Indicadores financeiros de uma empresa: veja os principais

Indicadores financeiros de uma empresa: veja os principais

Para empresas que visam ao crescimento, é fundamental entender como analisar os resultados que a empresa vem obtendo. Para isso, um ótimo aliado são  os indicadores financeiros, sejam eles administrativos ou operacionais, pois com eles é possível realizar uma análise minuciosa dos setores de uma organização. Por meio deles é preciso ter mais controle sobre gastos e faturamento, identificando possíveis erros e elaborando estratégias para superá-los.

Levando em consideração essas informações, preparamos este artigo, em que iremos abordar o conceito, a importância e alguns tipos de indicadores para você utilizar em sua empresa. Confira a seguir.

O que são indicadores financeiros?

Os indicadores financeiros são informações de cunho quantitativo, capazes de mostrar aos gestores a real situação de uma organização, por meio de resultados contábeis. Portanto, são excelentes recursos que auxiliam na tomada de decisão e ajudam a reduzir os riscos.

Nesse sentido, os indicadores financeiros se valem de dados históricos que revelarão se a empresa consegue dar lucros, se essa margem é alta ou se está endividada. Essas informações possibilitam o embasamento da tomada de decisão dentro de uma organização, fazendo dessa uma ação mais consciente e precisa.

Qual a importância dos indicadores financeiros?

Como percebemos até aqui, os indicadores financeiros cumprem um papel essencial em uma organização, pois eles oferecem informações valiosas para um negócio.

Quando um produto está com um aumento de vendas significativo, isso pode indicar uma boa notícia, mas apenas com a utilização dos indicadores que teremos uma visão mais global da situação.

Além disso, essas ferramentas permitem que vejamos com detalhes as potencialidades e as fraquezas existentes na administração de uma empresa. A partir dessa análise, será possível traçar estratégias visando à melhoria dos resultados e à correção de erros.

Dessa forma, os indicadores ajudam a organização na conquista dos seus objetivos, propiciando uma melhoria constante. Outro fato importante sobre eles, é o fato de se constituírem fontes de informações essenciais para possíveis investidores.

Quais são os principais indicadores financeiros?

Agora que já dominamos o conceito e a importância dos indicadores financeiros, tratamos os principais indicadores para uma organização acompanhar. Confira:

  1. Margem Bruta

A margem bruta afere o lucro bruto de um negócio em valor percentual. Desse modo, o seu cálculo leva em consideração o faturamento total e o custo das mercadorias vendidas (CMV) ou do produto vendido (CPV). Nesse caso, é utilizada a seguinte fórmula:

  • MB Lucro Bruto / Faturamento * 100.

Assim, para encontrar o valor do lucro, é preciso diminuir do faturamento o custo dos itens vendidos. Depois, é preciso dividir o lucro pelo faturamento e multiplicar por 100 encontrando, assim, o valor em forma de percentual.

2. Margem Líquida

A margem líquida, como o nome sugere, afere o lucro líquido de uma empresa. Ao contrário da margem bruta, ela considera todas as despesas, sejam elas diretas ou não, que se relacionam com os gastos de prestação de serviços e produção ou venda de produtos. Para encontrar esse valor, devemos utilizar a seguinte fórmula:

  • Margem Líquida = Lucro Líquido / Receita Líquida * 100.

3. Custos Fixos e Custos Variáveis

Os custos de uma empresa, considerados também como custos essenciais às suas operações, podem ser fixos ou variáveis. Os custos fixos são despesas que permanecem iguais mês a mês, independentemente das flutuações na produção ou nas vendas. Por exemplo, os salários dos trabalhadores da linha de produção são um custo fixo, assim como o aluguel da fábrica.

Mesmo que a produção caia em alguns períodos e aumente em outros, a massa salarial permanecerá sem novas contratações. O mesmo vale para aluguéis em propriedades de fábrica. Por outro lado, o custo de obtenção de uma mercadoria ou matéria-prima é variável. Se a empresa vende ou produz mais, também precisa gastar mais para reabastecer seu estoque.

4. Ponto de Equilíbrio

O ponto de equilíbrio marca o momento em que a receita se iguala a custos e despesas. Representa o valor mínimo de receita que a empresa precisa para cobrir todos os custos sem registrar perdas. O resultado deve ser sempre o menor possível, ao contrário das margens de lucro (quanto maior, melhor).

Além disso, quanto mais rápido uma empresa atingir o ponto de equilíbrio, mais rápido as vendas começarão a ser contabilizadas nos lucros. O cálculo do ponto de equilíbrio requer três informações:

  • Margem de contribuição em percentual;
  • Custos fixos;
  • Despesas fixas.

Para tanto, é utilizada a seguinte fórmula:

  • PE = (custos fixos + despesas fixas) / margem de contribuição em percentual.

5. Retorno sobre Investimentos (ROI)

O retorno sobre o investimento (ROI), também conhecido como taxa de retorno, mede o retorno de um investimento em um determinado período de tempo. É uma métrica usada tanto por investidores quanto por gestores de empresas. A fórmula para calcular o ROI é a seguinte:

  • ROI = Resultado Obtido subtraído pelo Investimento Aportado/ Investimento Aportado * 100.

Esse indicador pode ser utilizado em inúmeras situações, tais quais: ativos financeiros, campanhas de marketing ou negócio próprio.

Em resumo…

Podemos concluir que os indicadores financeiros são fundamentais para o controle econômico de qualquer organização, independentemente do porte, e devem ser acompanhados constantemente a fim de detectar falhas ou prejuízos. Desse modo, a tomada de decisão em direção às melhorias da empresa serão mais assertivas e embasadas em informações objetivas e precisas.

A tecnologia a seu favor

Sabemos que as novas tecnologias têm propiciado facilidade aos processos, otimização do trabalho, que estarão menos suscetíveis a falhas, já que conta com processos automatizados, que prezam pela segurança dos dados.

A contabilidade online torna possível ao empresário aproveitar melhor o seu tempo e ter mais controle sobre a empresa. A Contabilivre está apta a cuidar de toda gestão contábil e fiscal fazendo uso das novas tecnologias disponíveis no mercado.

Agora que você sabe um pouco mais sobre indicadores financeiros, que tal conhecer um pouco mais sobre a Contabilivre? Acesse o nosso site e veja como podemos descomplicar a contabilidade da sua empresa!

Emitir nota fiscal eletrônica: Aprenda o passo a passo!

Emitir nota fiscal eletrônica: Aprenda o passo a passo!

A transformação digital já impulsiona os negócios há muito tempo. Nesse cenário, emitir Nota Fiscal Eletrônica se tornou uma prática essencial para qualquer empresa.

Apesar de ainda encontrarmos algum nível de burocracia, esse serviço tende a facilitar a operação, promover mais legalidade nos negócios e eliminar a sonegação. É por isso que você deve aprender esse passo a passo.

Neste conteúdo, listamos os principais pontos que você deve saber sobre a Nota Fiscal Eletrônica e a importância de soluções contábeis para os negócios. Confira!

O que é uma Nota Fiscal Eletrônica?

A Nota Fiscal Eletrônica é um documento que substitui o antigo talão de notas e agiliza o serviço do empreendedor. Ela foi desenvolvida com o intuito de diminuir custos com papel e reduzir o nível de burocracia para emissão.

Utilizar um sistema de emissão de Nota Fiscal Eletrônica não é apenas uma saída inteligente. Há diversos benefícios para o empreendedor ao adotar um sistema de emissão como esse. Entre os principais, destacamos:

  • melhor controle de faturamento;
  • registro informatizado;
  • menor custo;
  • melhor controle para gestão fiscal e contábil, dentre outros.

Finalmente, a Nota Fiscal Eletrônica é um importante documento para registro de operações de compra e venda de produtos e/ou serviços e para recolhimento de impostos.

Como funciona a nota fiscal eletrônica?

A Nota Fiscal Eletrônica funciona como um recurso específico de um sistema governamental ou privado para emissão de Notas Fiscais. Não necessariamente, esse documento precisa ser impresso.

Então, ele pode ser enviado de forma eletrônica para o consumidor e evitar custos com papel. Além disso, a emissão de Nota Fiscal Eletrônica funciona 24 horas por dia. Dessa forma, por meio da internet, você pode emiti-la a qualquer hora e em qualquer lugar.

Quais os principais tipos de nota?

Há basicamente três tipos de Nota Fiscal que podem ser emitidas de forma eletrônica. Conheça a partir de agora, quais são elas, como funcionam e para que finalidades são usadas.

NF-e (Nota Fiscal Eletrônica)

A Nota Fiscal Eletrônica é um documento que é emitido para registrar vendas de produtos. Por meio dela, é possível recolher o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

NFS-e (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica)

Já a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica é emitida exclusivamente para registrar prestações de serviços. O principal imposto relacionado ao caso é o ISS (Imposto Sobre Serviços).

NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica)

A Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica tem a função de registrar vendas diretas de produtos e serviços ao consumidor. Pode substituir o cupom fiscal e é utilizada no varejo.

Como emitir Nota Fiscal Eletrônica?

Todo o processo para emissão de Nota Fiscal Eletrônica pode ser feito de forma virtual. A partir de agora, compartilharemos o passo a passo com as principais etapas.

1. Defina o tipo de Nota Fiscal Eletrônica que você emitirá

O primeiro passo é definir o tipo de Nota Fiscal que a sua empresa emitirá. Vimos que há três tipos principais, basta escolher de acordo com o que você comercializa. Em alguns casos, é possível emitir mais de um tipo de Nota Fiscal Eletrônica.

2. Cadastre-se nos portais governamentais

Cada região pode ter suas particularidades nesse momento. A habilitação do emissor de NF-e geralmente deve ser feita diretamente no site do SEFAZ (Secretaria de Fazenda do Estado).

Já a habilitação do emissor da NFS-e deve ser feita diretamente no site da prefeitura do município onde o negócio irá funcionar. Os serviços contábeis sempre são fundamentais nesse momento, já que cada cidade pode ter um processo diferente, por exemplo.

3. Tire o seu certificado digital

O certificado digital é um documento fundamental para garantir a validade jurídica das notas fiscais eletrônicas, já que funciona como uma assinatura digital da marca. Empresas experientes e capacitadas como a Contabilivre, já contam com empresas parceiras certificadoras.

Cabe ressaltar que as empresas de serviço não são obrigadas a adquirir um certificado digital, já que elas podem gerar um acesso por meio de Senha WEB e emitir Nota Fiscal Eletrônica por este sistema.

4. Utilize uma solução digital para emissão

O SEFAZ e as prefeituras oferecem uma versão gratuita de solução para emissão de nota fiscal eletrônica, no entanto, cabe ressaltar que as soluções gratuitas sempre têm suas limitações.

Já as plataformas pagas comportam mais funcionalidades, aprimoram o controle e garantem qualidade, independente do volume de notas tiradas mensalmente.

Além disso, são integrados com inteligência comercial e auxiliam o gestor a fazer a gestão contábil do negócio. Dessa forma, considere sempre essa possibilidade para garantir o controle do seu negócio.

5. Emita a Nota Fiscal Eletrônica

Com todos os passos anteriores concluídos, você poderá emitir a sua nota normalmente a partir do sistema. Você terá uma função Emitir NF-e ou NFS-e ou semelhante. A partir disso, basta preencher as informações de acordo com a venda.

Por que a Contabilivre tem a melhor solução contábil para sua empresa?

Manter a competitividade é um desafio no mercado atual. Os empreendedores sempre precisam pensar em inovações, diferenciais e ideias para se destacar, porém, como fazer isso e ainda ter que se preocupar com o registro fiscal e contábil?

Com a Contabilivre você ficará livre para focar na evolução do seu negócio. Isso mesmo. Temos todas as soluções contábeis que você precisa, inclusive a emissão de Nota Fiscal Eletrônica caso a sua cidade esteja liberada em nossa plataforma. Entre as principais soluções que oferecemos, destacamos:

Neste artigo, você aprendeu como emitir Nota Fiscal Eletrônica, entendeu os conceitos, os principais tipos e as vantagens desse documento fundamental para os negócios. Além disso, conheceu o nosso trabalho.

Se ficou alguma dúvida sobre como emitir Nota Fiscal Eletrônica, não se preocupe. Visite nosso site e conheça mais detalhes sobre esse e outros serviços contábeis.

Informalidade empresarial: conheça os riscos para seu negócio

Informalidade empresarial: conheça os riscos para seu negócio

Abrir seu próprio negócio pode ser uma excelente alternativa para quem deseja trabalhar de modo independente.

Nesse sentido, o trabalho autônomo contribui significativamente para a melhoria do cenário econômico nacional e ganhou muita força nos últimos anos, principalmente depois da pandemia causada pelo Coronavírus, em que o país viu a sua taxa de desemprego aumentar exponencialmente.

Contudo, muitas pessoas ainda seguem na informalidade e assim não conseguem ter acesso a alguns benefícios e realizar algumas de suas obrigações, que caso estivessem com a empresa em formalidade não estaria ocorrendo. Além disso, a informalidade acarreta em prejuízos e consequências negativas para a própria empresa.

Por isso, preparamos este artigo, onde iremos mostrar a você os riscos que a informalidade empresarial pode representar para o seu negócio. Acompanhe!

As vantagens de regularizar um negócio

Quando abrimos um negócio, existem obrigações a serem cumpridas como também alguns direitos impostos pela legislação.

O processo de formalização é um procedimento que visa dar validade à existência da empresa, regularizando a sua situação enquanto pessoa jurídica para os órgãos competentes — sejam eles estaduais, municipais ou federais.

Portanto, a formalização comunica que o seu negócio respeita as exigências legais e possui uma chance muito grande de crescer e se firmar no mercado, uma vez que são oferecidas às empresas formais uma série de benefícios. Confira a seguir.

Acesso ao microcrédito

Capital é essencial para o crescimento de qualquer empresa. E, para aquelas pessoas que estão com a situação da sua empresa em dia, é oferecido o benefício do microcrédito, cedido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES), por meio de uma política de linha de créditos especiais para os pequenos empresários.

Assim, caso sua empresa esteja precisando de suporte financeiro, essa alternativa pode ser muito útil, pois possui taxas de juros inferiores aos empréstimos pessoais, já que a ideia do governo ao criar essa alternativa era promover o crescimento econômico do país.

Inscrição em associações de classe e sindicatos

Hoje, no Brasil contamos com dois tipos de sindicatos: aqueles que representam os trabalhadores e os que representam a classe patronal.

Essas representações são muito importantes, pois visam defender aos interesses da classe junto ao governo, viabilizando as negociações entre empresários e trabalhadores.

No entanto, apenas as empresas que possuem registro estão aptas a se inscreverem nessas entidades para receberem proteção aos benefícios a que possuem direito.

Poder participar de licitações públicas

Ter a possibilidade de contratar com a administração pública é uma excelente oportunidade de crescimento empresarial, além de melhorar sua imagem e credibilidade no mercado. 

Porém, para tanto, é preciso antes ter passado por um processo licitatório, em que só é possível participar se o negócio estiver formalizado, ou seja, sua empresa deve possuir CNPJ.

Conseguir comprar diretamente com fabricantes

Quando compramos direto da fábrica, temos acesso a grandes descontos, algo muito importante para a atuação em um mercado, cada vez mais competitivo. Contudo, as empresas informais não podem realizar essa transação e ficam de fora desse tipo de negociação.

Ter mais segurança para atuar

O Brasil possui órgãos responsáveis pela realização de fiscalizações que visam aplicar sanções a estabelecimentos que funcionam de modo irregular. Isso pode desencadear a apreensão de mercadorias, aplicação de multas e interdições.

Desse modo, a formalização confere às empresas maior segurança para a sua atuação, uma vez que os prejuízos da informalidade podem representar o fim do negócio.

Quais os riscos da informalidade empresarial para o seu negócio?

Como você pode notar, formalizar a situação empresarial pode significar muitas vantagens para o seu negócio, sobretudo pelo fato de você estar cumprindo uma obrigação prevista em lei, que dará à empresa segurança para que possa atuar.

No entanto, caso ainda atue de forma informal, conheça a seguir os problemas e alguns prejuízos que você pode vir a enfrentar pela informalidade de seu empreendimento. Veja!

Impossibilidade de assinar a carteira dos funcionários

Quando uma empresa está atuando na informalidade, consequentemente os seus colaboradores também estarão.

E isso representa danos graves ao trabalhador, que não poderá gozar de alguns direitos como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego, previdência social, entre outros.

Além disso, sua empresa incorrerá em descumprimento de obrigação legalmente imposta, o que pode acarretar pagamento de multas e até mesmo fechamento do negócio. Ou seja, a informalidade pode custar caro ao empreendimento.

Impossibilidade de emissão de nota fiscal

Quando consumimos algum bem ou serviço, precisamos de garantias que serão resguardadas com a apresentação da nota fiscal.

Esse documento é uma comprovação de que o produto foi comprado respeitando todas as obrigações fiscais e assegura proteção, tanto ao consumidor, quanto ao empresário.

No entanto, enquanto estiver na informalidade, a empresa não poderá emitir notas fiscais, nem mesmo as eletrônicas. E isso acaba prejudicando a imagem do empreendimento, já que potenciais clientes podem deixar de fazer negócio com você por não possuírem essa segurança.

Ausência de proteção aos bens do empresário

A informalidade empresarial significa que o estabelecimento comercial atua ilegalmente.

Por essa razão, o empreendedor acaba abrindo mão de uma importante proteção, pois, juridicamente, como não há a separação entre pessoa física ou jurídica, não haverá também diferença entre os bens do empresário e os bens da empresa.

Nessa conjuntura, existe uma possibilidade significativa de perda de bens pessoais, que poderão ser penhorados em razão de dívidas contraídas pela empresa.

Ou seja, a informalidade representa um grave risco para a saúde financeira da sua família e do seu empreendimento.

Limitação de expansão do negócio

A informalidade pode colocar uma empresa em situação de estagnação, devido todas às limitações que já vimos até aqui.

É importante salientar que, caso a sua empresa permaneça ilegal, mas, mesmo assim, continue crescendo, ela acabará chamando a atenção dos concorrentes e dos órgãos responsáveis pela fiscalização.

Isso pode acarretar em uma série de transtornos, como interdição do negócio, aplicação de multas e diversas sanções derivadas de denúncias que podem, até mesmo, partir dos seus clientes, ao se sentirem lesados pela falta de segurança ao adquirir seu produto ou serviço.

Por fim…

Como você pode perceber, abrir uma empresa, principalmente no contexto atual, pode ser uma ótima alternativa de crescimento profissional e expansão de renda. Contudo, com todas essas vantagens, vêm também uma série de obrigações que devem ser cumpridas, ou gerará grandes prejuízos para a sua empresa.

Além disso, a formalização empresarial traz segurança e uma série de benefícios e facilidades para a classe empresarial.

O processo de formalização envolve algumas etapas e é crucial poder contar com parceiros que possam te ajudar nesse processo, como a Contabilivre, que pode fazer a diferença no seu negócio!

Aqui você começa seu negócio de maneira simples, segura e conta uma equipe de profissionais especializados em contabilidade que vão auxiliá-lo em todos os processos. Acesse o nosso site e veja como é fácil abrir sua empresa!

O que é RAIS? Entenda tudo sobre a Relação Anual de Informações Sociais

O que é RAIS? Entenda tudo sobre a Relação Anual de Informações Sociais

As informações contidas na RAIS têm sido de grande valia para a definição de políticas públicas mais adequadas à realidade do trabalhador brasileiro, assim como a avaliação do cumprimento da legislação trabalhista no país.

Por esse motivo, a transmissão da RAIS é obrigatória às pessoas de natureza jurídica, empregadoras ou não, no ano-base da ocorrência das informações, desde que não façam parte do grupo de empresas obrigadas ao envio de eventos periódicos ao eSocial.

Neste artigo vamos abordar sobre o que é RAIS, qual o objetivo desse instrumento, quais informações devem ser transmitidas, entre outras. Confira!

Afinal, o que é RAIS?

RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) é um instrumento utilizado pelo Governo Federal para inferir dados do mercado de trabalho formal no Brasil. 

O Ministério do Trabalho e Previdência é responsável pela apuração anual das informações transmitidas por todo estabelecimento sediado no país, desde que a obrigatoriedade do relatório foi instaurada pelo Decreto nº 76.900, em 23 de dezembro de 1975.

Qual o objetivo desse instrumento de declaração de informações?

Conforme falamos, a RAIS é instrumento de transmissão de informações entre empresas e o Ministério do Trabalho e Previdência, com o objetivo de amparar a tomada de decisão do governo acerca do mercado de trabalho no país. 

Por meio dessa declaração, o Governo Federal apura dados estatísticos sobre as suas ações que fomentam o emprego no país, a partir da relação entre números de novas contratações e número de demissões, além de outros dados contidos no Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS referente à população brasileira.

Segundo o site oficial que informa sobre a Relacão Anual de Informações Sociais, RAIS é o instrumento que baseia o atendimento das necessidades:

  • da legislação da nacionalização do trabalho;
  • de controle dos registros do FGTS;
  • dos Sistemas de Arrecadação e de Concessão e Benefícios Previdenciários;
  • de estudos técnicos de natureza estatística e atuarial;
  • de identificação do trabalhador com direito ao abono salarial PIS/PASEP.

De quem é a obrigatoriedade pela declaração da RAIS?

A obrigatoriedade da emissão e transmissão da declaração da RAIS é estendida para: 

  • inscritos no CNPJ;
  • todos os empregadores, conforme definidos na CLT;
  • todas as pessoas jurídicas de direito privado, inclusive as empresas públicas domiciliadas no País, com registro, ou não, nas Juntas Comerciais, no Ministério da Economia/Secretaria Especial da Previdência e Trabalho, nas Secretarias de Finanças ou da Fazenda dos governos estaduais e nos cartórios de registro de pessoa jurídica;
  • empresas individuais, inclusive as que não possuem empregados;
  • cartórios extrajudiciais e consórcios de empresas;
  • empregadores urbanos pessoas físicas (autônomos e profissionais liberais) que mantiveram empregados no ano-base;
  • órgãos da administração direta e indireta dos governos federal, estadual ou municipal, inclusive as fundações supervisionadas e entidades criadas por lei, com atribuições de fiscalização do exercício das profissões liberais;
  • condomínios e sociedades civis;
  • empregadores rurais pessoas físicas que mantiveram empregados no ano-base;
  • filiais, agências, sucursais, representações ou quaisquer outras formas de entidades vinculadas à pessoa jurídica domiciliada no exterior;
  • grupos 3, 4, 5 e 6 definidos no eSocial. 

Já as empresas sem empregados no ano-base ou sem movimentação devem se atentar à obrigatoriedade do envio da RAIS Negativa.

O que é RAIS negativa?

A declaração da RAIS Negativa é utilizada quando a empresa não teve funcionários durante o ano-base. Basicamente são utilizados os mesmos formulários de arquivos normais. A diferença é que são preenchidos somente os dados cadastrais do estabelecimento, cadastrado com CNPJ.

Quais informações devem constar na relação?

Na lista de informações, devem ser declaradas todas as contribuições patrimoniais do ano e todos os trabalhadores empregados em regime de CLT (Lei Consolidada do Trabalho), ou em regime de contrato de trabalho por tempo determinado ou por tempo indeterminado, inclusive por experiência, incluindo:

  • data de admissão;
  • dados do trabalhador como data de nascimento e previdência;
  • a data e o motivo da rescisão do contrato;
  • o valor da indenização envolvida;
  • valores das parcelas consolidadas e não consolidadas do salário mensal do trabalhador e desdobramento de cada parcela.

Como é feita a entrega da RAIS?

A entrega da declaração da RAIS deve ser efetuada a partir do aplicativo GDRAIS, disponível no site oficial, na página de download.

Como a RAIS está associada ao eSocial?

A partir de 2019, as empresas que integram o grupo de pessoas jurídicas obrigadas ao envio de eventos periódicos ao eSocial — com faturamento inferior a R$ 78 milhões (exceto optantes do Simples Nacional) ou superior a R$ 78 milhões — não são mais obrigadas a transmitir a declaração da RAIS, conforme Portaria SEPRT Nº 1.127/2019. 

Isso porque o eSocial — Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas — é um sistema digital do governo que simplificou a entrega de quinze obrigações trabalhistas, inclusive a do Relatório Anual de Informações Sociais.

Portanto, somente as demais pessoas jurídicas de direito privado e de direito público, bem como pessoas físicas equiparadas a empresas, tiveram a sua obrigatoriedade mantida depois do eSocial, conforme previsto no Decreto nº 76.900, de 23 de dezembro de 1975.

A RAIS está inclusa nos processos contábeis da Contabilivre?

Sim, a Declaração da RAIS faz parte dos serviços de assessoria contábil e fiscal da Contabilivre. E será apurada conforme outras obrigações anuais.    

E o controle de toda documentação e informações pertinentes à empresa ficam disponíveis 24h por dia, em uma plataforma online totalmente intuitiva e de fácil manuseio, facilitando a tomada de decisão e o processo de gerenciamento da sua empresa.

Em resumo…

 Agora que você sabe o que é RAIS e quais empresas são obrigadas a transmitir as informações trabalhistas para o Governo Federal, que tal conhecer um pouco mais sobre a Contabilivre? Acesse o nosso site e veja como podemos descomplicar a contabilidade da sua empresa! 

atendimento omnichannel

Atendimento omnichannel: por que sua empresa deve implantar?

Não há como negar que a tecnologia causou grandes mudanças em nossas vidas. Desse modo, a transformação digital permitiu que os negócios se adaptassem a essa nova realidade. Afinal, o comportamento do consumidor também se transformou. E isso não se refere apenas à forma de comprar, como também de entrar em contato com a empresa.

Com base nisso, a ferramenta de melhor estratégia é o atendimento omnichannel, que é a utilização de vários meios de comunicação ao mesmo tempo por uma organização. Assim, o cliente pode escolher a forma que achar melhor para ser atendido.

Se você ainda não tinha escutado falar sobre esse tipo de atendimento e tem dúvidas sobre essa ferramenta, fique tranquilo. A seguir, você vai entender o que é, quais são seus benefícios, como escolher os melhores canais de comunicação para sua empresa e muito mais. Acompanhe!

O que é atendimento omnichannel?

Como comentamos anteriormente, esse tipo de atendimento se refere ao uso simultâneo de diferentes canais de comunicação com o objetivo de estreitar o relacionamento entre online e off-line e de melhorar a experiência do cliente.

O termo vem da junção do prefixo latino “omni”, que tem o sentido de “tudo” e “inteiro” com a palavra inglesa “channel” que pode ser traduzida como canal. No entanto, é importante não confundirmos o termo omnichannel com multicanal, pois são dois conceitos diferentes.

Multicanal foca apenas em permitir que o consumidor possa chegar à empresa de diferentes formas. Por sua vez, no omnichannel há uma integração entre todos os canais que a empresa decide utilizar. Assim, é possível que o atendimento se inicie em um ponto e continue em outro.

Além disso, permite que todos os agentes do atendimento tenham acesso ao mesmo conteúdo sobre o cliente, ou seja, há um alinhamento sobre quem é o consumidor e quais são suas dores. Como consequência, consegue-se oferecer uma experiência melhor, garantindo sua satisfação e, consequentemente, sua fidelização.

Como esse tipo de atendimento funciona?

Para entender melhor, vamos a um exemplo. Digamos que você precise entrar em contato com o suporte de uma empresa da qual é cliente para solucionar algum problema. Pelo telefone, você passa todos os seus dados e as informações referentes à compra. Então, o atendente pede que você entre em contato com a empresa no dia seguinte para que você tenha uma posição referente ao assunto tratado.

No dia seguinte, você opta por entrar em contato pelo chat. Seria um sofrimento ter que repassar todos os dados e ter que relatar novamente o problema, certo? Seria ainda pior se esse atendente precisasse encaminhar você para outro setor, onde seria necessário repetir toda a história, não é mesmo?

Pois bem, com o atendimento omnichannel, o cliente não precisa passar por isso. A cada atendimento, seja qual for o canal escolhido, o agente já saberá seus dados e identificará o problema a ser resolvido, fazendo com que o atendimento seja mais rápido, ágil, eficaz e satisfatório para o consumidor.

Quais são os benefícios dessa estratégia?

Optar por uma estratégia de atendimento omnichannel traz uma série de vantagens para a sua empresa. A seguir, confira as principais.

Personalização

Como há integração entre os diversos canais, também há um registro automático de todos os atendimentos realizados para cada cliente. Assim, é possível que o atendente tenha uma visão completa do perfil e do histórico de relacionamento com o consumidor. Ao ter essas informações, o atendimento é personalizado, isto é, alinhado às necessidades e dores de cada um, permitindo mais efetividade na satisfação e fidelização.

Agilidade

O histórico dos atendimentos também aumenta a produtividade dos colaboradores, que terão todas as informações à mão. Nem eles nem os clientes precisam perder tempo coletando ou repetindo os dados a cada nova sessão.

Imagem da marca

A rapidez na solução de problemas e a disponibilização de diversos canais de comunicação fazem com que sua marca tenha uma imagem positiva no mercado. O público entende que a empresa está realmente preocupada em garantir uma experiência melhor aos clientes.

Visão aprofundada da organização

Por meio da centralização das informações, é possível elaborar relatórios mais detalhados e ter uma visão realista da situação da empresa sob diversos aspectos. Assim, ao analisar esses indicadores, há uma gestão mais eficiente, pois ajuda os gestores a tomarem decisões mais assertivas para melhorar os resultados da organização.

Quais são os canais de comunicação mais utilizados?

Atualmente, os canais de comunicação mais utilizados para o atendimento omnichannel são os aplicativos de mensagens (como WhatsApp e Telegram), redes sociais (Twitter, Instagram, Facebook, LinkedIn, entre outras), email, e chatbots nos sites, que são softwares com inteligência artificial que propõe soluções para as demandas dos clientes.

Como definir os canais para o seu negócio?

Cada empresa conta com suas particularidades. Do mesmo modo, seu público também apresenta uma série de especificidades. Então, em muitos casos, não é interessante trabalhar com todos os canais disponíveis. Mas, como definir os melhores meios de comunicação?

O primeiro passo para isso é conhecer a fundo o seu cliente. Procure identificar quais canais ele prefere utilizar, quais são suas preferências, hábitos de consumo e procura por atendimento, suas demandas e desejos.

Depois de entender quais canais seu público mais utiliza, é preciso pensar em quais sua empresa tem condições de manter. Lembre-se de que deve haver uma integração entre todos eles. Então, em vez de utilizar um canal “da moda”, opte por aqueles aos quais você consegue se dedicar e, assim, oferecer um atendimento de qualidade aos clientes.

Como implementar o atendimento omnichannel na empresa?

Após definir quais canais você utilizará no atendimento omnichannel, é preciso analisar o tempo de resposta naqueles que sua empresa já oferece. Afinal, a demora no tempo de resposta é um dos grandes motivos de feedbacks negativos das organizações. O cliente se frustra e, além de haver o risco dele não fazer novas compras, ainda pode desestimular outros compradores.

Em seguida, é importante integrar todos os canais, tanto online quanto off-line. Somente dessa forma é possível ter um registro de todos os atendimentos. Então, procure um software ou plataforma de confiança para isso.

Outro ponto importante é fazer com que os clientes saibam por quais canais possam entrar em contato com sua empresa. Sendo assim, não deixe de divulgá-los. Por fim, capacite os colaboradores de todos os canais para que prestem um atendimento de excelência ao público.

Por fim…

Como você viu, o atendimento omnichannel é uma estratégia eficaz para impulsionar os resultados de uma empresa. Isso porque ele garante mais agilidade e eficiência sempre que o cliente procurar o seu negócio. Com isso, há mais chance de fidelização de clientes antigos e de conversão de leads em novos consumidores.Quer mais dicas para alavancar sua empresa? Então, siga a página da Contabilivre nas redes sociais e acompanhe as novidades em nossas publicações. Estamos no Facebook, LinkedIn, Instagram e YouTube.

pode o usar o fgts para abrir uma empresa

Posso usar o FGTS para abrir uma empresa?

É possível usar o FGTS para abrir uma empresa. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi criado com o objetivo de proteger financeiramente os trabalhadores nos casos de demissão sem justa causa, entretanto, o uso do valor depositado na conta da Caixa Econômica Federal vinculada ao contrato de trabalho regido pela CLT também pode ser usado pelo empregado em situações diversas, inclusive na abertura de um negócio.

Por isso, além das situações mais conhecidas para a movimentação da conta vinculada ao FGTS, como aposentadoria, aquisição de um imóvel próprio, morte ou situações de emergência, na abertura de uma empresa também é possível sacar o valor depositado para aplicar no novo negócio, reduzindo assim os riscos associados ao início das operações corporativas. 

Neste artigo, orientamos sobre a possibilidade de sacar o FGTS para abrir uma empresa e trazemos todas as informações necessárias para que você inicie o seu negócio sem comprometer a sua capacidade de investimento ou capital de giro. Confira!

Como dar início a esse processo?

É possível dar início ao processo de duas formas: por meio da chave obtida junto ao empregador ou a partir de um alvará judicial. Veja mais detalhes a seguir.

Rescisão contratual — por chave de acesso

A chave de acesso é emitida pelo empregador pela Conectividade Social em caso de rescisão contratual. De posse desse número, o beneficiário deve comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal depois do 5º dia útil contado da data de quitação da multa rescisória.

O pagamento da multa rescisória também é feito pelo empregador, por meio de uma Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS — GRRF, e o valor integra o total que será transferido ou sacado pelo trabalhador. 

Em casos de rescisão por acordo, entre o empregador e o empregado, o valor a ser retirado da conta vinculada será correspondente a 80% do valor total disponível.

O saque de valores inferiores a R$3 mil pode ser feito com o cartão cidadão e a senha de acesso à conta, pessoalmente pelo trabalhador, em qualquer unidade lotérica, postos de atendimento, autoatendimento eletrônico e correspondente Caixa Aqui.

O saque inferior a R$1,5 mil pode ser realizado nos mesmos locais, sem o cartão cidadão, mas com o número do PIS/PASEP/NIT/NIS e senha de acesso à conta.

Demais casos permitidos para saque do FGTS

Nos demais casos em que o saque do FGTS é permitido por Lei, o interessado deve apresentar documentos pessoais e outros, solicitados conforme cada caso, no setor responsável em uma agência da Caixa Econômica Federal:

  • término do contrato por prazo determinado;
  • rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato;
  • rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • aposentadoria;
  • necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
  • suspensão do Trabalho Avulso;
  • falecimento do trabalhador;
  • idade igual ou superior a 70 anos;
  • portador de HIV — SIDA/AIDS (trabalhador ou dependente);
  • neoplasia maligna (trabalhador ou dependente);
  • estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente);
  • permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990;
  • permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990, inclusive;
  • doenças Graves — alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, estado avançado da doença de Paget, hanseníase, hepatopatia grave, nefropatia grave, paralisia irreversível e incapacitante e tuberculose ativa (trabalhador ou dependente);
  • aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.

Consulte qual documentação deve ser apresentada em cada situação. Nesses casos, o saque também é liberado em até cinco dias úteis.

Alvará judicial

Há casos em que é possível solicitar um alvará judicial, documento emitido por uma autoridade judiciária em favor do solicitante, para o saque do valor residual de FGTS.

O solicitante deve apresentar documentos como identidade, CPF, comprovante de residência, certidões (nascimento, casamento ou óbito), cópia simples da carteira de trabalho e advogado devidamente constituído por meio de uma procuração.

De posse de todos os documentos necessários para o peticionamento, o Poder Judiciário pode despachar rapidamente o alvará, exceto se houver a necessidade de apresentação de outros documentos ou o devido esclarecimento do caso.

Por que o uso do FGTS pode ser um bom investimento no início de um empreendimento?

O recurso próprio é uma excelente opção para iniciar um novo negócio, principalmente porque o empreendedor não precisa buscar capital em instituições bancárias ou com terceiros para financiar as atividades nos primeiros dias ou meses de funcionamento da empresa.

Além disso, ao ser incorporado ao capital de giro, o FGTS garante um fôlego extra enquanto a empresa não tem credibilidade no mercado, uma carteira de clientes formada ou estabilidade financeira. 

Antes de tomar qualquer decisão, consulte o seu saldo de FGTS, principalmente para fazer um planejamento financeiro com base no seu plano de negócios

Essa consulta pode ser viabilizada no site da Caixa Econômica Federal e no app do FGTS, disponível para Android e iOS, basta que o trabalhador informe o seu NIS/PIS (sequência numérica presente no Cartão Cidadão e na Carteira de Trabalho).

O planejamento financeiro é essencial para garantir a viabilidade do seu negócio. Além disso, é importante que você escolha adequadamente a natureza jurídica e o regime de tributação da empresa, tome as melhores decisões baseadas nas expectativas de mercado, saiba quais as características do seu público, nível de demanda de produtos ou serviços, entre outras informações que devem ser analisadas estrategicamente. 

Para isso, conte com ajuda profissional: uma consultoria contábil é um grande diferencial, principalmente nos estágios iniciais dos novos empreendimentos.

Conte com a Contabilivre neste processo! Nós possuímos especialistas qualificados e motivados, que o auxiliarão em todo o processo de abertura de seu negócio, e tudo por meio de uma plataforma online intuitiva e de fácil acesso.

Agora que você sabe que pode usar o FGTS para abrir uma empresa e como fazê-lo, entre em contato conosco e abra agora sua empresa!

cursos gratuitos para empreendedores

Confira 8 cursos gratuitos para empreendedores para fazer hoje!

É bastante comum vermos histórias de empreendedores que muitas vezes apostam recursos de uma vida ou que fazem dívidas para abrir o seu próprio negócio. Porém, a realidade é que menos de 40% das empresas criadas no Brasil conseguem sobreviver após 5 anos de atividades. E a taxa de sobrevivência de pequenos negócios é ainda menor.

Mas, por que isso acontece? Os principais motivos são a inexperiência e a falta de conhecimento de quem decide empreender. Afinal, entrar no mundo dos negócios requer aprendizado constante. Ou seja, é extremamente importante que você conheça e se mantenha atualizado sobre tudo o que envolve o assunto.

Por esse motivo, listamos 8 cursos gratuitos para empreendedores que você não pode deixar de fazer. Confira!

1. Alinhamento entre Vendas e Marketing — FGV

A Fundação Getúlio Vargas é uma grande referência na educação e oferece gratuitamente o curso que trata sobre venda alinhada à estratégia de marketing, evolução das abordagens de venda e, ainda, sobre a nova realidade de compras. Ele é indicado para estudantes do ensino superior, profissionais de marketing, vendedores e, é claro, para empreendedores, pois abrange assuntos essenciais para o crescimento de uma empresa.

As aulas desse curso da FGV são divididas em 4 aulas e tem no total 5 horas de duração. Não há emissão de certificado, porém, ao final das aulas, há uma avaliação. Se você obtiver uma nota igual ou superior a 7, poderá imprimir uma declaração para comprovar a conclusão do curso.

2. Aprenda a Empreender — Sebrae

O Sebrae oferece diversos cursos gratuitos para empreendedores. O Aprenda a Empreender tem 16 horas de duração para que você aprofunde seus conhecimentos sobre os seguintes módulos: Mercado, Finanças e Empreendedorismo. As aulas também abrangem marketing.

Ou seja, os assuntos essenciais que todo empreendedor precisa dominar para o desenvolvimento de sua empresa. Para obter o certificado digital com autenticidade Sebrae, é preciso concluir o curso em até 30 dias.

3. Finanças Básicas para Empreendedores — Endeavor

Esse curso da Endeavor tem 4 horas de duração e pode ser totalmente feito a distância. As aulas permitem que o aluno tenha conhecimento sobre o fluxo de caixa, ou seja, entradas e saídas do caixa. Além disso, aborda também as projeções financeiras para que o empreendedor consiga buscar os melhores investimentos e estratégias de crescimento por meio da análise da DRE — Demonstrativo de Resultado do Exercício.

A seguir, confira o que você aprenderá em cada módulo:

  • Fluxo de caixa — noções básicas do que é, como gerenciar e analisar um fluxo de caixa, como calcular seu ciclo de caixa e buscar fontes potenciais de recursos para o seu negócio;
  • Projeções financeiras — o que são e como utilizar projeções financeiras, de vendas e dos custos (estrutura dos custos fixos e variáveis);
  • DRE (Demonstrativo de Resultado de Exercício) — entender o que é essa demonstração e sua estrutura, que envolve receita, lucro, EBITDA, depreciação, impostos e outros pontos.

4. Empreendedorismo — Senai

Assim como o Sebrae, o Senai é outra excelente instituição que disponibiliza vários cursos gratuitos para empreendedores. Esse curso de Empreendedorismo é uma ótima opção para quem deseja se tornar um intraempreendedor, bem como para quem quer aprender a gerenciar micro e pequenas empresas.

Ao fazer o curso, você aprenderá como fazer um plano de negócios eficiente, além de entender como identificar novas oportunidades.

5. Negociação — Sebrae

Saber negociar é essencial em qualquer negócio, seja qual for seu segmento e porte. O curso de Negociação do Sebrae apresenta estratégias para todas as negociações que envolvem uma empresa, isto é, com clientes, colaboradores e fornecedores. O curso tem duração de 3 horas e aborda os seguintes módulos:

  • fatores que estimulam conflitos;
  • negociação e conflito;
  • perfil e comportamento do negociador;
  • clima de negociação e estilos de negociadores;
  • desenvolver estratégias de negociação;
  • outros fatores que influenciam nas negociações;
  • avaliação de aprendizagem a partir das negociações realizadas.

6. Como Iniciar seu Próprio Negócio — iPED

Você pode fazer a versão gratuita desse curso e assistir a 20 horas de aula e adquirir um certificado de participação digital. Os 3 capítulos tratam sobre os nichos de mercado, gestão de pessoas, fluxo de caixa e relacionamento com clientes.

Desse modo, você será um empreendedor mais qualificado e certamente conseguirá se destacar no mercado, conquistando um grande diferencial competitivo frente aos concorrentes.

7. Planejamento Estratégico — Endeavor

Elaborar um bom planejamento é a chave para alcançar as metas. Afinal, é ele que permite traçar as melhores estratégias e tomar as decisões mais corretas para alcançar os resultados esperados.

Esse curso da Endeavor foi desenvolvido em parceria com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), uma empresa pública de fomento à ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas e privadas.

Dividido em 13 aulas, há dois cases para que você possa analisar, além de um rico material complementar para ampliar seus conhecimentos.

8. Plano de Negócios — iPED

Com 44 aulas divididas em 13 capítulos, o curso de Plano de Negócios do iPED é bem detalhado a respeito do plano de negócios e explica passo a passo como você deve fazer o da sua empresa. Entre os conteúdos estão:

  • elaborando um plano de negócios;
  • missão da empresa;
  • setor da atividade e forma jurídica;
  • conhecendo o mercado;
  • ameaças e fraquezas;
  • planejamento financeiro;
  • estrutura do plano financeiro;
  • pontos críticos no desenvolvimento do projeto;
  • mercado-alvo;
  • necessidades do cliente;
  • fornecedores;
  • marketing;
  • estratégia competitiva;
  • indicadores de rentabilidade.

Ou seja, é um dos cursos gratuitos para empreendedores bem completo e que fornece o conhecimento necessário para que um empreendedor seja capaz de fazer uma gestão eficiente e com excelentes resultados.

Em resumo…

Como você viu, há diversos cursos gratuitos para empreendedores. O ideal é não escolher apenas um, mas vários. Afinal, como comentamos, ser um empreendedor de sucesso significa um aprendizado constante. E como as formas de gestão e relações de consumo mudam a todo instante, é fundamental se manter atualizado.

Além do mais, os cursos trazem benefícios e você irá desenvolver várias habilidades, além de melhor compreensão do mercado, ampliação de sua visão estratégica, aumento do seu networking, favorece o aumento de suas chances de crescimento como empreendedor.

E nada melhor do que contar com cursos sem custo e que você pode fazer em casa, adaptando as aulas à sua rotina, não é mesmo? Outra forma de saber tudo o que acontece no mundo do empreendedorismo é ficar de olho nas nossas publicações. Então, siga nossa página nas redes sociais. Estamos no Facebook, LinkedIn, Instagram e YouTube.

certidão negativa de débito

O que é Certidão Negativa de Débitos?

Quando uma empresa precisa comprovar a sua situação legal perante os órgãos, seja para pedido de empréstimos, contratos com fornecedores, entre outros, é exigido a Certidão Negativa de Débitos. Este documento comprova não haver pendências financeiras ou processuais em nome da empresa.

Neste artigo, te ajudamos a entender melhor sobre a CND e sua importância.

O que é a Certidão Negativa de Débitos?

Conforme mencionado, a CND é um documento que comprova não haver pendências financeiras, trabalhistas ou processuais em uma empresa. Desse modo, um negócio pode realizar suas operações normalmente ao solicitar empréstimos, participar de processos de licitações e diversas outras situações.

Isto é, você como Pessoa Física emprestaria dinheiro para alguém que não costuma quitar suas dívidas? Possivelmente, a resposta é negativa, já que isso acarreta prejuízos financeiros. A mesma lógica é aplicada no meio empresarial.

Afinal, para que uma empresa ‘’entre no jogo’’, é preciso que ela respeite as regras, seus adversários e parceiros. Manter pendências financeiras, processuais ou trabalhistas sinaliza que o respeito não ocorreu. Isso porque os envolvidos na empresa podem se prejudicar de alguma maneira.

Diante disso, é preciso que a Certidão Negativa de Débitos seja solicitada nos órgãos do governo federal. Esse processo pode ocorrer presencialmente ou online, podendo ser realizado de forma gratuita ou em alguns casos ser necessário realizar o pagamento de uma taxa. Tudo varia conforme o tipo de certidão emitida e município.

Quais são os tipos de Certidão Negativa de Débitos?

Como visto, existem alguns tipos de certidões negativas, cada uma delas com suas particularidades. Para saber como agir adequadamente, é importante conhecer os tipos existentes. Logo, acompanhe e descubra as diferenças!

Certidão Negativa de Débitos Federais

Trata-se da certidão voltada para comprovação de tributos federais e previdenciários. É o caso do INSS, PIS, Cofins, IRPJ, CSLL, DAS  etc. Tudo depende da empresa responsável pelas pendências. E ainda, essa certidão deve comprovar obrigações acessórias da Dívida Ativa da União.

Certidão Conjunta de Tributos Municipais

Como o próprio nome sugere, é o documento que visa comprovar a regularidade de uma empresa diante da prefeitura municipal. Assim, é preciso garantir que os tributos e as declarações estejam todas em dia.

Certidão Negativa de Débitos Estaduais

Ela refere-se ao documento que comprova a regularidade de um negócio quanto aos tributos estaduais, como ICMS e ITCMD. E ainda, serve para comprovar a ausência de pendências voltadas para obrigações acessórias.

Para que a CND serve para as empresas?

Após conhecer os diferentes tipos de Certidão Negativa de Débitos, é o momento de entender a importância delas para as empresas. Afinal, muitos encaram essa etapa como uma burocracia desnecessária, correto? Não exatamente!

A Certidão Negativa de Débitos eleva a segurança de investidores, instituições financeiras, construtoras e compradores com relação a sua empresa. Lembra quando falamos da importância de respeitar as regras do jogo? Quando esse grupo percebe que a sua corporação faz isso, ele pode ficar do seu lado.

Caso contrário, sem um documento que comprove a idoneidade da instituição, fica mais difícil conseguir apoio. Desse modo, como você espera se manter em funcionamento? Por isso é tão importante garantir a CND.

Ainda assim, a Certidão Negativa de Débitos não é obrigatória. Outro fator importante sobre o documento é que ele tem prazo de validade, assim como qualquer outro comprobatório. Então, certifique-se de efetuar a emissão periódica e fuja de pendências.

Quem pode utilizar este serviço?

Qualquer pessoa pode emitir e consultar a Certidão Negativa de Débitos. Para isso, basta que os interessados se certifiquem que o pagamento dos tributos está em dia. Então, a partir da resposta positiva, você deve acessar o canal de prestação da certidão e informar o CNPJ ou CPF, para pessoas físicas.

A segunda via é solicitada por um caminho parecido. No entanto, é necessário clicar na opção ‘’Consultar certidões de regularidade fiscal emitidas.’’

Onde obter a Certidão Negativa de Débitos?

Conforme mencionado, algumas certidões podem ser emitidas pela internet. Quando isso não é possível, provavelmente ainda existem pendências que impedem a emissão do certificado. Se ainda assim a emissão não for autorizada, as dívidas podem não ser administradas pela Receita Federal.

De qualquer maneira, é válido pesquisar a sua situação fiscal na página web do órgão ou se dirigir ao posto da Receita Federal. A partir disso, todo processo pode ser solucionado e a CND emitida.

No entanto, é importante deixar claro que boa parte dos casos podem ser solucionados virtualmente. Inclusive, esse processo se torna mais ágil, prático e menos burocrático. Assim, a sua empresa garante a regularização rápida e se torna apta para realizar determinadas transações.

Quais os passos para tirar a Certidão Negativa de Débitos?

Descobriu onde obter a CND? Para colocar isso em prática, o processo é simples. Primeiro, reúna os documentos necessários, como: 

Após a reunião dos documentos, acesse o portal de pessoa física ou jurídica, correspondente ao tipo de certidão almejada. Caso não consiga via internet, pode ser necessário se dirigir a um posto da Receita Federal.

Então, conseguiu tirar suas principais dúvidas sobre a consulta e emissão da Certidão Negativa de Débitos? Como visto, garantir esse documento eleva a segurança para que algumas instituições possam apoiar uma empresa e permitir o funcionamento de diversas transações. Logo, é importante garantir a emissão da CND.

Agora que você já sabe a importância das certidões negativas de débitos, aproveite e contate a Contabilivre para te ajudar na emissão dessas certidões.

carnê-leão

Carnê-leão: entenda o que é e como funciona

Você sabe como funciona o carnê-leão? Sempre que um novo ano se inicia, milhões de brasileiros começam a se preocupar com a prestação de contas por meio da declaração do imposto de renda. 

Mas, existem alguns brasileiros que precisam ficar atentos a essa obrigação a cada mês. Isso ocorre, pela obrigatoriedade de pagar o imposto de renda mensalmente. Esse recolhimento é feito por uma guia chamada carnê-leão. Pensando na importância desse assunto, preparamos este conteúdo. 

Nele, mostraremos o conceito de carnê-leão, como funciona o cálculo, bem como suas principais características. Continue lendo!

O que é o carnê-leão?

O carnê-leão é um documento que serve para recolher o imposto de renda mensal de uma pessoa física, que trabalha como autônomo ou como profissional liberal para outra pessoa física.

Ele é cobrado de contribuintes que não fazem o recolhimento do tributo na fonte. De maneira mais simples, quem trabalha como CLT, o imposto é descontado diretamente na folha de pagamento, já para pessoa física, o recolhimento é realizado por meio do carnê-leão. 

Em geral, além de profissionais liberais e autônomos que recebem rendimentos de outra pessoa física com valor maior do que R$1.903,98, o pagamento também é necessário para quem recebe do exterior, aluga imóveis ou recebe pensão alimentícia. 

Em outras palavras, a regra é muito simples. Todos que recebem valores tributáveis em que não ocorre a retenção na fonte devem apurar e pagar o carnê-leão.  

Como funciona o cálculo e preenchimento do carnê-leão?

Uma das principais vantagens do carnê-leão é a sua praticidade e a facilidade no cálculo e preenchimento. Atualmente, todo procedimento é feito pela internet e você não precisa se preocupar tanto com fórmulas ou alíquotas. O sistema já fará toda essa conta automaticamente. 

Assim, basta acessar o Carnê-Leão Web, disponível no portal e-CAC da Receita Federal. Caso você nunca tenha acessado essa página basta criar a sua conta no Gov.br. O site é muito intuitivo e simples. Rapidamente, você conseguirá ter acesso ao sistema. 

Após o login, você deve preencher as 3 primeiras opções básicas de configuração do carnê. Ou seja, se você é autônomo, se recebeu rendimentos ou pagamentos no exterior.  Em seguida, passaremos pela etapa de identificação do contribuinte.

Nesse momento, você preencherá seus dados básicos como endereço, profissão e alguns números de documentos. Em seguida, teremos a página de cálculo do tributo. Você deve selecionar o mensal e fazer o preenchimento das informações solicitadas no mês. No menu lateral é possível selecionar as opções e inserir os dados de rendimentos. 

Ao finalizar o processo, o próprio sistema realizará o cálculo e emitirá a guia para pagamento, e você pode pagar até o último dia útil do mês subsequente ao mês de recebimento, em qualquer agência bancária, contanto que esteja dentro do prazo. 

Tenha muita atenção no preenchimento do documento. Ao finalizar o procedimento, você está assumindo que tem um valor a recolher junto à Receita Federal. Logo, os números precisam estar corretos para evitar problemas futuros com o órgão. 

Como reduzir o imposto de renda legalmente?

Existem formas legais de reduzir o imposto de renda pago mensalmente por meio do carnê-leão. Bem como, aumentar a sua restituição no momento de fazer a declaração anual. Neste tópico, mostraremos algumas dicas interessantes que você pode seguir. Confira!

Evite inserir dependentes que têm renda

Uma das primeiras dicas é evitar colocar dependentes que têm renda. Às vezes, jovens que já trabalham até poderiam ser inseridos na declaração. Mas, a Receita Federal identifica que eles têm recebimento mensal e o valor de desconto por dependente não poderá ser aplicado. 

Reúna notas fiscais de gastos seus e de dependentes

Outra dica interessante é reunir as notas fiscais de gastos de seus dependentes. Despesas médicas, mensalidade de escola, pagamento de tratamentos em clínicas médicas e odontológicas são alguns exemplos que podem deduzir o valor a pagar e, consequentemente, gerar a restituição do imposto de renda. 

Utilize comprovantes de gastos no serviço autônomo

Outra dica interessante é reunir os gastos utilizados na prestação de serviços autônomos. Esses valores também podem ser deduzidos na hora de apurar o imposto de renda. Consequentemente, reduzindo o valor a pagar. 

Quais são os riscos da sonegação nesse processo?

Sonegação fiscal é uma prática que se caracteriza pela omissão de rendimentos, ou seja, ocultação de receitas durante o processo de preenchimento do carnê-leão, bem como da declaração do IR. Esse tipo de conduta é considerado como um crime pela nossa legislação. Logo, ao executar você pode responder penalmente por essa prática. 

Com o avanço da tecnologia, os sistemas que fazem o cruzamento de dados da Receita Federal se modernizaram muito. Assim, sonegar impostos tem se tornado uma prática muito arriscada e com uma grande possibilidade de penalização.

O sistema atualmente é capaz de cruzar dados instantaneamente e notificar o contribuinte quanto a uma tentativa de fraude. Obviamente, existem situações em que a pessoa comete erros inconscientemente. Ou seja, ele não tem conhecimento da lei ou acaba esquecendo de informar algum valor. 

Em caso de equívoco, o contribuinte será notificado e convidado a pagar o valor do tributo antes de uma eventual penalidade. Em caso de multas, elas podem ser reduzidas pela metade, caso a pessoa faça o recolhimento voluntariamente. Ou seja, antes da instauração de algum tipo de procedimento de cobrança. 

Em casos extremos, quando a sonegação é conscientemente cometida pelo contribuinte e de forma reiterada, é possível haver penalidades mais severas, inclusive, que incluem a restrição de direitos e, até mesmo privativas de liberdade. 

Como você pode perceber, o cálculo e preenchimento do carnê-leão não é nenhum bicho de sete cabeças. O mais importante desse processo é fazer a apuração do imposto devido corretamente, desse modo, evitando problemas com a Receita Federal e demais órgãos de fiscalização tributária. 

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o que vender pela internet

O que vender pela internet? Dicas para empreender em 2022

Se você está buscando independência financeira e controle da própria rotina, empreender pode ser o melhor caminho a seguir. O processo de transformação digital contribuiu para encurtar a jornada de quem deseja criar o próprio negócio e a internet atualmente se tornou um meio de conexão de pessoas.

Além disso, o comércio online cresce a cada ano, tanto no Brasil, quanto mundialmente. Sabendo dessas possibilidades que o mercado oferece, você agora deve se perguntar, o que vender pela internet para ter sucesso?

Essa ferramenta permite anunciar produtos e serviços para todo Brasil e é comum sentir muita insegurança na hora de estabelecer quais são as oportunidades para empreender no ambiente digital. Para facilitar sua missão, preparamos um artigo completo sobre as melhores alternativas para empreender. Siga com a leitura e confira!

Quais são as vantagens de vender pela internet?

A internet é o meio mais democrático e acessível para abrir uma empresa e fazer qualquer negócio dar certo. Quando você abre um comércio, fica restrito ao bairro ou, na melhor das hipóteses, a sua cidade.

Toda essa restrição não se aplica ao ambiente digital. Além de atender a pessoas em todo país, você dispensa a abertura de um ponto comercial, a contratação de funcionários e diversos outros custos que afetam drasticamente a competitividade de seus produtos.

Com menos gastos e demandas, os esforços podem ser centrados na distribuição dos itens e criação de conteúdo digital para ampliar a base de clientes. Seja por meio das redes sociais, sites ou blogs próprios, você consegue engajar o público e atender às suas dores e necessidades.

O que vender para começar a empresa?

Agora que você já sabe como a internet é uma ótima alternativa para você conquistar o seu espaço no mundo empreendedor, que tal descobrir algumas boas opções para investir nesse meio? Para ajudá-lo, preparamos os principais nichos.

Aparelhos eletrônicos

O nicho de aparelhos eletrônicos oferece algumas oportunidades para quem deseja empreender na internet. Por exemplo, você pode investir em smartphones para revender, utilizando as estruturas de um marketplace para aumentar seus resultados.

Ainda é viável ter um bom e-commerce e fazer anúncios no Google para chegar até o seu público-alvo. É possível utilizar o meio digital para atrair clientes e prestar serviços.Tal como, você pode oferecer assistência técnica para arrumar celulares quebrados.

Ou seja, há diversas opções para conquistar o seu espaço e obter sucesso na sua jornada empreendedora. É viável oferecer desde celulares e acessórios, até GPS e equipamentos para quem utiliza o carro para trabalhar.

Acessórios de moda

Outra alternativa que encanta muita gente é o nicho de moda e acessórios. Com um bom posicionamento na internet você alcança lucros significativos para reinvestir em sua empresa para crescer.

E o melhor, você pode trabalhar em diferentes frentes. Por exemplo, se você gosta de esportes, optar por esse ramo é uma opção. Agora, se os eventos são o seu forte, consegue oferecer roupas para eles, alugar vestimentas para casamentos e por aí vai.

Ainda pode usar estratégias para aumentar as vendas no segmento. Nesse sentido, utilizar um bom marketing no Instagram potencializa muito seus resultados. Para isso, abuse de fotos bonitas e engajamento com o público.

Serviço de viagens

Há diversas oportunidades para quem quer empreender, como serviços e produtos para o turismo. Por exemplo, você pode oferecer pacotes de viagens para os principais destinos no Brasil. Ou, se preferir, para lugares muito atraentes no exterior, como a Disney.

Ainda é viável oferecer produtos para quem gosta de viajar, como malas para guardar as bagagens, roupas apropriadas para lugares frios e muito mais. Portanto, caso o turismo lhe chame a atenção, pode ser uma boa opção escolher este ramo, ao definir o que vender na internet.

Beleza e perfumaria

Vender cosméticos e itens de perfumaria sempre é uma opção interessante. Mesmo em períodos de crise, esse segmento tende a se sair bem e dar bons retornos para seus investidores.

Portanto, se você está em dúvida sobre o que vender na internet, considere esse nicho. Você pode ofertar perfumes, cremes e utensílios para cabelos, dermocosméticos e diversos itens relacionados aos cuidados de beleza diários.

Infoprodutos

Os infoprodutos também são ótimas alternativas. Eles possuem um custo marginal de produção muito baixo e tem potencial de gerar um retorno bem grande devido à sua escalabilidade.

Nesse sentido, você pode oferecer cursos digitais gravados, webinários, e outros conteúdos educacionais que agreguem valor. Assim, você pode gravar aulas sobre um assunto que domine ou optar por uma sociedade com pessoas que você conhece para dividir o trabalho e obter bons resultados.

Camisetas personalizadas

Oferecer itens personalizados para um público específico é outra alternativa a ser considerada. Nesse caso, vale contar com um profissional especialista e realizar uma pesquisa de mercado.

Assim, você define em qual frente seguir de forma estratégica para conquistar mercado e se posicionar de maneira otimizada. 

Agora que você já descobriu quais são as boas opções, que tal aprender como começar a empreender de forma regular.

Por que é importante regularizar a empresa?

Ainda que o ambiente digital ofereça toda flexibilidade, é necessário manter o profissionalismo e o comprometimento, mesmo em uma estrutura totalmente diferente de uma empresa tradicional.

É necessário contar com o suporte de profissionais qualificados para o pagamento de impostos, enquadramento do regime tributário e toda a prestação de contas. 

Seja para fazer o repasse correto de informações para o fisco ou para auxiliar na gestão financeira do negócio, é importante buscar um contador qualificado para otimizar o seu desempenho e evitar problemas como multas e sanções fiscais.

Assim, você consegue se concentrar em desenvolver novos produtos e serviços para a sua audiência e não se preocupa com os aspectos burocráticos da empresa.

Como um contador pode ajudar?

Dado que a internet reduz drasticamente diversos custos do seu negócio, você pode aproveitar essa folga no orçamento para contratar um contador para sua empresa,  para dar todo apoio quanto às questões fiscais e burocráticas.

Com o suporte de uma consultoria fiscal e tributária, você previne o surgimento de multas, processos, e ainda evita a perda de autorizações para o exercício de sua atividade. Além disso, com a ajuda de um bom contabilista, é possível aproveitar subsídios e demais benefícios para a sua área de atuação.

Viu como existem diversas opções sobre o que vender pela internet? Com o suporte de um profissional contábil,  você consegue focar apenas em questões operacionais do seu negócio. Além de otimizar a gestão estratégica, ele pode auxiliar no pagamento de todos os impostos relacionados à empresa, resolvendo tudo de forma online e totalmente descomplicada.

Na Contabilivre, é fácil abrir seu negócio e desburocratizar processos com uma equipe de profissionais especializados em contabilidade.