das hipóteses, a sua cidade.

Toda essa restrição não se aplica ao ambiente digital. Além de atender a pessoas em todo país, você dispensa a abertura de um ponto comercial, a contratação de funcionários e diversos outros custos que afetam drasticamente a competitividade de seus produtos.

Com menos gastos e demandas, os esforços podem ser centrados na distribuição dos itens e criação de conteúdo digital para ampliar a base de clientes. Seja por meio das redes sociais, sites ou blogs próprios, você consegue engajar o público e atender às suas dores e necessidades.

O que vender para começar a empresa?

Agora que você já sabe como a internet é uma ótima alternativa para você conquistar o seu espaço no mundo empreendedor, que tal descobrir algumas boas opções para investir nesse meio? Para ajudá-lo, preparamos os principais nichos.

Aparelhos eletrônicos

O nicho de aparelhos eletrônicos oferece algumas oportunidades para quem deseja empreender na internet. Por exemplo, você pode investir em smartphones para revender, utilizando as estruturas de um marketplace para aumentar seus resultados.

Ainda é viável ter um bom e-commerce e fazer anúncios no Google para chegar até o seu público-alvo. É possível utilizar o meio digital para atrair clientes e prestar serviços.Tal como, você pode oferecer assistência técnica para arrumar celulares quebrados.

Ou seja, há diversas opções para conquistar o seu espaço e obter sucesso na sua jornada empreendedora. É viável oferecer desde celulares e acessórios, até GPS e equipamentos para quem utiliza o carro para trabalhar.

Acessórios de moda

Outra alternativa que encanta muita gente é o nicho de moda e acessórios. Com um bom posicionamento na internet você alcança lucros significativos para reinvestir em sua empresa para crescer.

E o melhor, você pode trabalhar em diferentes frentes. Por exemplo, se você gosta de esportes, optar por esse ramo é uma opção. Agora, se os eventos são o seu forte, consegue oferecer roupas para eles, alugar vestimentas para casamentos e por aí vai.

Ainda pode usar estratégias para aumentar as vendas no segmento. Nesse sentido, utilizar um bom marketing no Instagram potencializa muito seus resultados. Para isso, abuse de fotos bonitas e engajamento com o público.

Serviço de viagens

Há diversas oportunidades para quem quer empreender, como serviços e produtos para o turismo. Por exemplo, você pode oferecer pacotes de viagens para os principais destinos no Brasil. Ou, se preferir, para lugares muito atraentes no exterior, como a Disney.

Ainda é viável oferecer produtos para quem gosta de viajar, como malas para guardar as bagagens, roupas apropriadas para lugares frios e muito mais. Portanto, caso o turismo lhe chame a atenção, pode ser uma boa opção escolher este ramo, ao definir o que vender na internet.

Beleza e perfumaria

Vender cosméticos e itens de perfumaria sempre é uma opção interessante. Mesmo em períodos de crise, esse segmento tende a se sair bem e dar bons retornos para seus investidores.

Portanto, se você está em dúvida sobre o que vender na internet, considere esse nicho. Você pode ofertar perfumes, cremes e utensílios para cabelos, dermocosméticos e diversos itens relacionados aos cuidados de beleza diários.

Infoprodutos

Os infoprodutos também são ótimas alternativas. Eles possuem um custo marginal de produção muito baixo e tem potencial de gerar um retorno bem grande devido à sua escalabilidade.

Nesse sentido, você pode oferecer cursos digitais gravados, webinários, e outros conteúdos educacionais que agreguem valor. Assim, você pode gravar aulas sobre um assunto que domine ou optar por uma sociedade com pessoas que você conhece para dividir o trabalho e obter bons resultados.

Camisetas personalizadas

Oferecer itens personalizados para um público específico é outra alternativa a ser considerada. Nesse caso, vale contar com um profissional especialista e realizar uma pesquisa de mercado.

Assim, você define em qual frente seguir de forma estratégica para conquistar mercado e se posicionar de maneira otimizada. 

Agora que você já descobriu quais são as boas opções, que tal aprender como começar a empreender de forma regular.

Por que é importante regularizar a empresa?

Ainda que o ambiente digital ofereça toda flexibilidade, é necessário manter o profissionalismo e o comprometimento, mesmo em uma estrutura totalmente diferente de uma empresa tradicional.

É necessário contar com o suporte de profissionais qualificados para o pagamento de impostos, enquadramento do regime tributário e toda a prestação de contas. 

Seja para fazer o repasse correto de informações para o fisco ou para auxiliar na gestão financeira do negócio, é importante buscar um contador qualificado para otimizar o seu desempenho e evitar problemas como multas e sanções fiscais.

Assim, você consegue se concentrar em desenvolver novos produtos e serviços para a sua audiência e não se preocupa com os aspectos burocráticos da empresa.

Como um contador pode ajudar?

Dado que a internet reduz drasticamente diversos custos do seu negócio, você pode aproveitar essa folga no orçamento para contratar um contador para sua empresa,  para dar todo apoio quanto às questões fiscais e burocráticas.

Com o suporte de uma consultoria fiscal e tributária, você previne o surgimento de multas, processos, e ainda evita a perda de autorizações para o exercício de sua atividade. Além disso, com a ajuda de um bom contabilista, é possível aproveitar subsídios e demais benefícios para a sua área de atuação.

Viu como existem diversas opções sobre o que vender pela internet? Com o suporte de um profissional contábil,  você consegue focar apenas em questões operacionais do seu negócio. Além de otimizar a gestão estratégica, ele pode auxiliar no pagamento de todos os impostos relacionados à empresa, resolvendo tudo de forma online e totalmente descomplicada.

Na Contabilivre, é fácil abrir seu negócio e desburocratizar processos com uma equipe de profissionais especializados em contabilidade.

DIRF 2022

DIRF 2022 o que é, pra que serve e como fazer a declaração

Realizar a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte de 2022 (DIRF 2022) é uma das obrigações básicas para qualquer empresa brasileira que deseja se manter regular perante o Fisco, evitando multas, processos administrativos ou judiciais, entre outros problemas. 

Como se trata de um documento obrigatório e exigido pelo Governo, é fundamental que os contribuintes conheçam sobre o assunto. Por isso, trouxemos este conteúdo que explica melhor sobre o conceito dessa declaração, sua finalidade, importância, entre outras informações relevantes. Confira!

O que é DIRF e para que ela serve?

A Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) é uma obrigação acessória a ser preenchida e entregue conforme as normas da Receita Federal do Brasil. Esse documento é emitido por uma pessoa pagadora (podendo ser pessoa física ou jurídica) com a finalidade de informar à Receita Federal os valores referentes ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e Contribuições Sociais Retidas na Fonte (CSRF) que foram retidos de pagamentos feitos a terceiros.

Saiba que a DIRF informa o quanto foi recolhido de IR sobre pagamentos do ano anterior ao de sua emissão. Por exemplo, a DIRF de 2022 trará dados dos pagamentos realizados no ano de 2021. No final do ano de 2020, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa nº 1.990/20, que atualiza as disposições legais que tratam da entrega da DIRF, tratando-se da norma vigente referente ao assunto. De forma geral, as informações que devem estar no documento são:

  • rendimentos tributários creditados ou pagos para pessoas jurídicas e empregados, incluindo suas respectivas retenções, mesmo que o beneficiário empregado esteja residente no exterior;
  • rendimentos sem vínculo empregatício, como de royalties ou aluguéis, desde que o valor total seja superior a R$6 mil reais. Essa informação deve ser incluída mesmo que o valor não tenha sido objeto de retenção de IR na fonte;
  • lucros e dividendos pagos aos sócios da empresa;
  • dados de pagamento a planos privados de assistência à saúde quando firmado na modalidade coletivo empresarial. Nesse caso, o plano deve ser contratado pela fonte pagadora em benefício dos colaboradores.

Para realizar a entrega desta declaração, você pode utilizar o Programa Gerador da Declaração. Este programa pode ser baixado diretamente pelo site oficial da Receita Federal.

Qual é sua importância?

Esse documento comprova à Receita Federal que os tributos foram recolhidos adequadamente e evita a sonegação de impostos. Para o Governo, o documento ajuda na fiscalização das empresas, fazendo com que ele saiba quais estão cumprindo as regras de recolhimento do IR adequadamente.

Por isso, entender sobre o assunto é fundamental para assegurar o seu compliance perante o Fisco, minimizando problemas legais, multas e acometimento do crime de sonegação fiscal, o que significa que os autores estão sujeitos a medidas criminais.

No entanto, saiba que a DIRF é submetida a análises pelos fiscais da Receita Federal, o que significa que ela poderá ser rejeitada caso seja encontrada alguma falha na declaração que impeça que ela seja aceita pelo órgão fiscalizador.

Além disso, deixar de enviar o documento dentro do prazo gerará uma multa de 2% por mês-calendário sobre o valor do IR que foi informado na declaração. Essa multa tem o valor mínimo de R$200,00 para pessoas físicas ou jurídicas inativas, incluindo as optantes do Simples Nacional. Para os demais casos (como empresas ativas), a multa pelo descumprimento é de R$500,00.

Quem deve entregar a DIRF?

Qualquer fonte pagadora que tenha que reter o IRRF ou CSRF de seu beneficiário deve entregar a DIRF anualmente. A lista daqueles que deverão apresentar a DIRF está no Art. 2º da IN RFB nº 1.990/20, mas eles podem ser assim resumidos:

  • empresas que recolheram IRRF, mesmo que seja por somente um mês;
  • empresas que realizaram transação de valores monetários ao exterior, mesmo que o valor não seja tributado;
  • pessoas jurídicas que farão pagamentos fazendo o recolhimento de tributos como PIS/PASEP, CSLL ou COFINS;
  • pessoas físicas e jurídicas na condição de sócio ostensivo de sociedade em conta de participação.

Porém, saiba que as obrigações da empresa não terminam com o envio da declaração, é necessário disponibilizar aos colaboradores o Informe de Rendimentos para aqueles que têm o rendimento igual ou acima de R$28.559,70 por ano. Esse documento é importante para aqueles que precisam preencher e enviar o Imposto de Renda para Pessoas Físicas (IRPF).

O que é declaração com e sem retenção de IR?

Essa declaração pode ser feita de duas formas, com ou sem a retenção do imposto de renda. O primeiro deve ser feito por pessoas jurídicas ou físicas que retiverem IR devido a créditos ou pagamento de rendimentos. Exemplos de entidades são:

  • empresas privadas no Brasil;
  • condomínios edilícios;
  • entidades públicas;
  • organizações individuais.

No segundo caso, mesmo as empresas que não retiveram o IR estão obrigadas a emitir o DIRF. Veja exemplos:

  • entidades nacionais e regionais que administram desportos olímpicos;
  • candidatos de cargos eletivos, incluindo os suplentes e vices;
  • pessoas jurídicas ou físicas que são residentes e domiciliadas no Brasil, desde que tenham efetuado crédito, pagamento, remessa ou entrega de valores a outra pessoa no exterior.

É importante saber que as empresas optantes pelo regime tributário Simples Nacional não estão dispensadas da emissão da DIRF. Por se tratar de um assunto mais complicado, é fundamental que os empregadores contem com o suporte de contadores especializados na área, assim eles saberão mais detalhadamente sobre a obrigatoriedade da DIRF e o posicionamento da empresa quanto a essa questão.

Quando deve ser enviada a DIRF?

Habitualmente, o prazo para entrega da DIRF é até a última hora do dia 28 de fevereiro, porém, neste ano foi antecipada para até o dia 25 do mesmo mês. A DIRF 2022 é uma das obrigações mais relevantes para que empresas se mantenham regulares perante o Fisco. Apesar do documento poder ser gerado pelo programa gerador da DIRF 2022, é crucial que o negócio receba suporte de contadores especializados, assim você garante que a obrigação seja cumprida conforme a legislação.

A Contabilivre é um escritório de contabilidade online que realiza a emissão deste documento e cuida da totalidade das gestões contábil e fiscal da sua empresa. Além disso, ela oferece um atendimento eficiente e humanizado, com uma plataforma amigável e intuitiva, desenvolvida para otimizar e descomplicar as rotinas contábil e fiscal da sua empresa.

Se você gostou do nosso conteúdo e se interessa por assuntos de contabilidade e empreendedorismo, acompanhe nosso blog e compartilhe este material em suas redes sociais!

Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço?

O que é preciso para abrir uma empresa prestadora de serviço?

Se você chegou até este artigo, provavelmente tem interesse em abrir uma empresa de prestação de serviço. Por isso, estamos aqui para passar algumas informações essenciais e ajudá-lo em tudo que você precisar.

Saiba que o setor de serviços tem preenchido grande parte do mercado de empreendimentos no Brasil. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 70% das empresas brasileiras dispõem de oferta de serviço.

Mas você sabe realmente o que é uma empresa prestadora de serviço? Esse setor atua realizando serviços para pessoas físicas ou jurídicas, com intuito de receber valores financeiros. Vale destacar, que essa modalidade de empreendimento não realiza venda de produtos e nem fabricação, ok?!

Quer saber como abrir a sua empresa prestadora de serviço? Continue a leitura!

Veja a importância de formalizar a empresa 

Segundo o Jornal Contábil, devido ao alto índice de desemprego provocado pela pandemia, o número de empresas prestadoras de serviços cresceu mais de 54,7% entre janeiro e abril de 2021 no Brasil. Algumas das empresas de serviço mais criadas nesse período foram de:

  • encanador:
  • eletricista;
  •  instalador e limpeza de ar-condicionado;
  •  cabeleireiro;
  •  manicure.

Esse setor reúne um leque de oportunidades. Isso porque possui vários segmentos de atuação. Uma das principais vantagens deste ramo é o custo, que dependendo da atividade exercida pode ser baixo, e com isso o investimento inicial para a abertura da sua empresa pode ser menor do que você pensa.

Antes de mais nada, salientamos a importância de você ter uma empresa totalmente legalizada. Ela traz diversos confortos e vantagens para o seu negócio. Ao realizar a formalização, você vai poder estar em dia com o fisco ao pagar todos os impostos e obrigações necessárias.

A regularização é importante para ajudar no cumprimento de todas as regras trabalhistas, quando a empresa admite funcionários. Auxilia ainda, na emissão de notas fiscais para os clientes que são atendidos pelos seus serviços.

Agora que decidiu abrir a sua empresa, qual é o próximo passo? Por onde começar?

A melhor atitude é procurar um escritório de contabilidade para receber todas as informações necessárias e fazer as escolhas ideais para a sua vida de empreendedorismo.

Neste momento é importante também decidir em qual ramo de atuação você deseja trabalhar. Após tomar essa decisão, é indispensável traçar um Plano de Negócio para apontar todos os objetivos que o seu negócio pretende alcançar.

Mas para que isso aconteça de maneira certa, você precisa conhecer os portes de empresa que existem e assim, decidir qual é o ideal para a sua atuação no mundo dos negócios. 

Porte da empresa

Antes de dar início à abertura de sua empresa, você precisa saber qual tipo de negócio você vai abrir. Normalmente as empresas são instituídas de acordo com o porte de negócio que o proprietário deseja trabalhar.

a. Microempreendedor Individual (MEI)

O MEI é uma modalidade de empreendimento, que foi criado para regularizar as atividades de pessoas que atuam em trabalhos autônomos. É o tipo de negócio mais criado nos últimos anos, por apresentar diversas vantagens, como a isenção de tributos federais e o recolhimento de imposto facilitado em uma única guia. 

Ao regularizar a instituição, o proprietário recebe um CNPJ e fica apto a emitir nota fiscal de serviço e a ter direito aos benefícios prestados pela Previdência Social. Para ser MEI, o empreendedor deve ter uma renda de até R$81 mil reais ao ano, o que equivale a R$6.750 mensais.

b. Microempresa (ME)

São consideradas Microempresas (ME), as instituições que têm um faturamento de até R$360 mil por ano. Conforme o tipo de negócio, ela pode contratar de 9 a 19 funcionários e ainda tem a liberdade de escolher entre um dos tipos de regime tributário e a natureza jurídica do negócio.

c. Empresa de Pequeno Porte (EPP)

As Empresas de Pequeno Porte (EPP), são criadas por empreendedores que desejam ter uma receita bruta entre R$360 mil e R$4,8 milhões por ano, e podem contratar entre 10 e 49 funcionários.

Agora que já definiu o porte para sua empresa, chegou a hora de optar por um dos regimes tributários existentes no Brasil. Confira abaixo!

Regime de tributação 

A escolha dos tributos é uma decisão um tanto delicada, para decidir quais os valores dos impostos que a sua instituição terá de pagar. Ter um contador para fazer todos os cálculos ajuda você a cumprir as suas obrigações fiscais. Conheça os tributos que são exigidos das empresas.

a. Simples Nacional

O Simples Nacional tem a competência de simplificar os recolhimentos dos tributos, pois é pago mensalmente em uma única guia chamada DAS. Ele facilita o cumprimento das obrigações previdenciárias, trabalhistas e tributárias. No entanto, é importante atender a alguns requisitos para participar desse tipo de regime, como a tipologia da atividade (CNAE) e o limite máximo anual de renda da empresa.

b. Lucro Presumido 

Nesse tipo de regime tributário, os impostos são recolhidos em guias individuais. As organizações desse tipo tributário devem declarar IRPJ e arcar com diversas obrigações. O Lucro Presumido tem os valores do IRPJ e CSLL direcionado a uma margem de Lucro Presumido. 

c. Lucro Real 

Os tributos são calculados segundo o lucro real da empresa. Os cálculos devem ser feitos com muito cuidado para não perder alguns benefícios. Em caso de ocorrer perda no período em que os cálculos forem feitos, é possível conceder a isenção do pagamento do imposto de renda. No Lucro Real já estão embutidos: PIS, COFINS, Contribuição Social e Imposto de Renda.

Natureza jurídica da empresa

A Natureza Jurídica é outro ponto fundamental que precisa ser bem definido por quem deseja abrir uma empresa. A escolha ajuda a entender qual será o valor do capital para iniciar o negócio, quais leis serão aplicadas e se é aconselhado ter sócio ou não. Conheça os principais tipos de Natureza Jurídica que existem:

a. Empresas Individuais

As Empresas Individuais surgiram especialmente para fazer a regularização de inúmeros negócios autônomos, que aconteciam sem CNPJ, e com isso não tinham segurança jurídica, e não recebiam seus benefícios, como o INSS. Elas não necessitam de sócio para serem iniciadas, mas cada uma tem regras específicas. Estas são as modalidades de Empresas Individuais:

  • Empresas individuais (EI);
  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).

b. Sociedades

Caso você deseje ter uma organização com no mínimo dois sócios, você pode optar por uma dessas tipologias:

  •  Sociedade Limitada (LTDA): é uma modalidade de empresa que trabalha como prestador de serviços de forma geral;
  •  Sociedade Simples (SS): é um tipo de empresa voltada para área artística, intelectual e científica, como os artistas plásticos, médicos e cooperativas;
  • Sociedade Anônima (SA): tem o capital dividido em ações, ou seja, as ações pertencem aos acionistas. Elas podem ser vendidas no mercado de balcão ou nas Bolsas de Valores.

Saiba como abrir uma empresa de prestação de serviço

Agora que você conheceu os principais pontos que precisam ser definidos para abertura de sua empresa, chegou o momento principal, a criação de seu CNPJ. Mas, como isso funciona? 

Contar com o apoio de um contador é essencial para que você tenha informações de tudo que precisa ser providenciado, como algumas autorizações para iniciar o processo de regularização do seu negócio. São necessárias algumas documentações pessoais, para serem levadas à Junta Comercial do Estado ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica, conforme a atividade escolhida. Veja quais documentos são essenciais:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de endereço;
  • certidão de casamento (caso exista);
  • cópia do IPTU ou registro que contenha inscrição imobiliária, ou a indicação fiscal do imóvel do local em que a empresa será posicionada;
  • contrato social da empresa (caso tenha sócio);
  • autorização da análise prévia da viabilidade de localização.

Em seguida, é gerado o Número de Identidade do Registro de Empresa (NIRE). Esse número é um código que será utilizado para requerer o CNPJ, por meio do site da Receita Federal. Logo após, conseguirá dar entrada na regularização junto ao seu município e com isso já terá sua empresa devidamente legalizada.

Percebeu como abrir uma empresa prestadora de serviço requer ações importantes para atender a todas as normas de criação? Recorrer a um escritório de contabilidade eficiente pode ajudar a realizar todos os processos de abertura, e também a gerenciar o orçamento do seu negócio de maneira correta. Ao optar por uma empresa especialista no assunto, a abertura da sua empresa poderá ser com baixo custo, de forma rápida, sem burocracia e dentro de toda legalidade. 

A Contabilivre é especialista em Abrir Micro e Pequenas Empresas de Serviço, por isso, você pode contar com os nossos especialistas para ajudá-lo!

exclusão do simples nacional

Exclusão do simples nacional: saiba como funciona

Todo ano, muitas empresas são excluídas do Simples Nacional. Isso acontece quando a empresa deixa de cumprir algum dos requisitos para se manter enquadrada no regime, incluindo limite de faturamento, atividades impeditivas, débitos, entre outros.

O resultado é a exclusão deste regime simplificado de tributação, que pode gerar uma série de complicações fiscais e contábeis para o negócio.

Muitas empresas optam por esse regime por ele unificar o recolhimento de todos os tributos em apenas uma guia de pagamento mensal (DAS), além de facilitar o cumprimento de obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias, e claro ser uma ótima solução em termos de redução da carga tributária.

Mas é preciso se encaixar nos requisitos do programa para se manter nele e não ser excluído. Quer entender mais sobre esse assunto? Continue a seguir!

Veja como funciona a exclusão do regime

Atualmente a Receita Federal possui um vasto controle eletrônico de muitas situações que ocorrem dentro das empresas que fazem parte do Simples Nacional, não somente a situação fiscal, mas os sócios que a compõem, a regularidade junto aos municípios, entre outros.

Muitas situações que fazem a empresa entrar em desacordo com as regras do Simples Nacional são detectadas pela Receita Federal e podem ser objeto de exclusão, imediata ou não.

Quando a exclusão não é imediata e é passível de regularização, a Receita Federal envia uma notificação por e-mail, descrevendo os motivos pelos quais a empresa poderá sofrer uma exclusão futura e o prazo para regularização.  

Saiba os motivos para a exclusão do Simples Nacional

Você deve estar querendo entender melhor os motivos que podem levar à exclusão da empresa do regime simplificado. Conheça algumas delas a seguir.

Limite de faturamento

Um dos principais impedimentos é quando a empresa ultrapassa o faturamento de R$4,8 milhões anuais. Esse valor é válido para empresas abertas há mais de um ano. No caso de negócios ativos há menos de um ano, o limite de ganhos é de R$400.000,00 mensais.

Atividades impeditivas

Não são todas as atividades que podem ser realizadas por empresas sob esse regime. Contudo, de tempos em tempos o governo permite a entrada de mais CNAEs, abrindo o leque de opções.

Depois do último pacote de mudanças, por exemplo, entraram no regime as empresas do ramo de bebidas alcoólicas, sociedades cooperativas, organizações religiosas de cunho social e outras. As atividades que podem provocar a exclusão do Simples Nacional podem ser conferidas no Portal do Simples Nacional.

Sócio PJ

Toda empresa que possui um sócio Pessoa Jurídica não poderá entrar ou permanecer no Simples Nacional, seja ela nova ou antiga. Caso o quadro societário do negócio mude enquanto a empresa estiver ativa no regime, ocorrerá a exclusão imediata do Simples Nacional.

Além disso, o optante pelo Simples Nacional não poderá se associar a outra Pessoa Jurídica sob o risco de exclusão imediata. Vale destacar que qualquer alteração da situação da empresa deve ser informada à Receita Federal por meio de uma alteração contratual.

Descumprimento da lei

Caso a empresa seja condenada por fraude ou descumprir a legislação brasileira sob qualquer forma, será automaticamente excluída do Simples Nacional.

Para evitar que isso aconteça, é imprescindível emitir todas as notas fiscais necessárias nas prestações de serviços ou venda de produtos. Além disso, vale cuidar para não comercializar mercadorias contrabandeadas ou irregulares.

Empresa com dívidas

Outro impeditivo são os débitos preexistentes ou adquiridos. Para se enquadrar ou se manter no Simples Nacional, a empresa não pode estar em débito com o INSS, a Receita Federal e o município sede. Caso a organização já esteja ativa quando as dívidas forem identificadas, ela será excluída do regime.

Por isso, a recomendação é procurar meios de negociar e quitar qualquer dívida existente o quanto antes. É importante mencionar que esta exclusão não é imediata. Toda vez que a Receita Federal detecta dívidas em um CNPJ, envia uma notificação por e-mail informando os valores em aberto.

Se sua empresa possui dívidas, nós podemos orientar as possíveis formas de saná-las e isso evitará problemas futuros com o fisco.

Entenda o que acontece após a exclusão da empresa

As empresas excluídas do Simples Nacional vão automaticamente para o Lucro Presumido. Essa mudança, geralmente, acontece de forma natural, sem nenhuma avaliação das possíveis vantagens trazidas pelo novo regime tributário.

Uma das maiores diferenças entre esses regimes é a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de pagamento de funcionários e sócios. Isso impacta bastante no orçamento de uma empresa que era optante do Simples Nacional e tem um número determinado de funcionários. Além disso, a burocracia aumenta bastante; há obrigações acessórias e diversas guias de impostos a serem pagas.

Descubra se é possível voltar ao regime do Simples Nacional

A exclusão não imediata realizada por conta de débitos federais ou irregularidades municipais ocorre anualmente no dia 31 de dezembro. Isso significa que a empresa inicia o ano seguinte no Lucro Presumido, com todas as obrigações e carga tributária deste regime.

Mas isso não significa que a empresa não poderá retornar ao Simples nesse mesmo ano.

A legislação do Simples Nacional informa que todas as Pessoas Jurídicas podem solicitar entrada no regime simplificado até o dia 31 de janeiro, todos os anos. Essa regra também vale para os que foram excluídos no ano anterior.

Sendo assim, todas as empresas podem estar aptas para ingressar no Simples Nacional desde que sanem suas pendências e realizem o pedido de entrada no regime até o último dia de janeiro. E uma vez aceito o pedido pela Receita Federal, essa opção é retroativa ao dia 1º de janeiro e vale para o ano inteiro.

Portanto, se sua empresa se enquadrar em qualquer situação de exclusão e você precisar de orientação, além das informações que trouxemos neste artigo, a Contabilivre pode auxiliá-lo. Fale com nossos especialistas e tenha o suporte contábil e fiscal de que sua empresa precisa, e tudo de forma simples e online.

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