o que é DMS

O que é DMS? Entenda mais sobre a declaração mensal de serviço

A gestão de negócios é um processo extremamente desafiador e que demanda atenção em muitos aspectos. Um deles é a ocorrência de declarações, que devem ser feitas com uma certa periodicidade a fim de garantir a idoneidade e a organização do seu empreendimento.

Um bom exemplo é a DMS, sigla para Declaração Mensal de Serviços. Esse documento tem como objetivo organizar e facilitar a administração dos recursos de captação de valores a partir da prestação de serviços dos municípios e deve ser preenchido por muitas pessoas em todo o Brasil.

Será que você faz parte desse time? Como fazer essa declaração? Quais são os seus objetivos? O que é DMS? A seguir, responderemos essas e outras perguntas, além de fornecer algumas dicas importantíssimas para ajudá-lo nesse processo. Boa leitura!

O que é DMS?

Imagine organizar os valores oriundos da prestação de serviços de milhares de contribuintes. Essa é, sem dúvidas, uma tarefa e tanto.

Por isso, com o objetivo de padronizar a obtenção dessas informações, foi criada a DMS, uma declaração que sintetiza as informações financeiras de empresas e notas fiscais de prestadores de serviços de vários municípios brasileiros.

Sendo assim, em resumo, a DMS é uma forma dos prestadores enviarem as informações sobre o Imposto Sobre Serviços (ISS) para as prefeituras. Ressaltamos que não são todas as prefeituras que exigem a obrigatoriedade de envio desta declaração, por isso, orientamos que verifique a de sua cidade.

Por que ela foi criada?

O objetivo da criação da DMS foi a substituição do Livro de Registro de Serviços Prestados. Nesse caso, o foco é otimizar o processo, tornando-o não apenas mais simples, mas também mais prático para todos os envolvidos.

Para quem é destinada?

A DMS é destinada a todas as pessoas que são contribuintes ou realizam atividades como prestadores de serviço e que emitem notas fiscais. Portanto, a sua aplicação é bem ampla e é fundamental que gestores de todos os segmentos compreendam melhor esse processo.

O que fazer em caso de erros na declaração?

Errar é humano! Por isso, não se desespere. Caso algum erro tenha sido cometido durante a sua declaração, será possível corrigi-lo. Basta fazer uma nova emissão!

A retificação só não será possível caso o procedimento fiscal tenha começado ou a empresa esteja inscrita na Dívida Ativa, com pagamentos pendentes.

Quais são os tipos de DMS?

De modo geral, há duas formas de Declaração Mensal de Serviços. Falaremos mais sobre cada um deles a seguir!

Normal

Como o nome já indica, essa declaração corresponde àquela que é feita normalmente, a cada mês.

Retificadora

Nesse caso, a DMS corresponde às correções feitas pelo contribuinte em caso de erro na primeira declaração.

Quem precisa apresentar a declaração?

A DMS deve ser preenchida por todos os contribuintes do Imposto Sobre Serviços (ISS), exceto os que se enquadrarem no regime MEI (Microempreendedor Individual), nas Sociedades Uniprofissionais (SUP) e também por profissionais autônomos.

Lembrando que a declaração mensal também deve ser feita pelos contribuintes que não tiveram qualquer movimentação no mês vigente. Esse é um documento obrigatório em todos os casos!

Quais são os benefícios dessa declaração?

A implementação da DMS trouxe uma série de benefícios, tanto para os contribuintes, quanto para os órgãos que precisam fazer o levantamento fiscal dos municípios.

Alguns pontos que não podem deixar de ser considerados são:

  • a facilidade no processo, que deixou de exigir o preenchimento dos livros fiscais;
  • a economia, já que o processo é feito por meios digitais e exclui a necessidade de impressão e gastos com o armazenamento desses documentos físicos;
  • a melhoria nos processos administrativos, já que é muito fácil acessar e processar as informações;
  •  a maior segurança, com a redução de perda de dados e documentos;
  • a praticidade para o contribuinte, que não precisa se dirigir a nenhum local ou perder muito tempo para fazer a declaração.

Como fazer a DMS?

Agora, é hora de descobrirmos como fazer a declaração mensal! Esse é um processo que pode variar um pouco de acordo com o seu município. No entanto, algumas possibilidades para realizá-lo são:

  • uso de sistemas nos portais oficiais das prefeituras;
  •  uso de aplicativos, seja para smartphones ou para computadores;
  •  com o apoio de profissionais da contabilidade, que o ajudarão em todo o processo.

Para tirar todas as dúvidas, é importante entrar em contato com as autoridades da sua região. Eles poderão informá-lo não apenas sobre a emissão da declaração, mas também sobre pontos como o prazo de entrega, aplicação de multas (que são válidas quando a DMS não é entregue dentro do período estipulado) e outros detalhes que não podem ser negligenciados.

Como evitar qualquer tipo de problema com a DMS?

A DMS é apenas uma das declarações necessárias para as empresas ou prestadores de serviço. Sendo assim, é importante que você mantenha a organização, a fim de evitar o pagamento de multas e problemas jurídicos.

Para evitar a burocracia, que tal investir em um serviço especializado? Contar com o apoio de uma empresa de contabilidade pode resolver todos os seus problemas, fazendo com que você possa dedicar o seu tempo ao crescimento do negócio, sem se preocupar com declarações e impostos.

A Contabilivre oferece um serviço personalizado, com todo o suporte que você e a sua empresa precisam para ficar sempre em dia com as declarações.

Agora que você já sabe o que é DMS e como ela funciona, é fácil perceber toda a relevância de compreender esses processos. No entanto, lidar com esses aspectos nem sempre é tão fácil e, nesses momentos, é possível contar com uma assessoria contábil para que tudo flua com mais naturalidade nos seus negócios!

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homem de costas encarando uma parede com papéis pendurado, do lado direito há um espaço em azul escrito: "O que é startup ? Entenda como tirar a sua ideia do papel!"

O que é startup ? Entenda como tirar a sua ideia do papel!

Popularizadas nos últimos anos, as startups são empresas que possuem um perfil diferente de negócio. Em 2020, o Brasil já contabilizava 13.400 startups registradas e, com suas características de replicabilidade e inovação, o cenário é para que esse número continue a crescer.

Mas antes de investir nesse negócio, é importante compreender o que é uma startup, se a sua ideia condiz com uma e como tirá-la do papel! Pensando nisso, nós preparamos um artigo para que não reste dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!

O que é startup?

Uma startup pode ser entendida como um negócio que tende à inovação. Seu principal objetivo é solucionar um problema! No Brasil, o formato também é caracterizado por empresas que possuem uma cultura jovem e inovadora. 

Nubank, Uber e Airbnb são alguns exemplos! Com o desenvolvimento de soluções inovadoras, esses nomes representam o propósito desse novo perfil de negócio: mudar o padrão do mercado. Foi assim que um cartão de crédito surgiu sem, necessariamente, estar vinculado a um banco físico, proporcionando ao cliente mais controle e autonomia sobre suas ações bancárias por meio do celular. E quem ofereceu essa mudança foi a Nubank!

Outro exemplo é a Uber. Não é mais necessário realizar ligações para chamar um táxi, é possível se locomover por um preço menor por meio de um aplicativo de celular. A inovação consiste na ligação entre tecnologia e uma solução para o cliente

Algumas pessoas se confundem e podem supor que a startup é uma empresa pequena em fase inicial de desenvolvimento. Mas, para Steve Blank, empreendedor no Vale do Silício, isso é um equívoco. Para Blank, as startups são organizações que buscam um modelo de negócio replicável e escalável. 

Em outras palavras, as startups apresentam uma metodologia de produção que pode ser  replicada a outros negócios. E escalável porque a receita pode crescer rapidamente enquanto o custo operacional cresce de maneira mais lenta.

Assim, startup é uma forma de organização que busca entregar uma solução inovadora, replicável e escalável

Como funciona uma startup?

A startup funciona por meio da inovação e para inovar. Além disso, ter foco em entender o seu cliente e a melhoria da sua experiência também caminham junto com esse formato de negócio!  

Desta forma, realizar pesquisas com o intuito de compreender cenários em relação ao cliente com a aplicação de métodos ágeis costumam ser tarefas rotineiras nos projetos. 

Além disso, o que gera valor em uma startup é a ligação dela com a validação inovadora e conquistada no processo de pesquisa. A inovação e as mudanças podem ser totalmente disruptivas ou somente uma melhoria simples de algo que já existe. Isso vai depender dos estudos e resultados que a empresa adquirir.  

Como tirar essa ideia do papel?

Caso você tenha uma ideia que condiz com as características mencionadas, é válido começar a pensar em passos para tirar ela do papel. É importante, primeiro, que o empreendedor valide sua ideia para que depois comece a colocá-la em prática

Ou seja, é necessário saber se a ideia condiz com um modelo de startup ou não, e uma forma é validar se essa futura empresa apresenta quatro características fundamentais: 

  • inovação; 
  • contexto de incertezas;
  • modelo escalável e
  • replicável.

Após compreender as características e, com isso, validar se a sua ideia é uma startup, é o momento de colocá-la em prática.

Para que isso seja feito, é interessante entender o mercado, o modelo de funcionamento da empresa, envolver a tecnologia e, por fim, realizar pesquisas e investimentos. Todos esses passos são válidos para começar uma startup. 

Entender o mercado

Em uma startup, é importante saber quem é o seu público e suas necessidades. Esses fatores podem determinar a capacidade de crescimento da empresa. Uma das opções para entendimento do mercado, é lançar uma versão gratuita, e realizar testes e pesquisa com o público, antes do lançamento oficial. 

O lançamento da versão gratuita é chamado de fase beta e tem como objetivo aprimorar o entregável. Assim, os próprios consumidores do teste e futuros clientes podem apontar erros e validar as funcionalidades do que está sendo entregue. 

Após entender o mercado, é o momento de definir em qual modelo de negócio sua startup se encaixa. 

Modelos para startups

Quando se fala em startup, o modelo de negócio é um dos principais fatores, pois ele diz respeito à como a empresa cria, entrega e captura valor para o cliente. Entretanto, também se faz necessário um plano de negócio, que é o planejamento que deve ser feito para identificar a viabilidade da empresa e, assim, prevenir riscos. E os dois são essenciais para você começar a investir em uma startup!

Se você deseja entender mais sobre plano de negócio,
nós temos um artigo sobre como elaborar um.

Como citamos acima, o modelo de negócio é importante para que o produto e/ou serviço, público alvo e transação comercial estejam alinhados e fazendo sentido para todos os envolvidos

Desta forma, a escolha do modelo de negócio é fundamental para que a startup tenha sucesso. Entre os modelos de negócio temos o:

  •  modelo de público, 
  •  de receita e 
  •  de negócio. 

O modelo de público diz respeito a quem irá consumir como, por exemplo, o B2B (business to business) e o B2C (business to consumer).

O B2B é quando a empresa faz negócios com outras empresas e o B2C  é quando a empresa faz negócio com o consumidor final. 

Já o modelo de receita é como o negócio irá realizar a venda. 

Os modelos de receitas podem ser premium (após a compra, o acesso ao serviço/produto é liberado totalmente); freemium (parte do entregável é gratuita para experimentação) ou assinatura (acesso contínuo enquanto o pagamento acontece simultaneamente). 

Podemos resumir, então, os principais modelos de receita para uma startup como a venda direta para o cliente, o acesso de uma parte de forma gratuita e, por fim, a assinatura quando há um valor fixo para acessar o serviço/produto.

Por fim, temos os modelos de negócios para startups. Os  mais comuns são o SaaS (software como serviço); o marketplace (plataforma tecnológica que conecta produtos/serviços, compradores e ofertantes) e o e-commerce (comércio e transação comercial feitos por meio de um equipamento eletrônico).

Envolver a tecnologia no processo

Por conta dos modelos apresentados acima, é fácil compreender como as startup se apoiam tanto em tecnologia e inovação. A essência desse tipo de negócio é a implementação de tecnologias para mudar padrões de mercado e, assim, inovar. 

Ou seja, envolver a tecnologia no processo de criar uma startup é fundamental para o começo do negócio e sua respectiva expansão. Isso porque ela é uma aliada ao lado da constante busca por inovação. 

Atualmente, inovações tecnológicas possibilitam criar e expandir negócios com agilidade e eficiência, um exemplo disso é a computação em nuvem. Isso significa permitir que ferramentas tecnológicas colaborem para a produção de valor. 

Pesquisas e investimentos internos

Após envolver a tecnologia em sua ideia de negócio, é importante começar a realizar as pesquisas e os investimentos com a equipe. Isso significa que uma startup está sempre buscando melhorias internas, com e para os colaboradores. 

Essa constante busca por melhorias é uma das características desse tipo de negócio. As mudanças podem ser tanto na entrega do seu produto/serviço quanto internamente com os colaboradores. 

Vale a pena ressaltar que as startups são conhecidas pelo espírito jovem e a versatilidade de carreiras. Transformações são muito relevantes para esse negócios. Com isso, após realizar pesquisas internas de opinião, é o momento de investir para que os processos mudem.

Por fim…

Podemos resumir que após validação da sua ideia, é preciso seguir alguns passos para montar a sua startup. E isso significa compreender o mercado e pensar em qual dos modelos apresentados se relaciona melhor com a sua ideia.

Manter pesquisas de opinião e investir em equipe e profissionais qualificados também é essencial. Com esses pontos em mente, o empreendedor pode começar a planejar e organizar a sua startup. O seu negócio inovador. 

Se você gostou do conteúdo e se interessa por assuntos como empreendedorismo e tecnologia, acompanhe o nosso blog!


a esquerda há um notebook com uma tela com cor azul, preta e branca, na parte do teclado duas mãos estão estendidas digitando, do lado direito há um espaço em azul claro escrito: "Profissionais de tecnologia: abertura de empresa"

Profissionais de tecnologia: abertura de empresa

Os profissionais de tecnologia da informação (TI) estão sendo cada dia mais requisitados no mercado de trabalho, e oportunidades é o que não vão faltar na área. Por isso, grande parte destes profissionais vêm buscando por mais liberdade e flexibilidade para prestar serviços ou vender produtos. O caminho é por meio da formalização de seu negócio, ou seja, se tornando uma pessoa jurídica (PJ).

Porém, é preciso que os profissionais de TI saibam as especificidades que são necessárias para realizar a abertura do negócio. Isso porque o processo de abertura de empresa envolve procedimentos burocráticos.

Pensando nisso, produzimos este artigo imperdível, para que você profissional de TI compreenda todos os passos da abertura da sua empresa! Acompanhe o nosso conteúdo!

Profissionais da tecnologia e a abertura de empresa

Os profissionais de tecnologia da informação, que optam por abrir uma empresa, precisam se atentar a algumas regras para que isso ocorra sem muitos impasses. Isso porque diferente do regime trabalhista CLT, que apresenta vínculos empregatícios, entre outros benefícios, com o modelo PJ o profissional de TI deixa de ser um funcionário e, consequentemente, alguns direitos não são contemplados, como:

  • férias remuneradas,
  • recebimento do décimo terceiro e
  • recolhimento do FGTS e INSS.

Por outro lado, com a modalidade de PJ o profissional não tem horários tão estritos, tornando a rotina mais flexível. Além disso, o lucro tende a ser mais alto, devido à variação de trabalhos entregues para diferentes clientes e áreas.

Ao decidir pela gestão do seu negócio, o profissional de TI precisa se formalizar, e o primeiro passo é a criação de um CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).

Para que a abertura da empresa ocorra de forma fluída, é preciso ter conhecimento sobre algumas escolhas que deverão ser realizadas durante o processo de criação do CNPJ. 

Como, por exemplo: qual melhor porte empresarial, a escolha correta do CNAE e o enquadramento do regime tributário. Vamos explicar cada um dos pontos mencionados. Confira:

Porte de empresa para profissionais de tecnologia

Em resumo, porte de empresa é um termo técnico utilizado para classificar os negócios conforme o seu tamanho. No Brasil, existem 5 principais tipos de portes, e um dos critérios adotados para a classificação é o faturamento anual do negócio. 

  • MEI (Microempreendedor Individual) –  limite de faturamento anual de 81 mil reais;
  • ME (Microempresa) – igual ou inferior a R$ 360 mil. 
  • EPP (Empresa de Pequeno Porte) – superior a R$ 360 mil e igual ou inferior a R$ 4,8 milhões.
  • Média Empresa – superior a R$ 4,8 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões.
  • Grande Empresa – superior a R$ 300 milhões.

Para profissionais de tecnologia da informação, a modalidade MEI não é permitida em   algumas atividades, mais especificamente as que tenham cunho intelectual. Com isso, desenvolvedores de sites, por exemplo, não podem aderir a esse porte.

Isso acontece porque o porte MEI é uma maneira de formalizar profissões. Portanto, atividades intelectuais ou que requerem uma formação intelectual não podem ser realizadas pelo microempreendedor individual. 

Os profissionais de tecnologia que não podem aderir ao MEI são: 

  • programadores, 
  • desenvolvedores,
  • consultoria em tecnologia da informação e 
  • suporte técnico.

Mas há outros portes de empresas – ME e EPP – e esses são permitidos para as atividades mencionadas acima. A frente iremos detalhar um pouco mais sobre a escolha correta do CNAE (atividade), mas antes vamos saber sobre natureza jurídica. 

Natureza Jurídica

A natureza jurídica serve para identificar a constituição empresarial junto à administração pública do país, além de definir direitos e deveres da empresa, a quantidade de sócios e a responsabilidade que eles assumem na sociedade.

Cada uma apresenta as suas particularidades e é válido conhecê-las para saber qual se encaixa mais com o seu caso.

O profissional de tecnologia pode conhecer e entender uma das três naturezas jurídicas mais comuns: EI (Empresário Individual), LTDA (Sociedade de Responsabilidade Limitada) e EIRELI (Empresa Individual ou de Responsabilidade Limitada). 

 EI – Empresário Individual

Como o próprio nome já insinua, a natureza jurídica EI permite apenas um empresário como sócio. Em outras palavras, ela não permite uma sociedade e também não exige um contrato social, utilizando somente o requerimento de empresário individual. Ou seja, é uma pessoa física como titular da empresa.

Sociedade Unipessoal

Em outro sentido, há a Sociedade Unipessoal Limitada, ou seja, o patrimônio pessoal do empresário não é comprometido pelos valores a serem pagos pela empresa. Além disso, esse formato jurídico permite a criação de uma sociedade com um único sócio

A Sociedade Unipessoal foi reestruturada em 2019, o que o fez permitir a presença de somente um sócio. Não se trata, portanto, de um novo formato jurídico, mas sim da possibilidade de usar um formato já existente com uma nova configuração. 

LTDA – Sociedade de Responsabilidade Limitada

Já a natureza jurídica LTDA permite uma sociedade com duas ou mais pessoas, e exige um contrato social, além de identificar uma limitação em relação à sociedade dos sócios. Essa limitação diz respeito às cotas de participação na sociedade. 

Nesse caso, não é permitido a junção do patrimônio empresarial com o pessoal. Assim, os sócios não podem utilizar os próprios bens pessoais para cobrir obrigações de pagamento da empresa.

EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada

Por outro lado, EIRELI é a natureza jurídica para empresas que apresentam apenas um sócio e que a responsabilidade dele se limita a apenas o capital social. Em outras palavras, patrimônio pessoal e empresarial não se confundem. Com essa natureza, portanto, em casos de dívidas ou falências, apenas o patrimônio da empresa é comprometido.

 
EIRELI permite apenas um sócio, então não apresenta necessidade de contrato social. Se o empreendedor quiser saber mais sobre a diferença entre LTDA e EIRELI, nós temos um artigo sobre o assunto.

CNAE e regime tributário

Dando continuidade, a escolha do CNAE e do regime tributário é primordial para que o negócio tenha a tributação correta de suas atividades. Mas antes, vamos entender o que é CNAE:

CNAE é um instrumento de padronização nacional formado por uma lista de códigos que identifica as variadas atividades econômicas do país, e deve ser determinado no momento da emissão do CNPJ.

Segue, abaixo, os CNAEs mais comuns e ideais para serem utilizados na área de tecnologia:

  • 6201-5/01 – desenvolvimento de programas de computador sob encomenda;
  • 6202-3/00 –  desenvolvimento de licenciamento de programas de computador customizáveis;
  • 6203-1/00 – desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis
  • 6204-0/00 – consultoria em tecnologia da informação e
  • 6209-1/00 – suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação (não inclui atividades como programação, como desenvolver sites).
  • 6201-5/02 – web design
  • 6311-9/00 – tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet
  • 6319-4/00 – portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet.

Por isso,  é recomendável o auxílio de um contador, para que o profissional de tecnologia seja orientado na escolha ideal do CNAE, e em cada uma das etapas do processo de abertura de empresa.

Visto que, além da escolha correta do CNAE, é necessário saber qual o regime tributário se encaixa ao seu negócio, para que a tributação de imposto seja devidamente feita, e o empreendedor não corra o risco de pagar tributos a mais para o governo.

Quando falamos de regime tributário, existem três principais tipos. Sendo eles:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Presumido e
  • Lucro Real.

O Simples Nacional é um regime tributário que tem como objetivo simplificar o recolhimento dos tributos, que são unificados em apenas uma guia de pagamento mensal (o DAS). Esse regime costuma ser a melhor opção para micro e pequenas empresas, mas é preciso seguir alguns requisitos para ser enquadrado no simples.

Sendo eles:

  • ter um faturamento anual de até R$ 4,8 milhões;
  • não possuir débitos;
  • não possuir em seu quadro societário sócios do exterior e
  • ter sua atividade enquadrada na lista de CNAEs aceitas pelo regime.

Lucro Presumido e Lucro real

De forma sucinta, o lucro presumido é o regime tributário em que as margens de lucro da empresa são presumidas para simplificar a fórmula de tributação. Essa margem é estabelecida pelo governo conforme a atividade da empresa (cunho comercial e prestação de serviço). 

Por outro lado, o lucro real é o regime que tem como base o cálculo das margens de lucro reais do negócios. Para realizar esse cálculo, a Receita Federal se baseia no lucro líquido da empresa durante um determinado período. 

Se você deseja saber os detalhes e as diferenças entre os regimes tributários simples nacional, lucro presumido e real, nós temos um artigo sobre. 

Desta forma, concluímos que o enquadramento no regime tributário e a escolha correta do CNAE são muito importantes para que o negócio pague corretamente os seus tributos. 

Por fim…

homem usando fones de ouvido está sentando de frente para um monitor com vários abas abertas e com fundos pretos, a parede ao fundo tem uma projeção dos códigos e do lado direito há um notebook
Saiba mais sobre porte de empresa, qual natureza jurídica escolher e outras informações de contabilidade acompanhando o nosso blog

Podemos afirmar que a abertura de empresas para profissionais de tecnologia precisa envolver alguns passos: 

  1. realizar um plano de negócio;
  2. escolher a razão social, nome fantasia e marca
  3. definir o porte empresarial (ME, EPP, etc.) e natureza jurídica (EI, LTDA, EIRELI, etc.;
  4. escolher o melhor regime tributário;
  5. o CNAE (atividade) ideal;
  6. e a escolha de um contador especializado para realizar todo o processo. 

Agora que você sabe as etapas para a abertura de empresa, conte com a Contabilivre para te auxiliar durante todo o processo. 

Nossos serviços de contabilidade vão além de contabilizar impostos, eles são consultivos, isso agiliza os processos para que você possa ter tempo para as estratégias do seu negócio. Abra a sua empresa conosco. 

na imagem do lado esquerdo há moedas douradas, prateadas e cor de bronze com um cifrão em formato de B, analogia as moedas digitais, do lado direito há um espaço em azul escrito "Moedas digitais: o que são? Surgimento, tipos de criptomoedas e investimento"

Moedas digitais: o que são? Surgimento, tipos de criptomoedas e investimento

Moedas digitais, também conhecidas como criptomoedas ou moedas virtuais, são conceituadas como dinheiro não tangível, mas cambiável. Bitcoin, Litecoin e Ethereum são alguns exemplos das moedas digitais que conquistam cada vez mais espaço dentro do mercado e, consequentemente, estão cada vez mais presentes no horizonte de investimentos dos empreendedores

Mas, devido ao recente aparecimento delas no mercado, muitas dúvidas ainda surgem a respeito do que são moedas digitais, como surgiram, quais os tipos que existem e se é recomendável investir nelas

Para sanar suas dúvidas e te orientar sobre o mercado das criptomoedas, nós, da Contabilivre, preparamos esse conteúdo exclusivo sobre esses criptoativos. Confira!

O que são moedas digitais?

Moedas digitais, também conhecidas como criptomoedas ou moedas virtuais, são ativos financeiros que se assemelham às moedas físicas. Mas, enquanto o real, o dólar, entre outras moedas são controladas por um órgão ou governo, as moedas virtuais, em sua maioria, não possuem um órgão regulador. 

Apesar disso, as moedas digitais têm algumas finalidades parecidas com as moedas físicas, um exemplo é o conceito de meio de pagamento. Em outras palavras, as moedas virtuais podem servir tanto para contratação de serviço quanto para a compra de produtos. 

Portanto, assim como é possível comprar euros, dólares e até o ouro, é possível comprar as criptomoedas. Mas é importante ressaltar que elas possuem muitas diferenças em relação às moedas físicas e, essas características, estão relacionadas ao surgimento delas.

Como surgiram as criptomoedas? 

O surgimento das criptomoedas aconteceu por volta do final da década de 80. O programador David Chaum, nascido nos Estados Unidos, desenvolveu a primeira espécie de dinheiro eletrônico com caráter criptográfico que, anos depois, serviria como uma das bases de conhecimento para orientar o surgimento da, então, famosa Bitcoin.  

Assim, a primeira criptomoeda descentralizada, a Bitcoin, surgiu em 2009 e é a moeda digital que, atualmente, mais movimenta o mercado. Por trás da criação deste criptoativo está o nome, ou apenas pseudônimo, Satoshi Nakamoto. 

Pensadas para atuarem totalmente no meio digital, as moedas virtuais funcionam com a tecnologia de criptografia. Em outras palavras, elas são criptoativos, ou seja, todos os tipos de representação digital de valor que são transacionados eletronicamente e protegidos pela tecnologia de criptografia

Assim, podemos entender que elas são cambiáveis, ou seja, passíveis de venda e compra e, ainda, não tangíveis, ou, melhor dizendo, elas não existem fisicamente. Por fim, além dessas características mais amplas, as moedas apresentam outras particularidades. 

Os tipos de moedas virtuais e suas principais características

Existem vários tipos de criptomoedas e, estas, com diferentes características. Mas nos limitaremos a algumas das mais conhecidas no mercado financeiro: a  Bitcoin, a Litecoin e a Ethereum.

  • A Bitcoin é, como já comentado, reconhecida como a primeira criptomoeda descentralizada. Com essa característica, a Bitcoin é negociada por meio da tecnologia de  blockchain que, de forma resumida e simplificada, é um sistema que permite a transferência de moedas digitais com o modelo peer-to-peer (ponto-a-ponto). 

Em outras palavras, você negocia diretamente com outros detentores do ativo e não precisa de uma instituição intermediária, como, por exemplo, os bancos, para realizar as transações. Além disso, a Bitcoin, ou BTC, foi criada com uma oferta finita, ou seja, há um limite máximo fixo de bitcoins existentes (21 milhões). 

  • A Ethereum é uma criptomoeda e um pouco além disso. Isso porque ela é, também, uma plataforma que, entre outras funções, realiza as transações da ether (ou Ethereum), a moeda virtual. 

Criada pelo programador Vitalik Buterin em 2013, ela utiliza, também, o modelo peer-to-peer e a tecnologia blockchain. Porém, não foi projetada com a ideia de oferta finita, como foi a Bitcoin. Assim, com a Ethereum não há limitação na quantidade da moeda.

  • Por fim, a Litecoin é entendida como uma altcoin, ou seja, ela é uma criptomoeda que surgiu como alternativa à BTC. Assim, altcoins são moedas virtuais “inspiradas” na Bitcoin e, também, possuem como objetivo aprimorar os recursos oferecidos pela BTC. Porém, hoje em dia, no mercado, a Litecoin é muitas vezes chamada de prata das criptomoedas, enquanto isso, referem-se a BTC como o “ouro”  das moedas virtuais. Por fim, Litecoin tem uma quantidade limite de 84 milhões.

Compensa investir em criptomoedas?

Para compreender melhor o investimento em moedas virtuais, é necessário entender outro ponto sobre elas. As criptomoedas são entendidas como ativos multiplicadores de valor. 

Isso significa que, com o tempo, a valorização delas pode aumentar e, por meio da oferta e compra desses ativos, você pode vendê-las, aumentando o seu patrimônio. Assim, é possível investir em moedas digitais, mas é importante ter conhecimento das possibilidades e riscos que esse tipo de aplicação pode apresentar. 

Quando falamos sobre investimento, independente do ativo, é necessário ter em mente algumas questões como: planejamento, objetivos, estratégia e, principalmente, o perfil do investidor. 

Agora, a Bitcoin, e demais moedas, possuem uma característica importante quando falamos sobre investir nesses criptoativos: a alta volatilidade. Isso significa que, nos últimos anos, as moedas virtuais tiveram oscilações significativas em seus preços. 

Criptomoedas, oscilações e perfil de investidor 

Um exemplo é a própria BTC. Em abril de 2021, o ativo Bitcoin superou o valor de R$ 360 mil, sendo que, há um ano atrás, o preço era de R$ 42 mil. Mas não suponha que as moedas digitais apenas valorizam, muito pelo contrário, o preço delas pode cair também. 

Isso depende muito da lei de oferta e procura das criptomoedas. Como o mercado funciona 24 horas, as oscilações variam de acordo com a movimentação dos ativos nas transações, causando, assim, alta volatilidade. 

Por conta disso, antes de investir nas moedas virtuais, é necessário compreender o seu perfil de investidor. 

Para exemplificar e resumir, se o perfil for conservador, ou seja, ele prioriza o investimento conservado – aquele que há a priorização da preservação do capital e apresenta baixa tolerância ao risco -, não é aconselhável que esse perfil opte pelas moedas. Isso porque elas podem, em algum momento, proporcionar perdas.

Agora, se o perfil do investidor for arrojado, o objetivo maior desse tipo de investimento é a rentabilidade. Assim, é mais recomendável o investimento em criptomoedas, uma vez que esse retrato também se apresenta disposto a assumir riscos no momento de aplicar o seu dinheiro.

Em resumo…

O mundo está ficando cada vez mais digital e, o mercado está, também, inserindo cada vez mais a tecnologia em seu funcionamento. A Bolsa de Valores funciona em ambiente totalmente digital e as criptomoedas já são utilizadas como um meio de pagamento. 

Assim, parece que o rumo do mercado, futuramente, é uma digitalização cada vez maior. Por conta disso, é interessante pensar em comprar moedas digitais e, assim, investir nelas. Desde que o investimento, antes, seja pensado com objetivos e, principalmente, planejamento. 

Por isso, é aconselhável que, antes de aplicar capital nas criptomoedas, você planeje seus investimentos, se prevenindo de imprevistos (criando uma reserva de emergência, por exemplo), conhecendo o seu perfil de investidor e, também, adquirindo conhecimento sobre os ativos, ou criptoativos, que deseja aplicar o seu dinheiro.

Nosso blog aborda diversos assuntos como contabilidade, empreendedorismo e tecnologia. Se você gostou desse conteúdo, continue nos acompanhando para mais informações sobre esses temas. 

pix para empresas

Pix para empresas: o que é e qual a vantagem para o seu negócio?

Quem é dono de um negócio já percebeu que a tecnologia inovou a forma dos consumidores realizarem pagamentos. Com o universo online, o que antes se limitava em “é dinheiro ou cartão” ganhou novas opções a serem exploradas, facilitando, assim, a experiência do cliente. Entre essas novas modalidades, não podemos deixar de falar sobre o Pix para empresas

O meio de pagamento instantâneo desenvolvido pelo Banco Central (BC) já está em vigor e tem tudo para trazer vantagens para o seu negócio. Rápido, prático, seguro e sem custo para o consumidor, é isso que o BC promete!  

Quer saber como funciona o Pix para Empresas? Confira tudo sobre a forma de pagamento e saiba se vale a pena implementá-la na sua empresa. No conteúdo que a Contabilivre preparou, você tira todas as suas dúvidas sobre o Pix, acompanhe! 

O que é Pix? 

O Pix é uma forma de pagamento criada e gerida pelo Banco Central que permite enviar e receber dinheiro em até 10 segundos. Um dos pontos centrais da modalidade é o horário de funcionamento. Diferente de outros meios, como boleto, TED e DOC, o Pix pode ser feito em qualquer dia e horário, incluindo feriados e finais de semana.

Com o Pix para empresas, consumidores e empresários têm mais uma opção para realizar transferência e pagar compras e serviços prestados de forma rápida e sem burocracias. Além disso, os empresários podem realizar o pagamento de fornecedores,  salários de funcionários e até tributos federais

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Vale destacar que o Pix não é um aplicativo, e sim um sistema de pagamentos que diversas instituições financeiras disponibilizam para seus clientes. Esse serviço é oferecido por meio dos próprios apps bancários, provavelmente, já instalado no seu celular e pelo internet banking. 

Como funciona o Pix para empresas? 

O Pix para empresas funciona por meio do Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI). O serviço é gerido e operado pelo Banco Central e está conectado às contas de Pagamentos Instantâneos, que são as contas das instituições financeiras.

Para receber pagamentos, as empresas precisam se cadastrar no serviço e criar uma chave Pix. Uma característica facilitadora da transação é que o CNPJ, e-mail, chave aleatória gerada pelo sistema e número de celular podem ser registrados como um chave. 

Dessa forma, com o código, a transferência monetária é realizada sem precisar dos dados bancários das pessoas ou de empresas que negociam, basta informar pelo app uma das informações cadastradas

Entenda o serviço de pagamentos instantâneos Pix

O serviço de pagamentos instantâneos Pix funciona de modo integrado direto do aplicativo do seu banco. E se você não sabe se a instituição financeira na qual sua empresa tem vínculo oferece esse serviço, é só acessar o app bancário e conferir se a opção está disponível. 

O Banco Central anunciou que instituições financeiras com mais de 500 mil clientes têm a obrigação de aderir à plataforma, mas antes mesmo do lançamento, mais de 930 organizações, entre bancos tradicionais, fintechs e plataformas de pagamento já haviam se cadastrado para participar de testes. 

Como o cliente realiza o pagamento? 

Os consumidores têm duas opções para realizarem pagamentos com o PIX. A transação pode ser feita pelo próprio aplicativo bancário usando a chave de identificação do recebedor ou por meio do QR Code gerado ou compartilhado pelo estabelecimento. 

O pagador deve fazer a leitura de um desses códigos pelo celular para ser direcionado a página de pagamentos de seu aplicativo cadastrado no Pix. Caso o recebedor compartilhe o QR Code com o cliente, não será possível usar a câmera para a leitura.

No entanto,  um link é gerado pelo sistema do QR Code Pix,  direcionando o consumidor para o pagamento.

Como cadastrar minha empresa no Pix?

Para realizar o cadastro no Pix, sua empresa precisa de uma uma conta transacional (conta corrente, poupança ou de pagamento) em uma instituição que oferece o serviço. O passo a passo do procedimento pode variar de acordo com a sua instituição financeira. 

O registro pode ser feito pelo próprio aplicativo do banco ou pelo internet banking corporativoNão há restrições em relação ao porte das empresas participantes do Pix. A forma de pagamento está liberada para Microempreendedores individuais (MEIs), Microempresas (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) e até grandes corporações. 

O que muda são as taxas que cada tipo de empresa paga pelo serviço. MEIs, por exemplo, são isentos de tarifas para realizar pagamentos e transferências, porém, algumas instituições  bancárias cobram quando o empresário recebe recursos com finalidades de compra.  

No caso dos outros portes de empresas, a tarifa em decorrência de envio e de recebimento de pagamentos de clientes é estipulada pelo banco que o seu negócio tem conta. Alguns fintechs, no entanto, não cobram taxas das empresas pelo uso do Pix.

Após o cadastro, um agente financeiro irá te contatar para validar sua inscrição e confirmar as chaves Pix que vão cadastrar no sistema.

Pix é seguro?

Segundo o BC, a segurança foi prioridade no desenvolvimento da forma de pagamento.   Requisitos, como  integridade e autenticidade das informações foram massivamente estudados pelos desenvolvedores do sistema. 

Todas transações do Pix para empresas ocorrem através de mensagens assinadas digitalmente e são trafegadas de forma criptografada, em uma rede protegida.

As informações dos usuários são também são criptografadas, isto é, esses dados apresentam protocolos que impedem terceiros acessarem as suas informações. 

Quais as vantagens? 


O Pix é mais uma opção de pagamento para os clientes. O serviço pode ser uma boa forma do seu negócio diminuir os gastos transacionais.  Além disso, quanto mais usuários o Pix tiver, mais chances a empresa tem em alcançar um fluxo de caixa mais rápido

Fora isso, é possível facilitar algumas funções operacionais do seu negócio, como pagamento de salários, contas e  tributos. O horário de funcionamento é uma das principais vantagens, estando disponível 24 horas por dia

Quais as desvantagens? 

Para realizar transações via Pix é preciso ter conexão com à internet. O pré-requisito, provavelmente, faz com que essa forma de pagamento perca alguns usuários que não costumam contratar redes móveis, sendo essa uma desvantagem da modalidade

As taxas são outro ponto negativo do serviço. Com exceção de MEis, apenas pessoas físicas não pagam taxas pelo uso das funções do Pix. Os valores das tarifas ficam a cargodos bancos e fintechs e variam de acordo com cada instituição

Qual a diferença do PIX para TED e DOC?

TED e DOC são formas de realizar transferências. Já o PIX é um sistema que permite fazer pagamentos em estabelecimentos e de contas, além de transferências bancárias. 

O horário de funcionamento dos serviços é a diferença central das transações. O Pix está disponível 24 horas por dia, 7 dias da semana. O TED e DOC funcionam apenas em dias úteis.

Além disso, o PIX traz mais agilidade para os correntistas, uma vez que as transferências e pagamentos são instantâneos. Enquanto o dinheiro enviado por TED cai até às 17 horas e por DOC a transferência só é completada no dia seguinte.  

Outras formas de pagamento

Embora outras formas de realizar pagamentos sejam mais comuns e usados no dia a dia, como boleto, cartões e até mesmo dinheiro, o Pix para empresas tem tudo para ser popularizado pela sua agilidade e baixo custo de operação. 

Um boleto, por exemplo, demora até três dias, após o pagamento, para ser compensado. O cartão de crédito também é uma forma de pagamento rápida e bastante útil, no entanto, o Pix traz mais versatilidade ao permitir pagar contas de forma instantânea. 

Mudanças na forma de pagamento

As transformações digitais causam mudanças em nossos hábitos dia após dia. O dinheiro se tornou digital e cada vez mais temos que nos adaptar as práticas dos consumidores. Em um mundo cada vez mais online, a facilidade e rapidez é algo essencial para agregar valor aos clientes. 

Agora que você já conhece o Pix e pode facilitar as formas de realizar pagamentos e receber recursos, por que não aproveita para simplificar outros processos da sua empresa? Conheça a Contabilivre e tenha mais agilidade e qualidade nos serviços contábeis de seu negócio. 

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